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		<title>Atlas Digital da América Lusa - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Vilas da Capitania de Minas Gerais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Governadores da Capitania de Minas Gerais &amp;lt;ref&amp;gt; Tôrres, João Camilo de Oliveira, 1915-1972. História de Minas Gerais / João Camilo de Oliveira Tôrres. - 3.ed. - Belo Horizonte : Lemi ; Brasília : INL, 1980. &amp;lt;/ref&amp;gt;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Lourenço de Almeida]] - 1720&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. André de Melo e Castro]] - 1732&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gomes Freyre de Andrada]] - 1735&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Luiz Lobo da Silva]] - 1763&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dom José Luiz de Menezes Abranches Castelo Branco e Noronha]] - 1768&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio Carlos Furtado de Mendonça]] - 1773&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Antônio de Noronha]] - 1775&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Rodrigo José de Menezes]] - 1780&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conde de Lumiares]] - 1783&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Visconde de Barbacena]] - 1788&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bernardo José de Lorena]]  - 1797&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro Xavier de Ataíde e Melo]] - 1804&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Francisco de Assis Mascarenhas]]  - 1810&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Manuel  de Portugal]] - 1814&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<title>Capitania de São Paulo e Minas de Ouro</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
Foi uma [[Capitania]] do [[Estado do Brasil]] criada em 1709 e desfeita em 1720.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da Capitania de São Paulo e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Vilas da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Governadores da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro &amp;lt;ref&amp;gt; Tôrres, João Camilo de Oliveira, 1915-1972. História de Minas Gerais / João Camilo de Oliveira Tôrres. - 3.ed. - Belo Horizonte : Lemi ; Brasília : INL, 1980. &amp;lt;/ref&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho]] - 1709&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Braz Baltazar da Silveira]] - 1713&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro de Almeida]] - 1717&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Vilas da Capitania de Minas Gerais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Governadores da Capitania de Minas Gerais &amp;lt;ref&amp;gt; Tôrres, João Camilo de Oliveira, 1915-1972.História de Minas Gerais / João Camilo de Oliveira Tôrres. - 3.ed. - Belo Horizonte : Lemi ; Brasília : INL, 1980. &amp;lt;/ref&amp;gt;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Lourenço de Almeida]] - 1720&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. André de Melo e Castro]] - 1732&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gomes Freyre de Andrada]] - 1735&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Luiz Lobo da Silva]] - 1763&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dom José Luiz de Menezes Abranches Castelo Branco e Noronha]] - 1768&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio Carlos Furtado de Mendonça]] - 1773&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Antônio de Noronha]] - 1775&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Rodrigo José de Menezes]] - 1780&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conde de Lumiares]] - 1783&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Visconde de Barbacena]] - 1788&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bernardo José de Lorena]]  - 1797&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro Xavier de Ataíde e Melo]] - 1804&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Francisco de Assis Mascarenhas]]  - 1810&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Manuel  de Portugal]] - 1814&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Vilas da Capitania de Minas Gerais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Governadores da Capitania de Minas Gerais &amp;lt;ref&amp;gt; Tôrres, João Camilo de Oliveira, 1915-1972.História de Minas Gerais / João Camilo de Oliveira Tôrres. - 3.ed. - Belo Horizonte : Lemi ; Brasília : INL, 1980. &amp;lt;/ref&amp;gt;==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho]] - 1709&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Braz Baltazar da Silveira]] - 1713&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro de Almeida]] - 1717&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Lourenço de Almeida]] - 1720&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. André de Melo e Castro]] - 1732&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gomes Freyre de Andrada]] - 1735&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Luiz Lobo da Silva]] - 1763&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dom José Luiz de Menezes Abranches Castelo Branco e Noronha]] - 1768&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio Carlos Furtado de Mendonça]] - 1773&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Antônio de Noronha]] - 1775&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Rodrigo José de Menezes]] - 1780&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conde de Lumiares]] - 1783&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Visconde de Barbacena]] - 1788&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bernardo José de Lorena]]  - 1797&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro Xavier de Ataíde e Melo]] - 1804&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Francisco de Assis Mascarenhas]]  - 1810&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Manuel  de Portugal]] - 1814&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
Foi uma [[Capitania]] do [[Estado do Brasil]] criada em 1709 e desfeita em 1720.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da Capitania de São Paulo e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Vilas da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Governadores da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro &amp;lt;ref&amp;gt; Tôrres, João Camilo de Oliveira, 1915-1972.História de Minas Gerais / João Camilo de Oliveira Tôrres. - 3.ed. - Belo Horizonte : Lemi ; Brasília : INL, 1980. &amp;lt;/ref&amp;gt; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho]] - 1709&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Braz Baltazar da Silveira]] - 1713&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro de Almeida]] - 1717&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capitania_de_S%C3%A3o_Paulo_e_Minas_de_Ouro</id>
		<title>Capitania de São Paulo e Minas de Ouro</title>
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				<updated>2015-04-02T14:58:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
