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		<title>Atlas Digital da América Lusa - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>R. Sira Salina</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
R. Sira Salina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' Rio Grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio entre 'Pª de Mel' (Ponta Jaburona ou Grossa) e 'B. Itiobova' (Enseada de Icapui).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' R: hugberanduba; Rio Upanema; Ywipanim; Ipanemú; openema; Opponne; Hupanema; R. Vpanema; Wupanem; Wypanem; Panema; R. Sira Salina; R. Ziene Salines; R. Sierra Salinee.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual: ''' Rio Mossoró.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Citações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG-N [[(Albernaz, 1612)]], plotado, 'R: hugberanduba', entre 'C. de Cabatiguape' (Ponta do Cristovão) e 'habarama' (Ponta Grossa ou Ponta de Ubarana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #53 CAPITANIA DO ZIERA, plotado, 'R. Ziene SalinԐs', entre 'ß. CamonԐsԐs' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão), e 'ß. Itiobovi' (Baía de Icapui).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-57 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen de Bay Caysay en ponto abaron, plotado, 'openema:', entre 'ßª: Kanareres:' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão) e 'Pª ∂e Abaron:' (Ponta Grossa ou Ponta de Ubarana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE-RG [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIE DI SEARÁ E RIO GRANDE, plotado, 'R. Sierra Salinee', entre 'B. Camoneses' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão) e 'B. Itiobú' (Baía de Icapui).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Sousa, 1587)]], CAPÍTULO VIII - Em que se declara a costa do rio de Jagoarive até o cabo de São Roque - possivelmente citada como baía dos Arrecifes, pg. 49:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do rio Jagoarive de que se trata acima até a baía dos Arrecifes são oito léguas, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta baía ao rio S. Miguel são sete léguas, a qual está em altura de três graus e 2/3, em a qual os navios da costa surgem por acharem nela boa abrigada.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Castello Branco, 1951)]], pg. 134, comentando o Roteiro de Gabriel Soares de Sousa acima citado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do Jaguaribe a Retiro são 6 léguas e a de Tremembé 11, não se acomodando bem a nenhuma das duas, porém, o nome caracteriza melhor a segunda, dando Soares um total de 15 léguas até o rio São Miguel, o que muito se aproxima da verdadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Miguel é o nome dado ao atual rio Mossoró ou Apodi, que os cartógrafos vêm registando desde a segunda década do século, como vimos expondo, denominações que alguns deles estendem às serras que lhe ficam a oeste. A latitude está errada, 3°1/4, quando deve ser 4°52'.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Laet, 1637)]], Descrição da costa do noroeste de Brasil entre Pernambuco e Rio Camocipe, do Relatório dos brasilianos, pg. 142, cita-o como Wypanem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Doze léguas ou dois dias de viagem além, há um riacho chamado Jandupatiba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meia légua além, está o rio Wypanem; nestes dois não vive gente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seis léguas ou um dia de viagem além: Awaranne.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Margrave, 1648)]], Livro VIII - Que trata da própria Região e dos Indígenas, Capítulo IV - Os habitantes do Brasil - pg. 268:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Nota. Os confins e habitações dos Tapuias, segundo a descrição de Jacob Rabbi, que morou vários anos entre eles, são os seguintes: ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Otschunogh até Opponne, há um espaço de dez milhas (este último rio vem do Austro, a uma distância de cem milhas). Deste até o Iauarug, a distância é de duas milhas; ...''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Beck, 1649)]], pg. 342, relata que, em 1649, sua frota passou pelo través de Ipanemú:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A 1º de Abril, pelo quarto d'alva, achando os pilotos fundo em 10 braças, amarramo-nos, outra vez um pouco; ao amanhecer lobrigamos, a bombordo, terra alta e montanhosa, e por volta de 10 horas, segundo cálculo, passamos por Ipanemú. Ao meio-dia a altura era de 4º 50'; calculou-se que ao anoitecer havíamos passado o rio de Jagoaribe. Todas estas 24 horas tivemos bom tempo, graças a Deus, Às 7 horas da noite lançamos ferro diante de Paripueira, com receio de que, estando o vento fresco, passássemos alem do [[Siara]]. Nesta noite, tanto o Vlissinge como o Sinegael, perderam âncoras, conforme de passagem nos disseram a 2 deste.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Prevost, 1757)]], pg. 242, citado como 'Hupanema':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ils ajoutent que Punta do mel se nomme Cucaratuba parmi les Indiens; qu'à deux lieues de Guararahu, sort la Riviere d'Uquiaguara, &amp;amp; huit lieues plus loin celle de Hupanema; que la Côte recommence, ici à s'abbaisser, jusqu'à certaines Collines rougeâtres, suivies de la Baie d'Ubarana, d'où ils comptent huit lieues jusqu'à Jaguaribé, situé par les 4 degrés.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@  pg. 272-273:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Duas léguas depois de Guararahug está o rio Uquiaguara e, oito léguas além, une autre qu'ils nomment Hupanema, o Upanema. Do Hupanema à baía de Ubarana (79) são dez léguas para o Iacaribe (Jaguaribe). ... O mapa que acompanha o livro de Laet é extremamente parcimonioso. A partir de Natal regista apenas Potengi-ou-Rio Grande, R. Siará (Mirim), R. Senapatumeri, R. Iacuahuig, R. Pequihnga, Groenbray, B. Tortugo, Wittebay-Salinas-Caruaratama, Roobay, Dobbel bay, Moggerou, (talvez Mossoró), R. Vpanema, C. Cors e R. Iaguaribe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(79) Ubarana, Abarana, é Ponta Grossa, na costa do Ceará, 28 milhas do rio Mossoró.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@  pg. 273-274:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na primeira fase da ocupação holandesa no Ceará, de outubro de 1637 a fevereiro de 1644, ha o movimento das salinas e a fome da posse no território maranhense. As salinas, justificativas da possessão, ficavam ao sul, no Upanema e, ao norte, no Camucim, estas pouco ou nada exploradas. De Jericoacoara ao forte de Sao Sebastião, deste ao Upanema, deste ao sal de Aguamaré, viajava-se por mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam os rios Ywipanim, Meiritupe e Wararocury? São os ''descobrimentos'' de Gedeon Morris de Jonge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ywipanim é o Upanema, de curso exclusivo no Rio Grande do Norte. Tinha, no século XVII, outra barra. Nasce no lugar ''Porteiras'', desliza apenas três quilômetros, caindo no mar a leste da ilha de Paneminha e a oeste da Baixa Grande. As dunas, entulhando-lhe o curso, dividiram-no. Um trecho é chamado Rio Barra do Panema. O outro ramal, juntando-se ao rio Apodi, abriu novo leito e, nesse trajeto, seu nome é Mossoró, despejando no Atlântico na Areia Branca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ilha da Tapera ainda há vestígios de fortificações. Devem ser apenas as construções de abrigo de Gedeon Morris e de seus prepostos, feitoriando a tarefa indígena na colheita do sal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É essa a zona salinífera por excelência, município de Areia Branca. Foi sempre explorada pelos moradores ribeirinhos, proibida a exportação quando do monopólio. O ROTEIRO OCIDENTAL PARA A NAVEGAÇÃO DA COSTA E PORTOS DO BRASIL, por J. J. P. (1784) indicava: — Dez léguas mais para diante da Ponta do Mel, ao mesmo rumo, se achará o rio Upanema, em que há salinas sem cultura.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Medeiros, 1998)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ O LITORAL POTIGUAR EM 1628, SEGUNDO GASPAR PARAUPABA E OUTROS INDÍGENAS, pg. 16 e 19:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«Aos 20 de março de 1628, cinco indígenas brasileiros compareceram perante o notário Kilian van Renselaer, com a finalidade de prestarem informações detalhadas da costa nordestina brasileira, aos seus amigos neerlandeses. No tocante ao litoral da Capitania do Rio Grande, aqueles silvícolas assim o descreveram (1):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'Wupanem, rio desabitado, a uma Jornada de marcha do Jandupatuba.'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O antigo rio São Miguel, depois designado de Upanema, o qual compreendia os atuais rios Mossoró e Apodi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cinco indígenas autores dessas informações, chamavam-se: Gaspar Paraoupaba, do Ceará, 50 anos; Andreus Francisco, também do Ceará, 32 anos; Píeter Poty, Antony Francisco e Lauys Caspar, todos eles moradores em Baia da Traição, na Paraíba.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ A DESCRIÇÃO DO LITORAL POTIGUAR, SEGUNDO JACOB RABBI, pg. 81-82, comentando (Margrave. 1648), Livro VIII, Capítulo IV, apud Jacob Rabbi:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O Opponne compreendia os atuais rios Mossoró e Apodi, e era o mesmo Upanema, também já chamado de rio São Miguel.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ JOANNES DE LAET, GASPAR BARLÉU E SUAS DESCRIÇÕES DOS RIOS HABITADOS PELOS TAPUIAS DE JANDUÍ E CARACARÁ, pg. 63-64:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«JOANNES DE LAET, escrevendo sobre o período da dominação flamenga, do seu início até o ano de 1636, refere-se ao território habitado pelos tapuias de Janduí e Caracará (1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideravam como sua uma extensão de terras compreendida entre cinco rios. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'O quarto - Upanema, mais dous dias de viagem.'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da análise das datas e sesmarias concedidas no século XVIII, no Rio Grande, facilmente concluímos que o antigo Upanema equivale ao rio Apodi, cujo trecho baixo toma atualmente a designação de Mossoró.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1) LAET, Joannes de • História ou Anais dos Feitos da Companhia Privilegiada das Índias Ocidentais, &amp;amp; p.461.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capiiar%C4%A9_mir%C4%A9</id>
		<title>Capiiarĩ mirĩ</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Capiiarĩ mirĩ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capiibarĩ mirĩ'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capiibárĩmirĩ'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capiĩbárĩmirĩ'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''''R. Goiana'''' no [[MBU]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio com porto na barra no Oceano Atlântico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio; porto na barra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' ITÂMARACÂ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Goiana (Guaiana, Guauana, Gojana, Goiane, Guayana), Capibaribe Mirim (Capiiarĩ mirĩ; Capiibárĩmirĩ; Capinarinÿ; Capiibacimiri; Capivarimirim; Capinaricu).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 'Capiĩbárĩmirĩ' e 'Capiibárĩmirĩ' no mapa [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 'Capiiarĩ mirĩ' e 'Capiibarĩ mirĩ' no mapa [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O porto está assinalado no mapa com o algarismo 3, indicação de profundidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Na explanação técnica que consta no mapa [[BQPPB]] é informado que há indicações de profundidade em pés, 'pedibus', mas pelas circunstâncias, essa profundidade parece estar em braças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Esse porto é um dos poucos que contém essa informação no [[BQPPB]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes atuais:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Rio Capibaribe Mirim nos alto e médio cursos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Rio Goiana no baixo curso, a jusante da foz do rio Tracunhaem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há portos para pequenas embarcações nas duas margens da barra do Rio Goiana, em Acaú-PB e Carne de Vaca-PE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(Albernaz, 1626/1627)]], o rio está plotado, sem nome, ao sul do 'Porto dos francezes'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #43 CAPITANIA DE I. TAMARICA, plotado como 'R. Capinarinÿ' (Rio Capibaribe Mirim) e 'Rº. Gojana.'  (Rio Goiana), próximo à sua barra no oceano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #49 CAPITANIA DE PARAYBA, plotado como 'Rº. Gojana.' (Rio Goiana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-45 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen Ponto Pommarel ende Cabo Blancko, plotado como 'Rº goiane:' (Rio Goiana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI ITAMARACÁ, plotado como rio, 'Capiibarimiri' - 'R. Capinaricu', e 'R. Goiana' - 'Capiibacimiri' na barra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Sousa, 1587)]], pg. 55:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Deste rio ao da Abionabiajá ... . Deste rio ao da Capivarimirim são seis léguas, o qual está em altura de seis graus e meio, cuja terra é toda chã. De Capivarimirim a Itamaracá são seis léguas, e está em sete graus e 1/3.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Laet, 1637)]], Interrogação de Bartolomeu Peres, e situação ao redor e perto de Pernambuco, tanto ao sul como ao norte, pg. 125:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Sete léguas mais para o sul está Porto Francês, um porto. ... Duas léguas além está o Rio Goiana, seis léguas ao norte de Itamaracá; na desembocadura há uma profundidade de só 8,10 pés, mas dentro é muito profundo. Seis a sete léguas rio adentro há 3 a 4 engenhos, aonde os barcos navegam para carregar; é uma aldeia pequena sem fortaleza na cercania. Dirigindo-se lá com 4 a 5 chalupas expulsaria a todos e tomaria todos os açúcares. Refere-se à nossa própria experiência.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Coriolano de Medeiros, 1950)]], pg. 96: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Goiana (Voc. ind., guá-iãi: porto do vale) — Rio do Estado de Pernambuco que, em sua foz, serve de limite entre o referido Estado e o de Paraíba.&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 186:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A seguir é a foz do Capiibarimirim, limite com a Paraíba. O Capiibarimirim (Capibaribe-mirim) é, com o Tracunhãem, o formador do rio Goiana. Johannes de Laet, na sua História ou Anais dos Feitos da Companhia Privilegiada das Índias Ocidentais (ed. princeps, 1644, tot Leyden) já escreve Goiana. Barléu regista o Capiibarimiri, dando o Caracunhayã (Tracunhãem) como afluente. Esse Capiibarimirim tem, pela direita, os rios Mogoaiguaçu e Mogoimiri. Na barra, a ilha Tiriri, à jusante. O Garacunhayã (Tracunhãem) e os rios Guaruru, Nhundiá, Ibatatá, Ibijari desaguam antes da junção do Tracunhãem com o Capibaribe-mirim. E, pela esquerda, subindo, há o Itapoçirica (Itapecirica), Guacarí, Marupatiji e Acaiinha. O Capibaribe-mirim, antes da confluência com o Tracunhãem: recebe os afluentes Ponhangiá, Umaruba, Iuquiçipitanga, Guajuna e, pela direita, o Siriji.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Medeiros, 1984)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 9:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;RIO GOIANA — Chamado por Gerritz, de Guauana, um rio habitado por portugueses (10, 171). Segundo Gabriel Soares de Souza, correspondia ao rio Capivarimirim, cuja terra é toda chã (39, 55). Goiana corria já em território de Itamaracá.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 154:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. GERRITZ, Hessel. Jornaux et nouvelles tirées de la bouche de marins hollandais et portugais de la navigation aux Antilles et sur les cótes du Brésil. Anais da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 29. 1907.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 156:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
39. SOARES DE SOUZA, Gabriel. Tratado descritivo do Brasil em 1587. 4. ed. São Paulo, Companhia Editora Nacional/Ed. da Universidade de São Paulo, 1971.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BIBLIOGRAFIA_/_ICONOGRAFIA_-_Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira</id>
		<title>BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[(4.VEL Y, 1643-1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL Y, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL-695, 1645-1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL-2156, 1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Abreu, 1907)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1612)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1616)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1626/1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albuquerque; Lucena; Walmsley, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Almeida, 1965)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Anônimo, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Anônimo, 1711)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Antonil, 1711)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Apenso nº 6, 1854)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Arciszewski, 1637)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Atlas Harvard]] - (Marcgrave, 1643?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Atlas Maior]] - (Marcgrave, 1662) &amp;amp; (Marcgrave, 1667)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Barbosa, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Barléu, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Baro, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(BAV-Vingboons, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Beck, 1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Blaeu, 1665)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Boogaart; Brienen, 2002)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Boxer, 1957)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Broeck, 1651)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Brommer, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Brommer &amp;amp; Heijer, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Bullestrat, 1642)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cabral de Mello, 2010)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cabral de Mello, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Calado, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1930)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1947)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1955)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1956)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1968)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Castello Branco, 1951)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Carpentier, 1635)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cardim, 1625)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cavalcanti; Cunha, 2006)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cintra; Pereira, 2014)]] A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Coelho, 1654)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Coriolano de Medeiros, 1950)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Costa, 1623)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(D'Ouvilly, 1654-1663)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Daróz, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Dicionário Tupi, 1795)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Diegues Jr, 1949)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Domingues; Moura; Rocha - 1614)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Drewisch, 1631)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Dussen, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Emerenciano, et alii, 2007)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Fernandes, 1912)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Figueiredo, 1625)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Figueredo, 1933)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galindo; Menezes - 2003)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galvão, 1977)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galvão, 2006)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Garcia, 1927)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Geelkercken, 1624)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gerritsz, 1629)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Golijath, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1947)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1954)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1958)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1976)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1981)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1985)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1986)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1993)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gosselink, 2007)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Guaraná, 1916)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Guedes, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gutlich, 2005)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Hamel; Bullestrate; Bas - 1646)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Haasbroeck, 1968)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Herrera, 1601)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Herckmans, 1639)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(HET EYLANT I. TAMMARICA, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(IAHGP-Vingboons, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Jesus, 1679)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Kok, 2009)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Laet, 1637)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Laet, 1644)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Lobo, 2010)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Lopes, 1999)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Mapa CAPITANIA DE SIARA]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1643?)]] [ATLAS - Harvard Library]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1647 BQPPB)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1658)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Matsuura, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1984)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1989)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1993)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1997)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1998)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 2001)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Melo, 1929)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Melo, 1931)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1612) BPMP]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1612) IHGB]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1615)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
([[Morize, 1900)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Netscher, 1853)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Nieuhof, 1682)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Orazi, 1698)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Papavero &amp;amp; Teixeira, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1878)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1895)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1896)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1900)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1902)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1951)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2010)]] PREFEITURA DO RIO GRANDE - A PRESENÇA INDÍGENA NOS ENTES GEOGRÁFICOS DO MAPA DE GEORGE MARCGRAVE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2010) Georreferenciamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) Caminho do Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) GOUVENEURS PAT]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) Nota Técnica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2014)]] O percurso da expedição em busca das minas de prata no RIO GRANDE holandês em 1650&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2016)]] A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira &amp;amp; Cintra, 2013)]] A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira &amp;amp; Cintra, 2014)]] Eratosthenes Pernambucensis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pires, 1994)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Piso, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Piso, 1658)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Prevost, 1757)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pudsey, circa 1670)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Relação dos Engenhos, 1655)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[RIAHGP]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Richshoffer, 1677)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Salvador, 1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1901)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1904)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1905)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1931)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santa Teresa, 1698)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santana, 2004)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santiago, 2004)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Schott, 1636)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sesmarias RN, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Silva, 2005)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Silva &amp;amp; Silva, 1987)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sousa, 1587)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Southey, 1810)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Souto Maior, 1912)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Spencer &amp;amp; Pereira, 2008)]] Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Stradelli, 1929)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Tavares de Lira, 1921)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Taunay, 1940)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Taunay, 1948)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Teensma, 1997)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Teensma, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2012) CEARÁ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2015)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim &amp;amp; Pereira, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Vainfas, 2008)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Varnhagen, 1872)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Vau de Claye, 1579)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Verdonck, 1630)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Walbeek &amp;amp; Moucheron, 1643)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Wätgen, 1921)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Whitehead, 1987)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Whitehead &amp;amp; Boeseman, 1989)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Zandvliet, 2002)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Zuzarte, 1769?)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Criou página com '{{Levy}}   GOSSELINK, Martine. '''Land in zicht. Vingboons tekent de wereld van de 17de eeuw'''. Amsterdam, Netherland: Waanders Uitgevers / Nationaal Archief, 2007. [ISBN-13:...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GOSSELINK, Martine. '''Land in zicht. Vingboons tekent de wereld van de 17de eeuw'''. Amsterdam, Netherland: Waanders Uitgevers / Nationaal Archief, 2007. [ISBN-13: 978 90 400 9292 4].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Category:Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
[[Category:Biblioteca]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GOSSELINK, Martine. '''Land in zicht. Vingboons tekent de wereld van de 17de eeuw'''. Amsterdam, Netherland: Waanders Uitgevers / Nationaal Archief, 2007. [ISBN-13: 978 90 400 9292 4].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
[[Category:Biblioteca]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coleção '''[[Levy Pereira]]''' tem como tema o '''Brasil Neerlandês (1630–1654)''' e disponibiliza:.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*  georreferenciamentos de seus mapas históricos, com hiperlinks para verbetes de todos os seus topônimos e entes cartográficos;&lt;br /&gt;
*  um conjunto de textos, de autoria própria ou elaborados em parceria;&lt;br /&gt;
