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		<title>Atlas Digital da América Lusa - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= De acordo com o segundo foral de  24 de Outubro de 1534, Alagoas integrava parte do território referente à capitania de Pernambuco. Devido a fatores econômicos e demográficos Alagoas foi  elevada à categoria de Comarca em 1711. E pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817, esta foi  desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. No ano do seu desligamento com a capitania de Pernambuco, Alagoas contava com oito vilas, e tinha uma população de 100 mil habitantes, que se dividiam em 10 freguesias. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania de Alagoas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penedo do Rio São Francisco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maceió]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Porto das Pedras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poxim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Santa Maria Madalena da Alagoa do Sul]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila nova de São João da Anadia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real de Bragança]]}}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= De acordo com o segundo foral de  24 de Outubro de 1534, Alagoas integrava parte do território referente à capitania de Pernambuco,sendo o seu responsável Duarte Coelho. Devido a fatores econômicos e demográficos Alagoas foi  elevada à categoria de Comarca em 1711. E pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817, esta foi  desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. No ano do seu desligamento com a capitania de Pernambuco, Alagoas contava com oito vilas, e tinha uma população de 100 mil habitantes, que se dividiam em 10 freguesias. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania de Alagoas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penedo do Rio São Francisco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maceió]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Porto das Pedras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Santa Maria Madalena da Alagoa do Sul]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila nova de São João da Anadia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real de Bragança]]}}&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Devido a fatores econômicos e demográficos Alagoas foi  elevada à categoria de Comarca em 1711. E pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817, esta foi  desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. No ano do seu desligamento com a capitania de Pernambuco, Alagoas contava com oito vilas, e tinha uma população de 100 mil habitantes, que se dividiam em 10 freguesias. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penedo do Rio São Francisco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maceió]]&lt;br /&gt;
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[[Porto das Pedras]]&lt;br /&gt;
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[[Santa Maria Madalena da Alagoa do Sul]]&lt;br /&gt;
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[[Vila Real de Bragança]]}}&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Devido a fatores econômicos e demográficos Alagoas foi  elevada à categoria de Comarca em 1711. E pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817, esta foi  desligada com a capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. No ano do seu desligamento da capitania de Pernambuco, Alagoas contava com oito vilas, e tinha uma população de 100 mil habitantes, que se dividiam em 10 freguesias. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penedo do Rio São Francisco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maceió]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Devido a fatores econômicos e demográficos Alagoas foi  elevada à categoria de Comarca em 1711. E pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817, esta foi  desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. No ano do seu desligamento da capitania de Pernambuco, Alagoas contava com oito vilas, e tinha uma população de 100 mil habitantes, que se dividiam em 10 freguesias. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penedo do Rio São Francisco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maceió]]&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Devido a fatores econômicos e demográficos, em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca. E pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
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[[Category:Alagoas]]&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela.&lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bom Sucesso do Porto Calvo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penedo do Rio de São Francisco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Maceió]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Porto das Pedras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poxim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Santa Maria Madalena da Alagoa do Sul]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova de São João da Anadia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real de Bragança]]}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Alagoas]]&lt;br /&gt;