Foi uma [[Capitania]] do [[Estado do Brasil]] criada em 1709 e desfeita em 1720.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da Capitania de São Paulo e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Vilas da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Governadores da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho]] - 1709&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Braz Baltazar da Silveira]] - 1713&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro de Almeida]] - 1717&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<title>Capitania de Minas Gerais</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Vilas da Capitania de Minas Gerais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Governadores da Capitania de Minas Gerais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho]] - 1709&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Braz Baltazar da Silveira]] - 1713&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro de Almeida]] - 1717&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Lourenço de Almeida]] - 1720&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. André de Melo e Castro]] - 1732&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gomes Freyre de Andrada]] - 1735&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Luiz Lobo da Silva]] - 1763&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dom José Luiz de Menezes Abranches Castelo Branco e Noronha]] - 1768&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antônio Carlos Furtado de Mendonça]] - 1773&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Antônio de Noronha]] - 1775&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Rodrigo José de Menezes]] - 1780&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conde de Lumiares]] - 1783&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Visconde de Barbacena]] - 1788&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bernardo José de Lorena]]  - 1797&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Pedro Xavier de Ataíde e Melo]] - 1804&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Francisco de Assis Mascarenhas]]  - 1810&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[D. Manuel  de Portugal]] - 1814&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Capitania de Minas Gerais</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lista de Vilas da Capitania de Minas Gerais:==&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Paracatu_do_Pr%C3%ADncipe</id>
		<title>Paracatu do Príncipe</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1798, a ''Vila de Paracatu do Príncipe'' permaneceu com a mesma configuração até o fim do período colonial. 	...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1798, a ''Vila de Paracatu do Príncipe'' permaneceu com a mesma configuração até o fim do período colonial.&lt;br /&gt;
	Para incentivar a criação de gado para região mineradora, a Coroa lusa concedeu diversas [[sesmarias]] na região na primeira metade do século XVIII. Além disso, 4 caminhos importantes para as Minas passavam pela área e isso incentivou o estabelecimento de povoados na região. &lt;br /&gt;
	Segundo Waldemar de Almeida Barbosa&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.236-238.&amp;lt;/ref&amp;gt;, o arraial de Paracatu foi criado entre 1736 e 1744. Em 1744, ''José Rodrigues Fróis'' encontrou ouro na região. A descoberta gerou um novo afluxo populacional para área. &lt;br /&gt;
	Em 1745, os moradores do ''arraial de Paracatu'' solicitaram a criação de uma vila no local. O pedido foi rejeitado pela Estado português. Em 1757, os moradores pediram novamente à Coroa lusa a elevação do arraial a vila. Apesar das opiniões contrárias das municipalidades das Minas Gerais, em 1799, foi fundada a ''Vila de Paracatu do Princípe''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.236-238.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Campanha_da_Princesa</id>
		<title>Campanha da Princesa</title>
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				<updated>2015-04-01T16:52:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=A ''Vila de Campanha da Princesa'' foi fundada em 1798 e permaneceu com a mesma configuração territorial até o final do pe...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=A ''Vila de Campanha da Princesa'' foi fundada em 1798 e permaneceu com a mesma configuração territorial até o final do período colonial. Antes de ser elevada a vila, o arraial tinha o nome de ''São Cipriano''. Logo após a instalação do arraial o nome do local foi alterado para ''Campanha''. Quando o arraial se tornou uma freguesia, em 1756, o nome foi novamente alterado para ''Santo Antônio do Vale da Piedade da Campanha do Rio Verde''.&lt;br /&gt;
	De acordo com Waldemar de Almeida Barbosa&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.70-71.&amp;lt;/ref&amp;gt;, a descoberta do local remonta ao final do século XVII. No entanto, apenas em 1727 iniciou-se o processo de ocupação efetiva do território. &lt;br /&gt;
	Diante das denúncias de exploração de ouro clandestinamente no ''Sertão do Rio Verde'', o ouvidor de [[São João del-Rei]], ''José da Rocha'', partiu para região. Ao chegar ao local, o ouvidor resolveu incentivar a ocupação da área para coibir a ação dos garimpeiros. [[José da Rocha]] abriu um caminho que ligava o ''Sertão do Rio Verde'' a ''São João del-Rei'' e ofereceu a quem fosse para a região duas datas minerais. Muitos atenderam à oferta do ouvidor e logo foi criado o ''Arraial de São Cipriano''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.70-71.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Em 1739, foi criada na área a freguesia de ''Santo Antônio do Vale da Piedade da Campanha do Rio Verde''. Em 1743, a ''Capitania de São Paulo'' nomeou ''Bartolomeu Correia Bueno'' como guarda-mor da região a fim de anexar a área ao seu território. Para não perder a região, os [[oficiais camarários]] de ''São João del-Rei'' transladaram as atividades da câmara para ''Campanha do Rio Verde''. Em 1748 a contenda foi resolvida pelo Estado português e a área permaneceu sob a jurisdição da ''Capitania das Minas Gerais''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.70-71.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Na década de 1790, os moradores do arraial solicitaram à Coroa a criação de uma vila na região. Apesar dos apelos contrários da [[Câmara de São João del-Rei]], o Estado Português elevou o arraial a ''Vila de Campanha da Princesa'' em 1798&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.70-71.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Campanha, São João del-Rei, Sertão do Rio Verde, Vila de Campanha da Princesa, São Cipriano, Santo Antônio do Vale da Piedade da Campanha do Rio Verde.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Barbacena</id>
		<title>Barbacena</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Barbacena"/>