*  vídeos, apresentações de slides e mapas digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Brasilia_sub_Regimine_Batavorum.png|700px|Brasilia sub Regimine Batavorum]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Arquivos de apresentação dos conjuntos da Coleção (PPTs - Power Point)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo05.ppsm Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - Visao Geral das Pastas - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo04.ppsm VISÃO GERAL DAS PASTAS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo01-1.ppsm BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS TABULA]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo03.ppsm Mapas Complementares]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo02.ppsm ESTUDOS E LEVANTAMENTOS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Verbetes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:bqppb.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:mbu.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Arquivos de Informação Geográfica (KML) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GEORREFERENCIAMENTO DO MAPA DO BRASIL NEERLANDÊS DE GEORG MARCGRAVE, o ''BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS''''':&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[https://drive.usercontent.google.com/u/0/uc?id=13RxJ6tKPjQmt42ld0ijjXv0YnOHudUVm&amp;amp;export=download Download do arquivo no formato “kml” do Google Earth] '''(edição 2.0 de 16/05/2025, revista e ampliada)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Basta baixar e executar o arquivo no Google Earth para visualizar os entes cartográficos e acessar os respectivos verbetes, junto às suas referências bibliográficas e iconográficas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia / Iconografia - Coleção Levy Pereira ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira]].'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Textos &amp;amp; Apresentações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640'''. [Palestra no] Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte - IHGRN, Natal, RN, 7/3/2019. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2019.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_v20190219.pdf O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640 ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,_Levy._Sintese_histórica_de_Porto_Calvo_durante_o_Domínio_Holandês_v20170328.pdf Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637 ― subsídios para pesquisas de localização dos componentes da estrutura de defesa e ataque'''. In: Anais Eletrônicos do 6. Encontro Internacional de História Colonial: mundos coloniais comparados: poder, fronteiras e identidades. Salvador: EDUNEB, 2017. p. 1041-1061.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,Levy.A_cartografia_e_a_iconografia_da_batalha_do_Comandatuba_e_do_cerco_de_Porto_Calvo_em_1637_-_subsídios_para_pesquisas_de_localização_dos_componentes_da_estrutura_de_defesa_e_ataque.pdf Texto: A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637. In: VI ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Salvador, Bahia, 12-15 de setembro de 2016'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresentação_LEVY_PEREIRA_-_VI_EIHC_-_20160912.pdf Apresentação : A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno. In: DISCUTINDO O FORTE BASS: HISTÓRIA - ARQUEOLOGIA - RESTAURAÇÃO, IPHAN/AL, Maceió, Alagoas, 21 de fevereiro de 2018.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/O_Forte_Bass_na_cartografia_e_na_iconografia_v20180314.pdf O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy &amp;amp; CINTRA, Jorge. '''Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica'''. In: Anais do  3º Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Belo Horizonte, 2016, p. 259-268.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio2016/pdf/23LevyPereira-JorgeCintra_3SBCH.pdf Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Cintra, Jorge &amp;amp; Pereira, Levy - '''A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave'''. In: MATSUURA, Oscar Toshiaki (org): HISTÓRIA DA ASTRONOMIA NO BRASIL (2013). CEPE, Recife (PE), 2014. Volume 1, Capítulo 5, Parte 2, p. 195-226.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://site.mast.br/pdf_volume_1/astronomia_mapa_marcgrave.pdf A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy &amp;amp; Cintra, Jorge - '''Eratosthenes Pernambucensis'''. In: 2º. Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Tiradentes, MG, 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Pereira&amp;amp;Cintra_Eratosthenes_Pernambucensis.pdf Eratosthenes Pernambucensis]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy; Cintra, Jorge Pimentel: '''A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave'''. In: V Simpósio Luso Brasileiro de Cartografia Histórica. Petrópolis, RJ, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cartografia.org.br/vslbch/trabalhos/73/88/a-precisao-e-a-longitude-de-origem-do-mapa-brasilia-qua-parte-paret-belgis-de-georg-marcgrave-re_1380223318.pdf A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''A Nota Técnica do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/NotaTecnica.pdf Nota Tecnica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A iconografia e a cartografia do Forte Maurício'''. In: 1º Fórum de Arqueologia em Alagoas: Período Ibérico-Holandês. Penedo, AL, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/iconografia_Forte_Maurício.pdf A iconografia e a cartografia do Forte Maurício]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave'''. Palestra no MUSEU CÂMARA CASCUDO/UFRN, Natal, RN, 22/04/2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PRESENÇA_INDÍGENA.pdf Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Spencer, Walner Barros; Pereira, Levy: '''Margrave - Trilhas e caminhos do Rio Grande'''. In: ANAIS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Mneme – Revista de Humanidades, UFRN, Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out, 2008, ISSN 1518-3394.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/MARGRAVE_-_TRILHAS_E_CAMINHOS_COLONIAIS_DO_RIO_GRANDE.pdf MARGRAVE - TRILHAS E CAMINHOS DO RIO GRANDE]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - ''' ''O CAMINHO DO CONDE'' no mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/caminhocondev20130122.pdf O Caminho do Conde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''O caminho ''GOUVENEURS PAT'' do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/GOUVENEURSPAT.pdf GOUVENEURS PAT]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: '''O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês'''. In: I SIMPÓSIO INTERNACIONAL  ARQUEOLOGIA DE ENGENHOS e I SEMINÁRIO ARQUEOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL DE PERNAMBUCO. Recife: UFPE, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Levy_georreferenciamento.pdf O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
== Outros conteúdos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Inventário de entes georreferenciados do mapa Brasilia Qua Parte Paret Belgis de Georg Marcgrave]]. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Imagens e vídeos - Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O autor ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* contato com Levy Pereira:&lt;br /&gt;
[[Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira</id>
		<title>Coleção Levy Pereira</title>
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				<updated>2025-12-10T15:53:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coleção '''[[Levy Pereira]]''' tem como tema o '''Brasil Neerlandês (1630–1654)''' e disponibiliza:.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*  georreferenciamentos de seus mapas históricos, com hiperlinks para verbetes de todos os seus topônimos e entes cartográficos;&lt;br /&gt;
*  um conjunto de textos, de autoria própria ou elaborados em parceria;&lt;br /&gt;
*  vídeos, apresentações de slides e mapas digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Brasilia_sub_Regimine_Batavorum.png|700px|Brasilia sub Regimine Batavorum]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Arquivos de apresentação dos conjuntos da Coleção (PPTs - Power Point)==&lt;br /&gt;
*Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo05.ppsm Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - Visao Geral das Pastas - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo04.ppsm VISÃO GERAL DAS PASTAS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo01-1.ppsm BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS TABULA]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo03.ppsm Mapas Complementares]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo02.ppsm ESTUDOS E LEVANTAMENTOS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Verbetes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:bqppb.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:mbu.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Arquivos de Informação Geográfica (KML) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GEORREFERENCIAMENTO DO MAPA DO BRASIL NEERLANDÊS DE GEORG MARCGRAVE, o ''BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS''''':&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[https://drive.usercontent.google.com/u/0/uc?id=13RxJ6tKPjQmt42ld0ijjXv0YnOHudUVm&amp;amp;export=download Download do arquivo no formato “kml” do Google Earth] '''(edição 2.0 de 16/05/2025, revista e ampliada)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Basta baixar e executar o arquivo no Google Earth para visualizar os entes cartográficos e acessar os respectivos verbetes, junto às suas referências bibliográficas e iconográficas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia / Iconografia - Coleção Levy Pereira ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira]].'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Textos &amp;amp; Apresentações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640'''. [Palestra no] Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte - IHGRN, Natal, RN, 7/3/2019. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2019.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_v20190219.pdf O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640 ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,_Levy._Sintese_histórica_de_Porto_Calvo_durante_o_Domínio_Holandês_v20170328.pdf Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637 ― subsídios para pesquisas de localização dos componentes da estrutura de defesa e ataque'''. In: Anais Eletrônicos do 6. Encontro Internacional de História Colonial: mundos coloniais comparados: poder, fronteiras e identidades. Salvador: EDUNEB, 2017. p. 1041-1061.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,Levy.A_cartografia_e_a_iconografia_da_batalha_do_Comandatuba_e_do_cerco_de_Porto_Calvo_em_1637_-_subsídios_para_pesquisas_de_localização_dos_componentes_da_estrutura_de_defesa_e_ataque.pdf Texto: A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637. In: VI ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Salvador, Bahia, 12-15 de setembro de 2016'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresentação_LEVY_PEREIRA_-_VI_EIHC_-_20160912.pdf Apresentação : A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno. In: DISCUTINDO O FORTE BASS: HISTÓRIA - ARQUEOLOGIA - RESTAURAÇÃO, IPHAN/AL, Maceió, Alagoas, 21 de fevereiro de 2018.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/O_Forte_Bass_na_cartografia_e_na_iconografia_v20180314.pdf O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy &amp;amp; CINTRA, Jorge. '''Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica'''. In: Anais do  3º Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Belo Horizonte, 2016, p. 259-268.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio2016/pdf/23LevyPereira-JorgeCintra_3SBCH.pdf Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Cintra, Jorge &amp;amp; Pereira, Levy - '''A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave'''. In: MATSUURA, Oscar Toshiaki (org): HISTÓRIA DA ASTRONOMIA NO BRASIL (2013). CEPE, Recife (PE), 2014. Volume 1, Capítulo 5, Parte 2, p. 195-226.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://site.mast.br/pdf_volume_1/astronomia_mapa_marcgrave.pdf A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy &amp;amp; Cintra, Jorge - '''Eratosthenes Pernambucensis'''. In: 2º. Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Tiradentes, MG, 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Pereira&amp;amp;Cintra_Eratosthenes_Pernambucensis.pdf Eratosthenes Pernambucensis]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy; Cintra, Jorge Pimentel: '''A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave'''. In: V Simpósio Luso Brasileiro de Cartografia Histórica. Petrópolis, RJ, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cartografia.org.br/vslbch/trabalhos/73/88/a-precisao-e-a-longitude-de-origem-do-mapa-brasilia-qua-parte-paret-belgis-de-georg-marcgrave-re_1380223318.pdf A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''A Nota Técnica do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/NotaTecnica.pdf Nota Tecnica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A iconografia e a cartografia do Forte Maurício'''. In: 1º Fórum de Arqueologia em Alagoas: Período Ibérico-Holandês. Penedo, AL, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/iconografia_Forte_Maurício.pdf A iconografia e a cartografia do Forte Maurício]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave'''. Palestra no MUSEU CÂMARA CASCUDO/UFRN, Natal, RN, 22/04/2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PRESENÇA_INDÍGENA.pdf Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Spencer, Walner Barros; Pereira, Levy: '''Margrave - Trilhas e caminhos do Rio Grande'''. In: ANAIS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Mneme – Revista de Humanidades, UFRN, Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out, 2008, ISSN 1518-3394.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/MARGRAVE_-_TRILHAS_E_CAMINHOS_COLONIAIS_DO_RIO_GRANDE.pdf MARGRAVE - TRILHAS E CAMINHOS DO RIO GRANDE]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - ''' ''O CAMINHO DO CONDE'' no mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/caminhocondev20130122.pdf O Caminho do Conde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''O caminho ''GOUVENEURS PAT'' do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/GOUVENEURSPAT.pdf GOUVENEURS PAT]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: '''O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês'''. In: I SIMPÓSIO INTERNACIONAL  ARQUEOLOGIA DE ENGENHOS e I SEMINÁRIO ARQUEOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL DE PERNAMBUCO. Recife: UFPE, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Levy_georreferenciamento.pdf O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
== Outros conteúdos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Inventário de entes georreferenciados do mapa Brasilia Qua Parte Paret Belgis de Georg Marcgrave]]. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Imagens e vídeos - Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O autor ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* contato com Levy Pereira:&lt;br /&gt;
[[Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira</id>
		<title>Coleção Levy Pereira</title>
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				<updated>2025-12-04T18:10:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coleção '''[[Levy Pereira]]''' reune um conjunto de textos e mapas históricos georreferenciados do Brasil Holandês, de sua autoria ou em parcerias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É formada também por vídeos, apresentações de slides e mapas digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Brasilia_sub_Regimine_Batavorum.png|700px|Brasilia sub Regimine Batavorum]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Arquivos de apresentação dos conjuntos da Coleção (PPTs - Power Point)==&lt;br /&gt;
*Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo05.ppsm Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - Visao Geral das Pastas - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo04.ppsm VISÃO GERAL DAS PASTAS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo01-1.ppsm BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS TABULA]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo03.ppsm Mapas Complementares]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo02.ppsm ESTUDOS E LEVANTAMENTOS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Verbetes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:bqppb.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:mbu.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Arquivos de Informação Geográfica (KML) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GEORREFERENCIAMENTO DO MAPA DO BRASIL NEERLANDÊS DE GEORG MARCGRAVE, o ''BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS''''':&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[https://drive.usercontent.google.com/u/0/uc?id=13RxJ6tKPjQmt42ld0ijjXv0YnOHudUVm&amp;amp;export=download Download do arquivo no formato “kml” do Google Earth] '''(edição 2.0 de 16/05/2025, revista e ampliada)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Basta baixar e executar o arquivo no Google Earth para visualizar os entes cartográficos e acessar os respectivos verbetes, junto às suas referências bibliográficas e iconográficas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia / Iconografia - Coleção Levy Pereira ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''[[BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira]].'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Textos &amp;amp; Apresentações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640'''. [Palestra no] Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte - IHGRN, Natal, RN, 7/3/2019. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2019.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_v20190219.pdf O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640 ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,_Levy._Sintese_histórica_de_Porto_Calvo_durante_o_Domínio_Holandês_v20170328.pdf Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637 ― subsídios para pesquisas de localização dos componentes da estrutura de defesa e ataque'''. In: Anais Eletrônicos do 6. Encontro Internacional de História Colonial: mundos coloniais comparados: poder, fronteiras e identidades. Salvador: EDUNEB, 2017. p. 1041-1061.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,Levy.A_cartografia_e_a_iconografia_da_batalha_do_Comandatuba_e_do_cerco_de_Porto_Calvo_em_1637_-_subsídios_para_pesquisas_de_localização_dos_componentes_da_estrutura_de_defesa_e_ataque.pdf Texto: A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637. In: VI ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Salvador, Bahia, 12-15 de setembro de 2016'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresentação_LEVY_PEREIRA_-_VI_EIHC_-_20160912.pdf Apresentação : A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno. In: DISCUTINDO O FORTE BASS: HISTÓRIA - ARQUEOLOGIA - RESTAURAÇÃO, IPHAN/AL, Maceió, Alagoas, 21 de fevereiro de 2018.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/O_Forte_Bass_na_cartografia_e_na_iconografia_v20180314.pdf O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy &amp;amp; CINTRA, Jorge. '''Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica'''. In: Anais do  3º Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Belo Horizonte, 2016, p. 259-268.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio2016/pdf/23LevyPereira-JorgeCintra_3SBCH.pdf Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Cintra, Jorge &amp;amp; Pereira, Levy - '''A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave'''. In: MATSUURA, Oscar Toshiaki (org): HISTÓRIA DA ASTRONOMIA NO BRASIL (2013). CEPE, Recife (PE), 2014. Volume 1, Capítulo 5, Parte 2, p. 195-226.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://site.mast.br/pdf_volume_1/astronomia_mapa_marcgrave.pdf A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy &amp;amp; Cintra, Jorge - '''Eratosthenes Pernambucensis'''. In: 2º. Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Tiradentes, MG, 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Pereira&amp;amp;Cintra_Eratosthenes_Pernambucensis.pdf Eratosthenes Pernambucensis]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy; Cintra, Jorge Pimentel: '''A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave'''. In: V Simpósio Luso Brasileiro de Cartografia Histórica. Petrópolis, RJ, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cartografia.org.br/vslbch/trabalhos/73/88/a-precisao-e-a-longitude-de-origem-do-mapa-brasilia-qua-parte-paret-belgis-de-georg-marcgrave-re_1380223318.pdf A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''A Nota Técnica do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/NotaTecnica.pdf Nota Tecnica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A iconografia e a cartografia do Forte Maurício'''. In: 1º Fórum de Arqueologia em Alagoas: Período Ibérico-Holandês. Penedo, AL, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/iconografia_Forte_Maurício.pdf A iconografia e a cartografia do Forte Maurício]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave'''. Palestra no MUSEU CÂMARA CASCUDO/UFRN, Natal, RN, 22/04/2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PRESENÇA_INDÍGENA.pdf Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Spencer, Walner Barros; Pereira, Levy: '''Margrave - Trilhas e caminhos do Rio Grande'''. In: ANAIS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Mneme – Revista de Humanidades, UFRN, Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out, 2008, ISSN 1518-3394.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/MARGRAVE_-_TRILHAS_E_CAMINHOS_COLONIAIS_DO_RIO_GRANDE.pdf MARGRAVE - TRILHAS E CAMINHOS DO RIO GRANDE]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - ''' ''O CAMINHO DO CONDE'' no mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/caminhocondev20130122.pdf O Caminho do Conde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''O caminho ''GOUVENEURS PAT'' do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/GOUVENEURSPAT.pdf GOUVENEURS PAT]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: '''O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês'''. In: I SIMPÓSIO INTERNACIONAL  ARQUEOLOGIA DE ENGENHOS e I SEMINÁRIO ARQUEOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL DE PERNAMBUCO. Recife: UFPE, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Levy_georreferenciamento.pdf O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
== Outros conteúdos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Inventário de entes georreferenciados do mapa Brasilia Qua Parte Paret Belgis de Georg Marcgrave]]. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Imagens e vídeos - Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O autor ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* contato com Levy Pereira:&lt;br /&gt;
[[Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Atlas_Harvard</id>
		<title>Atlas Harvard</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Atlas_Harvard"/>
				<updated>2025-09-16T21:41:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Atlas Harvard====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maço documental do acervo da Biblioteca de Harvard (Harvard Library), composto por nove mapas manuscritos elaborados a partir de um mapa protótipo com delineamento atribuído a Georg Marggraf ''circa'' 1943.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses mapas representam entes cartográficos no território das Capitanias e as Câmaras do Brasil Neerlandês, de forma semelhante aos mapas impressos publicados pela Editora Blaeu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Mapa mural ''Brasilia qua parte paret Belgis'' [[(Margrave, 1647 BQPPB)]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Mapas das PRÆFEITURÆ (Capitanias) no ''História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil'' [[(Barléu, 1647)]] e no [[Atlas Maior]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DETALHES DA FICHA DE CATÁLOGO DO MAÇO NA BIBLIOTECA DE HARVARD:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Título''' [dado pelo catalogador]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[De Capitanie van Rio Grande, Paraíba, Itamaraca, Paranambuca, Camera de Ciriânhaija in de Capitanie Paranambuca, Camera de Porto Calvo in de Capitanie Paranambuca, Camera d'Alagoas in de Capitanie Paranambuca, De Capitanie Ciriji / Rio St. Francisco].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Publicado''' – [1643?].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Autor / Criador''' – Marggraf, Georg, 1610-1644.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Descrição:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escala varia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área de cobertura: (O 39°21'00&amp;quot;-O 34°30'00&amp;quot;/S 5°32'00&amp;quot;-S 13°09'00&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapas manuscritos em 9 folhas: coloridos à mão; folhas de 54 x 64 cm ou menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relevo mostrado pictoricamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caneta e tinta, aquarela sobre papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Resumo:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostra estradas, assentamentos nativos, plantações, engenhos de açúcar, igrejas, fortes, portos, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Linguagem''' – Holandês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapas manuscritos, possivelmente copiados dos levantamentos da colônia holandesa no Brasil feitos por Georg Marggraf, que posteriormente foram impressos no mapa mural  ''Brasília qua parte paret Belgis/ Iohannes Mauritius... hanc omnium quae ante hac fuêrunt novissimam et accuratissimam Brasiliae Belgicae tabulam singulari cura suis sumtibu, deliniari et anno d. MDCXLIV na Bélgica redux sculpi perficique curavit anno MDCLXVI. Brasiliae Geographica &amp;amp; Hydrographica tabula nova... quam propriis observeibus ac dimensionibus diuturna peregrinatione a se habitis, fundamentaliter superstruebat &amp;amp; delineabat Georgius Marggraphius germanus, anno Christi 1643.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparece em: ''Casparis Barlaei rerum per octennium in Brasília et alibi nuper gestarum sub praefectura illustrissimi comitis I. Mauritii... historia''. Amsterdã: Ioannis Blaeu, 1647.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra versão dos mapas manuscritos aparece em: ''Atlas major''. Amsterdã: Blaeu, 1662. (V. 11, mapas n.º 18-21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conteúdo:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [1] ''De Capitanie van Rio Grande'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [2] ''De Capitanie van Paraiba'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [3] ''Western deel van de Capitanie van Paraiba'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [4] ''De Capitanie van Itamaraca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [5] ''Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [6] ''Camera de Ciriânhaija in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [7] ''Camera de Porto Calvo in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [8] ''Camera D'Alagoas in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [9] ''De Capitanie Ciriji / Rio St. Francisco''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DISPONÍVEL em'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hollis.harvard.edu/primo-explore/fulldisplay?docid=01HVD_ALMA212158330290003941&amp;amp;context=L&amp;amp;vid=HVD2&amp;amp;lang=en_US&amp;amp;search_scope=default_scope&amp;amp;adaptor=Local%20Search%20Engine&amp;amp;tab=everything&amp;amp;query=lsr38,exact,Harvard%20Map%20Collection%20digital%20maps.%20Brazil,%20Northeast,AND&amp;amp;sortby=rank&amp;amp;mode=advanced.&lt;br /&gt;
Acesso em 26/8/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{citacao1}} Levy Pereira{{citacao2}}PEREIRA, Levy{{citacao3}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=(Margrave,_1647_BQPPB)</id>
		<title>(Margrave, 1647 BQPPB)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARGGRAPHIUS, Georgius: [mapa] '''Brasilia qua parte paret Belgis'''. Amstæledami: Ex Officina Ioannis Blaev, [cIɔ Iɔ c XLVII], 1647. Technische Universität Darmstadt (ULB 03051_480), Darmstadt, Alemanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Visualização/Download: [https://tudigit.ulb.tu-darmstadt.de/trefferliste/detailseite?tx_dlf%5Bdouble%5D=0&amp;amp;tx_dlf%5Bid%5D=3640&amp;amp;tx_dlf%5Bpage%5D=1&amp;amp;tx_dlf%5Bpagegrid%5D=0&amp;amp;cHash=b1c8fdd359f8a3984e8a23f82e9cc79c [Brasilia qua parte paret Belgis @ Universitäts- und Landesbibliothek - ULB / TUD].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
[[Category:Biblioteca]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira</id>
		<title>Coleção Levy Pereira</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira"/>
				<updated>2025-06-04T16:20:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Coleção '''[[Levy Pereira]]''' reune um conjunto de textos e mapas históricos georreferenciados do Brasil Holandês, de sua autoria ou em parcerias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É formada também por vídeos, apresentações de slides e mapas digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Brasilia_sub_Regimine_Batavorum.png|700px|Brasilia sub Regimine Batavorum]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Arquivos de apresentação dos conjuntos da Coleção (PPTs - Power Point)==&lt;br /&gt;
*Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo05.ppsm Introdução ao Georreferenciamento do BQPPB]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - Visao Geral das Pastas - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo04.ppsm VISÃO GERAL DAS PASTAS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo01-1.ppsm BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS TABULA]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo03.ppsm Mapas Complementares]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Estrutura do Georreferenciamento do BQPPB no Google Earth - [http://lhs.unb.br/wiki_files/arquivo02.ppsm ESTUDOS E LEVANTAMENTOS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Verbetes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:bqppb.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:mbu.png|link=LISTA dos TOPÔNIMOS DO mapa MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ (verbetes)|Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Textos &amp;amp; Apresentações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640'''. [Palestra no] Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte - IHGRN, Natal, RN, 7/3/2019. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2019.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_v20190219.pdf O Porto do Touro, local do desembarque das tropas de Luiz Barbalho em 1640 ]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,_Levy._Sintese_histórica_de_Porto_Calvo_durante_o_Domínio_Holandês_v20170328.pdf Síntese histórica de Porto Calvo durante o Domínio Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy. '''A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637 ― subsídios para pesquisas de localização dos componentes da estrutura de defesa e ataque'''. In: Anais Eletrônicos do 6. Encontro Internacional de História Colonial: mundos coloniais comparados: poder, fronteiras e identidades. Salvador: EDUNEB, 2017. p. 1041-1061.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PEREIRA,Levy.A_cartografia_e_a_iconografia_da_batalha_do_Comandatuba_e_do_cerco_de_Porto_Calvo_em_1637_-_subsídios_para_pesquisas_de_localização_dos_componentes_da_estrutura_de_defesa_e_ataque.pdf Texto: A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637. In: VI ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Salvador, Bahia, 12-15 de setembro de 2016'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Apresentação_LEVY_PEREIRA_-_VI_EIHC_-_20160912.pdf Apresentação : A cartografia e a iconografia da BATALHA DO COMANDATUBA e do CERCO DE PORTO CALVO em 1637]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno. In: DISCUTINDO O FORTE BASS: HISTÓRIA - ARQUEOLOGIA - RESTAURAÇÃO, IPHAN/AL, Maceió, Alagoas, 21 de fevereiro de 2018.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/O_Forte_Bass_na_cartografia_e_na_iconografia_v20180314.pdf O Forte Bass na cartografia e na iconografia - aspectos relevantes e o seu entorno]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: PEREIRA, Levy &amp;amp; CINTRA, Jorge. '''Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica'''. In: Anais do  3º Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Belo Horizonte, 2016, p. 259-268.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio2016/pdf/23LevyPereira-JorgeCintra_3SBCH.pdf Técnicas para o estudo da dinâmica toponímica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Cintra, Jorge &amp;amp; Pereira, Levy - '''A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave'''. In: MATSUURA, Oscar Toshiaki (org): HISTÓRIA DA ASTRONOMIA NO BRASIL (2013). CEPE, Recife (PE), 2014. Volume 1, Capítulo 5, Parte 2, p. 195-226.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://site.mast.br/pdf_volume_1/astronomia_mapa_marcgrave.pdf A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy &amp;amp; Cintra, Jorge - '''Eratosthenes Pernambucensis'''. In: 2º. Simpósio Brasileiro de Cartografia Histórica. Tiradentes, MG, 2014.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Pereira&amp;amp;Cintra_Eratosthenes_Pernambucensis.pdf Eratosthenes Pernambucensis]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy; Cintra, Jorge Pimentel: '''A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave'''. In: V Simpósio Luso Brasileiro de Cartografia Histórica. Petrópolis, RJ, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.cartografia.org.br/vslbch/trabalhos/73/88/a-precisao-e-a-longitude-de-origem-do-mapa-brasilia-qua-parte-paret-belgis-de-georg-marcgrave-re_1380223318.pdf A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''A Nota Técnica do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/NotaTecnica.pdf Nota Tecnica]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: Pereira, Levy. '''A iconografia e a cartografia do Forte Maurício'''. In: 1º Fórum de Arqueologia em Alagoas: Período Ibérico-Holandês. Penedo, AL, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/iconografia_Forte_Maurício.pdf A iconografia e a cartografia do Forte Maurício]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave'''. Palestra no MUSEU CÂMARA CASCUDO/UFRN, Natal, RN, 22/04/2010.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/PRESENÇA_INDÍGENA.pdf Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Spencer, Walner Barros; Pereira, Levy: '''Margrave - Trilhas e caminhos do Rio Grande'''. In: ANAIS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL, Mneme – Revista de Humanidades, UFRN, Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out, 2008, ISSN 1518-3394.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/MARGRAVE_-_TRILHAS_E_CAMINHOS_COLONIAIS_DO_RIO_GRANDE.pdf MARGRAVE - TRILHAS E CAMINHOS DO RIO GRANDE]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - ''' ''O CAMINHO DO CONDE'' no mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/caminhocondev20130122.pdf O Caminho do Conde]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Texto: Pereira, Levy - '''O caminho ''GOUVENEURS PAT'' do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS'''. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/GOUVENEURSPAT.pdf GOUVENEURS PAT]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação: '''O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês'''. In: I SIMPÓSIO INTERNACIONAL  ARQUEOLOGIA DE ENGENHOS e I SEMINÁRIO ARQUEOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL DE PERNAMBUCO. Recife: UFPE, 2015.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://lhs.unb.br/wiki_files/Levy_georreferenciamento.pdf O georreferenciamento do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS de Georg Marcgrave ― uma ferramenta prática para estudos do Brasil Holandês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Arquivos de Informação Geográfica (KML) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''GEORREFERENCIAMENTO DO MAPA DO BRASIL NEERLANDÊS DE GEORG MARCGRAVE, o ''BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS''''':&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[https://drive.usercontent.google.com/u/0/uc?id=13RxJ6tKPjQmt42ld0ijjXv0YnOHudUVm&amp;amp;export=download Download do arquivo no formato “kml” do Google Earth] '''(edição 2.0 de 16/05/2025, revista e ampliada)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Basta baixar e executar o arquivo no Google Earth para visualizar os entes cartográficos e acessar os respectivos verbetes, junto às suas referências bibliográficas e iconográficas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
== Outros conteúdos ==&lt;br /&gt;
*'''[[BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira]].'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Inventário de entes georreferenciados do mapa Brasilia Qua Parte Paret Belgis de Georg Marcgrave]]. UnB, LEHS, Atlas Digital da América Lusa, 2013.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Imagens e vídeos - Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O autor ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* contato com Levy Pereira:&lt;br /&gt;
[[Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Ponhangi%C3%A1_(rio)</id>
		<title>Ponhangiá (rio)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Ponhangi%C3%A1_(rio)"/>
				<updated>2025-05-23T18:23:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ponhangiá====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio afluente [[m.e.]] do '[[Capiiarĩ mirĩ]]' (Rio Capibaribe Mirim).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' ITÂMARACÂ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Ponhangiá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Rio Gangorra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rio Gangorra possui um afluente chamado Riacho Pangauá (também conhecido como Rio Pangau). Nas margens desse afluente encontra-se o Engenho Pangauá, e a região na foz do Gangorra é conhecida como PANGAUÁ - vide mapa [[IBGE]] Geocódigo 2607653 ITAMBÉ - PE. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citação:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 186:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Capibaribe-mirim, antes da confluência com o Tracunhãem: recebe os afluentes Ponhangiá, Umaruba, Iuquiçipitanga, Guajuna e, pela direita, o Siriji.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BIBLIOGRAFIA_/_ICONOGRAFIA_-_Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira</id>
		<title>BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira</title>
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				<updated>2025-04-26T18:40:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[(4.VEL Y, 1643-1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL Y, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL-695, 1645-1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL-2156, 1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Abreu, 1907)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1612)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1616)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1626/1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albuquerque; Lucena; Walmsley, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Almeida, 1965)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Anônimo, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Anônimo, 1711)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Antonil, 1711)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Apenso nº 6, 1854)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Arciszewski, 1637)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Atlas Harvard]] - (Marcgrave, 1643?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Atlas Maior]] - (Marcgrave, 1662) &amp;amp; (Marcgrave, 1667)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Barbosa, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Barléu, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Baro, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(BAV-Vingboons, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Beck, 1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Blaeu, 1665)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Boogaart; Brienen, 2002)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Boxer, 1957)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Broeck, 1651)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Brommer, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Brommer &amp;amp; Heijer, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Bullestrat, 1642)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cabral de Mello, 2010)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cabral de Mello, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Calado, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1930)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1947)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1955)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1956)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1968)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Castello Branco, 1951)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Carpentier, 1635)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cardim, 1625)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cavalcanti; Cunha, 2006)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cintra; Pereira, 2014)]] A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Coelho, 1654)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Coriolano de Medeiros, 1950)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Costa, 1623)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(D'Ouvilly, 1654-1663)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Daróz, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Dicionário Tupi, 1795)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Diegues Jr, 1949)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Domingues; Moura; Rocha - 1614)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Drewisch, 1631)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Dussen, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Emerenciano, et alii, 2007)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Fernandes, 1912)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Figueiredo, 1625)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Figueredo, 1933)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galindo; Menezes - 2003)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galvão, 1977)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galvão, 2006)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Garcia, 1927)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Geelkercken, 1624)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gerritsz, 1629)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Golijath, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1947)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1954)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1958)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1976)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1981)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1985)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1986)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1993)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Grosselink, 2007)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Guaraná, 1916)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Guedes, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gutlich, 2005)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Hamel; Bullestrate; Bas - 1646)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Haasbroeck, 1968)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Herrera, 1601)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Herckmans, 1639)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(HET EYLANT I. TAMMARICA, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(IAHGP-Vingboons, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Jesus, 1679)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Kok, 2009)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Laet, 1637)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Laet, 1644)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Lobo, 2010)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Lopes, 1999)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Mapa CAPITANIA DE SIARA]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1643?)]] [ATLAS - Harvard Library]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1647 BQPPB)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1658)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Matsuura, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1984)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1989)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1993)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1997)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1998)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 2001)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Melo, 1929)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Melo, 1931)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1612) BPMP]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1612) IHGB]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1615)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
([[Morize, 1900)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Netscher, 1853)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Nieuhof, 1682)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Orazi, 1698)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Papavero &amp;amp; Teixeira, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1878)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1895)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1896)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1900)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1902)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1951)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2010)]] PREFEITURA DO RIO GRANDE - A PRESENÇA INDÍGENA NOS ENTES GEOGRÁFICOS DO MAPA DE GEORGE MARCGRAVE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2010) Georreferenciamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) Caminho do Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) GOUVENEURS PAT]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) Nota Técnica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2014)]] O percurso da expedição em busca das minas de prata no RIO GRANDE holandês em 1650&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2016)]] A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira &amp;amp; Cintra, 2013)]] A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira &amp;amp; Cintra, 2014)]] Eratosthenes Pernambucensis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pires, 1994)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Piso, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Piso, 1658)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Prevost, 1757)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pudsey, circa 1670)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Relação dos Engenhos, 1655)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[RIAHGP]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Richshoffer, 1677)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Salvador, 1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1901)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1904)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1905)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1931)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santa Teresa, 1698)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santana, 2004)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santiago, 2004)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Schott, 1636)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sesmarias RN, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Silva, 2005)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Silva &amp;amp; Silva, 1987)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sousa, 1587)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Southey, 1810)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Souto Maior, 1912)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Spencer &amp;amp; Pereira, 2008)]] Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Stradelli, 1929)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Tavares de Lira, 1921)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Taunay, 1940)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Taunay, 1948)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Teensma, 1997)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Teensma, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2012) CEARÁ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2015)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim &amp;amp; Pereira, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Vainfas, 2008)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Varnhagen, 1872)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Vau de Claye, 1579)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Verdonck, 1630)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Walbeek &amp;amp; Moucheron, 1643)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Wätgen, 1921)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Whitehead, 1987)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Whitehead &amp;amp; Boeseman, 1989)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Zandvliet, 2002)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Zuzarte, 1769?)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<title>ATLAS HARVARD</title>
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				<updated>2025-04-26T18:39:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Levypereira moveu página ATLAS HARVARD para Atlas Harvard: padronização do rótulo do verbete.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Atlas Harvard]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Levypereira moveu página ATLAS HARVARD para Atlas Harvard: padronização do rótulo do verbete.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Atlas Harvard====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maço documental do acervo da Biblioteca de Harvard (Harvard Library), composto por nove mapas manuscritos elaborados a partir de um mapa protótipo com delineamento atribuído a Georg Marggraf circa 1943.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses mapas representam entes cartográficos no território das Capitanias e as Câmaras do Brasil Neerlandês, de forma semelhante aos mapas impressos publicados pela Editora Blaeu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Mapa mural ''Brasilia qua parte paret Belgis'' [[(Margrave, 1647 BQPPB)]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Mapas das PRÆFEITURÆ (Capitanias) no ''História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil'' [[(Barléu, 1647)]] e no [[Atlas Maior]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DETALHES DA FICHA DE CATÁLOGO DO MAÇO NA BIBLIOTECA DE HARVARD:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Título''' [dado pelo catalogador]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[De Capitanie van Rio Grande, Paraíba, Itamaraca, Paranambuca, Camera de Ciriânhaija in de Capitanie Paranambuca, Camera de Porto Calvo in de Capitanie Paranambuca, Camera d'Alagoas in de Capitanie Paranambuca, De Capitanie Ciriji / Rio St. Francisco].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Publicado''' – [1643?].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Autor / Criador''' – Marggraf, Georg, 1610-1644.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Descrição:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escala varia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área de cobertura: (O 39°21'00&amp;quot;-O 34°30'00&amp;quot;/S 5°32'00&amp;quot;-S 13°09'00&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapas manuscritos em 9 folhas: coloridos à mão; folhas de 54 x 64 cm ou menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relevo mostrado pictoricamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caneta e tinta, aquarela sobre papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Resumo:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostra estradas, assentamentos nativos, plantações, engenhos de açúcar, igrejas, fortes, portos, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Linguagem''' – Holandês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapas manuscritos, possivelmente copiados dos levantamentos da colônia holandesa no Brasil feitos por Georg Marggraf, que posteriormente foram impressos no mapa mural  ''Brasília qua parte paret Belgis/ Iohannes Mauritius... hanc omnium quae ante hac fuêrunt novissimam et accuratissimam Brasiliae Belgicae tabulam singulari cura suis sumtibu, deliniari et anno d. MDCXLIV na Bélgica redux sculpi perficique curavit anno MDCLXVI. Brasiliae Geographica &amp;amp; Hydrographica tabula nova... quam propriis observeibus ac dimensionibus diuturna peregrinatione a se habitis, fundamentaliter superstruebat &amp;amp; delineabat Georgius Marggraphius germanus, anno Christi 1643.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparece em: ''Casparis Barlaei rerum per octennium in Brasília et alibi nuper gestarum sub praefectura illustrissimi comitis I. Mauritii... historia''. Amsterdã: Ioannis Blaeu, 1647.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra versão dos mapas manuscritos aparece em: ''Atlas major''. Amsterdã: Blaeu, 1662. (V. 11, mapas n.º 18-21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conteúdo:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [1] ''De Capitanie van Rio Grande'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [2] ''De Capitanie van Paraiba'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [3] ''Western deel van de Capitanie van Paraiba'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [4] ''De Capitanie van Itamaraca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [5] ''Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [6] ''Camera de Ciriânhaija in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [7] ''Camera de Porto Calvo in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [8] ''Camera D'Alagoas in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [9] ''De Capitanie Ciriji / Rio St. Francisco''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DISPONÍVEL em'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hollis.harvard.edu/primo-explore/fulldisplay?docid=01HVD_ALMA212158330290003941&amp;amp;context=L&amp;amp;vid=HVD2&amp;amp;lang=en_US&amp;amp;search_scope=default_scope&amp;amp;adaptor=Local%20Search%20Engine&amp;amp;tab=everything&amp;amp;query=lsr38,exact,Harvard%20Map%20Collection%20digital%20maps.%20Brazil,%20Northeast,AND&amp;amp;sortby=rank&amp;amp;mode=advanced.&lt;br /&gt;
Acesso em 26/8/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{citacao1}} Levy Pereira{{citacao2}}PEREIRA, Levy{{citacao3}}&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Criou página com '{{Levy}}     ====Atlas Harvard====  Maço documental do acervo da Biblioteca de Harvard (Harvard Library), composto por nove mapas manuscritos elaborados a partir de um mapa p...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Atlas Harvard====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maço documental do acervo da Biblioteca de Harvard (Harvard Library), composto por nove mapas manuscritos elaborados a partir de um mapa protótipo com delineamento atribuído a Georg Marggraf circa 1943.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses mapas representam entes cartográficos no território das Capitanias e as Câmaras do Brasil Neerlandês, de forma semelhante aos mapas impressos publicados pela Editora Blaeu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Mapa mural ''Brasilia qua parte paret Belgis'' [[(Margrave, 1647 BQPPB)]];&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Mapas das PRÆFEITURÆ (Capitanias) no ''História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil'' [[(Barléu, 1647)]] e no [[Atlas Maior]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DETALHES DA FICHA DE CATÁLOGO DO MAÇO NA BIBLIOTECA DE HARVARD:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Título''' [dado pelo catalogador]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[De Capitanie van Rio Grande, Paraíba, Itamaraca, Paranambuca, Camera de Ciriânhaija in de Capitanie Paranambuca, Camera de Porto Calvo in de Capitanie Paranambuca, Camera d'Alagoas in de Capitanie Paranambuca, De Capitanie Ciriji / Rio St. Francisco].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Publicado''' – [1643?].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Autor / Criador''' – Marggraf, Georg, 1610-1644.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Descrição:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escala varia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área de cobertura: (O 39°21'00&amp;quot;-O 34°30'00&amp;quot;/S 5°32'00&amp;quot;-S 13°09'00&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapas manuscritos em 9 folhas: coloridos à mão; folhas de 54 x 64 cm ou menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relevo mostrado pictoricamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caneta e tinta, aquarela sobre papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Resumo:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostra estradas, assentamentos nativos, plantações, engenhos de açúcar, igrejas, fortes, portos, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Linguagem''' – Holandês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''* Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapas manuscritos, possivelmente copiados dos levantamentos da colônia holandesa no Brasil feitos por Georg Marggraf, que posteriormente foram impressos no mapa mural  ''Brasília qua parte paret Belgis/ Iohannes Mauritius... hanc omnium quae ante hac fuêrunt novissimam et accuratissimam Brasiliae Belgicae tabulam singulari cura suis sumtibu, deliniari et anno d. MDCXLIV na Bélgica redux sculpi perficique curavit anno MDCLXVI. Brasiliae Geographica &amp;amp; Hydrographica tabula nova... quam propriis observeibus ac dimensionibus diuturna peregrinatione a se habitis, fundamentaliter superstruebat &amp;amp; delineabat Georgius Marggraphius germanus, anno Christi 1643.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aparece em: ''Casparis Barlaei rerum per octennium in Brasília et alibi nuper gestarum sub praefectura illustrissimi comitis I. Mauritii... historia''. Amsterdã: Ioannis Blaeu, 1647.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra versão dos mapas manuscritos aparece em: ''Atlas major''. Amsterdã: Blaeu, 1662. (V. 11, mapas n.º 18-21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conteúdo:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [1] ''De Capitanie van Rio Grande'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [2] ''De Capitanie van Paraiba'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [3] ''Western deel van de Capitanie van Paraiba'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [4] ''De Capitanie van Itamaraca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [5] ''Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [6] ''Camera de Ciriânhaija in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [7] ''Camera de Porto Calvo in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [8] ''Camera D'Alagoas in de Capitanie Paranambuca'';&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
♦ folha [9] ''De Capitanie Ciriji / Rio St. Francisco''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DISPONÍVEL em'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hollis.harvard.edu/primo-explore/fulldisplay?docid=01HVD_ALMA212158330290003941&amp;amp;context=L&amp;amp;vid=HVD2&amp;amp;lang=en_US&amp;amp;search_scope=default_scope&amp;amp;adaptor=Local%20Search%20Engine&amp;amp;tab=everything&amp;amp;query=lsr38,exact,Harvard%20Map%20Collection%20digital%20maps.%20Brazil,%20Northeast,AND&amp;amp;sortby=rank&amp;amp;mode=advanced.&lt;br /&gt;
