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InterAmerican Database

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(parceria com College of William and Mary)

Este projeto pretende construir um grande banco de dados com viagens atlânticas.

Equipe:

Fabricio Prado (William and Mary)
Tiago Gil (LHS/Universidade de Brasília)
Luke Campopiano (William and Mary)
Manoel Rendeiro Neto (LHS/Universidade de Brasília)
Toly Osgood (William and Mary)
João Pedro Ramalho (LHS/Universidade de Brasília)
Robbie Collie (William and Mary)
Vinícius Maluly (LHS/Universidade de Brasília)

Como se faz um banco de dados (em história)

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Como se faz um banco de dados (em História)
Como se faz um banco de dados (em História)

Este é um livro voltado para estudantes de História e para quem quer informatizar sua pesquisa desde o começo. Por “informatizar” quero dizer criar uma base de dados, ou, como se diria em inglês to database something. Seu objetivo é de ajudar o leitor a incrementar sua pesquisa em História, com algumas aplicações possíveis para as ciências sociais em geral. Não se trata de um manual técnico. A proposta aqui é contribuir para o leitor pensar como alguns recursos próprios do universo das bases de dados e da informática podem melhorar a investigação, desde a proposição do problema até a escrita do trabalho, passando pela coleta e análise das informações que darão suporte às conclusões. A atenção, contudo, ficará nas formas de organizar os materiais.

A obra foi fruto de um pós-doutorado realizado na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) entre agosto de 2013 e janeiro de 2014. Para tanto, foram utilizadas centenas de artigos, livros e capítulos sobre o tema, além de dezenas de manuais de informática. Os resultados desta pesquisa também foram aproveitados em cursos presenciais sobre bancos de dados, realizados na UFRJ em outubro de 2014 e na UFRGS em dezembro do mesmo ano, quando as ideias aqui apresentadas foram alvo de debates. Os dados obtidos nesta pesquisa foram utilizados em outras publicações, a saber: “Storici e informatica: l’uso dei database (1968-2013)”, publicado na revista “Memoria e ricerca” (Itália, 2015) e “’Our own in-house’ software: una historia de historiadores programadores” na obra “Historiografía, giro digital y globalización. Reflexiones teóricas y prácticas investigativas” de Juan Andrés Bresciano (Uruguay, 2015).

Atlas Histórico da América Lusa

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Atlas Histórico da América Lusa
Atlas Histórico da América Lusa

Da Introdução da obra
Apresentamos o “Atlas Histórico da América Lusa”, a versão impressa do “Atlas Digital da América Lusa“. É uma leitura possível do conjunto de dados presentes na edição virtual, juntando mapas relevantes para o ensino e para a pesquisa em história com algumas propostas inovadoras de visualização de dados. É um trabalho coletivo, que usou uma grande quantidade de dados produzidos pela nossa equipe e por outros, particularmente, aqueles disponibilizados online pelo Voyages, The Trans-Atlantic Slave Trade Database, pelo projeto “Fortalezas.org”, e pelo “Impressões Rebeldes”. Todos esses projetos, assim como o nosso, se amparam em vastas quantidades de fontes e bibliografias para produzir conhecimento.
O nosso atlas se dividem em duas partes: a primeira, cronológica, observar o processo de ocupação territorial através da fundação de vilas e cidades, assim como a defesa deste movimento com a edificação de fortalezas. Para observar o processo, optamos por recortes de tempo de 50 anos, que são apresentados de forma comparativa. A segunda parte, temática, procura tomar diferentes aspectos da vida na época de modo serial, “de longe”, observando tendências. A passagem entre as temáticas é gradual e enfatiza a inter-relação entre os processos históricos da época.
A parte inicial de cronologia utilizou dados produzidos pelo próprio Núcleo de Experimentação da UnB, com uma revisão exaustiva das vilas e cidades fundadas no período. Os dados sobre fortalezas foram todos obtidos no projeto “Fortalezas.org” e reordenados cartograficamente para permitir a comparação dos processos. As informações sobre capitanias, ordens religiosas, economia, caminhos, bispados, e uma parte de “viajantes” foram igualmente produzidas pela equipe da UnB, usando vasta bibliografia. A parte sobre indígenas foi baseada na clássica obra de Kurt Nimuendaju, o “Mapa etno-histórico do Brasil e regiões adjacentes”, de 1944, que utilizou-se de mais de 900 obras, entre relatos de época e produção acadêmica. Contudo, acrescentamos dados de diversas outras obras mais recentes que se faziam necessários. Dentre estas, o clássico “Negros da Terra” de John Monteiro foi a mais utilizada. Os dados sobre o tráfico atlântico foram todos retirados do Voyages. As informações sobre as revoltas resultam de um convênio com o projeto “Impressões rebeldes”, da Universidade Federal Fluminense e aquelas sobre as comarcas, de uma parceria com Mafalda Soares e António Castro Nunes, que produziram os dados.
Esperamos que o Atlas possa ser útil tanto para a comunidade acadêmica quanto para professores de ensino médio e fundamental.