[[Category:Cidades e vilas]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela.  {{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}}}&lt;br /&gt;
== Lista das Vilas e Cidades da Capitania do Rio Grande ==&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela.  {{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}}}&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Cidade de Natal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Portalegre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José do Rio Grande]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Flor]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Princesa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova de Arez]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova de Estremoz do Norte]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova do Príncipe]]}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Alagoas]]&lt;br /&gt;
[[Category:Cidades e vilas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela.  {{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}}}&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela. }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela. }}&lt;br /&gt;
{{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Em 1711 Alagoas foi  elevada à categoria de comarca, e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída uma  capitania independente&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. Inicialmente, era a região integrada com a capitania de Pernambuco, sendo Duarte Coelho o responsável por ela. }}&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
{{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;{{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. [...] O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;{{trecho|texto= Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, MAriquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. No processo de colonização portuguesa, Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira o qual se denominou Nova Lusitânia. O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses, desceu até o Rio São Francisco. Rica em terras, águas e matas, Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. Com, praticamente, o extermínio dos indígenas, o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{trecho|texto=Jaime de Altavila, em sua História da Civilização das Alagoas defende que o primeiro ponto avistado pela frota portuguesa de Cabral &amp;quot;é de se presumir que tenha sido um dos cabeços da Serra da Nacêa, no município alagoano de Anadia. Esta é a nossa opinião, fundamentada no erudito historiador pernambucano Fernandes Gama e em Alexandre von Humboldt, os quais afirmam que as primeiras terras avistadas pela armada portuguesa estavam localizadas a 10º de latitude sul, por consequência entre Jequiá e Coruripe. [...] Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, MAriquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Capitania de Alagoas</title>
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				<updated>2015-03-05T18:28:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{trecho|texto=Jaime de Altavila, em sua ''História da Civilização das Alagoas'' defende que o primeiro ponto avistado pela frota portuguesa de Cabral &amp;quot;é de se presumir que tenha sido um dos cabeços da Serra da Nacêa, no município alagoano de Anadia. Esta é a nossa opinião, fundamentada no erudito historiador pernambucano FErnandes Gama e em Alexandre von Humboldt, os quais afirmam que as primeiras terras avistadas pela armada portuguesa estavam localizadas a 10º de latitude sul, por consequência entre Jequiá e Coruripe. [...] &lt;br /&gt;
Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados, de estatura mediana, cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. Oriundos principalmente do grupo Tupi - na costa -, subdividiam, entre outras tribos, em Vouvés, Aconãs, Chocós, Romaris, MAriquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. .|fonte=[[BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)]]}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Capitania de Alagoas</title>
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				<updated>2015-03-05T18:17:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com '{{trecho|texto=Em dezembro atingem a Pernambuco onde os recebe Duarte Coelho (...) De Pernambuco (não se sabe o ponto de partida, Olinda ou Igaraçu), Aires da Cunha, com 900...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{trecho|texto=Em dezembro atingem a Pernambuco onde os recebe Duarte Coelho (...) De Pernambuco (não se sabe o ponto de partida, Olinda ou Igaraçu), Aires da Cunha, com 900 homens em dez navios, veio bordejando pelo litoral, desprezando o Rio Potengi (Rio Grande) e fundeando na foz do Rio Baquipe, Rio Pequeno ou do Ceará-Mirim, menos de doze quilômetros ao norte da futura cidade de Natal. Na embocadura do Ceará-Mirim encontrou resistência tremenda por parte dos Potiguares, ajudados pelos traficantes franceses. Inexplicavelmente, Aires da Cunha recua e segue para o norte (...) Nas águas do Maranhão a nau-capitânea espatifou-se nuns rochedos, sucumbindo Aires da Cunha, chefe sem suplência prevista. Em março de 1536 os que restavam da expedição garbosa, nove navios, atingem a ilha do Maranhão, conhecido como &amp;quot;Trindade&amp;quot;, sendo acolhidos benevolamente e aí fundaram um povoado, a que deram o nome de &amp;quot;Nazaré&amp;quot; (...) Ficam três anos. (...) decidiram renunciar aos sonhos de grandeza e saíram em caravelões.