Acesso em 26/8/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{citacao1}} Levy Pereira{{citacao2}}PEREIRA, Levy{{citacao3}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Criou página com '{{Levy}}     ====Atlas Maior====  O Atlas Maior é a obra mais completa de Joan Blaeu, cuja primeira edição, publicada em latim, data de 1662, e é composta por 11 volumes. ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Atlas Maior====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Atlas Maior é a obra mais completa de Joan Blaeu, cuja primeira edição, publicada em latim, data de 1662, e é composta por 11 volumes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Edições subsequentes foram lançadas em francês, holandês, espanhol e alemão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''No Atlas constam os seguintes mapas de Georg Marcgrave:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Edição de 1662 (em latim) - '''(Marcgrave, 1662)''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARCGRAVE, Georg. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] ''PRÆFECTURÆ DE CIRîIĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma''. Fólio pós página 241, [map. 16 V-3890 (anotação a lápis), imagem 141].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] ''PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRAEFECTURA de ITÂMARACÂ''. Fólio pós página 243, [map. 17 V-3891 (anotação a lápis), imagem 143].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] ''PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS''. Fólio pós página 245, [map. 18 V-3892 (anotação a lápis), imagem 145].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] ''PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE''. Fólio pós página 247, [map. 19 V-3893 (anotação a lápis), imagem 147].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: BLAEU, Joannes. America, quae est Geographiæ Blavianæ:Pars Quinta, Liber Unus, Volumen Undecimum. Amstelædami : Labore &amp;amp; Sumptibus Ioannis Blaeu, 1662. Biblioteca Nacional de España, signatura GMG/1121, pid bdh0000001867.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disponíveis em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://bdh.bne.es/bnesearch/detalle/bdh0000001867&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso em 10/8/2020.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► Edição do Atlas Maior de 1667 (em francês) - '''(Marcgrave, 1667)''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARCGRAVE, Georg. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] PRÆFECTURÆ DE CIRîIĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma. Fólio pós página 259, imagem 165.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS. Fólio pós página 263, imagem 169.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRAEFECTURA de ITÂMARACÂ. Fólio pós página 261, imagem 167.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
❋ [mapa] PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE. Fólio pós página 263, imagem 171.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: BLAEU, Joannes. ''Douziéme Volume de la Geographie Blaviane [Atlas Maior], contenant l'Amerique qui est la V. partie de la Terre'''''Texto em negrito'''. A Amsterdam : Chez Jean Blaeu, 1667. Biblioteca Nacional de España, signatura GMG-272, pid bdh0000001443.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disponíveis em&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://bdh.bne.es/bnesearch/detalle/bdh0000001443&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acesso em 10/8/2020. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{citacao1}} Levy Pereira{{citacao2}}PEREIRA, Levy{{citacao3}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=B._de_Pabu</id>
		<title>B. de Pabu</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====B. de Pabu====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''''B. de Pabu o∫t Marte Tyßen'''' no [[MBU]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baía ou enseada no extremo norte da parte da 'Capitania de Rio Grande' mapeada no [[BQPPB]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' baía.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' RIO GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Baia de Cabu; B. de Pabu o∫t Marte Tyßen; B. de Paboe aƒt de Marten Tysea; ginapabo; Genepaboe; Genipaboe; Jenipabou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os neerlandeses batizaram essa baía com o nome do almirante Marten Thijsz, comandante do  do navio ''Vereenighde Provintien''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Enseada de Genipabu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Etimologia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pabu'' possivelmente é termo tupi, e o nome atual, Genipabu, pode estabelecer a associação com a jeniparandiba, aliás jeniparanduba pelos portugueses,  a árvore conhecida como jenipapeiro, cujo fruto é o jenipapo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Margrave, 1648)]], pg. 109 descreve a japarandiba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1968)]], pg. 97:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;JENIPABU: — Praia e povoação em Ceará Mirim. De ''jenipab-u'', — comer jenipapo, onde se come jenipapo.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE, representada, sem nome, na barra do 'R. ZiԐra mirim'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-51 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen Rio Jan desta en cabo Roques, plotado como 'Bª. ginapabo:'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nota:''' nesse mapa o topônimo dessa enseada está escrito na enseada ao sul da enseada onde está representada a barra do  'Rº Sira Mirm:', e que tem a barra de um rio com uma grande lagoa, presumivelmente o Rio Doce (ou Rio da Redinha, ou Rio 'Guaiaĩ' do [[BQPPB]]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A foz do Rio Ceará Mirim, conhecida como Barra do Rio, situa-se efetivamente na Praia de Genipabu, na Enseada de Genipabu, que está sem nome nesse mapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE-RG [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIE DI SEARÁ E RIO GRANDE, plotada, 'B. de Paboe aƒt de Marten Tysea', entre 'R. Grande' e 'B. de dº. Martyns'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Laet, 1637)]], pg. 148, &amp;quot;Cursos de Permambuco ao norte até Genipabu&amp;quot;, do almirante Marten Thijsz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Rio Grande fica a 5 graus e 42 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estando-se perto da costa do Rio Grande, o curso à Baia de Genipabu é a nor-noroeste. Uma pequena légua ao sul desta baía estende-se um recife, mas não muiito longe. Depois de o ter passado, a baía é ampla e bastante limpa para bordejar com navios grandes, mas não é muito profunda. Na baía há bom ancoradouro, de areia fina em certos lugares e de argila em outros. Com navios grandes é possível navegar sobre 8 e 9 braçasdas um quarto de légua fora da costa; e com os ligeiros sobre 5 e 6 braçadas aproximadamente um tiro de mosquete fora da costa.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 236:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O mapa de Marcgrave termina no RIO GRANDE do norte, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último topônimo é B de Cabu ou enseada de Genipabu, que Johannes de Laet chamava Genepaboe. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a extrema setentrional na cartografia de Marcgrave.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 250:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Depois do Potiji-ou-Rio Grande há um ponto e uma enseada. O derradeiro topônimo aparece: B de Cabu. É a enseada de Genipabú, citadíssima na documentaria da época. Nesta enseada está uma pincelada, do mar para o branco da costa, sem que se saiba se é uma foz ou um esteiro. Deve ser a barra do Ceará-Mirim, cujo curso o mapa não regista nem mesmo do curto riscão do alto do traço na praia. Fica a quinze quilômetros ao norte do Natal. É o limite da informação geográfica de Marcgrave na rota do setentrião.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 271:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Laet fala em Rio Grande, Siará (embocadura do rio Ceará-Mirim) tendo, de permeio, a baía de Jenipabou, que chamara Genipaboe nos &amp;quot;Anais&amp;quot;, a Genipabu atual, ...&amp;quot;., que chamara Genipaboe nos &amp;quot;Anais&amp;quot;, a Genipabu atual, ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=R._%E2%88%82._Taar%CE%AD%C6%90</id>
		<title>R. ∂. TaarέƐ</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====R. ∂. TaarέƐ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riacho afluente da [[m.e.]] do rio 'Nhúm∂iàǐ' ([[Nhumdiáĩ (rio)]]), a montante do rio 'Úrugúàgúaçú' ([[Vruguaguacu]]). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' DE CAPITANIE VAN RIO GRANDE / [[(Margrave, 1643?)]] ATLAS - Harvard Library.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' RIO GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jurisdição:''' CAPITANIE VAN RIO GRANDE, Freguesia (Distrito) de ''Potigi'' (Potengi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' R. ∂. TaarέƐ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ente geográfico omitido nos mapas de Marcgrave impressos pela Editora Blaeu e suas cópias por outros editores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citação:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapas: [[(Margrave, 1647 BQPPB)]] &amp;amp;  [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]], plotado sem nome, afluente [[m.e.]] do [[Nhumdiáĩ (rio)]], a montante do rio [[Vruguaguacu]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nota:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE - CAPITANIA DE PARAYBA não plota esse riacho, e denomina o rio Jundiaí de 'Rº. ∂a MarƐƐs'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra versão desse mapa manuscrito, o mapa [[(BAV-Vingboons, 1640)]] Reg.Lat.2106 f.035 CAPITANIA DE RIO GRANDE plota o rio Jundiaí e omite esse riacho exatamente da mesma maneira, o que indica ter havido um rio ou riacho com essa denominação na bacia do rio Jundiaí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mapa DE CAPITANIE VAN RIO GRANDE tem alta probabilidade de plotar o riacho e registrar o seu topônimo corretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=P%C2%AA_de_Mello</id>
		<title>Pª de Mello</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pª de Mello&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' ponta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' Rio Grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ponta entre 'R. Wavrin' (Rio das Conchas) e 'Pª de Mel.' (Ponta do Cristovão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Pª de Mello; Pª. ∂Ԑ MԐll; Pª do mel; Pº: ∂e mel; Porto do Mello; Punta do mel; Cucaratuba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual: ''' Ponta do Mel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Citações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG-N [[(Albernaz, 1612)]], plotada  'Pª do mel', na barra de um rio no 'OCEANO MERIDIONAL' (Oceano Atlântico), entre  'R: Iquejug.' e 'C. de Cabatiguape' (Ponta do Cristovão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: efetivamente não há rio desembocando nessa ponta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #53 CAPITANIA DO ZIERA, plotada, 'Pª. ∂Ԑ MԐll.', entre 'Wariu.' (Rio das Conchas) e 'ß. Camoneses' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-57 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen de Bay Caysay en ponto abaron, plotado, 'Pº: ∂e mel:', entre 'Warÿú:' (Rio das Conchas) e 'ß: Kananeres:' (Baia de Areia Branca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE-RG [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIE DI SEARÁ E RIO GRANDE, plotado, 'Porto do Mello', entre 'Wairu' (Rio das Conchas) e 'B. Camoneses' (Baia de Areia Branca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Prevost, 1757)]], pg. 242:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Figueredo compte deux lieues des Salines à Maretuba, Baie très spacieuse, qui reçoit la Mer par quatre entrées, &amp;amp; d'où la Côte commence à s'élever jusqu'à la Pointe qu'il nomme Punta do mel, devant laquelle sort un Torrent nommé Guararahu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ils ajoutent que Punta do mel se nomme Cucaratuba parmi les Indiens; qu'à deux lieues de Guararahu, sort la Riviere d'Uquiaguara, &amp;amp; huit lieues plus loin celle de Hupanema; ...''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 271-272:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A costa se torna mais alta e verde, com pequenos arbustos, até a ponta que chamam Ponta do Mel (município de Areia Branca, a 4o, 57', 13'' de latitude Sul, por 36°, 53', 20'', de longitude Oeste, Greenwich), aupres de lequelle sort un torrent salé dit Guararahu.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 272:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''... mas Laet, fiado em Figueiredo, coloca o rio Assu perto da Ponta do Mel e lhe dá o nome seiscentista de Guararahug. Sabe-se então a denominação tupi na Ponta do Mel. É Cucaratuba.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=B._Itiobova</id>
		<title>B. Itiobova</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
B. Itiobova&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' baía&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' [[Siara]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sem nome no [[MBU]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baía entre 'Pa. de Albaroen (Ponta Grossa ou Ponta de Ubarana) e 'Rio Sira Salina' (Rio Mossoró).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' B. Itiobova; Abatigua; B Itiobovi; Bª Biobara; B. Nova; Baía dos Arrecifes (possivelmente).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual: ''' Enseada de Icapui (na costa está a cidade de Icapuí-CE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Citações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #53 CAPITANIA DO ZIERA, plotada, 'B Itiobovi'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE-RG [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIE DI SEARÁ E RIO GRANDE, plotada, 'Abatigua'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CARTE ENCYPROTIPE L'AMÉRIQUE MÉRIDIONALE ...  à PARIS. Chez DESRAY, Libraire-Editeur, Rue Haute-feuille, Nº4, près celle St. André des Ares; GOUJON, Marchand de Cartes Géographiques, Rue du Bac, Nº 6 (1846), plotada, 'Bª Biobara'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CARTA DA CAPITANIA DO CEARÁ LEVANTADA POR ORDEM DO GOVERNADOR MANOEL IGNACIO DE SAMPAIO, Por seu Ajudante de Ordens Antonio Joze da Silva Paulete - 1818), plotada, 'B. Nova'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Sousa, 1587)]], CAPÍTULO VIII - Em que se declara a costa do rio de Jagoarive até o cabo de São Roque, possivelmente citada como baía dos Arrecifes, pg. 49:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do rio Jagoarive de que se trata acima até a baía dos Arrecifes são oito léguas, a qual demora em altura de três graus. Nesta baía se descobrem de baixa-mar muitas fontes de água doce muito boa, onde bebem os peixes-bois, de que aí há muitos, que se matam arpoando-os assim o gentio potiguar, que aqui vinha, como os caravelões da costa, que por aqui passam desgarrados, onde acham bom surgidouro e abrigada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta baía ao rio S. Miguel são sete léguas, a qual está em altura de três graus e 2/3, em a qual os navios da costa surgem por acharem nela boa abrigada. Desta baía ao rio Grande são quatro léguas o qual está em altura de quatro graus.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Castello Branco, 1951)]], pg. 134, comentando o Roteiro de Gabriel Soares de Sousa acima citado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Soares fala em baia dos Arrecifos com ''bom surgidouro e abrigada'', pelo que Pompeu Sobrinho a identifica como sendo a enseada do Retiro. Porém, esta, apesar de mais espaçosa e funda não tem os ''arrecifes'' que se encontram na de Tremembé, mais ao sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta se acha situada na correspondência da serra do Apodi, parecendo ser um dos últimos contrafortes na orla marítima, como é o morro do Tibau mais ao leste. As distâncias também não combinam. Do Jaguaribe a Retiro são 6 léguas e a de Tremembé 11, não se acomodando bem a nenhuma das duas, porém, o nome caracteriza melhor a segunda, dando Soares um total de 15 léguas até o rio São Miguel, o que muito se aproxima da verdadeira.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) a baía do Retiro efetivamente tem recifes no seu interior, o que invalida o argumento de Castelo Branco para descarta-la - vide mapa IBGE Geocódigo 2305357 Icapuí-CE, disponivel em ftp://geoftp.ibge.gov.br/MME2010/CE/ICAPUI_V2.PDF acesso em 8/9/2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Castelo Branco também não adimite a enseada de Tremembé, mas há a enseada de Icapuí entre a Baía do Retiro e Tremembé (a praia de Tremembé e o povoado de Tremembé ficam a oeste da enseada de Icapuí, mas não observei na imagem do Google Earth a existencia de baía).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) a locação e as características da enseada de Icapuí combinam relativamente bem as informações dos autores acima citados, pois tem manguezais e fontes de água doce (há o povoado Olho d'Água nas cercanias) junto à e na praia, e fica entre as locações incongruentes, uma muito perto e a outra muito distante, citadas por Castelo Branco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=R._Sira_Salina</id>
		<title>R. Sira Salina</title>
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				<updated>2025-04-09T19:42:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
R. Sira Salina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' Rio Grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio entre 'Pª de Mel' (Ponta Jaburona ou Grossa) e 'B. Itiobova' (Enseada de Icapui).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' São Miguel; R: hugberanduba; Rio Upanema; Ywipanim; Ipanemú; openema; Opponne; Hupanema; R. Vpanema; Wupanem; Wypanem; Panema; R. Sira Salina; R. Ziene Salines; R. Sierra Salinee.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual: ''' Rio Mossoró.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Citações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG-N [[(Albernaz, 1612)]], plotado, 'R: hugberanduba', entre 'C. de Cabatiguape' (Ponta do Cristovão) e 'habarama' (Ponta Grossa ou Ponta de Ubarana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #53 CAPITANIA DO ZIERA, plotado, 'R. Ziene SalinԐs', entre 'ß. CamonԐsԐs' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão), e 'ß. Itiobovi' (Baía de Icapui).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-57 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen de Bay Caysay en ponto abaron, plotado, 'openema:', entre 'ßª: Kanareres:' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão) e 'Pª ∂e Abaron:' (Ponta Grossa ou Ponta de Ubarana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa CE-RG [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIE DI SEARÁ E RIO GRANDE, plotado, 'R. Sierra Salinee', entre 'B. Camoneses' (Baia a oeste da Ponta do Cristovão) e 'B. Itiobú' (Baía de Icapui).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Sousa, 1587)]], CAPÍTULO VIII - Em que se declara a costa do rio de Jagoarive até o cabo de São Roque - possivelmente citada como baía dos Arrecifes, pg. 49:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do rio Jagoarive de que se trata acima até a baía dos Arrecifes são oito léguas, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta baía ao rio S. Miguel são sete léguas, a qual está em altura de três graus e 2/3, em a qual os navios da costa surgem por acharem nela boa abrigada.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Castello Branco, 1951)]], pg. 134, comentando o Roteiro de Gabriel Soares de Sousa acima citado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Do Jaguaribe a Retiro são 6 léguas e a de Tremembé 11, não se acomodando bem a nenhuma das duas, porém, o nome caracteriza melhor a segunda, dando Soares um total de 15 léguas até o rio São Miguel, o que muito se aproxima da verdadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Miguel é o nome dado ao atual rio Mossoró ou Apodi, que os cartógrafos vêm registando desde a segunda década do século, como vimos expondo, denominações que alguns deles estendem às serras que lhe ficam a oeste. A latitude está errada, 3°1/4, quando deve ser 4°52'.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Laet, 1637)]], Descrição da costa do noroeste de Brasil entre Pernambuco e Rio Camocipe, do Relatório dos brasilianos, pg. 142, cita-o como Wypanem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Doze léguas ou dois dias de viagem além, há um riacho chamado Jandupatiba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meia légua além, está o rio Wypanem; nestes dois não vive gente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seis léguas ou um dia de viagem além: Awaranne.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Margrave, 1648)]], Livro VIII - Que trata da própria Região e dos Indígenas, Capítulo IV - Os habitantes do Brasil - pg. 268:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Nota. Os confins e habitações dos Tapuias, segundo a descrição de Jacob Rabbi, que morou vários anos entre eles, são os seguintes: ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Otschunogh até Opponne, há um espaço de dez milhas (este último rio vem do Austro, a uma distância de cem milhas). Deste até o Iauarug, a distância é de duas milhas; ...''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Beck, 1649)]], pg. 342, relata que, em 1649, sua frota passou pelo través de Ipanemú:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A 1º de Abril, pelo quarto d'alva, achando os pilotos fundo em 10 braças, amarramo-nos, outra vez um pouco; ao amanhecer lobrigamos, a bombordo, terra alta e montanhosa, e por volta de 10 horas, segundo cálculo, passamos por Ipanemú. Ao meio-dia a altura era de 4º 50'; calculou-se que ao anoitecer havíamos passado o rio de Jagoaribe. Todas estas 24 horas tivemos bom tempo, graças a Deus, Às 7 horas da noite lançamos ferro diante de Paripueira, com receio de que, estando o vento fresco, passássemos alem do [[Siara]]. Nesta noite, tanto o Vlissinge como o Sinegael, perderam âncoras, conforme de passagem nos disseram a 2 deste.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Prevost, 1757)]], pg. 242, citado como 'Hupanema':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ils ajoutent que Punta do mel se nomme Cucaratuba parmi les Indiens; qu'à deux lieues de Guararahu, sort la Riviere d'Uquiaguara, &amp;amp; huit lieues plus loin celle de Hupanema; que la Côte recommence, ici à s'abbaisser, jusqu'à certaines Collines rougeâtres, suivies de la Baie d'Ubarana, d'où ils comptent huit lieues jusqu'à Jaguaribé, situé par les 4 degrés.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@  pg. 272-273:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Duas léguas depois de Guararahug está o rio Uquiaguara e, oito léguas além, une autre qu'ils nomment Hupanema, o Upanema. Do Hupanema à baía de Ubarana (79) são dez léguas para o Iacaribe (Jaguaribe). ... O mapa que acompanha o livro de Laet é extremamente parcimonioso. A partir de Natal regista apenas Potengi-ou-Rio Grande, R. Siará (Mirim), R. Senapatumeri, R. Iacuahuig, R. Pequihnga, Groenbray, B. Tortugo, Wittebay-Salinas-Caruaratama, Roobay, Dobbel bay, Moggerou, (talvez Mossoró), R. Vpanema, C. Cors e R. Iaguaribe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(79) Ubarana, Abarana, é Ponta Grossa, na costa do Ceará, 28 milhas do rio Mossoró.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@  pg. 273-274:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Na primeira fase da ocupação holandesa no Ceará, de outubro de 1637 a fevereiro de 1644, ha o movimento das salinas e a fome da posse no território maranhense. As salinas, justificativas da possessão, ficavam ao sul, no Upanema e, ao norte, no Camucim, estas pouco ou nada exploradas. De Jericoacoara ao forte de Sao Sebastião, deste ao Upanema, deste ao sal de Aguamaré, viajava-se por mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde ficam os rios Ywipanim, Meiritupe e Wararocury? São os ''descobrimentos'' de Gedeon Morris de Jonge.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ywipanim é o Upanema, de curso exclusivo no Rio Grande do Norte. Tinha, no século XVII, outra barra. Nasce no lugar ''Porteiras'', desliza apenas três quilômetros, caindo no mar a leste da ilha de Paneminha e a oeste da Baixa Grande. As dunas, entulhando-lhe o curso, dividiram-no. Um trecho é chamado Rio Barra do Panema. O outro ramal, juntando-se ao rio Apodi, abriu novo leito e, nesse trajeto, seu nome é Mossoró, despejando no Atlântico na Areia Branca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ilha da Tapera ainda há vestígios de fortificações. Devem ser apenas as construções de abrigo de Gedeon Morris e de seus prepostos, feitoriando a tarefa indígena na colheita do sal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É essa a zona salinífera por excelência, município de Areia Branca. Foi sempre explorada pelos moradores ribeirinhos, proibida a exportação quando do monopólio. O ROTEIRO OCIDENTAL PARA A NAVEGAÇÃO DA COSTA E PORTOS DO BRASIL, por J. J. P. (1784) indicava: — Dez léguas mais para diante da Ponta do Mel, ao mesmo rumo, se achará o rio Upanema, em que há salinas sem cultura.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Medeiros, 1998)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ O LITORAL POTIGUAR EM 1628, SEGUNDO GASPAR PARAUPABA E OUTROS INDÍGENAS, pg. 16 e 19:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«Aos 20 de março de 1628, cinco indígenas brasileiros compareceram perante o notário Kilian van Renselaer, com a finalidade de prestarem informações detalhadas da costa nordestina brasileira, aos seus amigos neerlandeses. No tocante ao litoral da Capitania do Rio Grande, aqueles silvícolas assim o descreveram (1):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'Wupanem, rio desabitado, a uma Jornada de marcha do Jandupatuba.'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O antigo rio São Miguel, depois designado de Upanema, o qual compreendia os atuais rios Mossoró e Apodi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cinco indígenas autores dessas informações, chamavam-se: Gaspar Paraoupaba, do Ceará, 50 anos; Andreus Francisco, também do Ceará, 32 anos; Píeter Poty, Antony Francisco e Lauys Caspar, todos eles moradores em Baia da Traição, na Paraíba.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ A DESCRIÇÃO DO LITORAL POTIGUAR, SEGUNDO JACOB RABBI, pg. 81-82, comentando (Margrave. 1648), Livro VIII, Capítulo IV, apud Jacob Rabbi:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O Opponne compreendia os atuais rios Mossoró e Apodi, e era o mesmo Upanema, também já chamado de rio São Miguel.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ JOANNES DE LAET, GASPAR BARLÉU E SUAS DESCRIÇÕES DOS RIOS HABITADOS PELOS TAPUIAS DE JANDUÍ E CARACARÁ, pg. 63-64:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«JOANNES DE LAET, escrevendo sobre o período da dominação flamenga, do seu início até o ano de 1636, refere-se ao território habitado pelos tapuias de Janduí e Caracará (1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideravam como sua uma extensão de terras compreendida entre cinco rios. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'O quarto - Upanema, mais dous dias de viagem.'&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da análise das datas e sesmarias concedidas no século XVIII, no Rio Grande, facilmente concluímos que o antigo Upanema equivale ao rio Apodi, cujo trecho baixo toma atualmente a designação de Mossoró.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1) LAET, Joannes de • História ou Anais dos Feitos da Companhia Privilegiada das Índias Ocidentais, &amp;amp; p.461.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=R._Iuan_Lo%E2%88%ABto%E2%88%ABa</id>
		<title>R. Iuan Lo∫to∫a</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
R. Iuan Lo∫to∫a&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[MARITIMA BRASILIÆ UNIVERSÆ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' Rio Grande&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vide '[[Tareirĩ]]' e '[[Iuaõ Lo∫tao (casas)]]'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pira%C3%A7ununga</id>
		<title>Piraçununga</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Piraçununga====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Piráçununga'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Piráçunúnga'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio com barra no Oceano ao norte da '[[Baya grande ou Pto. de Calvo]]'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio; barra de rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Piraçununga (Piráçununga; Pirásenunga; PirasԐnonga; Piracenúnga; Pirasunenga; Piraçuninga; Piracininga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Rio Persinunga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Esse rio estabelecia o limite entre as primeira e segunda jurisdições da Capitania de Pernambuco em 1638 (e entre a terceira e a quarta em 1640) e, atualmente, na região litorânea, o limite entre os atuais Estados de Alagoas e Pernambuco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE [[(Albernaz, 1626/1627)]], plotado, 'R: Pirásenunga.', com barra ao sul do 'R: de Vna' (Rio Una).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE-C [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE, plotado, 'Rº. PirasԐnonga.' e 'Rº. PirasԐnonga', barra ao sul do 'Rº. Huna'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-31 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen Rio St. antonij Mimijn ende Cabo St. aúgústijn, plotado, 'Piracenúnga:', barra ao sul do rio 'Rº huna:'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'Piracununga.', com barra ao norte da 'Baya grande ou Pto. di Cal'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 79-80:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta Capitania de Pernambuco se divide em quatro jurisdições, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começando do sul, temos a primeira jurisdição, que se estende do Rio São Francisco ao rio Pirasununga e, como dissemos, nunca teve uma forma regular de governo.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]], pg. 140-141:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;JURISDIÇÕES DE PERNAMBUCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Capitania de Pernambuco está dividida em seis jurisdições, ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira jurisdição é a de Vila Formosa de Sirinhaém, que se inicia no rio Sirinhaém e vai até o rio Pirasunenga [sic, Persinunga], cerca de 6 milhas ao longo da costa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quarta é a jurisdição de Porto Calvo, abrangendo cerca de 10 milhas ao longo da costa, desde o Pirasunenga até Paripueira.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Margrave, 1640)]], ITINERÁRIO, pg. 200, registra que os caminhos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- do 'Rio Tiutiba', até o 'Riosinho sem nome', percorre-se em 1/4 h;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- do 'Riosinho sem nome' até o 'Piraçuninga (Piracininga)' (Rio Persinunga), percorre-se em 3/4 h;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- do 'Piraçuninga (Piracininga)' (Rio Persinunga)', que é transposto sobre uma ponte, até a 'Igreja de Santo Antonio', percorre-se em 1 h de viagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 182:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Depois do fronteiro Piraçununga vem Ponta dos Paus, a seguir a dupla embocadura do Iuna (Una) que sobe, entre habitações, passando por Nossa Senhora do Monteserrato. É então o Itaguaçutiba indo até Nossa Senhora de Guadalupe, e mesmo adiante.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Melo, 1931)]], pg. 218:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;PERSINUNGA — (Rio, no limite de Pernambuco e Alagoas) — Alt. ''Piraçú-nunga'', c. ''pirá-çunun'', onde o peixe rumoreja — A. C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Th. Sampaio interpretou ''pira-cininga'', o ronca-peixe — M. M.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=%C3%87ebir%C3%B4</id>