				<updated>2015-04-01T16:50:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Criada em 1791, a ''Vila de Nossa Senhora da Piedade de Barbacena'' permaneceu com a mesma configuração territorial até o ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Criada em 1791, a ''Vila de Nossa Senhora da Piedade de Barbacena'' permaneceu com a mesma configuração territorial até o fim do período colonial. Antes de ser elevada a vila, o arraial se chamava ''Arraial da Igreja Nova''. &lt;br /&gt;
	Segundo Waldemar de Almeida Barbosa&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.42-43.&amp;lt;/ref&amp;gt;, os primeiros povoadores chegaram à região no final dos Seiscentos em busca da nascente do ''[[Rio das Mortes]]'' e encontraram um vale ao qual denominaram ''Ribeirão de Alberto Dias''. A ocupação da região intensificou-se no início do século XVIII com a construção do ''Caminho Novo para o Rio de Janeiro''.&lt;br /&gt;
	Em 1748, a igreja matriz ficou pronta no alto de um morro. A população do povoado requereu à Coroa lusa autorização para formação de um arraial em volta da igreja. O local se chamava ''Campolide''. O Estado Português concedeu a autorização, porém, o comerciante Estevão dos Reis conseguiu autorização junto ao governador da capitania, [[Gomes Freire de Andrada]], para que tivesse monopólio dos imóveis comerciais no novo arraial. A população não concordou com a medida e recorreu à Coroa. Em 1753 a Coroa acabou com o privilégio de Estevão dos Reis e o novo arraial foi formado&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.42-43.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Na década de 1780, os moradores do ''Arraial da Igreja Nova'' fizeram nova solicitação ao Estado Português, pedindo que o arraial fosse elevado a categoria de vila. No ano de 1791, a Coroa elevou o arraial a vila com o nome de ''Vila de Nossa Senhora da Piedade de Barbacena''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.42-43.&amp;lt;/ref&amp;gt;.       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Caminho Novo, Campolide, Arraial da Igreja Nova, Vila de Nossa Senhora da Piedade de Barbacena, Rio das Mortes, Ribeirão de Alberto Dias.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Queluz</title>
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				<updated>2015-04-01T16:48:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1790, a ''Vila Real de Queluz'' continuou até o final do período colonial com o mesmo território. Antes de ser ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1790, a ''Vila Real de Queluz'' continuou até o final do período colonial com o mesmo território. Antes de ser elevada a vila, o arraial se chamava ''arraial do Campo Alegre dos Carijós'' ou ''arraial dos Carijós''.&lt;br /&gt;
	Segundo Antonil&amp;lt;ref&amp;gt;ANTONIL, Andre João. Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967.&amp;lt;/ref&amp;gt;, o ouro da região do foi descoberto no final do século XVII pelo [[mulato]] [[Duarte Nunes]]. O descobridor retornou a [[Capitania de São Paulo|São Paulo]] levando a informação do novo descoberto de ouro. Ao saberem da notícia, os sertanistas ''Manuel de Camargo, Bartolomeu Bueno da Siqueira, Miguel Garcia de Almeida e José Lopes de Camargo'' organizaram uma expedição a fim de explorar as riquezas minerais encontradas por Duarte&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.96-97.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Logo ocorreu um afluxo populacional para a região.&lt;br /&gt;
	No início do século XVIII foi fundado o ''arraial do Campo Alegre dos Carijós''. Em 1789, a população do arraial solicitou ao governador das [[Capitania de Minas Gerais| Minas Gerais]], [[Visconde de Barbacena]], a criação de uma vila no local porque a área era distante de outras vilas e isso prejudicava o andamento da justiça. Em 1790, o governador acatou o pedido e instalou a vila com o nome de ''Vila Real de Queluz'' no dia 19 setembro de 1790&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.96-97.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: arraial do Campo Alegre dos Carijós, arraial dos Carijós, Vila Real de Queluz, Visconde de Barbacena.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=S%C3%A3o_Bento_do_Tamandu%C3%A1</id>
		<title>São Bento do Tamanduá</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Vila de São Bento do Tamanduá (1789-1808) 	Criada em 1789, a ''Vila de São Bento do Tamanduá'' permaneceu até o final do...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Vila de São Bento do Tamanduá (1789-1808)&lt;br /&gt;
	Criada em 1789, a ''Vila de São Bento do Tamanduá'' permaneceu até o final do período colonial com a mesma configuração territorial. &lt;br /&gt;
	No final do século XVII, o sertanista [[Feliciano Cardoso de Camargo]] resolveu avançar no sertão do ''arraial de Itatiaiuçu'' com o objetivo de encontrar novas fontes de riquezas minerais. O paulista encontrou um córrego e um ribeiro, ricos em metais preciosos, a 5 léguas de distância de ''Itatiaiuçu''. O sertanista nominou o córrego de ''Rosário'' e o ribeiro de ''Tamanduá''. Em pouco tempo, a população, principalmente da [[Vila de São João Del-Rei]] e da [[Vila de São José del-Rei]], migraram para a região em busca do ouro&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.163-164&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Em 1740, foi criado no local o arraial de ''São Bento'' sob a jurisdição da ''Câmara de São José del-Rei''. No ano de 1789 o ''Visconde de Barbacena'' elevou o arraial a ''Vila de São Bento do Tamanduá''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Tamanduá, Rosário, arraial de São Bento, arraial de Itatiaiuçu, Vila de São Bento do Tamanduá, Visconde de Barbacena&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Nossa_Senhora_do_Bom_Sucesso_de_Minas_Novas_do_Ara%C3%A7u%C3%AD</id>
		<title>Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1730, a Vila de ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'' permaneceu com a mesma configuração até o fim do período colonial. No entanto, a jurisdição sobre a vila mudou devido a disputas entre a [[Capitania de Minas Gerais]] e a [[Capitania da Bahia]]. &lt;br /&gt;
	A ocupação da região começou no final do século XVII com a chegada de mineradores na área em busca de metais preciosos. Na década de 1720 o povoamento se intensificou na região devido à perseguição de garimpeiros de diamantes no Distrito diamantífero e a expansão da produção do gado e de alimentos no norte da [[Capitania da Bahia|Bahia]] e no sul de [[Capitania de Minas Gerais| Minas Gerais]]. Segundo Edneila Rodrigues Chaves&amp;lt;ref&amp;gt;CHAVES, Edneila Rodrigues. Território das Minas na colonização portuguesa: contato entre culturas e ocupação. In: XXIII Simpósio Nacional de História: Guerra e paz, 2005, Londrina. XXIII Simpósio Nacional de História. História: Guerra e paz. Programas e Resumos. Londrina: Gráfica Editora Mídia, 2005. v. 23, p. 188-188&amp;lt;/ref&amp;gt;, a  ocupação da região ocorreu por dois movimentos simultâneos de migração: o avanço da pecuária e da agricultura para o interior da América portuguesa e a busca dos paulistas por novas áreas de exploração de metais no território.&lt;br /&gt;
