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N S. de Palma (Engenho de roda d'água)

De Atlas Digital da América Lusa

Coleção Levy Pereira


N S. de Palma

Engenho de roda d'água com igreja, na m.e. do 'Çiriânháya' (Rio Sirinhaem).


Natureza: Engenho de roda d'água com igreja.


Mapa: PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ.


Capitania: PARANAMBVCA.


Jurisdição: Vila Formosa de Serinhaém.


Nomes históricos: N S. de Palma (Nossa Senhora de Palma; N S di Palma); Engenho da Palma.


Nome atual: Engenho Palma.

  • Vide mapa do IBGE Geocódigo 2604204 SIRINHAEM-PE.


Citações:

►Mapa PE-C (IAHGP-Vingboons, 1640) #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE - plotado com o símbolo de engenho, 'Ԑ: Palma', na m.e. do 'R. SԐrinhajs' - 'Rº. SԐrinhain'.


►Mapa PE (Orazi, 1698) PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'N S di Palma', na m.e. do 'Cirinhaya' - 'Cirianhaya' - 'Siriânháỹa'.


(Schott, 1636), pg. 68:

"Engenhos da freguesia de Sirinhaém

28 - Engenho Nossa Senhora da Palma, pertencente a Dona Madanela, viúva de Filipe de Albuquerque. Ao fugir com Matias de Albuquerque deixou apenas o que não podia levar. Este engenho está situado a um quarto de milha distante de Sirinhaém, mói com água e tem cerca de meia milha de terra, com uma boa várzea bem plantada, que, porém, está decaindo cada dia mais, como tudo que pertence ao engenho. Produz anualmente 2.000 a 3.000 arrobas de açúcar e, como os outros, paga de recognição 2 arrobas em cada mil. Na roça, perto do engenho, foram encontrados um negro velho e uma negra. ".


(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638), pg. 83:

"Distrito de Serinhaém

13. Engenho de Sirinhaém, sob a invocação de Nossa Senhora da Palma. Pertenceu a D. Madanela Pinheira, e lhe foi confiscado por estar ausente. Não tem canas nem dono; não moerá. ".


(Dussen, 1640), pg. 160:

"ENGENHOS DE PERNAMBUCO

Na jurisdição de Siranhaém

100) Engenho Nossa Senhora da Palma, destruído.".


(Relação dos Engenhos, 1655), pg. 240-241:

"Engenhos da Vila Formosa de Serinhaém

...

Engenhos a monte e arruinados da vila acima

...

- E o engenho da Palma pagava a mesma pensão.(*)".

(*) pagava duas arrobas de branco por milhar, depois de dizimado.


(Cabral de Mello, 2012):

@ pg. 130-131, Os engenhos de açúcar do Brasil Holandês, I - Capitania de Pernambuco, Sirinhaém-Una:

«11) NOSSA SENHORA DA PALMA. Sito à margem esquerda do Sirinhaém. Engenho d'água, fundado por Felipe de Albuquerque antes de 1609 em terras da sesmaria do pai, Jerônimo de Albuquerque. Pagava de pensão duas arrobas de açúcar branco em mil depois de dizimado. Em 1623, estava arrendado a Vicente Campelo, produzindo 8628 arrobas. Quando da ocupação holandesa, a viúva de Felipe, d. Madalena Pinheira, retirou-se. Estava "situado a um quarto de milha distante [da vila] de Sirinhaém [...] e tem cerca de meia milha de terra, com uma boa várzea bem plantada que, porém, está decaindo cada dia mais, como tudo que pertence ao engenho. Produz anualmente 2 mil a 3 mil arrobas de açúcar [...]. Na roça, perto do engenho, foram encontrados um negro velho e uma negra". Ao partir, d. Madalena deixara "apenas o que não podia levar". Em 1637, foi confiscado mas como "não tem canas nem dono", não moeria. No ano seguinte, ainda neste estado, foi vendido a Pero Lopes de Vera por 26 mil florins, em cinco prestações anuais. Em 1655, estava a monte.(97)».

@ pg. 185, Notas:

«(97) RPFB, p. 206; FHBH, I, pp. 30, 68, 82, 160, 241; RCCB, p. 57; MDGB, p. 207; DN, 11.V.1638, 3.X.1640; "Vercochte engenhos", ARA, OWIC, n. 54; NP, I, p. 149.».






Citação deste verbete
Autor do verbete: Levy Pereira
Como citar: PEREIRA, Levy. "N S. de Palma (Engenho de roda d'água)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/N_S._de_Palma_(Engenho_de_roda_d%27%C3%A1gua). Data de acesso: 25 de março de 2019.


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