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De todos ∫antos

De Atlas Digital da América Lusa

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►Mapa PE [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'de todos Santos', na [[m.e.]] do 'Cirinhaya' - 'Cirianhaya' - 'Siriânháỹa'.
 
►Mapa PE [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'de todos Santos', na [[m.e.]] do 'Cirinhaya' - 'Cirianhaya' - 'Siriânháỹa'.
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Engenho Veajier Dios [sic] pertencente a Francisco Fernandes Anjo, que recebeu passaporte. Foi pelo mesmo arrendado a Sebastião Vaz e está situado perto do rio Sirinhaém, cerca de meia milha distante da cidade. Mói com água e tem cerca de uma milha de terra, na qual há várzeas. razoáveis; pode anualmente produzir 2.000 a 3.000 arrobas de açúcar e paga de recognição 2 arrobas em cada mil. Neste engenho nada foi encontrado que pudesse ser tomado para a Companhia.".
 
Engenho Veajier Dios [sic] pertencente a Francisco Fernandes Anjo, que recebeu passaporte. Foi pelo mesmo arrendado a Sebastião Vaz e está situado perto do rio Sirinhaém, cerca de meia milha distante da cidade. Mói com água e tem cerca de uma milha de terra, na qual há várzeas. razoáveis; pode anualmente produzir 2.000 a 3.000 arrobas de açúcar e paga de recognição 2 arrobas em cada mil. Neste engenho nada foi encontrado que pudesse ser tomado para a Companhia.".
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"99) Engenho Todos os Santos, pertencente a Francisco Fernandes Anjo foi plantado mas [não?] moerá. São lavradores: (não indica). ".
 
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- Que o engenho do Anjo pagava duas arrobas de branco por milhar, depois de dizimado.".
 
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«10) TODOS os SANTOS. Golijath o denomina Espírito Santo. Sito à margem esquerda do Sirinhaém. Engenho d'água, pagava de pensão duas arrobas de açúcar branco por mil, após dizimar. Tinha "cerca de uma milha de terra, na qual há várzeas razoáveis; pode anualmente produzir 2 mil a 3 mil arrobas de açúcar". Quando da ocupação holandesa, pertencia a Francisco Fernandes Anjo, que fora consignatário de açúcar em Lisboa, estando arrendado a Sebastião Vaz Ferreira. Tendo este falecido antes de 1636, sua viúva devolveu o engenho ao proprietário. Não moeu nem em 1637 nem em 1639, embora no último ano estivesse plantado. Em 1637, Francisco readquiriu à [[WIC]] uma data de terra que lhe havia pertencido, o que leva a supor que inicialmente se tivesse retirado. Moía em 1655. Em 1663, Francisco era devedor à [[WIC]] de 70590 florins.(96)».
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«(96) LSUR, p. 52; FHBH, I, pp. 68, 82, 159, 240; RCCB, pp. 57, 153; NP, II, p. 412.».
  
 
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Edição atual tal como 15h05min de 18 de outubro de 2015

Coleção Levy Pereira


[editar] de todos ∫antos

Engenho de roda d'água com igreja, na m.e. do 'Çiriânháya' (Rio Sirinhaem).


Natureza: Engenho de roda d'água com igreja.


Mapa: PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ.


Capitania: PARANAMBVCA.


Jurisdição: Distrito de Serinhaém.


Nomes históricos: de todos ∫antos (Todos os Santos); ∫pirito ∫an (Espírito Santo); Sirinhaém; Veajier Dios.


Nome atual: ...


[editar] Citações:

►Mapa PE-C (IAHGP-Vingboons, 1640) #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE, plotado com o símbolo de engenho, 'Ԑ ∫pirito ∫an', na m.e. do 'R. SԐrinhajs' - 'Rº. SԐrinhain' .


►Mapa PE (Orazi, 1698) PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'de todos Santos', na m.e. do 'Cirinhaya' - 'Cirianhaya' - 'Siriânháỹa'.


(Schott, 1636), pg. 68:

"Engenhos da freguesia de Sirinhaém

Engenho Veajier Dios [sic] pertencente a Francisco Fernandes Anjo, que recebeu passaporte. Foi pelo mesmo arrendado a Sebastião Vaz e está situado perto do rio Sirinhaém, cerca de meia milha distante da cidade. Mói com água e tem cerca de uma milha de terra, na qual há várzeas. razoáveis; pode anualmente produzir 2.000 a 3.000 arrobas de açúcar e paga de recognição 2 arrobas em cada mil. Neste engenho nada foi encontrado que pudesse ser tomado para a Companhia.".


(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638), pg.83:

"Distrito de Serinhaém

"12. Engenho de Sirinhaém, sob a invocação de Todos os Santos. Possuía-o Sebastião Vaz Ferreira, falecido, e sua mulher o tem de entregar a Francisco Fernandes".


(Dussen, 1640), pg. 159:

"ENGENHOS DE PERNAMBUCO

Na jurisdição de Siranhaém.

"99) Engenho Todos os Santos, pertencente a Francisco Fernandes Anjo foi plantado mas [não?] moerá. São lavradores: (não indica). ".


(Relação dos Engenhos, 1655), pg. 240, informando a pensão que este engenho pagava à capitania de Pernambuco:

"Engenhos da Vila Formosa de Serinhaém

...

- Que o engenho do Anjo pagava duas arrobas de branco por milhar, depois de dizimado.".


(Cabral de Mello, 2012):

@ pg. 130, Os engenhos de açúcar do Brasil Holandês, I - Capitania de Pernambuco, Sirinhaém-Una:

«10) TODOS os SANTOS. Golijath o denomina Espírito Santo. Sito à margem esquerda do Sirinhaém. Engenho d'água, pagava de pensão duas arrobas de açúcar branco por mil, após dizimar. Tinha "cerca de uma milha de terra, na qual há várzeas razoáveis; pode anualmente produzir 2 mil a 3 mil arrobas de açúcar". Quando da ocupação holandesa, pertencia a Francisco Fernandes Anjo, que fora consignatário de açúcar em Lisboa, estando arrendado a Sebastião Vaz Ferreira. Tendo este falecido antes de 1636, sua viúva devolveu o engenho ao proprietário. Não moeu nem em 1637 nem em 1639, embora no último ano estivesse plantado. Em 1637, Francisco readquiriu à WIC uma data de terra que lhe havia pertencido, o que leva a supor que inicialmente se tivesse retirado. Moía em 1655. Em 1663, Francisco era devedor à WIC de 70590 florins.(96)».

@ pg. 185, Notas:

«(96) LSUR, p. 52; FHBH, I, pp. 68, 82, 159, 240; RCCB, pp. 57, 153; NP, II, p. 412.».






Citação deste verbete
Autor do verbete: Levy Pereira
Como citar: PEREIRA, Levy. "De todos ∫antos". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/De_todos_%E2%88%ABantos. Data de acesso: 30 de maio de 2020.


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