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S. Bras (Engenho de roda d'água com igreja)

De Atlas Digital da América Lusa

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Coleção Levy Pereira


S. Bras

Engenho de roda d'água com igreja, na m.e. do 'Guarujaĩ' (Rio Gurjaú).


Natureza: Engenho de roda d'água com igreja.


Mapa: PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ.


Capitania: PARANAMBVCA.


Nomes históricos: S. Bras (São Bras; St. ßras; São Braz; São Braz Coimbero).


Jurisdição: Cidade de Olinda, Freguesia do Cabo de Santo Agostinho.


Nome atual: Engenho São Bras.

  • A região ao sul do rio Gurjaú tem o nome de SÃO BRÁS - vide mapa IBGE Geocódigo 2609021 Cabo de Santo Agostinho-PE.


Citações:

►Mapa PE-C (IAHGP-Vingboons, 1640) #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE, plotado como engenho, 'Ԑ St. ßras', na m.e. do rio sem nome, reconhecível como o Rio Gurjaú; afluente m.e. do 'Rº. Piripama'.


►Mapa PE (Orazi, 1698) PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'S. Bras', na m.e. do 'Guarujat' (Rio Gurjaú).


(Schott, 1636), pg. 59-60:

"Engenho São Braz, pertencente a Antônio d' Ahilda [sic], que está sob passaporte. Fica situado uma milha ao oeste do citado engenho Cajubusu, tem cêrca de uma milha de terra, na maior parte montes e poucas várzeas; pode anualmente produzir 1.000 a 2.000 arrobas de açúcar e paga com recognição 3 por cento. Mói com água. ".


(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638), pg.85:

"27. Engenho São Braz, pertencente a Antônio da Silva, que ficou conosco; engenho d'água e moente.".


(Dussen, 1640), pg. 146:

"29) Engenho São Braz Coimbero (?), pertencente a Antônio da Silva, é engenho d'água e mói. São lavradores:

Afonso Gomes ... ".


(Relação dos Engenhos, 1655), pg. 238-239, informando a pensão que este engenho pagava à Capitania de Pernambuco:

"Engenhos da freguesia de Santo Antônio do Cabo

...

Engenhos que estão a monte e arruinados da freguesia acima

- Que o engenho de São Brás pagava a quatro por cento.".


(Cabral de Mello, 2012):

@ pg. 113, Os engenhos de açúcar do Brasil Holandês, I - Capitania de Pernambuco, Cabo:

«15) SÃO BRÁS. Sito à margem esquerda do Gurjaú. Engenho d'água. Pagava 3% de pensão. Em 1636, pertencia a Antônio da Silva, que permaneceu sob o domínio holandês. Tinha "cerca de uma milha de terra, na maior parte montes e poucas várzeas; pode anualmente produzir mil a 2 mil arrobas de açúcar". Moía em 1637 e 1639 com apenas um partido de lavrador, sem partido da fazenda. Durante a guerra da restauração, foi arrendado por 100 mil-réis por ano pelos funcionários da fazenda d'El Rei, mas desde 1652 já não houve quem se interessasse pelo engenho "por estar desfabricado", tendo "grandes dívidas porque há nesse Reino pessoas a quem se deve dinheiro considerável sobre ele". A monte ainda em 1672, foi então vendido em hasta pública por ordem da Coroa.(71)».

@ pg. 183, Notas:

«(71) FHBH, I, pp. 59-60, 85, 146, 239; RCCB, p. 38; Francisco Barreto a d. João IV, 7.VIII.1654, AHU, PA, Pco., cx. 4; João Gomes de Melo ao regente d. Pedro, 1.IX.1671 e André Pinto Barbosa ao regente d. Pedro, 19.VIII.1673, AHU, PA, Pco., cx. 7.».






Citação deste verbete
Autor do verbete: Levy Pereira
Como citar: PEREIRA, Levy. "S. Bras (Engenho de roda d'água com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/S._Bras_(Engenho_de_roda_d%27%C3%A1gua_com_igreja). Data de acesso: 24 de março de 2019.


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