		<title>Çebirô</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Çebirô====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio afluente [[m.e.]] do '[[Çiriânháya]]' (Rio Sirinhaém).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Çebirô.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes atuais:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Rio Todos os Santos, no alto curso;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Rio Sibiró, no baixo curso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vide mapa [[IBGE]] Geocódigo 2607208 IPOJUCA - PE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE [[(Albernaz, 1626/1627)]], plotado, sem nome, afluente [[m.e.]] do 'R: Serinhaem' (Rio Sirinhaém).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE-C [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE, plotado, sem nome, afluente [[m.e.]] do 'R. SԐrinhajs' - 'Rº. SԐrinhain'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No seu vale estão os engenhos 'Ԑ: SibԐro ∂ĭ ßaxo' e 'Ԑ SibԐro ∂ĭ  Riba.'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-31 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen Rio St. antonij Mimijn ende Cabo St. aúgústijn, plotado, sem nome, afluente [[m.e.]] de rio sem nome, que tem a  povoação de 'Sarinhÿn:' na sua m.d. (Rio Sirinhaém).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, sem nome, afluente [[m.e.]] do 'Cirinhaya' - 'Cirianhaya' - 'Siriânháỹa'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 182-183:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Çerianhaya (Serinhaem) mostra, à direita, os afluentes que não têm nome. Os da esquerda são o Macucaguí, o Camurijimiri, o Tapuruçu (com o sub-afluente direito, o Iaguaré), o Çebiró, com seus tributários, o Arapaayi e, caindo no mar, o Guayaguira.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Melo, 1931)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 193:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;CIBIRÓ — (Riacho afl. do Sirinhaém) — &amp;quot;Parece cor. de ''cibi-rõ'', significando o cebi ferido; um passarinho pardo, conhecido por cebi, nome que se alterou para cebinho&amp;quot;. (Th. S.. Ns. Ms.) — A. C.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 223:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;SIBIRÓ — (Rio que atravessa os Muns. de Escada, Ipojuca e Sirinhaem) — Vide Cibiró — A. C.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=%C3%87aracunha%E1%BB%B9a</id>
		<title>Çaracunhaỹa</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Çaracunhaỹa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Çara cunhaỹa'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio afluente [[m.d.]] do '[[Capiiarĩ mirĩ]]' (Rio Capibaribe Mirim-Rio Goiana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitanias:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ITÂMARACÂ;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Rio Tracunhaem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Çaracunhaỹa (Çara cunhaỹa, Tricquonhai, Caracunhaya, Çaracunhaĵa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #43 CAPITANIA DE I. TAMARICA, plotado como  'Rº. Tricquanhain', afluente [[m.d.]] do  'R. Capinarinÿ' - 'Rº. Gojana.'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Y-45 [[(4.VEL Y, 1643-1649)]] De Cust van Brazil tusschen Ponto Pommarel ende Cabo Blancko, plotado como 'Rº goiane:' (Rio Goiana).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI ITAMARACÁ, plotado como rio, 'R Tricquonhai' - 'Caracunhaya', afluente [[m.d.]] do 'Capiibarimiri' - 'R. Capinaricu' -'R. Goiana' - 'Capiibacimiri'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 186:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Capiibarimirim (Capibaribe-mirim) é, com o Tracunhãem, o formador do rio Goiana. ... Barléu regista o Capiibarimiri, dando o Caracunhayã (Tracunhãem) como afluente.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 190:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Tracunhãem ainda mostra, nos cimos, quase limite geográfico da época, a Capela de Nossa Senhora da Guia, com os currais de Gregório de Baroi (do Barros), dois outros anteriores que lhe deviam; pertencer também.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 191:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Metade do Tracunhãem não acusava morada em suas margens.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 195:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Caracunhãem, Tracunhãem, com o Capibaribe, são dois rios mais extensamente acompanhados na carta holandesa.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Melo, 1931)]], pg. 229:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;TRACUNHAEM — (Rio e pov. no Mun. de Nazare) — &amp;quot;Corr. ''taracunhaem'', panela de formigas, formigueiro&amp;quot; (Th. S,. 154). — A. C.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Velho_N_S_%E1%B5%ADAnun%C3%A7ia%C3%A7a%C3%B5_%E1%B5%AD_S.Grauiel_(Engenho_de_roda_d%27%C3%A1gua)</id>
		<title>Velho N S ᵭAnunçiaçaõ ᵭ S.Grauiel (Engenho de roda d'água)</title>
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				<updated>2025-04-01T15:40:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Velho  N S ᵭAnunçiaçaõ ᵭ S.Grauiel====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Engenho de roda d'água com igreja, na margem norte da 'Paraĩgera ou Algoa de Sal' (Lagoa Manguaba, Lagoa Maguaba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' [[Engenho de roda d'água]] com igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Velho  N S ᵭAnunçiaçaõ ᵭ S.Grauiel; Ԑ. vԐlho; Engenho Velho, Engenho de Nossa Senhora da Anunciação de São Gabriel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes atuais:''' não mais é engenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Localizava-se na zona urbana da atual cidade de Pilar-AL (nome anterior - cidade de Manguaba-AL).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE-M [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #39 CAPITANIA DO PHARNAMBOCQVE - plotado com o símbolo de engenho, 'Ԑ. vԐlho', na margem noroeste da 'Alagoa. ∂Ԑ Zuy∂t'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]], pg. 80:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;ENGENHOS DE PERNAMBUCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Alagoa do Sul: ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14, de Henrique de Carvalho.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]], pg. 163:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ENGENHOS DE PERNAMBUCO - Na jurisdição de Alagoas - Alagoas do Sul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;120) Engenho Velho, pertencente a Domingos Rodrigues d'Azevedo, mói. São lavradores: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gonçalves Pereira 35 tarefas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simão André 20 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manuel da Fonseca 35 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baltasar Gonçalves 10 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
100 tarefas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Bullestrat, 1642)]], pg. 171-172: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Visitei o Engenho Velho que pertence a Domingos Rodrigues de Azevedo; é um belo engenho, que entretanto ele deixou cair em decadência por falta de lavradores e negros; destes, os que aí ainda se acham, causam prejuízos com suas correrias, destruindo as roças dos moradores. Não pude falar com o proprietário a este respeito, pois que ele se encontra no Recife. Fiz vir à minha presença o feitor e dei-lhe ordem para dar cobro a tal situação, de modo que os negros não venham a causar prejuízos; em caso contrário o comandante tomaria providências e os poria em ferros. Fiz avisar o mesmo aos negros que prometeram comportar-se d'agora em diante de modo que não houvesse mais motivos de queixas (56). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Gonsalves de Mello, 1985)]], pg. 196, Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(56) O Engenho Velho pertencera também a Gabriel Soares, que o vendeu a Domingos Rodrigues de Azevedo juntamente com um outro na freguesia da Muribeca: Arnout van Liebergen, Apologiae cit., pp. 35/36. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Walbeek &amp;amp; Moucheron, 1643)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 126:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;As terras da parte ocidental da lagoa são do Engenho Velho, que fica à beira d'água e pertence a Domingos Rodrigues de Azevedo (6).&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 129:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Na lagoa do Sul o primeiro é o engenho de Domingos Rodrigues de Azevedo, de que já falamos, situado ao lado ocidental da lagoa e próximo à margem. Faltam-lhe a casa de moenda e a roda d'água, mas o dono está serrando madeira para prepará-la e pretende moer no ano próximo, pois que plantou canas para isso. Domingos Rodrigues comprou este engenho a Gabriel Soares (10).&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Gonsalves de Mello, 1985)]], pg. 138, Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;(6) Sobre o Engenho Velho: Manuel Diégues Júnior, O Bangüé nas Alagoas (Rio 1949) p. 42.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10) Trata-se do Engenho Velho: ver Relatório Van der Dussen no vol. I desta série. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Relação dos Engenhos, 1655)]], pg. 242, pensões pagas pelos engenhos à Capitania de Pernambuco:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;- Na dita vila da Alagoa, possui Gabriel Soares dois engenhos, um deles está a monte e posto por terra, e do outro que mói pagava de pensão cento e vinte mil réis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pensões dos engenhos referidos se pagam de todo o açúcar que fazem antes de ser dizimado, ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: essa informação assegura que esse engenho estava a monte em 1655.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Diegues Jr, 1949)]], pg. 41-42-43: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Não há tradição de engenhos que tenham sido criados ou fundados nas Alagoas por Diogo Soares. Há, porém, quanto ao seu sucessor e filho Gabriel Soares, também Alcaide Mor da Vila. É tradição que Gabriel Soares fundou os engenhos Velho e Novo, considerando-se estas as primeiras fábricas de açúcar aparecidas nas terras do litoral-centro do território alagoano, apenas precedidas, em antigüidade, pelos engenhos de Cristóvão Lins, na região porto-calvense, tradição essa que encontra fundamentos nos documentos contemporâneos, inclusive o próprio testamento de Gabriel Soares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registra o relatório de Walbeeck e Moucheron (30), falando do engenho de Domingos Rodrigues de Azevedo, que este o comprou a Gabriel Soares; não lhe diz o nome, mas trata-se, evidentemente, do engenho Velho, pois em seu testamento de 1650, diz o Alcaide Mor de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul: «Deveme Domingos Rodrigues de Araújo duzentos e cinco mil, novecentos e secenta reis e mais déveme do engenho Velho, por hua escritura quatro mil e quinhentos cruzados» (31).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Velho já hoje não existe, nem poderia existir; transformou-se, evoluiu e é hoje cidade: a cidade de Manguaba, antiga Pilar. Uma carta do Dr. Manuel Veríssimo da Costa Pereira dirigida a Dias Cabral (34) e conservada no arquivo do Instituto Histórico de Alagoas esclarece que o engenho Velho fora edificado sobre a fralda de um monte chamado «Urubu», em lugar ocupado atualmente por uma rua da cidade, denominada Engenho Velho. Adianta o missivista: «Ainda existem alicerces de pedra e tijollos em diversos lugares contíguos ao dito engenho dando a entender que houvera um povoado; havia também uma Capella; tudo desapareceu, e de Engenho Velho só resta o nome, o qual ainda conserva uma rua desta Cidade que margina o lago».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas terras do Engenho Velho novos engenhos foram criados, segundo registra Craveiro Costa; subdividindo as primitivas terras aparecem os engenhos Pilarzinho, Pilar, Grajaú de Baixo, Grajaú de Cima, Lamarão (35).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(30) &amp;quot;Relatório sobre o Estado das Alagoas em outubro de 1643&amp;quot;, in Revista do Instituto Arqueológico de Pernambuco, n° 33.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(31) O original do testamento de Gabriel Soares encontra-se no arquivo do Instituto Histórico de Alagoas, e foi publicado na secção &amp;quot;Velharias&amp;quot;, da Gazeta de Alagoas, de Maceió, pelo sr. Bonifácio Silveira, que o encontrou no cartório da velha cidade das Alagoas, hoje Marechal Deodoro, oferecendo-o, posteriormente, ao Instituto.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(34) Documento n.° 1.229 no arquivo do Instituto Histórico de Alagoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(35) &amp;quot;O Municipio de Pilar&amp;quot;, in Revista do Ensino, de Maceió.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], comentando o Caminho do Camarão, pg. 169-170:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Caminho, de Camarão era a trilha  ... . Esse Caminho, passando ... baixando para &amp;quot;Velho&amp;quot;, atual cidade de Pilar, engenho de Gabriel Soares da Cunha, primeiro Alcaide Mor de Madalena (Alagoas) quando, agosto de 1633, os holandeses atacaram e que pertencia então a Domingos Rodrigues de Azevedo.A seguir, Nossa Senhora d'Anunciação, S. Grauiel (Gabriel) e abaixo, o &amp;quot;Quartier&amp;quot; militar, já citado no relatório de Walbeeck, em outubro de 1643.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: interpreta-se como um só topônimo 'Velho  N S ᵭAnunçiaçaõ ᵭ S.Grauiel', de forma diferente da citação acima. A invocação do engenho deve ser Nossa Senhora da Anunciação de São Gabriel. Gabriel é o arcanjo que anunciou a Nossa Senhora que ela seria a mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e também refere-se ao nome do dono do engenho, Gabriel Soares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Cabral de Mello, 2012)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 143-144, Os engenhos de açúcar do Brasil Holandês, I - Capitania de Pernambuco, Alagoas: &lt;br /&gt;
5) VELHO, ENGENHO. Sem indicação de orago. Situado à margem norte da lagoa Manguaba. Engenho d'água. Fundado depois de 1609 por Diogo Soares da Cunha. Em 1623, produzia 7397 arrobas. Quando da ocupação holandesa, fora vendido por Gabriel Soares a Domingos Rodrigues de Azevedo, que permaneceu na capitania. Em 1632, após o incêndio do engenho Novo (Alagoa do Sul), a tropa holandesa fez o mesmo no engenho Velho. Moía em 1639, com quatro partidos de lavradores, no total de cem tarefas (5 mil arrobas), sem partido da fazenda. Em 1642, uma fonte oficial o descreve como &amp;quot;um belo engenho&amp;quot; que caíra &amp;quot;em decadência por falta de lavradores e negros; destes, os que aí ainda se acham causam prejuízos com suas correrias, destruindo as roças dos moradores&amp;quot;. Em 1643, faltavam-lhe &amp;quot;a casa de moenda e a roda d'água, mas o dono está serrando madeira para prepará-lo e pretende moer no ano próximo pois plantou canas para isso&amp;quot;. A monte em 1655. Em 1663, Domingos Rodrigues de Azevedo era devedor de 17051 florins à WIC.(117)».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 188, Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«(117) FHBH, I, pp. 30, 80, 163, 242; II, pp. 171-2, 126, 195; RCCB, pp. 62, 150; VWIC, III, p. 100; Diégues Jr., ''O bangüê nas Alagoas'', p. 71.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*NOTA: O orago desse engenho, registrado por Marcgrave, é Nossa Senhora da Anunciação de São Gabriel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Balchoy_%C6%92arle</id>
		<title>Balchoy ƒarle</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Balchoy ƒarle====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curral na [[m.e.]] do '[[Parapĩtinga ou Rio de S.Francifco]]' (Rio São Francisco), entre o '[[Tareipú]]' (Rio Traipu) e o '[[R de Marcaçao]]' (Riacho Dois Irmãos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' curral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURA DE CIRÎÎĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Balchoy ƒarle; Balehoy ∫arle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está situado em área reocupada - zona urbana - possivelmente é o núcleo histórico da cidade de Traipu-AL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Balchoy ƒarle====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curral na [[m.e.]] do '[[Parapĩtinga ou Rio de S.Francifco]]' (Rio São Francisco), entre o '[[Tareipú]]' (Rio Traipu) e o '[[R de Marcaçao]]' (Riacho Dois Irmãos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' curral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURA DE CIRÎÎĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Balchoy ƒarle; Balehoy Sarle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está situado em área reocupada - zona urbana - possivelmente é o núcleo histórico da cidade de Traipu-AL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Ip%C4%A9tanga</id>
		<title>Ipĩtanga</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ipĩtanga====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Vpĩtanga'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio Ipitanga, afluente [[m.e.]] do '[[Camaratĩba]]' (Rio Camaratuba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARAIBA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Ipitanga, Upitanga, Vpĩtanga, Pitanga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Rio da Pitanga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #49 CAPITANIA DE PARAYBA, plotado como 'R. Pitanga.',  afluente [[m.e.]] do 'R. Camaratuba'-'R. CamԐratuba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE, plotado como 'R. Pitanga.', afluente [[m.e.]] do 'R. Camaratuba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PARAIBA - plotado como rio, sem nome, afluente [[m.e.]] do 'R. Caratuba'-'R. Camaratuba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Herckmans, 1639)]], pg. 31:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Do engenho para o noroeste, uma légua sobre as campinas ou terras altas, fica o rio Ipitanga que corre entre os montes. Às suas margens se encontram dois ou três currais, que presentemente não são habitados; vagueia ainda aí algum gado no estado selvagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerca de uma légua e meia abaixo  do engenho confunde-se este rio com o Camaratuba. As suas águas parecem avermelhadas, donde procede o nome que tem, pois Ipitanga significa água vermelha (34).&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: o engenho mencionado nessa referência como Engenho Camaratuba é o 'N S de Rosairo' no [[BQPPB]], 'Camarituba' no mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]], e 'CamartԐuba.' no mapa RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Sampaio, 1904)]], pg. 36:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;IPITANGA — é o mesmo que ''y-pitanga'', água vermelha ou rio vermelho.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 226:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O rio Camaratiba (Camaratuba), pela direita, recebe ... . Pela esquerda, o Timbouna (Timbaúna), Paraigoura (Pararigura?) com engenho dágua de Nossa Senhora do Rosário, e o Upitanga (Pitanga) com o afluente Çabaí (Çubaí).&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Itaparangu%C3%A7u_(monte)</id>
		<title>Itaparanguçu (monte)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Itaparangu%C3%A7u_(monte)"/>
				<updated>2024-06-15T19:58:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Itaparanguçu====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Monte na nascente do '[[Çenembĩ ou R. de S. Miguel]]'(Rio de São Miguel), no extremo da cadeia de montes denominada 'Itaberaba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' monte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Itaparanguçu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Serra Vermelha, latitude   9°34'58.16&amp;quot;S longitude  36°20'45.23&amp;quot;W., cerca de 3,2 Km a SW da cidade de Maribondo-AL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cota 499 m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Etimologia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itaparanguçu, topônimo de origem tupi, termo com escrita estropiada, originalmente ''itâ-poranga-guaçu'', ou ''itâ-piranga-guaçu'', termos de origem tupi, ''itâ'' equivale a pedra, ''guaçu'' a grande, ''itâ-guaçu'' a penedo, serra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ''Itâ-poranga-guaçu'', ''poranga'' significa bela, formosa, portanto, equivalendo a serra formosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ''Itâ-piranga-guaçu'', ''piranga'' significando vermelho(a), traduz-se em serra vermelha, que é o nome atual em português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citação:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 167:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O sistema orográfico alagoano, como geralmente em todo Brasil Holandês, é fantástico e em; disposição arbitrária. Com o nome de Itaberaba, a pedra reluzente, alinha-se, em gigantesco semi-círculo, a cordilheira que, ininterruptamente, parecendo iniciar-se na serra do Marabá, percorre o vale do Cucuripe, no município de Igreja Nova, até o sul do curso médio do rio S. Miguel, pelas imediações da serra da Nacéia, pelos municípios de Deodoro da Fonseca e Anadia. Continuando essa serrania imaginária há a de Itaparanguçu, Taybumiri, Taybuguaçu e, depois de espaços, uma outra cadeia, pouco depois das nascentes do rio Paratigimiri, rumo do leste, em declive suave.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Considera-se, neste estudo, que efetivamente existe o monte 'Itaparanguçu' e que ele está relativamente bem mapeado no [[BQPPB]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vide [[Itaberaba (serra - PARANAMBVCA)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Adota-se a última interpretação toponímica para identificar esse monte, 'Itaparanguçu' = Serra Vermelha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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		<title>Itaparanguçu (monte)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Itaparanguçu====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Monte na nascente do '[[Çenembĩ ou R. de S. Miguel]]'(Rio de São Miguel), no extremo da cadeia de montes denominada 'Itaberaba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' monte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Itaparanguçu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Serra Vermelha, latitude   9°34'58.16&amp;quot;S longitude  36°20'45.23&amp;quot;W., cerca de 3,2 Km a SW da cidade de Maribondo-AL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Cota 409 m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Etimologia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itaparanguçu, topônimo de origem tupi, termo com escrita estropiada, originalmente ''itâ-poranga-guaçu'', ou ''itâ-piranga-guaçu'', termos de origem tupi, ''itâ'' equivale a pedra, ''guaçu'' a grande, ''itâ-guaçu'' a penedo, serra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ''Itâ-poranga-guaçu'', ''poranga'' significa bela, formosa, portanto, equivalendo a serra formosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ''Itâ-piranga-guaçu'', ''piranga'' significando vermelho(a), traduz-se em serra vermelha, que é o nome atual em português.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citação:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 167:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O sistema orográfico alagoano, como geralmente em todo Brasil Holandês, é fantástico e em; disposição arbitrária. Com o nome de Itaberaba, a pedra reluzente, alinha-se, em gigantesco semi-círculo, a cordilheira que, ininterruptamente, parecendo iniciar-se na serra do Marabá, percorre o vale do Cucuripe, no município de Igreja Nova, até o sul do curso médio do rio S. Miguel, pelas imediações da serra da Nacéia, pelos municípios de Deodoro da Fonseca e Anadia. Continuando essa serrania imaginária há a de Itaparanguçu, Taybumiri, Taybuguaçu e, depois de espaços, uma outra cadeia, pouco depois das nascentes do rio Paratigimiri, rumo do leste, em declive suave.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Considera-se, neste estudo, que efetivamente existe o monte 'Itaparanguçu' e que ele está relativamente bem mapeado no [[BQPPB]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vide [[Itaberaba (serra - PARANAMBVCA)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Adota-se a última interpretação toponímica para identificar esse monte, 'Itaparanguçu' = Serra Vermelha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=It%C4%A9nga_(engenho_de_bois)</id>
		<title>Itĩnga (engenho de bois)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Itĩnga====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Engenho de bois com igreja, na [[m.d.]] do '[[Potĩjĩ ou Rio grande]]' (Rio Potengi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' engenho de bois com igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:'''[[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' RIO GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jurisdição:''' Prefeitura do Rio Grande.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Engenho Outinga (Itinga, Utinga); Engenho Potengi (Potigi; Potenji), engenho de Francisco Coelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Fazenda Utinga, no povoado Utinga, município de Macaíba-RN.  Não mais existe como engenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Toponímia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1968)]], pg. 132:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;UTINGA:- Povoação de S. Gonçalo. De ''i-tinga'', água branca. ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] - plotado com símbolo de engenho, 'Ԑnğ Outinga.', na [[m.d.]] do 'R. Potozÿ'-'Rio Grande'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]], pg. 95:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;2. Engenho Potigi, decaído há longos anos, e diz-se que não tem terras capazes. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]], pg. 176:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;165) Engenho Potigi, está totalmente arruinado e abandonado. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Laet, 1644)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ Livro Décimo - 1633, pg. 663, informando sobre a incursão militar neerlandesa ao engenho no vale do rio Potengi, em 11/12/1633, o dia seguinte à rendição do Forte dos Reis Magos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“À tarde, [o Tenente-Coronel Bijma] escolheu 30 homens de cada companhia e mandou-os, sob o comando do major Cloppenburgh, junto com o capitão Taillor e Cornelis van Exel, capitão-tenente da sua companhia, a um engenho, onde se soube que o inimigo se reunia; esses homens foram transportados em três grandes botes a vela e quatro botes dos navios até ao caminho de Potengi. Desembarcando ali, foram imediatamente descobertos pela guarda avançada do inimigo, da qual mataram alguns, e marcharam ainda umas três léguas para o interior.&lt;br /&gt;