Adrianna Setemy

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Professora da área de Teoria e Metodologia da História da Universidade de Brasília (UnB), possui graduação em História pela Universidade de Brasília (2005), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008), doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2013) e Pós-doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2015). Tem experiência na área de História Contemporânea do Brasil e da América Latina, com ênfase nas últimas ditaduras militares do Cone Sul, atuando principalmente nos seguintes temas: memória social e violência política.

Neuma Brilhante Rodrigues

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Possui graduação em Licenciatura Em História pela Universidade de Brasília (1996), mestrado em História pela Universidade de Brasília (2001) e doutorado em História pela Universidade de Brasília (2008). Atualmente é coordenação de graduação da Universidade de Brasília e professor adjunto da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império, atuando principalmente nos seguintes temas: império, trajetória de vida, cultura política, cunha mattos e historiografia.

Mateus Gamba Torres

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Professor Adjunto nível II da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó, em exercício atualmente no Departamento de História da Universidade de Brasília – UNB. Bacharel em direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).Bacharel e Licenciado em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Possui curso de formação realizado pela Escola da Magistratura do Estado de Santa Catarina (ESMESC). Mestre em História do Tempo Presente pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desenvolve pesquisas referentes a História do Brasil, principalmente na abordagem da ditadura militar brasileira (1964-1985), trabalhando com uma história do judiciário civil e militar no período, utilizando como fontes principais processos judiciais.

Teresa Cristina de Novaes Marques

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É graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988). È mestra em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998) e doutorada em História pela Universidade de Brasília (2003). Atualmente, é professora de História do Brasil, na Universidade de Brasília. Desenvolve pesquisas e orientações nos seguintes temas: história do Brasil colônia, história do crédito, história das mulheres, da condição feminina e biografias políticas de mulheres.

Luiz Paulo Ferreira Nogueról

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Graduado em Economia e em História pela Universidade de Brasília (UnB) em 1994, possui mestrado em economia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), obtido em 1997, e doutorado em Economia Aplicada, com ênfase em História Econômica, pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), obtido em 2003. Foi professor na área de História Econômica do Brasil do Departamento de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) de 1999 a 2008, e é professor adjunto III do Departamento de História da Universidade de Brasília (UnB) desde dezembro de 2008, na área de História da América. Atualmente dedica-se ao estudo da escravidão africana nos Andes e no Rio da Prata. Publicou artigos em revistas nacionais sobre a escravidão africana em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Como co-autor, publicou um capítulo de um livro sobre bem-estar social na América Latina e aguarda a publicação de um segundo livro que se encontra no prelo sobre escravidão no Brasil.

André Honor

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Professor Adjunto de História do Brasil I na Universidade de Brasília (UnB). Graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Mestre em História pelo PPGH/UFPB com a dissertação: O verbo mais que perfeito: uma análise alegórica da cultura histórica carmelita na Paraíba colonial, sob a orientação da Profª Drª Carla Mary da Silva Oliveira e doutor em História pelo PPGH/UFMG sob orientação do Profº Dr Eduardo França Paiva com a tese: Universo cultural carmelita no além-mar: formação e atuação dos carmelitas reformados na América Portuguesa (séc. XVI a XVIII). Foi estagiário voluntário do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (IPHAEP) no período de Abril de 2005 à dezembro de 2007. Durante o doutoramento foi bolsista CAPES/REUNI, prestando serviço ao Bacharelado em Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis na mesma universidade de Fev. 2010 a Dez. de 2012. Fez doutorado sanduíche pelo programa CAPES/PDSE nas cidades de Lisboa e Évora sob orientação da Profª Drª Maria de Deus Beites Manso de Jan. a Jul. 2013. Concentra seus estudos nas áreas: História da América Portuguesa, História Social e Cultural, História da Arte e Patrimônio Histórico.

O Retorno dos mapas. Sistemas de informação Geográfica em História

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A ideia de usar mapas para visualizar conhecimento histórico não é nova. Usada de modo esporádico até meados do século XX, muito em função do autor e de sua forma de pensar, seu uso sistemático passou a ser efetivo na segunda metade desse século, nem tanto pela facilidade técnica, mas, especialmente, pelo crescimento da relevância da cartografia como um campo separado da geografia.
Essa coletânea reúne 15 capítulos que abarcam, espacialmente, estudos de Montevidéu, ao sul, até a Ilha de Malta, ao norte, passando pela Amazônia, pelos sertões e pelo litoral atlântico. Temporalmente, os textos vão do século XVI até o começo do XX. Essas amplitudes espacial e temporal explícita a flexibilidade e as possibilidades dos SIGs nas pesquisas dos historiadores.
O leitor perceberá, no decorrer de sua leitura, que este livro apresenta o retorno dos mapas, todos eles diferentes e produzidos segundo as necessidades de cada pesquisa, o que significa, em outras palavras, que nenhum deles foi feito para ilustrar: todos foram construídos como ferramentas de trabalho, são insumo e produto da pesquisa dos historiadores que, sem dúvida, permitem avanços no conhecimento das sociedades do passado.

VALENCIA, Carlos & GIL, Tiago. O retorno dos mapas. Sistemas de informação Geográfica em História. Porto Alegre: Ladeira Livros, 2016.

BAIXE O LIVRO COMPLETO AQUI