|fonte=[[CASCUDO, L. C. História do Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro: Ministério Educação e Cultura, 1955.]]}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Maceió</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com '{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Maceió''', atualmente capital do Estado de Alagoas, começou a ser povoada no século em 1673 ao comando do  capitão gene...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Maceió''', atualmente capital do Estado de Alagoas, começou a ser povoada no século em 1673 ao comando do  capitão general Afonso Furtado de Mendonça. Foi elevada a categoria de vila atráves de um desmembramento da vila de Alagoas,  feito por. D. João VI em 5 de Dezembro de 1815&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;. }}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Alagoas]]&lt;br /&gt;
[[Category:Cidades e vilas]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Vila Nova de São João da Anadia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Anadia'''. Não se sabe ao certo como se deu a descoberta ou os primeiros povoados do território, porém, de acordo com ''Francisco Reinaldo Amorim de Barros'', Anadia foi elevada à categoria de vila em 18/07/1801 pelo Governador interino da Capitania de Pernambuco, que a batizou de Vila Nova de São João de Anadia. sendo instalada em 20/12/1801 pelo Ouvidor-geral e Corregedor da Comarca, Manoel Joaquim Pereira de Matos Castelo Branco.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com '{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Anadia'''. Não se sabe ao certo como se deu a descoberta ou os primeiros povoados do território, porém, de acordo com ''...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Anadia'''. Não se sabe ao certo como se deu a descoberta ou os primeiros povoados do território, porém, de acordo com ''Francisco Reinaldo Amorim de Barros'', Anadia foi elevado à categoria de vila em 18/07/1801 pelo Governador interino da Capitania de Pernambuco, que a batizou de Vila Nova de São João de Anadia. sendo instalada em 20/12/1801 pelo Ouvidor-geral e Corregedor da Comarca, Manoel Joaquim Pereira de Matos Castelo Branco.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Poxim''', atualmente cidade de Alagoas, foi elevada a categoria de Vila por nome de São José do Poxim em 08/07/1779 por deliberação do governador de Pernambuco e instalada em 21/08/1801 pelo ouvidor Manoel Joaquim de Mattos Castelo Branco. Poxim passou por processos de extinções e reabilitações, porém, em decisão final, foi seu território partilhado  entre as  jurisdições de São Miguel dos Campos, Couripe e Junqueiro&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com '{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Poxim''', atualmente cidade de Alagoas, foi elevada a categoria de Vila por nome de São José do Poxim em 08/07/1779 por d...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Poxim''', atualmente cidade de Alagoas, foi elevada a categoria de Vila por nome de São José do Poxim em 08/07/1779 por deliberação do governador de Pernambuco, e instalada em 21/08/1801 pelo ouvidor Manoel Joaquim de Mattos Castelo Branco. Poxim passou por processos de extinções e reabilitações, porém, em decisão final, foi seu território partilhado  entre as  jurisdições de São Miguel dos Campos, Couripe e Junqueiro&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Porto das Pedras</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com '{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Porto das Pedras''', atualmente Município do Estado de '''Alagoas''', foi descoberto por meio de jornadas exploradoras no ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Porto das Pedras''', atualmente Município do Estado de '''Alagoas''', foi descoberto por meio de jornadas exploradoras no sul de Alagoas. Foi elevada a categoria de Vila pelo Alvará Régio de 5/12/1815, delimitando o seu território à margem esquerda do Rio Santo Antonio Grande.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Penedo do Rio São Francisco''', ou simplesmente '''Penedo''', é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao certo mas é datado entre 1522 à 1560, de acordo com a Historiografia Alagoana. O que também não se sabe é quem foi o seu fundador. Alguns historiadores afirmam que ''Duarte Coelho Pereira'' - donatário da capitania de [[Pernambuco]] - foi  fundador da cidade, outros já defendem que Duarte Coelho de Albuquerque é que tenha fundado a vila. Penedo foi elevado a categoria de vila em 12 de Abril de 1636, e também foi uma das regiões atingidas pela invasão holandesa.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Penedo do Rio São Francisco''', ou simplesmente '''Penedo''', é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao certo mas é datado entre 1522 à 1560, de acordo com a Historiografia Alagoana. O que também não se sabe é quem foi o seu fundador. Alguns historiadores afirmam que ''Duarte Coelho Pereira'' - donatário da capitania de [[Pernambuco]] - foi  fundador da cidade, outros já defendem que Duarte Coelho de Albuquerque é que tenha fundada a vila. Penedo foi elevado a categoria de vila em 12 de Abril de 1636, e também foi uma das regiões atingidas pela invasão holandesa.