	Antes de ser elevada a vila, ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'', a região recebeu outras designações. No início do século XVIII a área era conhecida por ''Nossa Senhora do Bom Sucesso'' devido à enorme quantidade de ouro e diamantes encontrados pelos mineradores. Já na segunda metade dos Setecentos a região passou a ser designada no vocabulário coevo como ''Fanado de Minas Novas'' porque o rio que circundava a região possuía falhas em seus veios auríferos &amp;lt;ref&amp;gt;CHAVES, Edneila Rodrigues. Território das Minas na colonização portuguesa: contato entre culturas e ocupação. In: XXIII Simpósio Nacional de História: Guerra e paz, 2005, Londrina. XXIII Simpósio Nacional de História. História: Guerra e paz. Programas e Resumos. Londrina: Gráfica Editora Mídia, 2005. v. 23, p. 188-188&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Inicialmente a Vila de ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'' pertencia à [[Capitania da Bahia|Bahia]], mas estava subordinada judicialmente e politicamente à [[comarca de Serro Frio]]. Em 1742, com a criação da comarca de [[Jacobina na Bahia]], a jurisdição sobre a vila foi transferida para a nova comarca. Entretanto essa divisão trouxe grandes problemas para a Coroa, porque a ''vila de Minas Novas'' se transformou em uma rota de contrabando de metais preciosos e gêneros de primeira necessidade para a região mineradora &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Ângela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1757, após muitas solicitações das [[Capitania de Minas Gerais| Minas Gerais]], a Coroa ordenou à incorporação da vila a capitania mineira. Entretanto o ouvidor da comarca de Jacobina concedeu apenas a jurisdição militar da região a Minas Gerais. Em 1760, o Estado Português enviou nova ordem determinando a transferência de toda jurisdição sobre a vila de Minas Novas. A partir de 1760, somente a jurisdição eclesiástica ficou a cargo do prelado da Bahia &amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.204-205&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Capitania das Minas Gerais, Capitania da Bahia, Serro Frio, Jacobina, Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí, Minas Novas.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1730, a Vila de ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'' permaneceu com a mesma configuração...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1730, a Vila de ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'' permaneceu com a mesma configuração até o fim do período colonial. No entanto, a jurisdição sobre a vila mudou devido a disputas entre a [[Capitania de Minas Gerais]] e a [[Capitania da Bahia]]. &lt;br /&gt;
	A ocupação da região começou no final do século XVII com a chegada de mineradores na área em busca de metais preciosos. Na década de 1720 o povoamento se intensificou na região devido à perseguição de garimpeiros de diamantes no Distrito diamantífero e a expansão da produção do gado e de alimentos no norte da [[Capitania da Bahia|Bahia]] e no sul de [[Capitania de Minas Gerais| Minas Gerais]]. Segundo Edneila Rodrigues Chaves&amp;lt;ref&amp;gt;CHAVES, Edneila Rodrigues. Território das Minas na colonização portuguesa: contato entre culturas e ocupação. In: XXIII Simpósio Nacional de História: Guerra e paz, 2005, Londrina. XXIII Simpósio Nacional de História. História: Guerra e paz. Programas e Resumos. Londrina: Gráfica Editora Mídia, 2005. v. 23, p. 188-188&amp;lt;/ref&amp;gt;, a  ocupação da região ocorreu por dois movimentos simultâneos de migração: o avanço da pecuária e da agricultura para o interior da América portuguesa e a busca dos paulistas por novas áreas de exploração de metais no território.&lt;br /&gt;
	Antes de ser elevada a vila, ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'', a região recebeu outras designações. No início do século XVIII a área era conhecida por ''Nossa Senhora do Bom Sucesso'' devido à enorme quantidade de ouro e diamantes encontrados pelos mineradores. Já na segunda metade dos Setecentos a região passou a ser designada no vocabulário coevo como ''Fanado de Minas Novas'' porque o rio que circundava a região possuía falhas em seus veios auríferos &amp;lt;ref&amp;gt;CHAVES, Edneila Rodrigues. Território das Minas na colonização portuguesa: contato entre culturas e ocupação. In: XXIII Simpósio Nacional de História: Guerra e paz, 2005, Londrina. XXIII Simpósio Nacional de História. História: Guerra e paz. Programas e Resumos. Londrina: Gráfica Editora Mídia, 2005. v. 23, p. 188-188&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Inicialmente a Vila de ''Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí'' pertencia à [[Capitania da Bahia|Bahia]], mas estava subordinada judicialmente e politicamente à [[comarca de Serro Frio]]. Em 1742, com a criação da comarca de [[Jacobina na Bahia]], a jurisdição sobre a vila foi transferida para a nova comarca. Entretanto essa divisão trouxe grandes problemas para a Coroa, porque a ''vila de Minas Novas'' se transformou em uma rota de contrabando de metais preciosos e gêneros de primeira necessidade para a região mineradora &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Ângela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1757, após muitas solicitações das [[Capitania de Minas Gerais| Minas Gerais]], a Coroa ordenou à incorporação da vila a capitania mineira. Entretanto o ouvidor da comarca de Jacobina concedeu apenas a jurisdição militar da região a Minas Gerais. Em 1760, o Estado Português enviou nova ordem determinando a transferência de toda jurisdição sobre a vila de Minas Novas. A partir de 1760, somente a jurisdição eclesiástica ficou a cargo do prelado da Bahia &amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.204-205&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Capitania das Minas Gerais, Capitania da Bahia, Serro Frio, Jacobina, Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso das Minas Novas do Araçuí, Minas Novas.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=S%C3%A3o_Jos%C3%A9_del-Rei</id>
		<title>São José del-Rei</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=A ''Vila de São José del-Rei'' foi fundada em 1718 e continuou com o mesmo território até o fim do período colonial. Ant...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=A ''Vila de São José del-Rei'' foi fundada em 1718 e continuou com o mesmo território até o fim do período colonial. Antes de ser elevada a vila, o arraial se chamava ''Arraial de Santo Antônio''.&lt;br /&gt;
	No final do século XVII, o sertanista [[Tomé Portes del-Rei]] chegou a região e descobriu ouro próximo ao [[Rio das Mortes]]. A ocupação da região começou no início dos Setecentos. Entre 1708 e 1710, a Coroa portuguesa criou o ''Arraial de Santo Antônio''. Em 1718, o arraial foi elevado a vila com o nome de ''Vila de São José del-Rei''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.350-351.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Vila de São José del-Rei, Arraial de Santo Antônio, Rio das Mortes.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Piedade_do_Pitangui</id>