Depois de passarem um caminho estreito, desembocaram numa planície, onde o inimigo se postara em emboscada e matou de improviso a quatro ou cinco dos nossos; mas, apesar disso, os nossos, atacando-os intrepidamente, puseram-nos em fuga. A maior parte deles eram gente do forte, além de campônios e muitos índios. Havendo marchado mais um pedaço, encontraram um pântano, o qual deviam atravessar para atingir o engenho; e, como fosse pouco numerosa a sua tropa e ignorassem as forças do inimigo, estando, além disso, informados de que eram esperados ou já tinham vindo 300 homens da Paraíba, não acharam prudente ir mais longe, e voltaram no dia seguinte ao acampamento.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ Livro Undécimo - 1634, pg. 673, descrevendo a Capitania do Rio Grande:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Além do Rio Grande ou Potengi, há ainda o Rio Camaratuba, que desemboca no Rio Grande e no curso superior por várias vezes desaparece no solo e surge mais adiante. Essa capitania poderia conter uns 12 ou 13 engenhos, e, no entanto, há apenas dois, a saber engenho Cunhaú e Outinga.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: O topônimo Rio Camaratuba acima citado está com o nome totalmente estropiado, pois ele é o rio plotado no mapa [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE, afluente [[m.e.]] do 'Rº. Potozÿ' (Rio Potengi), denominado 'Rº. Camariginÿ ʃeeƒst on∂ԑr hԑt ʃan∂ԑ ∂oor. Ԑn∂ԑ vԑrthoonԑ ʃich wԑԑ∂ԑraʃc hiԑr it ʃicԑn is.', cujo nome atual é Rio Camaragibe. O desenho do traçado do rio nesse mapa o plota com o curso interrompido, e a tradução da denominação explicativa, de que ele, 'no curso superior por várias vezes desaparece no solo e surge mais adiante', constata que ele é um rio temporário, com leito com muita areia e cascalho fino, típico do semiárido nordestino. Nos mapas de Marcgrave, o rio Camaratuba está plotado na Capitania da Paraíba, com o topônimo &amp;quot;[[Camaratĩba]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Coelho, 1654)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 267 CD-BECA (pg. 127b edição de 1654), citando fatos ocorridos imeditamente após rendição do Forte do Rio Grande, em 12 de dezembro de 1633:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Logo que o inimigo teve o forte do Rio Grande, embarcou 200 homens, e com eles Calabar. Foram rio acima até um engenho de Francisco Coelho, que estaria a duas léguas. Ali se havia retirado a maior parte dos moradores que viviam na povoação, com nome de cidade, ainda que bem pequena, que ficava perto do forte, a meia légua. Chegando-lhes aviso de que ia o inimigo, um deles, chamado Pedro Vaz Pinto, escrivão da Fazenda Real daquela praça, e a quem todos respeitavam pelos rasgos da sua pena, persuadiu até 40 a tomarem as armas, levando por cabo João Ferreira, que havia servido no Real. Emboscando-se em um lugar muito apropriado, por onde o inimigo tinha de passar, foi bastante para impedi-lo, ainda com morte de oito homens e alguns feridos. Parecendo-lhe que seriamos mais, houve de retirar-se.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 272-273 CD-BECA (pg. 130a-130b edição de 1654), citando fatos do início de 1634:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Baixando, pois, logo, o João Dui com muitos destes Tapuias, deu impensadamente no engenho de Francisco Coelho, para onde, pouco antes, tinham se retirado alguns moradores. E mataram-no, e sua mulher, cinco filhos e todos os que acharam; e excederia de 60, sem conceder vida a nenhum, propriedade destes bárbaros. Feito isto, foram ao forte, onde entrou o Dui com poucos, e todos se viram bem hospedados, e com dádivas para eles estimáveis. Porém, conservava-os, menos por amar sua vizinhança, que por servir-se deles contra nós.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Cabral de Mello, 2012)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 169, Os engenhos de açúcar do Brasil Holandês, IV - Capitania do Rio Grande:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
«1) POTENGI. Também denominado Utinga. Sem indicação de orago. Sito à margem direita do Potengi. Quando da ocupação holandesa, pertencia a Francisco Coelho, filho de Feliciano Coelho de Carvalho, ex-governador da Paraíba e da capitania de Itamaracá, que fundou o engenho. Em 1637 e 1639, achava-se, &amp;quot;há longos anos&amp;quot;, &amp;quot;totalmente arruinado e abandonado&amp;quot;, por não ter &amp;quot;terras capazes&amp;quot;.(1)».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 193, Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«(1) &amp;quot;Livro do tombo&amp;quot;, pp. 329-30; FHBH, I, pp. 95, 176; RCCB, p. 79; MDGB, p. 134.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOTAS:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Conclui-se, neste estudo, que o engenho 'Itĩnga' - 'Outinga' é o Engenho Potigi pelas seguintes razões:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está mapeado no [[BQPPB]] e no RG (IAHGP-Vingboons, 1640), na mesma posição, [[m.d.]] do Rio Potengi;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está no vale do rio Potengi, distando 2 Km do rio, e não na [[m.d.]] do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não há engenho 'Potigi' nem outro engenho plotado no mapa [[BQPPB]] ou no RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] na bacia do Potengi, todavia, assim é citado nos dois relatórios, possivelmente pelo costume de se denominar engenhos com o nome do vale do rio onde estão situados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[(Laet, 1644)]], o &amp;quot;Iaerlijck Verhael&amp;quot;,  cita que só há dois engenhos no Rio Grande: Outinga e Cunhaú.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Assim, o Ferreiro Torto não é o Engenho Potengi, ainda que renomados historiadores norte-riograndenses, por exemplo Augusto Tavares de Lira e Câmara Cascudo, identifiquem o Engenho Ferreiro Torto como o engenho seiscentista no vale do Rio Potengi. O Engenho Ferreiro Torto, frisa-se, fica no vale do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiai).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●[[(Tavares de Lira, 1921)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 64:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Embarcando-se em três grandes botes de vela e três botes dos navios, seguiu rio acima até o passo do Potigi, donde continuou a marcha por terra. Sabido que na capitania só havia então dois engenhos — o Ferreiro Torto e o Cunhaú — e só tendo sido este último assaltado posteriormente, é fora de dúvida que os expedicionários se dirigiram ao primeiro. A descrição do que sucedeu indica-o claramente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«Esta tarde (de 15) regressou a expedição saída ontem, referindo que, logo que ontem desembarcaram na passagem de Potigi, foram descobertos por alguns dos inimigos ali de vigia, dos quais mataram alguns e fizeram prisioneiro a um velho, que aliás não pertencia à referida guarda; avançando, por espaço de três léguas, para o interior do país, até chegarem a um estreito passo, em cuja extremidade havia uma planície, onde os esperava o inimigo, derribando logo com a primeira descarga a quatro ou cinco dos nossos; mas, acometidos com resolução, puseram-se em fuga, apesar de numerosos constando principalmente dos soldados e moradores saídos do forte e de muitos brasileiros, que pouco os secundaram; prosseguindo na marcha por algum tempo, chegaram a um pântano que teriam de atravessar para alcançar o engenho, e, como fossem diminutas as nossas forças e ignoradas as do inimigo, foi deliberado bater em retirada, tanto mais quanto o velho prisioneiro declarou que da Paraíba era esperado um socorro de 300 soldados, que estavam já em caminho e deviam chegar a qualquer hora; trouxeram o referido prisioneiro e afirmaram terem ficado mortos vários dos inimigos; o seu chefe parece ser P. Vaz Pinto, que se ausentou do forte sem licença, apesar de ter pedido para ficar com o capitão-mor e poder sair e voltar, a fim de obter galinhas e outros víveres para o mesmo, sendo-lhe permitido ficar, mas não sair e voltar, pelo que de uma feita se ausentou, não regressando mais. ...». &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 65:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Esse engenho pertencia a Francisco Coelho (Ferreiro Torto é ainda hoje o nome de um engenho situado à margem direita do rio Jundiaí e à pequena distância de Macaíba. É possível que o primitivo engenho não tivesse sido construído no mesmo lugar do atual; mas devia ficar nas suas imediações. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) O mestre Câmara Cascudo também associa engenho Outinga (Utinga) com Engenho Potengi, apesar de seguir identificando-o como Ferreiro Torto: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●[[(Câmara Cascudo, 1955)]], pg. 78:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O outro engenho, Ferreiro Torto, teve existência curtíssima. Em 1614 não existia e em 1630 estava de fogo morto pela ruindade das terras, escreve Verdonck. Laet deu-lhe nome de Outinga (Utinga) e no Sommier Discours aparece como Engenho Potengi, «decaído há longos anos, e diz-se que não tem terras capazes». Depois dessa data não funcionou. Não há noticia de sua produção no domínio holandês.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Deve-se também levar em conta que o Engenho Ferreiro Torto está situado na [[m.d.]] do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí), logo acima da foz do [http://lhs.unb.br/atlas/Itâguacutĩoba_(riacho) 'Itâguacutĩoba'] do [[BQPPB]]. Dista menos de 200 m  do Jundiaí, que aí ainda é navegável para embarcações pequenas (botes a vela). Não há como colocar o Ferreiro Torto a três léguas de distância de porto no Rio Grande (&amp;quot;na passagem do Potengi&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) O engenho 'Itĩnga' - 'Outinga' dista 2 Km do Rio Potengi, porem o Potengi praticamente não é navegável desde que recebe o '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) A &amp;quot;passagem do Potengi&amp;quot; possivelmente é o porto conhecido como Porto do Flamengo, cercanias da foz do '[[Vruguaguacu]]' (Rio da Prata), que, acima da lagoa que há no seu curso (Lagoa de Uruaçu) é o '[[Acaiuarĩ]]' (Rio da Prata), chamado por Câmara Cascudo de Cunhã-Ari, porto este tristemente célebre pela proximidade do local do massacre de Uruaçu (Tinguijada).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) O Porto do Flamengo situa-se na [[m.e.]] do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí), e o Engenho Ferreiro Torto, na sua [[m.d.]] .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8) O Porto do Flamengo dista 12,2 Km, em linha reta, do engenho 'Itĩnga' - 'Outinga', e pelo caminho probabilístico (segundo a interpretação no georreferenciamento do caminhos desenhados no [[BQPPB]]), dista 16,3 Km, que se coaduna muito bem com as três léguas após o porto citadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=It%C4%A9nga_(engenho_de_bois)</id>
		<title>Itĩnga (engenho de bois)</title>
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				<updated>2024-06-08T19:35:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Itĩnga====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Engenho de bois com igreja, na [[m.d.]] do '[[Potĩjĩ ou Rio grande]]' (Rio Potengi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' engenho de bois com igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:'''[[P RÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' RIO GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jurisdição:''' Prefeitura do Rio Grande.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Engenho Outinga (Itinga, Utinga); Engenho Potengi (Potigi; Potenji), engenho de Francisco Coelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Fazenda Utinga, no povoado Utinga, município de Macaíba-RN.  Não mais existe como engenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Toponímia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1968)]], pg. 132:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;UTINGA:- Povoação de S. Gonçalo. De ''i-tinga'', água branca. ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] - plotado com símbolo de engenho, 'Ԑnğ Outinga.', na [[m.d.]] do 'R. Potozÿ'-'Rio Grande'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]], pg. 95:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;2. Engenho Potigi, decaído há longos anos, e diz-se que não tem terras capazes. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]], pg. 176:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;165) Engenho Potigi, está totalmente arruinado e abandonado. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Laet, 1644)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ Livro Décimo - 1633, pg. 663, informando sobre a incursão militar neerlandesa ao engenho no vale do rio Potengi, em 11/12/1633, o dia seguinte à rendição do Forte dos Reis Magos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“À tarde, [o Tenente-Coronel Bijma] escolheu 30 homens de cada companhia e mandou-os, sob o comando do major Cloppenburgh, junto com o capitão Taillor e Cornelis van Exel, capitão-tenente da sua companhia, a um engenho, onde se soube que o inimigo se reunia; esses homens foram transportados em três grandes botes a vela e quatro botes dos navios até ao caminho de Potengi. Desembarcando ali, foram imediatamente descobertos pela guarda avançada do inimigo, da qual mataram alguns, e marcharam ainda umas três léguas para o interior.&lt;br /&gt;
Depois de passarem um caminho estreito, desembocaram numa planície, onde o inimigo se postara em emboscada e matou de improviso a quatro ou cinco dos nossos; mas, apesar disso, os nossos, atacando-os intrepidamente, puseram-nos em fuga. A maior parte deles eram gente do forte, além de campônios e muitos índios. Havendo marchado mais um pedaço, encontraram um pântano, o qual deviam atravessar para atingir o engenho; e, como fosse pouco numerosa a sua tropa e ignorassem as forças do inimigo, estando, além disso, informados de que eram esperados ou já tinham vindo 300 homens da Paraíba, não acharam prudente ir mais longe, e voltaram no dia seguinte ao acampamento.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ Livro Undécimo - 1634, pg. 673, descrevendo a Capitania do Rio Grande:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Além do Rio Grande ou Potengi, há ainda o Rio Camaratuba, que desemboca no Rio Grande e no curso superior por várias vezes desaparece no solo e surge mais adiante. Essa capitania poderia conter uns 12 ou 13 engenhos, e, no entanto, há apenas dois, a saber engenho Cunhaú e Outinga.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: O topônimo Rio Camaratuba acima citado está com o nome totalmente estropiado, pois ele é o rio plotado no mapa [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE, afluente [[m.e.]] do 'Rº. Potozÿ' (Rio Potengi), denominado 'Rº. Camariginÿ ʃeeƒst on∂ԑr hԑt ʃan∂ԑ ∂oor. Ԑn∂ԑ vԑrthoonԑ ʃich wԑԑ∂ԑraʃc hiԑr it ʃicԑn is.', cujo nome atual é Rio Camaragibe. O desenho do traçado do rio nesse mapa o plota com o curso interrompido, e a tradução da denominação explicativa, de que ele, 'no curso superior por várias vezes desaparece no solo e surge mais adiante', constata que ele é um rio temporário, com leito com muita areia e cascalho fino, típico do semiárido nordestino. Nos mapas de Marcgrave, o rio Camaratuba está plotado na Capitania da Paraíba, com o topônimo &amp;quot;[[Camaratĩba]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Coelho, 1654)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 267 CD-BECA (pg. 127b edição de 1654), citando fatos ocorridos imeditamente após rendição do Forte do Rio Grande, em 12 de dezembro de 1633:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Logo que o inimigo teve o forte do Rio Grande, embarcou 200 homens, e com eles Calabar. Foram rio acima até um engenho de Francisco Coelho, que estaria a duas léguas. Ali se havia retirado a maior parte dos moradores que viviam na povoação, com nome de cidade, ainda que bem pequena, que ficava perto do forte, a meia légua. Chegando-lhes aviso de que ia o inimigo, um deles, chamado Pedro Vaz Pinto, escrivão da Fazenda Real daquela praça, e a quem todos respeitavam pelos rasgos da sua pena, persuadiu até 40 a tomarem as armas, levando por cabo João Ferreira, que havia servido no Real. Emboscando-se em um lugar muito apropriado, por onde o inimigo tinha de passar, foi bastante para impedi-lo, ainda com morte de oito homens e alguns feridos. Parecendo-lhe que seriamos mais, houve de retirar-se.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 272-273 CD-BECA (pg. 130a-130b edição de 1654), citando fatos do início de 1634:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Baixando, pois, logo, o João Dui com muitos destes Tapuias, deu impensadamente no engenho de Francisco Coelho, para onde, pouco antes, tinham se retirado alguns moradores. E mataram-no, e sua mulher, cinco filhos e todos os que acharam; e excederia de 60, sem conceder vida a nenhum, propriedade destes bárbaros. Feito isto, foram ao forte, onde entrou o Dui com poucos, e todos se viram bem hospedados, e com dádivas para eles estimáveis. Porém, conservava-os, menos por amar sua vizinhança, que por servir-se deles contra nós.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Cabral de Mello, 2012)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 169, Os engenhos de açúcar do Brasil Holandês, IV - Capitania do Rio Grande:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
«1) POTENGI. Também denominado Utinga. Sem indicação de orago. Sito à margem direita do Potengi. Quando da ocupação holandesa, pertencia a Francisco Coelho, filho de Feliciano Coelho de Carvalho, ex-governador da Paraíba e da capitania de Itamaracá, que fundou o engenho. Em 1637 e 1639, achava-se, &amp;quot;há longos anos&amp;quot;, &amp;quot;totalmente arruinado e abandonado&amp;quot;, por não ter &amp;quot;terras capazes&amp;quot;.(1)».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 193, Notas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«(1) &amp;quot;Livro do tombo&amp;quot;, pp. 329-30; FHBH, I, pp. 95, 176; RCCB, p. 79; MDGB, p. 134.».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NOTAS:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Conclui-se, neste estudo, que o engenho 'Itĩnga' - 'Outinga' é o Engenho Potigi pelas seguintes razões:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está mapeado no [[BQPPB]] e no RG (IAHGP-Vingboons, 1640), na mesma posição, [[m.d.]] do Rio Potengi;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está no vale do rio Potengi, distando 2 Km do rio, e não na [[m.d.]] do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não há engenho 'Potigi' nem outro engenho plotado no mapa [[BQPPB]] ou no RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] na bacia do Potengi, todavia, assim é citado nos dois relatórios, possivelmente pelo costume de se denominar engenhos com o nome do vale do rio onde estão situados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[(Laet, 1644)]], o &amp;quot;Iaerlijck Verhael&amp;quot;,  cita que só há dois engenhos no Rio Grande: Outinga e Cunhaú.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Assim, o Ferreiro Torto não é o Engenho Potengi, ainda que renomados historiadores norte-riograndenses, por exemplo Augusto Tavares de Lira e Câmara Cascudo, identifiquem o Engenho Ferreiro Torto como o engenho seiscentista no vale do Rio Potengi. O Engenho Ferreiro Torto, frisa-se, fica no vale do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiai).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●[[(Tavares de Lira, 1921)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 64:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Embarcando-se em três grandes botes de vela e três botes dos navios, seguiu rio acima até o passo do Potigi, donde continuou a marcha por terra. Sabido que na capitania só havia então dois engenhos — o Ferreiro Torto e o Cunhaú — e só tendo sido este último assaltado posteriormente, é fora de dúvida que os expedicionários se dirigiram ao primeiro. A descrição do que sucedeu indica-o claramente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«Esta tarde (de 15) regressou a expedição saída ontem, referindo que, logo que ontem desembarcaram na passagem de Potigi, foram descobertos por alguns dos inimigos ali de vigia, dos quais mataram alguns e fizeram prisioneiro a um velho, que aliás não pertencia à referida guarda; avançando, por espaço de três léguas, para o interior do país, até chegarem a um estreito passo, em cuja extremidade havia uma planície, onde os esperava o inimigo, derribando logo com a primeira descarga a quatro ou cinco dos nossos; mas, acometidos com resolução, puseram-se em fuga, apesar de numerosos constando principalmente dos soldados e moradores saídos do forte e de muitos brasileiros, que pouco os secundaram; prosseguindo na marcha por algum tempo, chegaram a um pântano que teriam de atravessar para alcançar o engenho, e, como fossem diminutas as nossas forças e ignoradas as do inimigo, foi deliberado bater em retirada, tanto mais quanto o velho prisioneiro declarou que da Paraíba era esperado um socorro de 300 soldados, que estavam já em caminho e deviam chegar a qualquer hora; trouxeram o referido prisioneiro e afirmaram terem ficado mortos vários dos inimigos; o seu chefe parece ser P. Vaz Pinto, que se ausentou do forte sem licença, apesar de ter pedido para ficar com o capitão-mor e poder sair e voltar, a fim de obter galinhas e outros víveres para o mesmo, sendo-lhe permitido ficar, mas não sair e voltar, pelo que de uma feita se ausentou, não regressando mais. ...». &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 65:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Esse engenho pertencia a Francisco Coelho (Ferreiro Torto é ainda hoje o nome de um engenho situado à margem direita do rio Jundiaí e à pequena distância de Macaíba. É possível que o primitivo engenho não tivesse sido construído no mesmo lugar do atual; mas devia ficar nas suas imediações. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) O mestre Câmara Cascudo também associa engenho Outinga (Utinga) com Engenho Potengi, apesar de seguir identificando-o como Ferreiro Torto: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●[[(Câmara Cascudo, 1955)]], pg. 78:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O outro engenho, Ferreiro Torto, teve existência curtíssima. Em 1614 não existia e em 1630 estava de fogo morto pela ruindade das terras, escreve Verdonck. Laet deu-lhe nome de Outinga (Utinga) e no Sommier Discours aparece como Engenho Potengi, «decaído há longos anos, e diz-se que não tem terras capazes». Depois dessa data não funcionou. Não há noticia de sua produção no domínio holandês.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Deve-se também levar em conta que o Engenho Ferreiro Torto está situado na [[m.d.]] do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí), logo acima da foz do [http://lhs.unb.br/atlas/Itâguacutĩoba_(riacho) 'Itâguacutĩoba'] do [[BQPPB]]. Dista menos de 200 m  do Jundiaí, que aí ainda é navegável para embarcações pequenas (botes a vela). Não há como colocar o Ferreiro Torto a três léguas de distância de porto no Rio Grande (&amp;quot;na passagem do Potengi&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) O engenho 'Itĩnga' - 'Outinga' dista 2 Km do Rio Potengi, porem o Potengi praticamente não é navegável desde que recebe o '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) A &amp;quot;passagem do Potengi&amp;quot; possivelmente é o porto conhecido como Porto do Flamengo, cercanias da foz do '[[Vruguaguacu]]' (Rio da Prata), que, acima da lagoa que há no seu curso (Lagoa de Uruaçu) é o '[[Acaiuarĩ]]' (Rio da Prata), chamado por Câmara Cascudo de Cunhã-Ari, porto este tristemente célebre pela proximidade do local do massacre de Uruaçu (Tinguijada).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) O Porto do Flamengo situa-se na [[m.e.]] do '[[Nhumdiáĩ]]' (Rio Jundiaí), e o Engenho Ferreiro Torto, na sua [[m.d.]] .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8) O Porto do Flamengo dista 12,2 Km, em linha reta, do engenho 'Itĩnga' - 'Outinga', e pelo caminho probabilístico (segundo a interpretação no georreferenciamento do caminhos desenhados no [[BQPPB]]), dista 16,3 Km, que se coaduna muito bem com as três léguas após o porto citadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Ab%C3%A1%C4%A9</id>
		<title>Abáĩ</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Abáĩ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riacho afluente [[m.d.]] do 'Paraiba' (Rio Paraíba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' riacho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARAIBA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Riacho dos Reis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Abàĩ (Abaim, Abao, Alboa).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #49 CAPITANIA DE PARAYBA - plotado como 'R. Abao', afluente m.d. do 'Rº Parayba'-'R. Pharayba.'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PARAIBA, plotado como 'R. Alboa', afluente m.d. do 'R. Parayba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 219-220:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Descendo, o Paraíba espelha casas semeadas em distâncias grandes. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O afluente Camaraguai (Camaragí) que nasce nas imediações do Lago Salgado, o rio Abaim (Abiaí?), com os engenhos São João, Três Reis Magos, de Vicente Valcacer, Santo André, de Jorge Homem Pinto, um rico proprietário daquele tempo, e dois afluentes pequenos, ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{citacao1}} Levy Pereira{{citacao2}}PEREIRA, Levy{{citacao3}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vrubut%C3%ADba_(rio)</id>
		<title>Vrubutíba (rio)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Vrubutíba====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riacho afluente [[m.d.]] do '[[Camaratĩba]]' (Rio Camaratuba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARAIBA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Vrubutiba (Urubutiba), Tapititina, Taipitina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes atuais:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riacho Caiana, no Mapa Estatístico Municipal Mamanguape-PB, Geocódigo 2508901 do IBGE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riacho Pipina, no mapa [https://bdgex.eb.mil.br/bdgexapp/mobile/?l=963,953&amp;amp;c=-35.147783,-6.689879&amp;amp;z=11 BDGEx Mobile @ Banco de Dados Geográficos do Exército Brasileiro].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Etimologia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vrubutiba, termo tupi, de ''urubu-tiba'', ''urubu'', a ave que se alimenta de carniça, e tiba, abundância - abundância de urubus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(Margrave, 1648)]], pg. 207-208, descreve a ave URUBU.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Herckmans, 1639)]], pg. 30-31:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Uma légua acima do engenho (*), vem do sul um pequeno rio chamado Taipitina (Tapititina)(**) meter-se no Camaratuba, acima do qual e duas léguas afastadas do dito engenho existiu outrora a aldeia Maripitanga que se acha de presente inteiramente arruinada, e os índios espalhados por outras aldeias.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Engenho Camaratuba nesta referência, 'N S de Rosairo' no [[BQPPB]], 'Camarituba' no mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]], 'CamartԐuba.' no mapa RG [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(Sampaio, 1904)]], pg 36: &amp;quot;TAPITITINA — pode ser derivado de ''Tapiti-tim'' e traduzir-se o focinho do coelho; pode proceder de ''Tapiti-tinga'' e significar: o coelho branco.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* (**) Grafia varia conforme a fonte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 226:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O rio Camaratiba (Camaratuba), pela direita, recebe o Urubutiba (três currais de gado na barra e um outro, passada a corrente), Ipiranga, os riachos Piaguaçú (Piabuçu), Ubeté (Ubati) e Itauna, com raras e vagas arvores.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Tapiirema_(aldeia_de_%C3%ADndios)</id>
		<title>Tapiirema (aldeia de índios)</title>
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				<updated>2023-08-18T21:27:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Tapiirema====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldeia de índios (brasilianos), na [[m.e.]] do '[[Tapiirema]]' (Rio Itapirema).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está assinalada com símbolo de engenho de bois com igreja no [[BQPPB]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' aldeia de índios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' ITAMARACA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Aldeia Tapiirema; Tapirema; Tabuçurana; Tapissuama; Tabucurama; Tapicurama; Tapucurama; Tapisserama; Tapißurama; Tapissúama; Tambaçuramá; Rabucurama; Nossa Senhora da Assunção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' não mais existe como aldeia de índios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Possivelmente deu origem ao povoado Itapirema, município de Itaquitinga-PE, sito na região denominada ITAPIREMA, na [[m.e.]] do Rio Itapirema, a jusante da foz de seu afluente [[m.e.]], o Rio Mauriti - vide imagem de satélite do Google Earth e o mapa [[IBGE]] Geocódigo 2607802 Itaquitinga-PE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O topônimo 'Tapiirema' está plotado com o símbolo de engenho de bois com igreja, no vale do rio 'Tapiirema'. Apesar de existirem informações em [[(Pereira da Costa, 1951)]], Volume 1, Ano 1569, Dezembro 7, pg. 383-385, a respeito de Engenhos Itapirema (três, de Baixo, do Meio e de Cima) na área, mas com pouquísima e vaga notícia sobre o engenho 'Ĩobĩ' (Obu, Embu), conclui-se que esta informação está incompleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Argumentando-se que:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) No [[BQPPB]], nessa área, não está plotada a aldeia bastante citada na documentação histórica, chamada de Tapisserama;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) O mapa IT [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] plota uma aldeia e não um engenho na margem do rio, o qual, apesar de estar sem nome, é indubitavelmente o rio Itapirema;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Não há citação a Engenho Itapirema nos relatórios [[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]] e [[(Dussen, 1640)]],&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
