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Aljube

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Edição atual tal como 08h46min de 24 de novembro de 2014

por Gustavo GODOY


Cárcere eclesiástico, lá foram punidos padres e alocados condenados do Santo Ofício [1]. Localizava-se no sopé do Morro da Conceição nas proximidades do encontro da rua Prainha com rua da Vala [2]. Construído em 1732; em 1808 o edifício passa a cumprir a função da Cadeia da Relação, a cárcere de presos comuns.


Ilustração de Thomas Ender, 1817

























Ilustração 1: Thomas Ender, 1817 [3]


[editar] Referências

  1. Como o índio Miguel Pestana: http://luiz-mott.blogspot.com.br/2006/08/um-tupinamb-feiticeiro-do-esprito-santo.html
  2. Correspondem, respectivamente, às atuais Acre e Uruguaiana. cf. Thomas Holloway. “O calabouço e o Aljube do Rio de Janeiro no século XIX”. Em: História das Prisões no Brasil. Volume 1. - Rio de Janeiro: Rocco, 2009. p.271. Disponível em: http://www.academia.edu/202170/O_Calabouco_e_o_Aljube_do_Rio_de_Janeiro_no_seculo_XIX Antes de se chamar “da Prainha”, chamou-se “rua da Vallinha” e depois “do Aljube”. Cf. José Vieira fazenda. “Antiqualhas e memórias do Rio de Janeiro” "Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. Tomo 86 Volume 140. 1921. pp. 358-62. Disponível em: http://rememorator.info/?p=5382
  3. http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AThomas_ender_aljube.jpg



Citação deste verbete
Autor do verbete: Gustavo GODOY
Como citar: GODOY, Gustavo. "Aljube". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/Aljube. Data de acesso: 28 de outubro de 2020.



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