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Penedo do Rio São Francisco''', ou simplesmente '''Penedo''', é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao certo mas é datado entre 1522 à 1560, de acordo com a Historiografia Alagoana. O que também não se sabe é quem foi o seu fundador. Alguns historiadores afirmam que ''Duarte Coelho Pereira'' - donatário da capitania de [['''Pernambuco''']] - foi  fundador da cidade, outros já defendem que Duarte Coelho de Albuquerque é que tenha fundada a vila. Penedo foi elevado a categoria de vila em 12 de Abril de 1636, e também foi uma das regiões atingidas pela invasão holandesa.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Penedo do Rio São Francisco''', ou simplesmente '''Penedo''', é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao certo mas é datado entre 1522 à 1560, de acordo com a Historiografia Alagoana. O que também não se sabe é quem foi o seu fundador. Alguns historiadores afirmam que ''Duarte Coelho Pereira'' - donatário da capitania de [['''Pernambuco'']]' - foi  fundador da cidade, outros já defendem que Duarte Coelho de Albuquerque é que tenha fundada a vila. Penedo foi elevado a categoria de vila em 12 de Abril de 1636, e também foi uma das regiões atingidas pela invasão holandesa.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Penedo do Rio São Francisco, ou simplesmente Penedo, é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao certo mas é datado entre 1522 à 1560, de acordo com a Historiografia Alagoana. O que também não se sabe é quem foi o seu fundador. Alguns historiadores afirmam que ''Duarte Coelho Pereira'' - donatário da capitania de [['''Pernambuco'']]' - foi  fundador da cidade, outros já defendem que Duarte Coelho de Albuquerque é que tenha fundada a vila. Penedo foi elevado a categoria de vila em 12 de Abril de 1636, e também foi uma das regiões atingidas pela invasão holandesa.&amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt; }}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com '{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Penedo do Rio São Francisco, ou simplesmente Penedo, é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao cert...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Penedo do Rio São Francisco, ou simplesmente Penedo, é uma cidade do Estado de Alagoas, cuja fundação não se sabe ao certo mas é datado entre 1522 à 1560, de acordo com a Historiografia Alagoana. O que também não se sabe é quem foi o seu fundador. Alguns historiadores afirmam que ''Duarte Coelho Pereira'' - donatário da capitania de [['''Pernambuco'']]' - foi  fundador da cidade, outros já defendem que Duarte Coelho de Albuquerque é que tenha fundada a vila. Penedo foi elevado a categoria de vila em 12 de Abril de 1636, e também foi uma das regiões atingidas pela invasão holandesa. }}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Carlos_Antonio_Pereira_de_Carvalho</id>
		<title>Carlos Antonio Pereira de Carvalho</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Historiador&lt;br /&gt;
|nome={{PAGENAME}}&lt;br /&gt;
|areas=.&lt;br /&gt;
|espacos=.&lt;br /&gt;
|lattes=[http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4857621A6 link]&lt;br /&gt;
|desc=Estudante do curso de História da [[Universidade de Brasília]], onde faz parte da equipe do Atlas Digital da América Lusa.&lt;br /&gt;
|instituicao=UnB&lt;br /&gt;
|pubs=.&lt;br /&gt;
|verbetes=[[Cabo de Santo Agostinho]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Limoeiro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Igarassu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Flores de Pajeú]].&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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				<updated>2015-03-02T19:06:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{revisao}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Necessita revisão]]&lt;br /&gt;
Ponto localizado em [[-9.0486690000000003, -35.401277999999998]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Bom Sucesso do Porto Calvo - Um dos primeiras territórios  colonizados pelos Portugueses, localizada ao sul de Pernambuco (que viria se tornar Estado de Alagoas), Porto Calvo foi fundada por Cristóvão Lins, ainda no século XVI, mas sem precisão de data. É elevada a categoria de Vila em 12 de Abril de 1636. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
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[[Category:Cidades e vilas]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;include iframe src=&amp;quot;http://164.41.2.93/i3geo/iroko/mashup.php?temas=atlas_populacao&amp;amp;filtro=codigo=1300&amp;amp;largura=300 &amp;quot; width=&amp;quot;350px&amp;quot; height=&amp;quot;370px&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot; /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{revisao}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Necessita revisão]]&lt;br /&gt;
Ponto localizado em [[-9.0486690000000003, -35.401277999999998]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Bom Sucesso do Porto Calvo - Um dos primeiras territórios  colonizados pelos Portugueses, localizada ao sul de Pernambuco (que viria se tornar Estado de Alagoas), Porto Calvo foi fundada por Cristóvão Lins, ainda no século XVI, mas sem precisão de data. &amp;lt;ref&amp;gt;BARROS, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas: dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico de Alagoas . Brasília: Senado Federal, 2005. 2 v. (Edições do Senado Federal ;vol. 62-A, 62-B)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