chega-se à conclusão de que deve-se assumir erro de símbolo no mapa, e que este muito provavelmente deveria assinalar uma aldeia de brasilianos, no caso, com o símbolo de aldeia com cruzeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]], plotada com o símbolo de aldeia, 'Tapissúama A', na [[m.e.]] de rio sem nome (rio 'Tapiirema' no [[BQPPB]], atual Rio Itapirema), afluente [[m.e.]] do rio 'R. vebŭ' (rio 'Ĩobĩ' no [[BQPPB]], atual Rio Umbu ou Arataca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(Orazi, 1698)]], plotada como 'Tapißurama' e símbolo de aldeia, na [[m.e.]] do rio sem nome (rio 'Tapiirema' no [[BQPPB]], atual Rio Itapirema), que, próximo da foz tem o nome de 'R. Vebu'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Moreno, 1615)]], pg. 44-45, discriminando a resenha de índios guerreiros que participaram na Jornada do Maranhão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Logo aos 28 de agosto fizeram resenha da gente dos índios, para ver os que faltavam ao número de 500 frecheiros, quantidade que o de Albuquerque assegurava levar do Rio Grande, para que, com os de Ceará e Buapava, com quem tinha grandes *lianças, pudesse meter na Jornada até mil índios de guerra; e assim se tomou mostra, e pareceram os principais que se seguem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Tambaçuramá, o Tambor, com 24&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►O Pe. Manoel de Moraes, em 1635, apud [[(Vainfas, 2008)]], pg. 73, informa sobre essa aldeia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No caso de Itamaracá, nomeou ... a aldeia de Tabuçurana ou Nossa Senhora da Assunção, a sete léguas (42 quilômetros) de Itamaracá, cinco (trinta quilômetros) de Goiana, seiscentos habitantes, 180 guerreiros, comandada por Marco ou Maru Kuyasana. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►(Dagelijkse Notulen der Horge Regeering in Brazilie 1635-1654 - Nótulas Diárias do Alto Governo Neerlandês no Brasil - fonte: [http://www.liber.ufpe.br/hyginia/index.jsp MONUMMENTA HYGINIA - UFPE - LIBER]):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ Dagelijkse Notule in Volume 6, Período de 2 de janeiro a 31 de dezembro de 1640:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;27 de novembro  As seguintes queixas foram apresentadas à reunião pelos Predicantes dos brasileiros, Dooreslaer e Eduardi, pedindo que sua Excelência e os Nobres tomem alguma providencia. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7 Finalmente a Classis requer à sua Excelência e o Alto Conselho um simples contrato para dois professores brasileiros das aldeias; um que já exerceu o cargo com louvor durante dois anos na aldeia Rabucurama, e o outro que ainda tem que ser instalado à pedido do predicante Soler na aldeia de sua Excelência. Assinado: Daniel van Doreslaer Johannes Eduard &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]],  indicando o nome do seu capitão holandês e sua população masculina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 183, definindo a função do capitão holandês:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Além do capitão brasiliano, foi posto em cada aldeia um capitão holandês que os regem a eles e aos seus principais; a sua maior atribuição é animá-los para o trabalho e dirigi-los na melhoria das plantações e conceder-lhes permissão para trabalhar para senhores de engenho, verificando que não sejam vítimas de enganos e que o seu trabalho lhes seja pago. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 184, quanto à população masculina, esclarece:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;... homens, tanto velhos quanto jovens, aptos para a guerra ou inaptos, excluídas as mulheres e crianças, as quais estão em proporção, com relação aos homens, de, no mínimo, 3 para 1. &amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg.185:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;ALDEIAS EM GOIANA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldeia Tapisserama, Capitão Herman Hedrincksz ... 142 homens&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Nótulo, com a Ata e as propostas da Assembléia Indígena, datadas de 30/03/1645, realizadas na Aldeia Tapisserica, com as resoluções do Supremo Conselho, apostiladas em 11/04/1645, in [[(Souto Maior, 1912)]]: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa aldeia, nessa Assembléia, é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* citada com as seguintes grafias: Tabucurama, Tapicurama, Tapucurama;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* representada por um grupo e elege representação para uma dupla de escabinos na Câmara de Goiana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Melo, 1931)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 225:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;TAPIREMA — (Pov. no Mun. de Goiana) — &amp;quot;C. ''tapir-eii'', a manada de antas; corr. ''tapir-ema'', a anta fétida, ou catinguenta; corr. ''tapireima'', falto de antas, lugar onde não há desses animais&amp;quot;. (Th. S., 152) — A. C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vide minha nota sobre a palavra ltapirema — M. M.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 203:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;ITAPIREMA — (Riacho afl. do Ubú) — &amp;quot;Corr. ''itá-api-reima'', pedra sem fim, e também pode ser corr. ''tapir-ema'', anta fétida ou fedorenta&amp;quot;. (Th. S., Ns. Ms.) — A. C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve de ser Tapirema. Estive no engenho Tapirema onde notei esquisito mau cheiro. ''Tapir-inema'', mau cheiro de tapir ou anta — M. M.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) O Engenho Itapirema citado está plotado nos mapas modernos, todavia acredita-se que é um engenho construído depois do Domínio Holandês, pois ele está situado na [[m.d.]] do rio Itapirema - no [[BQPPB]], o símbolo de engenho estã na [[m.e.]] desse rio. Assim , a existência de um Engenho Itapirema na área, salvo novas informações, não afeta a presente conclusão de que há erro de símbolo no [[BQPPB]]. A interpretação do caminho, onde ele faz vau no Itapirema, é nas proximidades do local desse engenho, o que é mais um indício dele ser moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) A área próxima ao povoado de Itapirema foi a posição escolhida para localizar a aldeia Tapirema - a interpretação geográfica dos caminhos desenhados no mapa Mapa IT [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] que se dirigem a essa aldeia, considerando-se caminhos ainda hoje existentes, resulta da constatação de que há uma malha de caminhos se adequado muito bem a essa hipótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Mael%E2%88%ABtroom_(redemoinho)</id>
		<title>Mael∫troom (redemoinho)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Mael%E2%88%ABtroom_(redemoinho)"/>
				<updated>2023-08-08T22:22:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mael∫troom'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redemoinho junto à [[m.e.]] do '[[Parapĩtinga ou Rio de S.Francifco]]' (Rio São Francisco), ao lado da '[[Ĩ. d'Anta]]' (Ilha de São Pedro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' redemoinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapas:''' [[PRÆFECTURA DE CIRÎÎĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma]] e [https://iiif.lib.harvard.edu/manifests/view/ids:43031172 DE CAPITANIE CIRIJI. / RIO ST, FRANCISCO.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nota:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo que está desenhado nos mapas não consta no 'Notularum Explicatio' ou no quadro de legendas. Interpreta-se como redemoinho baseado na toponímia e na citação do mestre Câmara Cascudo, sendo, assim, um alerta à navegação para esse tipo de obstáculo perigoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Toponímia:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[Benjamin N. Teensma]] traduziu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Mael∫troom = maalstroom, redemoinho.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: A designação desses redemoinhos na língua tupi é ''jupiá''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Zuzarte, 1769?)]], viajando em canoas de Porto Feliz (SP) a Iguatemi (MS), conhecidos na época respectivamente como Porto de Araraŷtâguaba e Povoação do Guatemŷ, navegando pelos rios Tietê, Grande (rio Paraná) e Iguatemi, assinala em mapas um redemoinho enorme e perigoso semelhante ao plotado por Georg Marcgrave no Rio São Francisco. Os indígenas tupis denominavam esses redemoinhos de jupiás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O título do mapa de Teotônio José Zuzarte (1769?, fólio 19 de 66) é esclarecedor o suficiente para se ter uma ideia das características desses redemoinhos e do perigo que representam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Este Hê o Selebre, e gran∂e jupiâ m[ui]to perigoso, Cauzado de Huma gran∂e Lage de pe∂ra, q[ue] Sobe dezde o fundo do Rio Gran∂e P[a]ranâ atê a Superfise dagoa; Cuja Hê Cortada direŷta a prumo pela p[ar]te do Norte o q[ue] Cauza fazer as agoas batendo nella Hum gra[n]de rodomoinho de Sorte q[ue], Como a marê enxa, e vaza, fazendo em gran∂e distancia m[ui]tas on∂as; Cauza aos navega[n]tes deste Rio gran∂e Susto, e me∂o p[ar]a q[ue] não Caŷaõ as embarcações neste perigo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 162:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Depois é a lagoa Ipoxi, ligada ao grande rio e um torvelinho que Barléu (ou Marcgrave) registou à maneira nórdica, maelstrom. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BIBLIOGRAFIA_/_ICONOGRAFIA_-_Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira</id>
		<title>BIBLIOGRAFIA / ICONOGRAFIA - Coleção Levy Pereira</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BIBLIOGRAFIA_/_ICONOGRAFIA_-_Cole%C3%A7%C3%A3o_Levy_Pereira"/>
				<updated>2023-08-08T20:14:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[(4.VEL Y, 1643-1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL Y, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL-695, 1645-1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(4.VEL-2156, 1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Abreu, 1907)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1612)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1616)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1626/1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albernaz, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Albuquerque; Lucena; Walmsley, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Almeida, 1965)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Anônimo, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Anônimo, 1711)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Antonil, 1711)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Apenso nº 6, 1854)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Arciszewski, 1637)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Barbosa, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Barléu, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Baro, 1647)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(BAV-Vingboons, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Beck, 1649)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Blaeu, 1665)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Boogaart; Brienen, 2002)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Boxer, 1957)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Broeck, 1651)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Brommer, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Brommer &amp;amp; Heijer, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Bullestrat, 1642)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cabral de Mello, 2010)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cabral de Mello, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Calado, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1930)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1947)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1955)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1956)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Câmara Cascudo, 1968)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Castello Branco, 1951)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Carpentier, 1635)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cardim, 1625)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cavalcanti; Cunha, 2006)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Cintra; Pereira, 2014)]] A astronomia e o mapa Brasilia qua parte paret Belgis, de Jorge Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Coelho, 1654)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Coriolano de Medeiros, 1950)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Costa, 1623)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(D'Ouvilly, 1654-1663)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Daróz, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Dicionário Tupi, 1795)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Diegues Jr, 1949)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Domingues; Moura; Rocha - 1614)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Drewisch, 1631)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Dussen, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Emerenciano, et alii, 2007)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Fernandes, 1912)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Figueiredo, 1625)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Figueredo, 1933)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galindo; Menezes - 2003)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galvão, 1977)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Galvão, 2006)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Garcia, 1927)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Geelkercken, 1624)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gerritsz, 1629)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Golijath, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1947)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1954)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1958)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1976)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1981)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1985)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1986)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 1993)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gonsalves de Mello, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Grosselink, 2007)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Guaraná, 1916)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Guedes, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Gutlich, 2005)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Hamel; Bullestrate; Bas - 1646)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Haasbroeck, 1968)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Herrera, 1601)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Herckmans, 1639)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(HET EYLANT I. TAMMARICA, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(IAHGP-Vingboons, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Jesus, 1679)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Kok, 2009)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Laet, 1637)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Laet, 1644)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Lobo, 2010)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Lopes, 1999)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Mapa CAPITANIA DE SIARA]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1640)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1643?)]] [ATLAS - Harvard Library]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1647 BQPPB)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Margrave, 1658)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Matsuura, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1984)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1989)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1993)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1997)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 1998)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Medeiros, 2001)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Melo, 1929)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Melo, 1931)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1612) BPMP]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1612) IHGB]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Moreno, 1615)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
([[Morize, 1900)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Nassau-Siegen; Dussen; Keullen - 1638)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Netscher, 1853)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Nieuhof, 1682)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Orazi, 1698)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Papavero &amp;amp; Teixeira, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1878)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1895)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 1896)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1900)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1902)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira da Costa, 1951)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2010)]] PREFEITURA DO RIO GRANDE - A PRESENÇA INDÍGENA NOS ENTES GEOGRÁFICOS DO MAPA DE GEORGE MARCGRAVE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2010) Georreferenciamento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) Caminho do Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) GOUVENEURS PAT]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2013) Nota Técnica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2014)]] O percurso da expedição em busca das minas de prata no RIO GRANDE holandês em 1650&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira, 2016)]] A cartografia e a iconografia da batalha do Comandatuba e do cerco de Porto Calvo em 1637&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira &amp;amp; Cintra, 2013)]] A precisão e a longitude de origem do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS, de Georg Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pereira &amp;amp; Cintra, 2014)]] Eratosthenes Pernambucensis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pires, 1994)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Piso, 1648)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Piso, 1658)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Prevost, 1757)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Pudsey, circa 1670)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Relação dos Engenhos, 1655)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[RIAHGP]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Richshoffer, 1677)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Salvador, 1627)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1901)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1904)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1905)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sampaio, 1931)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santa Teresa, 1698)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santana, 2004)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Santiago, 2004)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Schott, 1636)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sesmarias RN, 2000)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Silva, 2005)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Silva &amp;amp; Silva, 1987)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Sousa, 1587)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Southey, 1810)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Souto Maior, 1912)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Spencer &amp;amp; Pereira, 2008)]] Prefeitura do Rio Grande - A presença indígena nos entes geográficos do mapa de George Marcgrave&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Stradelli, 1929)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Tavares de Lira, 1921)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Taunay, 1940)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Taunay, 1948)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Teensma, 1997)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Teensma, 2011)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2012)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2012) CEARÁ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim, 2015)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Terto de Amorim &amp;amp; Pereira, 2014)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Vainfas, 2008)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Varnhagen, 1872)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Vau de Claye, 1579)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Verdonck, 1630)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Walbeek &amp;amp; Moucheron, 1643)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Wätgen, 1921)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Whitehead, 1987)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Whitehead &amp;amp; Boeseman, 1989)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Zandvliet, 2002)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[(Zuzarte, 1769?)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=(Zuzarte,_1769%3F)</id>
		<title>(Zuzarte, 1769?)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=(Zuzarte,_1769%3F)"/>
				<updated>2023-08-08T20:13:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Criou página com '{{Levy}}   ZUZARTE, Teotônio José. '''Plâno em borraõ ∂e todos os rios, caxueŷras, e todas as Couzas mais notaveis q vi desde o porto de Araraŷtâguaba até a Povoaç...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ZUZARTE, Teotônio José. '''Plâno em borraõ ∂e todos os rios, caxueŷras, e todas as Couzas mais notaveis q vi desde o porto de Araraŷtâguaba até a Povoação do Guatemŷ''' [e dahi até a Serra q divide as duas potencias fidelissima e catolica, o qual será posto em limpo com melhor i∂ea e perfeŷçaõ, como in∂a se não vio]. [Manuscrito]. [1769].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Visualização/ Download: [http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart1033424/cart1033424.htm @ Biblioteca Nacional Digital Brasil].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Coleção Levy Pereira]]&lt;br /&gt;
[[Category:Biblioteca]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=R._%E2%88%82._Taar%CE%AD%C6%90</id>
		<title>R. ∂. TaarέƐ</title>
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				<updated>2023-03-26T20:19:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====R. ∂. TaarέƐ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riacho afluente da [[m.e.]] do rio 'Nhúm∂iàǐ' ([[Nhumdiáĩ (rio)]]), a montante do rio 'Úrugúàgúaçú' ([[Vruguaguacu]]). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' DE CAPITANIE VAN RIO GRANDE / [[(Margrave, 1643?)]] ATLAS - Harvard Library.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' RIO GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jurisdição:''' CAPITANIE VAN RIO GRANDE, Freguesia (Distrito) de ''Potigi'' (Potengi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' R. ∂. TaarέƐ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Topônimo omitido nos mapas de Marcgrave impressos pela Editora Blaeu e suas cópias por outros editores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citação:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapas: [[(Margrave, 1647 BQPPB)]] &amp;amp;  [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]], plotado sem nome, afluente [[m.e.]] do [[Nhumdiáĩ (rio)]], a montante do rio [[Vruguaguacu]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nota:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE - CAPITANIA DE PARAYBA não plota esse riacho, e denomina o rio Jundiaí de 'Rº. ∂a MarƐƐs'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra versão desse mapa manuscrito, o mapa [[(BAV-Vingboons, 1640)]] Reg.Lat.2106 f.035 CAPITANIA DE RIO GRANDE plota o rio Jundiaí e omite esse riacho exatamente da mesma maneira, o que indica ter havido um rio ou riacho com essa denominação na bacia do rio Jundiaí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mapa DE CAPITANIE VAN RIO GRANDE tem alta probabilidade de plotar o riacho e registrar o seu topônimo corretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Amba%C4%ADt%C6%90nga.</id>
		<title>AmbaĭtƐnga.</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Amba%C4%ADt%C6%90nga."/>
				<updated>2023-03-26T20:12:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====ambaĭtƐnga====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curral na [[m.d.]] de riacho sem nome no mapa e situado entre os riachos ´'agoapƐtiba' e 'Úrúbùngúaba', afluentes de lagoa sem nome no mapa (Lagoa de Nísia Floresta/Lagoa Papari). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' curral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' DE CAPITANIE VAN RIO GRANDE / [[(Margrave, 1643?)]] ATLAS - Harvard Library.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' RIO GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Jurisdição:''' CAPITANIE VAN RIO GRANDE, Freguesia (Distrito) de ''Mopebu''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' ambaĭtƐnga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' não identificado (área reocupada), e possivelmente situava-se na área do atual bairro de São João, município de Nísia Floresta-RN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Topônimo omitido nos mapas de Marcgrave impressos pela Editora Blaeu e suas cópias por outros editores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #51 CAPITANIA DE RIO GRANDE - CAPITANIA DE PARAYBA - plotados dois currais na [[m.e.]] da grande lagoa sem nome (Lagoa de Nisia Floresta / Lagoa Papari) formada pelo 'Rº. TirƐrÿ' (Rio Trairi), dos colonos 'Ԑnriqu fԐrnaõ' e 'DiԐgo GonsaluԐs'. Um deles possivelmente é o curral 'ambaĭtƐnga'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapas: [[(Margrave, 1647 BQPPB)]] &amp;amp;  [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]], plotado sem nome, entre os riachos [[Vrubuuguaba (riacho)]] e [[Agoapetiba]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BQPPB_-_O-P</id>
		<title>BQPPB - O-P</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BQPPB_-_O-P"/>