		<title>Piedade do Pitangui</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Criada em 1715, a ''Vila de Piedade do Pitangui'' permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial. Antes...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Criada em 1715, a ''Vila de Piedade do Pitangui'' permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial. Antes de ser elevada a Vila, os coetâneos chamavam a região de ''Pitangui'' ou ''Pará''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.256-258.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A ocupação da área começou no início dos Setecentos com a chegada dos paulistas. Temendo a vinda maciça de forasteiros para a região, os sertanistas isolaram o local, construindo um caminho que ligava o povoado diretamente a São Paulo. Após o [[Levante dos Emboabas]], a região recebeu um grande contingente de paulistas que foram expulsos das zonas mais antigas de mineração. Segundo [[Carla Anastasia]]&amp;lt;ref&amp;gt;ANASTASIA, Carla Maria Junho. Vassalos Rebeldes: violência coletiva nas Minas na primeira metade do século XVIII. Belo Horizonte: C/Arte, 1998.&amp;lt;/ref&amp;gt;, Pitangui se tornou o novo reduto dos sertanistas na região mineradora. &lt;br /&gt;
	Em 1711, a [[Coroa portuguesa]] criou o [[arraial de Pitangui]]. Em 1715 o governador [[D. Brás Baltazar da Silveira]] fundou a ''Vila de Piedade do Pitangui'' com o intuito de ter mais controle sobre a região e iniciar a tributação sobre o ouro. Todavia, os paulistas não aceitaram esse controle do Estado Português. &lt;br /&gt;
	Em 1717, o novo governador, [[D. Pedro Miguel de Almeida]], o ''Conde de Assumar'', tentou novamente instaurar a cobrança do quinto na região. Insatisfeita, a população de Pitangui, liderada pelo sertanista [[Domingos Rodrigues do Prado]] levantou-se contra o poder da Coroa lusa, negando-se a aceitar a jurisdição dos oficiais régios na área e a arrecadação do quinto. Os motins de Pitangui duraram entre 1717 e 1719, provocando diversos assassinatos de autoridades régias e sertanistas favoráveis a cobrança do imposto no termo da vila&amp;lt;ref&amp;gt;ANASTASIA, Carla Maria Junho. Vassalos Rebeldes: violência coletiva nas Minas na primeira metade do século XVIII. Belo Horizonte: C/Arte, 1998.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Pitangui, Pará, Vila de Piedade do Pitangui, motins de Pitangui, Domingos Rodrigues do Prado.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pr%C3%ADncipe</id>
		<title>Príncipe</title>
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				<updated>2015-04-01T16:35:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1714, ''Vila do Príncipe'' permaneceu com a mesma configuração territorial até o fim do período colonial. Antes de ser elevada a vila, a região recebeu uma série de designações. Assim que foi descoberta os contemporâneos chamavam a área de [[minas do Ivituruí]]. O nome Ivituruí era de origem indígena e significava ''Serro Frio''. Também, a região era designada por ''minas do Serro Frio'' e ''Tocambira''.&lt;br /&gt;
	No início do século XVIII, quando foi criado o arraial, a área passou a ser denominada como ''Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro Frio''. Todavia, os coevos também se referiam ao arraial como ''Lavras Velhas do Serro e Ribeirão das Lavras Velhas'' &amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.340-341&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Durante o século XVII, diversas bandeiras passaram pelo local, mas, somente em 1702, [[Antônio Soares Ferreira]] e [[Manuel Rodrigues Arzão]] acharam ouro na região. Os dois sertanistas mineraram na área sem muito controle do Estado português até a década de 1710. Em 29 de janeiro de 1714, com o intuito de obter maior controle da região, o governador [[D. Brás Baltazar da Silveira]] elevou o arraial a ''Vila do Príncipe''. Todavia, a medida do governador não funcionou.&lt;br /&gt;
	Em 1718, o novo governador [[D. Pedro de Almeida]], o ''Conde de Assumar'', ordenou o fim da exploração de ouro no local enquanto Antônio Soares Ferreira não repartisse as lavras em datas minerais. O sertanista recusou-se a acatar a determinação. Assumar ordenou a prisão de Ferreira e ele acabou se escondendo. Durante a fuga, Antônio Soares Ferreira foi morto. Com o falecimento do sertanista o governador tomou o controle da vila e repartiu as datas minerais &amp;lt;ref&amp;gt; BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.340-341.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: minas do Ivituruí, minas do Serro Frio e Tocambira, Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro Frio, Lavras Velhas do Serro, Ribeirão das Lavras Velhas, Vila do Príncipe.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pr%C3%ADncipe</id>
		<title>Príncipe</title>
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				<updated>2015-04-01T16:28:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Fundada em 1714, Vila do Príncipe permaneceu com a mesma configuração territorial até o fim do período colonial. Antes de ser elevada a vila, a região recebeu uma série de designações. Assim que foi descoberta os contemporâneos chamavam a área de [[minas do Ivituruí]]. O nome Ivituruí era de origem indígena e significava ''Serro Frio''. Também, a região era designada por ''minas do Serro Frio'' e ''Tocambira''.&lt;br /&gt;
	No início do século XVIII, quando foi criado o arraial, a área passou a ser denominada como ''Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro Frio''. Todavia, os coevos também se referiam ao arraial como ''Lavras Velhas do Serro'' e ''Ribeirão das Lavras Velhas'' &amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.340-341&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Durante o século XVII, diversas bandeiras passaram pelo local, mas, somente em 1702, [[Antônio Soares Ferreira]] e [[Manuel Rodrigues Arzão]] acharam ouro na região. Os dois sertanistas mineraram na área sem muito controle do Estado português até a década de 1710. Em 29 de janeiro de 1714, com o intuito de obter maior controle da região, o governador [[D. Brás Baltazar da Silveira]] elevou o arraial a ''Vila do Príncipe''. Todavia, a medida do governador não funcionou.&lt;br /&gt;
	Em 1718, o novo governador [[D. Pedro de Almeida]], o ''Conde de Assumar'', ordenou o fim da exploração de ouro no local enquanto Antônio Soares Ferreira não repartisse as lavras em datas minerais. O sertanista recusou-se a acatar a determinação. Assumar ordenou a prisão de Ferreira e ele acabou se escondendo. Durante a fuga, Antônio Soares Ferreira foi morto. Com o falecimento do sertanista o governador tomou o controle da vila e repartiu as datas minerais &amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.340-341.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: minas do Ivituruí, minas do Serro Frio e Tocambira, Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro Frio, Lavras Velhas do Serro, Ribeirão das Lavras Velhas, Vila do Príncipe.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pr%C3%ADncipe</id>
		<title>Príncipe</title>