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[[Category:Cidades e vilas]]&lt;br /&gt;
Foi [[Freguesia]] entre por volta de 1617 até 23/04/1636 com o nome de [[Nossa Senhora da Apresentação]] .&lt;br /&gt;
Foi [[Vila]] entre 1636 até 1808 com o nome de [[Bom Sucesso (Porto Calvo)]] .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;include iframe src=&amp;quot;http://164.41.2.93/i3geo/iroko/mashup.php?temas=atlas_populacao&amp;amp;filtro=codigo=1300&amp;amp;largura=300 &amp;quot; width=&amp;quot;350px&amp;quot; height=&amp;quot;370px&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot; /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Flores de Pajeú</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete='''Flores de Pajeú''', '''Pajeú''', ou simplesmente '''Flores''', foi uma vila fundada por meio de alvará em 15 de Janeiro de 1810, tendo Caetano Pinto de Miranda Montenegro como Capitão General e Governador da localidade.&amp;lt;ref&amp;gt;HONORATO, Manoel da Costa. Dicionário topográfico, estatístico e histórico da província de pernambuco. 2. ed. Recife: Governo do Estado de Pernambuco, 1976. 150 p. : (Coleção Pernambucana)&amp;lt;/ref&amp;gt; A Vila somente foi inaugurada em 1811, pelo ouvidor José Marques da Costa.&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt; Flores de Pajeú, pertenceu a [[Capitania de Pernambuco]]. Seu nome tem origem - segundo Sebastião  Vasconcellos Galvão - no fato de os primeiros moradores daquela região, moças ''distinctas por seus sentimentos de piedade'', a qual se compararia ao atributo de flor. Moças Flores.&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;, Sua economia é baseada da Agricultura e na Agropecuária. }}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Cabo de Santo Agostinho</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Carlos&lt;br /&gt;
|sobrenome=Carvalho&lt;br /&gt;
|verbete=A localidade denominada '''Cabo do Santo Agostinho''', foi uma vila fundada em 1811 dentro da [[Capitania de Pernambuco]]&amp;lt;ref&amp;gt;IBGE Cidades: [http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&amp;amp;codmun=260290&amp;amp;search=pernambuco|cabo-de-santo-agostinho|infograficos:-historico link]. Consultado em: 02/12/2014.&amp;lt;/ref&amp;gt;. O responsável pela colonização da região foi o Donatário, Duarte Coelho em 1536.&amp;lt;ref&amp;gt; IBGE Cidades: [http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&amp;amp;codmun=260290&amp;amp;search=pernambuco|cabo-de-santo-agostinho|infograficos:-historico link]. Consultado em: 02/12/2014. &amp;lt;/ref&amp;gt; Em 1593, Cabo do Santo Agostinho foi elevada à vila em 1811 foi desmembrada do território de Recife e  elevada à Vila por meio do alvará de 27 de julho de 1811, sendo somente instalada em  18 de fevereiro de 1812, pelo ouvidor e corregedor-geral da Comarca de Recife, Clemente Ferreira de França. A economia da vila foi baseada na monocultura da cana-de-açúcar. &amp;lt;ref&amp;gt;Portal da Justiça Federal em Pernambuco: [http://www.jfpe.jus.br/index.php/historico-cabo.html link]. Consultado em 02/12/2014.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:Cidades e vilas]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Segundo Tacia Santiago de Melo, '''Igarassu''' se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu também é conhecida como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população é conhecida por ter uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<title>Limoeiro</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=A localidade denominada '''Limoeiro''' foi uma Vila criada por alvará de 27 de Julho de 1811, pertencente a Capitania de [[Pernambuco]]. A vila foi criada a pedido do Governador ''Caetano Pinto de Miranda Montenegro'', feito pedido em 6 de Dezembro de 1810, sendo inaugurada somente em 23 de Maio de 1812. Sua economia se baseava na monocultura de açúcar e na agropecuária.&amp;lt;ref&amp;gt;HONORATO, Manoel da Costa. Dicionário topográfico, estatístico e histórico da província de pernambuco. 2. ed. Recife: Governo do Estado de Pernambuco, 1976. 150 p. : (Coleção Pernambucana)&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=A localidade denominada '''Limoeiro''' foi uma Vila criada por alvará de 27 de Julho de 1811, pertencente a Capitania de [[Pernambuco]]. A vila foi criada a pedido do Governador ''Caetano Pinto de Miranda Montenegro'', feito pedido em 6 de Dezembro de 1810, sendo inaugurada somente em 23 de Maio de 1812. Sua economia se baseia na monocultura de açúcar e agropecuária.&amp;lt;ref&amp;gt;HONORATO, Manoel da Costa. Dicionário topográfico, estatístico e histórico da província de pernambuco. 2. ed. Recife: Governo do Estado de Pernambuco, 1976. 