Drogas do sertão

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No início da ocupação portuguesa na América os colonizadores buscavam materiais da floresta que gerassem comércio e riquezas para Portugal. Primeiramente foi o pau-brasil na costa, depois, com as políticas de exploração do território em busca de riquezas e mãos de obra, foram se embrenhando para o “sertão”, onde encontraram novas matérias para comercializar.

No sertão dos territórios do norte, hoje os estados do Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, os portugueses buscavam urucum, guaraná, cravo, canela, anil, salsa parrilha, baunilha, castanha e cacau [1]. Foram os objetos do primeiro ciclo econômico portugues na Amazônia, que durou pelo menos 2 séculos.


  1. são produtos que se sabe serem naturais da região e fazem parte do rol de especiarias que aguçavam os interesses dos portugueses. Podemos encontra-las citadas em documentos diversos do Arquivo Ultramarino. Elis Miranda especifica algumas dessas drogas em seu texto ”Cametá: Marcas da presença portuguesa na Amazônia”, assim como Nírvia Ravena o faz em seu texto “O abastacimento no século XVIII no Grão-Pará: Macapá e vilas circunvizinhas” também.


Autor do verbete: Luiza Moretti

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