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				<updated>2015-04-01T16:26:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com 'Fundada em 1714, Vila do Príncipe permaneceu com a mesma configuração territorial até o fim do período colonial. Antes de ser elevada a vila, a região recebeu uma série...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Fundada em 1714, Vila do Príncipe permaneceu com a mesma configuração territorial até o fim do período colonial. Antes de ser elevada a vila, a região recebeu uma série de designações. Assim que foi descoberta os contemporâneos chamavam a área de [[minas do Ivituruí]]. O nome Ivituruí era de origem indígena e significava ''Serro Frio''. Também, a região era designada por ''minas do Serro Frio'' e ''Tocambira''.&lt;br /&gt;
	No início do século XVIII, quando foi criado o arraial, a área passou a ser denominada como ''Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro Frio''. Todavia, os coevos também se referiam ao arraial como ''Lavras Velhas do Serro'' e ''Ribeirão das Lavras Velhas''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.340-341&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Durante o século XVII, diversas bandeiras passaram pelo local, mas, somente em 1702, [[Antônio Soares Ferreira]] e [[Manuel Rodrigues Arzão]] acharam ouro na região. Os dois sertanistas mineraram na área sem muito controle do Estado português até a década de 1710. Em 29 de janeiro de 1714, com o intuito de obter maior controle da região, o governador [[D. Brás Baltazar da Silveira]] elevou o arraial a ''Vila do Príncipe''. Todavia, a medida do governador não funcionou.&lt;br /&gt;
	Em 1718, o novo governador [[D. Pedro de Almeida]], o ''Conde de Assumar'', ordenou o fim da exploração de ouro no local enquanto Antônio Soares Ferreira não repartisse as lavras em datas minerais. O sertanista recusou-se a acatar a determinação. Assumar ordenou a prisão de Ferreira e ele acabou se escondendo. Durante a fuga, Antônio Soares Ferreira foi morto. Com o falecimento do sertanista o governador tomou o controle da vila e repartiu as datas minerais&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.340-341.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: minas do Ivituruí, minas do Serro Frio e Tocambira, Arraial de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro Frio, Lavras Velhas do Serro, Ribeirão das Lavras Velhas, Vila do Príncipe.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Nova_da_Rainha_do_Caet%C3%A9</id>
		<title>Nova da Rainha do Caeté</title>
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				<updated>2015-04-01T16:23:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=''Vila Nova da Rainha do Caeté'' foi fundada em 1714 e permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial....'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=''Vila Nova da Rainha do Caeté'' foi fundada em 1714 e permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial. &lt;br /&gt;
	No início do século XVIII, a expedição do Sargento-mor [[Leonardo Nardas]] e dos irmãos [[Antônio Leme Guerra]] e [[João Leme Guerra]] encontraram ouro na região. Logo a área recebeu grande contingente populacional em busca de riquezas minerais. Em 1703, foi instalado o ''arraial do Caeté''. Em 1714, o governador [[D. Brás Baltazar da Silveira]] elevou o arraial a Vila Nova da Rainha do Caeté&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.64-65&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Vila Nova da Rainha do Caeté, arraial do Caeté.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capitania_de_S%C3%A3o_Paulo_e_Minas_de_Ouro</id>
		<title>Capitania de São Paulo e Minas de Ouro</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
	Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da Capitania de São Paulo e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lista de Vilas criadas no período:===&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha do Caeté]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_Del-Rei</id>
		<title>São João Del-Rei</title>
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				<updated>2015-04-01T16:20:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1713, a Vila de ''São João Del-Rei'' permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial. Antes de ser elevada a vila, o arraial era chamado de ''Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar''.&lt;br /&gt;
	No final do século XVIII, o sertanista [[Tomé Portes del-Rei]] se estabeleceu no local. Próximo ao [[Rio das Mortes]], o [[bandeirante]] vendia mantimentos e oferecia pouso para os viajantes que passavam pelo local. No começo dos Setecentos, Tomé Portes del-Rei foi morto e seu genro, [[Antônio Garcia da Cunha]], assumiu seus negócios no Rio das Mortes&amp;lt;ref&amp;gt;Relatos Sertanistas. In CÓDICE Costa Matoso. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, vol. 1, 1999. Coordenação-geral de Luciano Raposo de Almeida Figueiredo e Maria Verônica Campos, p. 75-80.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1704, Cunha descobriu ouro no local e iniciou a prospecção. O novo descoberto atraiu grande contingente populacional e em pouco tempo formou-se o Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar. Em 8 dezembro de 1713 a Coroa elevou o arraial a vila com o nome de Vila de São João Del-Rei, em homenagem a [[D. João V]]&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.317-319.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Vila de São João Del-Rei, Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar, Rio das Mortes.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>São João Del-Rei</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1713, a Vila de ''São João Del-Rei'' permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial. Antes...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1713, a Vila de ''São João Del-Rei'' permaneceu com o mesmo território até o final do período colonial. Antes de ser elevada a vila, o arraial era chamado de ''Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar''.&lt;br /&gt;
	No final do século XVIII, o sertanista [[Tomé Portes del-Rei]] se estabeleceu no local. Próximo ao [[Rio das Mortes]], o [[bandeirante]] vendia mantimentos e oferecia pouso para os viajantes que passavam pelo local. No começo dos Setecentos, Tomé Portes del-Rei foi morto e seu genro, [[Antônio Garcia da Cunha]], assumiu seus negócios no Rio das Mortes&amp;lt;ref&amp;gt;Relatos Sertanistas. In CÓDICE Costa Matoso. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, vol. 1, 1999. Coordenação-geral de Luciano Raposo de Almeida Figueiredo e Maria Verônica Campos, p. 75-80.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1704, Cunha descobriu ouro no local e iniciou a prospecção. O novo descoberto atraiu grande contingente populacional e em pouco tempo formou-se o Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar. Em 8 dezembro de 1713 a Coroa elevou o arraial a vila com o nome de Vila de São João Del-Rei, em homenagem a [[D. João V]]&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.317-319.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave:[Vila de São João Del-Rei, Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar, Rio das Mortes.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_Real_do_Sabar%C3%A1</id>
