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Cidade noua

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[[Category: Coleção Levy Pereira]]

Edição de 13h52min de 7 de janeiro de 2013

Coleção Levy Pereira


Cidade noua


Natureza: cidade


Mapa: PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE


Capitania: RIO GRANDE

Cidade na m.d. do 'Nhumdiai' (Rio Jundiaí).


Nomes históricos: Cidade noua, Cidade Nova, Nieusta∂t, Nova Amsterdam, Amsterdam.


Nome atual: Não prosperou como cidade.

Sua área foi reocupada, e sua localização foi perdida nos tempos, sendo um desafio para os historiadores.

A posição probabilística que determinamos baseia-se na disposição dos rios afluentes m.d. do Rio Potengi.

Citações

►Mapa RG (IAHGP-Vingboons, 1640) #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE, representada com o símbolo de cidade, sem nome, na na m.d. do 'Rº. ∂o MarԐԐs' (nome pouco legivel na nossa imagem, todavia o rio é o Jundiaí).

►Mapa Y-51 (4.VEL Y, 1642) De Cust van Brazil tusschen Rio Jan desta en cabo Roques, plotado como 'Nieusta∂t:', na m.d. de um rio sem nome, afluente m.d. do 'Rº Gran∂e', e por tal detalhe reconhecido como o Rio Jundiaí.

►Mapa CE-RG (Orazi, 1698) PROVINCIE DI SEARÁ E RIO GRANDE, plotada com símbolo, sem nome, na na m.e. do 'Potosÿ' (presumivelmente o Rio Potengi). A posição está entre dois rios, formadores do 'R. Grande', imeditamente a montante da sua junção. O rio da m.d. do 'R. Grande' é o 'Potosÿ'.

Esse mapa tem escala que requer simplificações e parece, nesse caso, apresentar imprecisão. Os demais mapas de Orazi são mais detalhados (têm menor escala) e mais parecidos com suas fontes, entre elas o exemplar da Biblioteca do Vaticano semelhante ao RG (IAHGP-Vingboons, 1640) #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE e o BQPPB.

O CE-RG parece basear-se no MBU e noutro mapa, até o momento não identificado por nós, que dá detalhes do litoral e suas cercanias até a 'PROVINCIA DEL MARAGNONE'.

►(Dussen, 1640), pg.175:

"Já teve uma cidade chamada Cidade do Natal, situada a uma légua e meia do Castelo Ceulen, rio acima, mas está totalmente arruinada, pelo que foi consentido aos escabinos e moradores levantar uma nova cidade em Potigi, pois é terreno fértil e melhor situado para os seus habitantes. Deverão construir de início um Paço da Câmara para aí terem o seu tribunal de justiça. ".

►(Hamel; Bullestrate; Bas - 1646), pg. 211:

" No Rio Grande nunca houve cidade ou aglomeração de habitantes que morassem juntos. Apenas começaram, há poucos anos, a construir casebres a quatro léguas de distância do Castelo Ceulen, perto de certa igreja, lugar que nós chamamos Nova Amsterdam, para a qual os portugueses vinham do interior para a missa, mas que ainda não tem adiantamento. ...".

►(Câmara Cascudo, 1956):

@ pg. 248:

"Pela direita o Nhumdiaí (Jundiaí) tem os afluentes Itaguaçutioba, certamente o mesmo ribeiro Itaorasutuba que se encontra no "Auto da Repartição das Terras" em 1614 (data n.° 2), um "Cidade Nova" com indicação de Igreja, entre esses o inidentificável Itaguaçutioba e o Cotingiba (Coité). Impossível saber que "Cidade Nova" é esse.".

@ pg. 248:

"Há caminhos que levam a todos esses pontos. A estrada-real, que vinha de Pernambuco a Natal, ia pelos sete montes e Paranamiri (Parnamirim), vale do Cajupiranga até Pitimbu (onde havia morada) e se unia a um ramal vindo da "Cidade Nova" misteriosa para minhas tentativas de localização.".

►(Medeiros, 1998) , pg. 77-79, em "Nova Amsterdam, ou Cidade Nova, a substituta de Natal", rico de referências históricas a respeito dessa cidade, propõe uma possível localização.

Visitamos o local proposto, mas concluímos que sua posição difere muito da plotada no BQPPB.






Citação deste verbete
Autor do verbete: Levy Pereira
Como citar: PEREIRA, Levy. "Cidade noua". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/Cidade_noua. Data de acesso: 22 de novembro de 2019.


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