150 p. : (Coleção Pernambucana)&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;include iframe src=&amp;quot;http://164.41.2.93/v2/i3geo/iroko/mashup.php?temas=atlas_populacao&amp;amp;filtro=codigo=1906&amp;amp;largura=300 &amp;quot; width=&amp;quot;350px&amp;quot; height=&amp;quot;370px&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot; /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Definir Igarassu em questões de fundação, localidade e registros, é algo bem confuso. Segundo Sebastião de Vasconcellos Galvão, Igarassu se tornou Vila no século XVI (sem precisão de data) a mando do ''El-Rei D. João III''&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;. Todavia, sabe-se que a Capitania de Pernambuco - local onde está localizado Igarassu - foi explorada por seu Donatário, ''Duarte Coelho'', e segundo Tacia Santiago de Melo, Igarassu se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu também é conhecida como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população é conhecida por ter uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Segundo Tacia Santiago de Melo, Igarassu se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu era conhecida também como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população era conhecida por ter uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;. Igarassu pertencia a Capitania de [[Pernambuco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras informações sobre Igarassu, ver: [[Iguraçu (vila)]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Segundo Tacia Santiago de Melo, Igarassu se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu era conhecida também como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população era conhecida por terem uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;. Igarassu pertencia a Capitania de [[Pernambuco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras informações sobre Igarassu, ver: [[Iguraçu (vila)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete= Segundo Tacia Santiago de Melo, Igarassu se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu era conhecida também como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população é conhecida por ter uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras informações sobre Igarassu, ver: [[Iguraçu (vila)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Definir Igarassu em questões de fundação, localidade e registros, é algo bem confuso. Segundo Sebastião de Vasconcellos Galvão, Igarassu se tornou Vila no século XVI (sem precisão de data) a mando do ''El-Rei D. João III''&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;. Todavia, sabe-se que a Capitania de Pernambuco - local onde está localizado Igarassu - foi explorada por seu Donatário, ''Duarte Coelho'', e segundo Tacia Santiago de Melo, Igarassu se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu também é conhecida como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população é conhecida por ter uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Outras informações sobre Igarassu, ver: [[Iguraçu (vila)]]&lt;br /&gt;
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[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Igarassu</id>
		<title>Igarassu</title>
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				<updated>2014-12-11T11:49:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Carlos|sobrenome=Carvalho|verbete=Definir Igarassu em questões de fundação, localidade e registros, é algo bem confuso. Segundo Sebastião de Vasconcellos Galvão, Igarassu se tornou Vila no século XVI (sem precisão de data) a mando do ''El-Rei D. João III''&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;. Todavia, sabe-se que a Capitania de Pernambuco - local onde está localizado Igarassu - foi explorada por seu Donatário, ''Duarte Coelho'', e segundo Tacia Santiago de Melo, Igarassu se tornou vila (sendo a primeira vila de Pernambuco, inclusive) em 1535, fundada por ''Afonso Gonçalves'', ordenado por Duarte Coelho.&amp;lt;ref&amp;gt; [[(MELO, 2011)|MELO, Taciana Santiago de. Registros coloniais inscritos nos mapas da antiga Vila de Igarassu, Pernambuco. I Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica, v.1, n.1, 2011.]]&amp;lt;/ref&amp;gt; A vila de Igarassu também é conhecida como Vila de São Cosme e Damião&amp;lt;ref&amp;gt;SALVADOR, Frei Vicente do. História do Brasil: 1500-1627. Livro Segundo da história do Brasil no tempo do seu descobrimento. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1982.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua população é conhecida por ter uma condição mais humilde&amp;lt;ref&amp;gt;BARLÉU, Gaspar (1584 – 1648). História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. Da Universidade de São Paulo, 1974.&amp;lt;/ref&amp;gt;, que difere da rica vila de Olinda. Sua Geografia é de terreno baixo e plano, com ligeiras ondulações&amp;lt;ref&amp;gt;GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Outras informações sobre Igarassu, ver:[[Iguraçu (vila)]]&lt;br /&gt;
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[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pernambuco]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_S%C3%A3o_Cosme_e_Dami%C3%A3o</id>
		<title>Vila de São Cosme e Damião</title>
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				<updated>2014-12-11T11:48:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Carlosdecarvalho: Criou página com 'Para a vila de São Cosme e Damião de Igarassu, ver:Igarassu'&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;Para a vila de São Cosme e Damião de Igarassu, ver:[[Igarassu]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlosdecarvalho</name></author>	</entry>

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