		<title>Vila Real do Sabará</title>
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				<updated>2015-04-01T16:16:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=A ''Vila Real do Sabará'' foi fundada em 1711 e perdurou até o fim do período colonial com o mesmo território. A municipa...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=A ''Vila Real do Sabará'' foi fundada em 1711 e perdurou até o fim do período colonial com o mesmo território. A municipalidade foi criada com o nome de ''Vila Real de Nossa Senhora da Conceição'', sendo posteriormente trocado para ''Vila Real do Sabará''.&lt;br /&gt;
	A ocupação da região iniciou-se no final do século XVII com a fundação de uma feitoria pelo sertanista Fernão Dias durante sua busca pela lendária [[Serra das Esmeraldas]]. Segundo cronistas da época, a Serra das Esmeraldas se localizava no interior da [[América portuguesa]] e possuía uma quantidade exorbitante de esmeraldas&amp;lt;ref&amp;gt;MICELI, Paulo. O tesouro dos mapas: a cartografia na formação do Brasil. São Paulo: Instituto Cultural Banco Santos, 2002&amp;gt;. O sertanista não encontrou a Serra das Esmeraldas, mas se deparou com outro mito recorrente no imaginário social do Império Português, a Serra do Sabarabuçu&amp;lt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.291-292.&amp;lt;/ref&amp;gt;.	&lt;br /&gt;
	Os cronistas portugueses e os indígenas relatavam, desde o século XVI, que no sertão da América portuguesa existia uma serra resplandescente, cravejada de prata. Essa era a Serra do Sabarabuçu e quando os bandeirantes chegaram a região acharam que tinham encontrado a serra. No entanto, a região não tinha jazidas de prata e alto da serra resplandecia porque continha grande quantidade de minério&amp;lt;ref&amp;gt;MICELI, Paulo. O tesouro dos mapas: a cartografia na formação do Brasil. São Paulo: Instituto Cultural Banco Santos, 2002&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Mesmo não encontrando jazidas de prata, os sertanistas encontraram ouro no rio que circundava a serra, denominado ''Rio das Mortes''. A notícia sobre os descobertos na região atraiu grande contingente populacional. Em 1702, o sertanista Borba Gato oficializou a descoberta de ouro na região e foi criado o arraial de ''Sabará''. Em 16 de julho de 1711 o arraial foi elevado a vila com o nome de ''Vila Real de Nossa Senhora da Conceição''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.291-292.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Logo a vila se tornou um centro comercial importante nas Minas porque era uma importante rota de comércio entre as Minas e a Bahia. Além disso, a jurisdição da municipalidade era extensa, fazendo fronteira com as capitanias da [[Capitania da Bahia|Bahia]], [[Capitania de Goiás|Goiás]], [[Capitania do Espírito Santo|Espírito Santo]] e [[Capitania do Rio de Janeiro|Rio de Janeiro]]. Em 1714 foi criada a comarca de Sabará e o nome da vila passou para ''Vila Real de Sabará''&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.291-292.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Sabará, Vila Real de Nossa Senhora da Conceição, Vila Real do Sabará, Serra do Sabarabuçu, Rio das Mortes, comarca de Sabará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_Rica</id>
		<title>Vila Rica</title>
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				<updated>2015-04-01T16:07:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1711, a ''Vila Rica de Albuquerque'' manteve o mesmo espaço até o fim do período colonial. No entanto, após 17...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=Fundada em 1711, a ''Vila Rica de Albuquerque'' manteve o mesmo espaço até o fim do período colonial. No entanto, após 1734, o nome da vila passou a ser somente ''Vila Rica''.&lt;br /&gt;
	A região foi descoberta no final do século XVII, após três bandeiras encontrarem ouro na região. A primeira bandeira que chegou à área foi a de [[Manuel Garcia]], que se estabeleceu na vertente dos córregos ''Tripuí'' e ''Passa Dez''. Dois anos mais tarde, a expedição de [[Antônio Dias]] chegou ao local e começou também a minerar. A última bandeira a aportar na região foi a do [[Padre Faria]], que se fixou nos córregos do [[Itacolomi]]&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.230-232&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A notícia sobre a descoberta de riquezas minerais na região provocou um afluxo populacional enorme. No início dos Setecentos vários arraiais surgiram no local. [[Ouro Preto]] e [[Antônio Dias]] foram os arraiais que mais se destacaram na região e, em 1711, após o fim do [[Levante dos Emboabas]], a [[Coroa]] determinou que eles fossem elevados a vila&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.204-205&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 8 de julho de 1711, foi instalada a nova vila com o nome de ''Vila Rica de Albuquerque''. Em pouco tempo, ''Vila Rica'' se tornou a região mais populosa da [[América Portuguesa]]. Em 1720, com a criação da capitania das [[Minas Gerais]], ''Vila Rica'' se tornou capital. Embora tenha sido sede das Minas Gerais durante boa parte do período colonial, mesmo com os esforços da [[Câmara Vilariquenha]] junto a Coroa Portuguesa, ''Vila Rica'' não auferiu o status de cidade durante o período colonial&amp;lt;ref&amp;gt; MAGALHÃES, Joaquim Romero. As Câmaras Municipais, a Coroa e a cobrança dos quintos do ouro nas Minas Gerais (1711-1750). In GONÇALVES, Andréia Lisly; CHAVES, Cláudia Maria das Graças; VENÂNCIO, Renato Pinto (Org.) Administrando Impérios: Portugal e Brasil nos Séculos XVIII e XIX. Belo Horizonte, MG: Fino Traço, 2012&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Vila Rica, Vila Rica de Albuquerque, Itacolomi, Tripuí, Passa dez, capital das Minas Gerais.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Nossa_Senhora_do_Ribeir%C3%A3o_do_Carmo</id>
		<title>Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Nossa_Senhora_do_Ribeir%C3%A3o_do_Carmo"/>
				<updated>2015-04-01T16:02:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: Criou página com '{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete= 	A Vila de ''Nossa Senhora do Carmo de Albuquerque'' foi criada em 1711 e permaneceu com a mesma configuração territorial ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
	A Vila de ''Nossa Senhora do Carmo de Albuquerque'' foi criada em 1711 e permaneceu com a mesma configuração territorial durante todo período colonial. Todavia, em 1745, quando a vila foi elevada a cidade, o nome do termo foi alterado para ''Mariana''.&lt;br /&gt;
	A ocupação da região iniciou-se no final do século XVIII, quando a expedição de [[ Lopes de Lima]] chegou à área e se estabeleceu perto de um ribeirão para minerar &amp;lt;ref&amp;gt; PIRES, Maria do Carmo. Termo de Vila de Nossa Senhora do Carmo/Mariana e suas freguesias no século XVIII. Casa de Vereança de Mariana, v. 300. In CHAVES, Cláudia Maria das Graças; PIRES, Maria do Carmo; MAGALHÃES, Sônia Maria de (organizadores). Casa de Vereança de Mariana: 300 anos de História da Câmara Municipal. Ouro Preto: Edufop/PPGHIS, 2012, p. 28 &amp;lt;/ref&amp;gt;. O sertanista chamou o ribeirão de ''Nossa Senhora do Carmo''. Segundo Waldemar de Almeida Barbosa&amp;lt;ref&amp;gt;BARBOSA, Waldemar de Almeida. Dicionário histórico e geográfico de Minas Gerais. 2. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1995, p.195-197&amp;lt;/ref&amp;gt;, os relatos da época mostram que o ouro produzido no ribeirão era volumoso e de excelente qualidade. Logo a região recebeu grande quantidade de pessoas atraídas pelas riquezas minerais.&lt;br /&gt;
	A área foi importante para a administração do [[Estado Português]] na região mineradora. A Vila de ''Nossa Senhora do Carmo de Albuquerque'' foi a primeira municipalidade, primeira capital e cidade das Minas Gerais. Entre 1703 e 1704 se tornou freguesia &amp;lt;ref&amp;gt;PIRES, Maria do Carmo. Termo de Vila de Nossa Senhora do Carmo/Mariana e suas freguesias no século XVIII. Casa de Vereança de Mariana, v. 300. In CHAVES, Cláudia Maria das Graças; PIRES, Maria do Carmo; MAGALHÃES, Sônia Maria de (organizadores). Casa de Vereança de Mariana: 300 anos de História da Câmara Municipal. Ouro Preto: Edufop/PPGHIS, 2012.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 8 de abril de 1711 o arraial foi elevado com o nome de Vila de ''Nossa Senhora do Carmo de Albuquerque''. A municipalidade foi sede da capitania até 1720, quando a capital foi trasladada para [[Vila Rica]]. Já em 1745, a Coroa elevou a vila à categoria de cidade e criou o ''bispado de Mariana'' para cuidar da administração eclesiástica da região mineradora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-Chave: Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo, Nossa Senhora do Carmo de Albuquerque, Mariana, bispado de Mariana.&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<title>Capitania de Minas Gerais</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lista de Vilas criadas no período:===&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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		<title>Capitania de São Paulo e Minas de Ouro</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
	Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da Capitania de São Paulo e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lista de Vilas criadas no período:===&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
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[[Vila Nova da Rainha]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Joao0605</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete===Capitania de São Paulo e Minas do Ouro (1709 - 1720)==&lt;br /&gt;
	Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da Capitania de São Paulo e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lista de Vilas criadas no período:===&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete=&lt;br /&gt;
==Capitania das Minas Gerais (1720 - 1808)==&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lista de Vilas criadas no período:===&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitania das Minas Gerais]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Joao0605: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Mariana|sobrenome=Barcelos|verbete===Capitania de São Paulo e Minas do Ouro (1709 - 1720)==&lt;br /&gt;
	Criada em 1709, a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro se dissolveu em 1720 porque o Estado Português, com o objetivo de facilitar a administração dos territórios, determinou a formação da [[Capitania de São Paulo]] e da Capitania das Minas Gerais. Antes de a capitania ser formada, a região era subordinada administrativamente ao Rio de Janeiro e fazia parte da Repartição Sul do Estado do Brasil &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos os contemporâneos se referiam à região de diversas formas, tais como: ''minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas''. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coevo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
	A área abarcada pela capitania foi originada a partir de processos distintos de colonização. A região paulista fazia parte da capitania de São Vicente, uma das primeiras capitanias no início da colonização da América portuguesa. Já a região das minas começou a ser explorada intensamente a partir do final do século XVII com a descoberta oficial das jazidas de ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
===Lista de Vilas criadas no período:===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Rica]], 1711.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Real do Sabará]], 1711.&lt;br /&gt;
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[[Vila de São João Del-Rei]], 1713.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha]], 1714.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Príncipe]], 1714. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Piedade do Pitangui]], 1715.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José del-Rei]], 1718.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capitania das Minas Gerais (1720 - 1808)==&lt;br /&gt;
	A capitania das Minas Gerais foi fundada em 1720 e permaneceu até o final do período colonial com essa configuração. Antes de tornar-se capitania independente, a área passou por diversas mudanças na sua jurisdição. No início dos setecentos a região mineradora fez parte da Repartição Sul, que era composta também pelo Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas do Ouro &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	Por ser uma área de ocupação recente no início dos setecentos, a região recebeu múltiplas designações, tais como: minas de Ouro Preto, minas do Ribeirão do Carmo, minas gerais do nascente e do Poente do Rio das Velhas. Todavia, a denominação Minas Gerais prevaleceu no vocabulário coetâneo com o passar do tempo &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
	A origem da capitania remonta ao século XVI quando os paulistas empreenderam diversas expedições pela região com o intuito de fazer descobertas minerais e combater o gentio. No final dos seiscentos, foram oficializadas os primeiros achados de minerais na área, o que provocou um grande afluxo de pessoas para a região &amp;lt;ref&amp;gt;ROMEIRO, Adriana; BOTELHO, Angela Vianna. Dicionário histórico das Minas Gerais: período colonial. 2a edição revista. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2004&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Minas Novas do Araçuí]], 1730.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bento do Tamanduá]], 1789.&lt;br /&gt;
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[[Vila de Queluz]], 1790.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barbacena]], 1791.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Campanha da Princesa]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paracatu do Príncipe]], 1798.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
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