				<updated>2023-03-26T20:04:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;====Lista de TOPÔNIMOS do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS grupados pelas letras iniciais O e P====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O CAMINHO DE CAMARÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O CAMINHO DE CONDE]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O Salgado (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O Salgado (região)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Oiebír (rio costeiro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Olandá (engenho de bois)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Olînda (cidade)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os ∫ete montes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os coqueiros (casas e olho d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os coqueiros (região)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os marcos (marco e linha limitrofes PARAIBA-ITAMARACA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os marcos (marco e linha limitrofes PARAIBA-RIO GRANDE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os marcos (marco e linha limitrofes PARANAMBVCA-ITAMARACA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pacatĩba (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pacatijĩ (riacho costeiro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Padres de S.Bento (curral)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Papencurral (curral)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Para (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paragoaçu (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paragoaçu (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraiba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraiba (rio - PARAIBA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraĩgèra ou Algoa de Sal (lagoa fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paràĩgoéra  (1.) (braço de rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraigoura (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paramiri (braço de rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paramiri (braço de rio - PARANAMBVCA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paràmirĭ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paranambúca (barreta)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paranamírí (campina)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parapĩtinga ou Rio de S.Francifco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ (rio costeiro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ guaçú (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ miri (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ Ou R doce (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratiji (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parauna (braço de rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parçeda (arquipélago fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pardora (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paripoera (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parĩpoera (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ParԐeda (arquipélago fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Passo da Barreta (casa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Passo (casa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paul (lagoas  (alagadiços))]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Payetinga (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paβo (casa )]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Peaçabuçu  Groote pas (passo no rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pedra fuzada (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penderáma (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PԐnԐ∂o (povoaçao)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piabĩ (local no litoral)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piacica (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaçica (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaçĩca (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩaçĩca (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaguaçu (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaguĩ (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaguĩ (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piàguĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piâguĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩaguĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pindauna (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pindoba (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piquĩrĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piràcaba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩracaba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩracàba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piráçununga (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piráçunúnga (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piraçununga (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piranhĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩranhi (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piranupama (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirápáma (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirápáma (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirari (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirari (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Píriguai (engenho de bois)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Píriguai (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirĩpĩrĩ (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piripirĩ (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piúĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pixaó (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pixaó (engenho de bois sem igreja)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poĩmimbaba (Engenho de bois com igreja)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poĩmimbaba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ponhangiá (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pontael (forte)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poteapua (serra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiguaçu (rio - PARAIBA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potĩguaçú (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiguaçu (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiguaçutiba (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potĩguçu (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiiĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiiĩpeba ou Rio de Vazarbarries]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potijĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potĩjĩ ou Rio grande]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potimirĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potirobi (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pottebackers berg (monte)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pouid4enos (povoação)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURA DE CIRÎÎĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta ∂Ԑ ƒasjo (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta đ Macarera (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta Iaragea (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. ᵭ Paranambuca (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. d. S. Maria (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. da Lacha ou Pta. negra (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. das Paos (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. das Pedras (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Çaranambĩ (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Ioçara (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Luçena (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Pipa (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. des Mangues (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. ∂os CoqúƐiros.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. negra (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta.đ Marĩopoço (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto dos Francises (porto)]] PARAÍBA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto dos Franco∫es (porto)]] PARAÍBA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. Caluo (povoação)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. das Galinhas (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. das pedras (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. do Pao Amarello (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. dos busios  Pĩranhi (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. dos Pe∫cadores (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. dos toures (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. France∫e (porto)]] PARANAMBUCA MERIDIONAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Purupiĩ (lagoa fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pyramideberg (serra)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pta._%E2%88%82os_Coq%C3%BA%C6%90iros.</id>
		<title>Pta. ∂os CoqúƐiros.</title>
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				<updated>2023-03-26T20:04:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: Criou página com '{{Levy}}    ====Pta. ∂os CoqúƐiros.====  Pontal ou cabo, ao sul da barra do riacho ''acaràpέbĭ.'' [ Acariachi no BQPPB ] e ao norte da ponta ''ItâtƐn∂ǐbáb...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Pta. ∂os CoqúƐiros.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pontal ou cabo, ao sul da barra do riacho ''acaràpέbĭ.'' [ [[Acariachi]] no [[BQPPB]] ] e ao norte da ponta ''ItâtƐn∂ǐbába.'' [ [[Icaterdiouba]] no [[BQPPB]] ].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' pontal ou cabo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' DE CAPITANIE VAN PARAIBA. / [[(Margrave, 1643?)]] ATLAS - Harvard Library.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARAIBA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Ponta dos Coqueiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Pta. ∂os CoqúƐiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Topônimo omitido nos mapas de Marcgrave impressos pela Editora Blaeu e suas cópias por outros editores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PB [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #49 CAPITANIA DE PARAYBA - plotada como cabo ou ponta, sem nome, ao norte da barra do ''R. Guacʃaÿ''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapas: [[(Margrave, 1647 BQPPB)]] &amp;amp; [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]], plotada como ponta, sem nome, entre a barra dos riacho [[Acariachi]] e a ponta [[Icaterdiouba]] (Ponta da Tambaba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Nh%C4%A9acoca_(aldeia_de_%C3%ADndios)</id>
		<title>Nhĩacoca (aldeia de índios)</title>
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				<updated>2023-03-11T15:44:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nhĩacoca====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldeia de índios (brasilianos) com sinal de abandonada, no vale do '[[Nhĩacoca]]' (Rio Boa Água).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' aldeia de índios com sinal de abandonada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARAIBA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Joacocá; Jacoca; Joacaca; Joakaka; Jaocque; Jaocoça; Nhĩacoca; Inocoça; Aldeia do Garamame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' a aldeia foi extinta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Situava-se onde hoje é zona urbana da cidade de Conde-PB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa IT [[(Albernaz, 1626/1627)]], possivelmente, plotada como aldeia de índios na  [[m.d.]] rio 'Guramame', e citada no título deste mapa como 'aldea do Garamame'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Moreno, 1615)]], pg. 44, discriminando a resenha de índios guerreiros que participaram na Jornada do Maranhão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Logo aos 28 de agosto fizeram resenha da gente dos índios, para ver os que faltavam ao número de 500 frecheiros, quantidade que o de Albuquerque assegurava levar do Rio Grande, para que, com os de Ceará e Buapava, com quem tinha grandes *lianças, pudesse meter na Jornada até mil índios de guerra; e assim se tomou mostra, e pareceram os principais que se seguem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Joacocá, o Pau-Seco, com 22&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma aldeia, o Mandiocapuá, com 16&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Citada como Aldeia Inocoça ou Jaocoça pelo Pe. Manoel de Moraes, em 1635, na sua relação de aldeias de brasilianos na Paraíba informada aos neerlandeses, conforme:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota 43 de C. Fernandes Pinheiro, Brasil Bandecchi e Leonardo Arroyo, in [[(Southey, 1810)]], Notas do capítulo IV, pg. 207:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;(43) ...; Inocoça, a quatro léguas (de Nossa Senhora das Neves, tratada nesta nota como cidade da Paraíba) caminho de Goiana; ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[(Vainfas, 2008)]], pg. 72:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Na Paraíba, nomeou ... a aldeia de Inocoça ou Jaocoça, a quatro léguas (24 quilômetros) da cidade da Paraíba, no caminho de Goiana, em Pernambuco, chefiada pelo índio Diogo Botelho; ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: As duas citações acima têm fonte primária no livro de Joannes de Laet, História ou Anais dos Feitos da Companhia das Índias Ocidentais, desde o começo até o fim do ano de 1636 ([[(Laet, 1644)]]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Herckmans, 1639)]], pg. 23-24:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Neste distrito do Gramame, ao sul do rio e cerca de duas léguas da costa, existiam também duas belas aldeias chamadas Joacaca e ... Pindaúna. Joacaca é uma palavra brasílica que significa: abraça-me, pois nesse lugar os índios surpreenderam uma mulhes brasiliense potiguar que se achava à sombra com um Tapuia, e lhe dizia - t'cheakoka, abraça-me (24).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas aldeias foram abandonadas no ano de 1636, com aprovação do diretor da Capitania, para evitarem os índios as invasões ou os assaltos dos inimigos.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Coutinho, Marcus Odilon Ribeiro, &amp;quot;Notas&amp;quot;, in [[(Herckmans, 1639)]], pg. 50:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;(24) Jacoca chama-se atualmente Conde, ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Sampaio, 1904)]], pg. 33:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;JOACACA (JOAKAKA) — também escrito por Herckman Joakoka, à pag. 259, é derivado de ''juá-coga'' que significa roça de juá ou onde se faz colheita de juá. A explicação do autor holandês é inadmissível.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 183, definindo a função do capitão holandês:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Além do capitão brasiliano, foi posto em cada aldeia um capitão holandês que os regem a eles e aos seus principais; a sua maior atribuição é animá-los para o trabalho e dirigi-los na melhoria das plantações e conceder-lhes permissão para trabalhar para senhores de engenho, verificando que não sejam vítimas de enganos e que o seu trabalho lhes seja pago. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 184, quanto à população masculina, esclarece:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;... homens, tanto velhos quanto jovens, aptos para a guerra ou inaptos, excluídas as mulheres e crianças, as quais estão em proporção, com relação aos homens, de, no mínimo, 3 para 1. &amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg.185:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;ALDEIAS NA PARAÍBA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldeias Jaocque e Pindaúna, agora Maurícia, Capitão Tonis Claensz 233&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Coriolano de Medeiros, 1950)]], pg. 114:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Jacoca (Voc. ind., corr. de juá-cog: roça de juá, segundo Teodoro Sampaio. E. Herckman deriva o vocábulo de t-chea-coca: &amp;quot;abraça-me&amp;quot;, em virtude de ser esta a expressão de uma selvagem apanhada em colóquio com o seu escolhido) — Vila do município da Capital, distando desta uns 20 quilômetros, para o S. Começou por uma aldeia de índios tabajaras. Em 1636, esta aldeia com a sua vizinha Pindaúna, de ordem do governador holandês, veio alojar-se na Capital. Depois de algum tempo, os índios, já fundidos numa só tribo, obtiveram permissão para o regresso, mas estando suas aldeias muito arruinadas, combinaram que entre elas se fundasse novo povoado, o que sucedeu, recebendo o nome de Maurícia, em homenagem ao conde Maurício de Nassau, tendo como capitão, o inglês João Harrison. Após a restauração, diz Irineu Jófili, deram à aldeia a denominação de Conde. ...&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 218:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;... e a foz do Guaramama (Gramame) que, depois de ligeiro curso sinuoso, inflete para a esquerda, desaparecendo. Recebe pela direita apenas o Nhinacoca (Jacoca) onde há deserta povoação indígena.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1968)]], pg. 95:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;JACOCA: ... De ''iacu-oca'', casa ou morada dos jacus.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: A interpretação toponímica do nome desta aldeia de brasilianos está muito diversificada, necessitando de estudos mais aprofundados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=%C4%A8equ%C3%ADc%C4%A9p%C4%A9tanga</id>
		<title>Ĩequícĩpĩtanga</title>
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				<updated>2023-03-04T23:52:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ĩequícĩpĩtanga====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio afluente [[m.e.]] do '[[Ipoíucâ]]' (Rio Ipojuca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' riacho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' Ĩequícĩpĩtanga (Iequicipitanga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Jaquicipitanga (e possivelmente Rio Supitanga).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nota:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não localizou-se o nome do rio Jaquicipitanga no mapa moderno utilizado como como referência, o mapa do [[IBGE]] Geocódigo 2607208 Ipojuca - PE. Todavia, vê-se na [[m.d.]] de um rio no município de Ipojuca o ENGENHO SUPITANGA, o que é um forte indício para identifica-lo como o rio 'Ĩequícĩpĩtanga', e que seu nome atual seja o mesmo desse engenho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, o mapa de Margrave mostra que a foz do 'Ĩequícĩpĩtanga' no 'Ipoiucá' (rio Ipojuca) fica a jusante da foz do rio 'Carâguaçû' (Rio Piedade), e não localizou-se nenhum rio ou riacho desembocando na [[m.d.]] do Ipojuca, entre esse rio e o rio 'Aramoiiá', que pudesse ser outro 'Carâguaçû' diferente do identificado neste estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, opta-se, neste estudo, por identificar o rio georreferenciado como o 'Ĩequícĩpĩtanga', e admitir a possibilidade de que há um erro do seu posicionamento no mapa [[BQPPB]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, 'Iequicipitanga', afluente [[m.e.]] do 'Ipoiucâ' (Rio Ipojuca).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nota: Esse rio está em posição diferente da do [[BQPPB]], pois está a montante do 'Caraguaçu', posição essa que se supõe correta. No entanto, as imprecisões nesse mapa são tantas, que isso pode ser um erro que deu certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Melo, 1931)]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 206:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;JAQUICIPITANGA — (Riacho afl. do Ipojuca) — Ant. Iequicipitanga, &amp;quot;parece corr. de ''y-quicin-pitanga'', que se traduz água revolvida, ou água turva, vermelha&amp;quot;. (Th. S., Ns. Ms.) — A. C.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 223:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;SUPITANGA — (...) — &amp;quot;Pode ser corr. de ''çoo-pitanga'', bicho vermelho; como pode ser abreviação de ''çoó-açupitanga'', alterado para suassupitanga e abreviado em Supitanga, que quer dizer — veado vermelho&amp;quot;. (Th. S., Ns. Ms.) — A. C.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Câmara Cascudo, 1956)]], pg. 183:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Pela direita recebe o Ipouica (Ipojuca) o Caraguaçu. Pela esquerda o Letão (Leitão), perto do engenho São Cosme, o Aramoiia, o Iequicipitanga e o riacho Panderama que se une, na costa de uma ilha, a Tatunca, que é a Tatuoca.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=N_S_%E1%B5%AD_S_Seba%E2%88%ABt_(aldeia_de_%C3%ADndios)</id>
		<title>N S ᵭ S Seba∫t (aldeia de índios)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=N_S_%E1%B5%AD_S_Seba%E2%88%ABt_(aldeia_de_%C3%ADndios)"/>
				<updated>2023-03-03T15:17:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====N S ᵭ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''S Seba∫t'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldeia de índios com cruzeiro na [[m.d.]] do 'Timbôtéba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' aldeia de índios com cruzeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nomes históricos:''' N S ᵭ  S Seba∫t (N. S. di S. Sebast); Nossa Senhora da Purificação (N. S. da Purificação de Una; N. S. da Purificação); A Noúo (Aldeia Nova).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' a aldeia está destruída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Vide:''' '[[Velha S. Miguel (aldeia de índios)]]' e '[[S. Gonçalo (povoação)]]'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Citações:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa Mapa PE-C [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE, plotada, com símbolo de aldeia, 'A Noúo', na cabeceira do 'Rº. Tintonha'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* A posição dessa aldeia é dúbia, pois está muito próxima ao 'Rº. Tintonha' e ao 'Rº. Huna'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►Mapa PE [[(Orazi, 1698)]] PROVINCIA DI PERNAMBVCO, plotado, símbolo de aldeia, 'N. S. di S. Sebast.', na [[m.d.]] do 'Timboteba'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Dussen, 1640)]], indicando o nome do seu capitão holandês e sua população masculina:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 183, definindo a função do capitão holandês:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Além do capitão brasiliano, foi posto em cada aldeia um capitão holandês que os regem a eles e aos seus principais; a sua maior atribuição é animá-los para o trabalho e dirigi-los na melhoria das plantações e conceder-lhes permissão para trabalhar para senhores de engenho, verificando que não sejam vítimas de enganos e que o seu trabalho lhes seja pago. &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg. 184, quanto à pópulação masculina, esclarece:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;... homens, tanto velhos quanto jovens, aptos para a guerra ou inaptos, excluídas as mulheres e crianças, as quais estão em proporção, com relação aos homens, de, no mínimo, 3 para 1. &amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
@ pg.185:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;ALDEIAS EM PERNAMBUCO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aldeia em Una, Capitão Pieter Michielsz ... 44 homens.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
►[[(Pereira da Costa, 1951)]], Volume 3, Ano 1636. pg. 54:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Com o estabelecimento do aldeiamento de Una, surgiu uma povoação, contemporaneamente, que teve tal desenvolvimento, que foi logo constituída em paróquia, que documentadamente encontramos designada com as encontradas invocações de S. Gonçalo de Una, N. S. da Purificação de Una, N. S. da Purificação e S. Gonçalo Garcia, ou simplesmente Freguesia de Una. Quanto ao aldeiamento, porém, segundo um documento de 1746, tinha a invocação de S. Miguel, parecendo assim que havia duas igrejas distintas: a daquele Santo e a da paróquia.&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) interpreta-se, neste estudo, 'N S ᵭ  S Seba∫t' como sendo duas aldeias estabelecidas num só local, a Aldeia de Nossa Senhora da Purificação e a Aldeia de São Sebastião, mantidas as autonomias dos dois grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'S. Seba∫tião' é aldeia de brasilianos com cruzeiro (capelão calvinista) com sinal de abandonada, situada na [[m.d.]] do 'Camurijĩ' (Rio Camaragibe - AL), e possivelmente teve sua população (relocada) reunida à da aldeia de Nossa Senhora da Purificação, mantida a autonomia de cada grupo, fato relativamente comum - a Assembléia de brasilianos de 1645 realizada na aldeia 'Itâpoçirica' fez vários pleitos semelhantes. A diferença aqui é que a aldeia de São Sebastião deve ter sido relocada por imposição neerlandesa - vide 'S. Seba∫tião'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) O [[BQPPB]] mostra duas aldeias de brasilianos com cruzeiro na área, 'Velha S. Miguel' e 'N S ᵭ  S Seba∫t' - a aldeia velha, São Miguel, e a aldeia nova, Nossa Senhora da Purificação, que está plotada no mapa PE-C [[(IAHGP-Vingboons, 1640)]] #40, e a povoação de 'S. Gonçalo', sede da Freguesia do Una, situada efetivamente na margem do rio Una. São três entes distintos, e esse esclarecimento pode dar melhor compreensão à história da região - vide comentários em '[[Velha S. Miguel (aldeia de índios)]]' e '[[S. Gonçalo (povoação)]]'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) A citação de Adriaen van der Dussen acima possivelmente refere-se ao conjunto  das três aldeias, 'N S ᵭ S Seba∫t' (união das aldeias de Nossa Senhora da Purificação e de São Sebastião) e 'Velha S. Miguel'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BQPPB_-_2-A</id>
		<title>BQPPB - 2-A</title>
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				<updated>2023-03-01T18:21:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;====Lista de TOPÔNIMOS do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS grupados pelo carácteres iniciais 2 e A====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[2 Val∫che Huy∫em]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Caǰuĩbuçu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Cajupiranga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A CAPITANIA DE ÇÎRÎIĬ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A CAPITANIA DE ITÂMARACÂ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A CAPITANIA DE PARAIBA]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A CAPITANIA DE PARANAMBUCA]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A CAPITANIA DE RIO GRANDE]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A de Boqueĩraon]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A des pedras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A dos Ilhettos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[A Mina]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Abáĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Abiaĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Abĩaĩ (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Abiaĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acaiuarĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acaiuĩba]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acaiuĩbuçú (Engenho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acaiuĩbuçú (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acajúapáie]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acajŭiba]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acariachi]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Acaropebĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoa ᵭ Brandao]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoa fal∫a]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoabranca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoafria (riacho)]] ITÂMARACÂ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoaƒria (riacho)]] PARANAMBVCA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoapetiba (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoapetiba (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoapetĩba]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoapetĩba (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoapètĩba ou R. dos mortos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Agoapreta]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aíamá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aíamá de Baixo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aíamá de Riba]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aĩĩ ou R. da peguiza]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aireré]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Alagoa de Norte]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Alagoa Grande (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Algoa de Sal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Algodoais]] (engenho)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Algodoais (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Alpoins]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aluaro GomԐs]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Am∫tel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[AmbaĭtƐnga.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ambareçombú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Amoráĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Anguacta]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Anguactá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antº de Sauedo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antº. Pento]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Antonio ᵭ Serra]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apacuypomonga]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aparára]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apatimbu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aperendĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aperoàcá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apetĩmbá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apetimbu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apetimbú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apetĩmbú]] / Iguaraguĩ (aldeia com cruzeiro)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apetimbu guaçu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apetimbu mirĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apua]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apuâ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Apuepe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aputĩmbumirĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aquétegráma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Araçaĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aràçàjĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aràcàĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aracoára]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aracondá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aramarijĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aramoiiá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arapapuçĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arárembé]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ararĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arata]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arataáyí]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arataáyí (engenho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arataáyí (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arataàyĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Araticû]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aratícûĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Aratuáíyĩ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Araunu (aldeia)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Araunu (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arrayal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Atĩtarĩ]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Dryhoeck</id>
		<title>Dryhoeck</title>
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				<updated>2023-02-28T15:08:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dryhoeck&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' fortaleza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ]] PARS BOREALIS, una cum [[PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARANAMBVCA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vide [[F. Waerdenberg, v. dryhoeck (e.)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Iabacu</id>
		<title>Iabacu</title>
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				<updated>2023-02-22T22:52:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Levy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Iabacu====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serra próxima à nascente do '[[Çibànbĩ]]', na '[[COPAĬBA]]' (Região junto à vertente leste da Chapada da Borborema).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Natureza:''' serra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mapa:''' [[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitania:''' PARAIBA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome histórico:''' Iabacu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome atual:''' Serra do Jacu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cota máxima: 323 m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Citar|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Ref|nome=Levy|sobrenome=Pereira}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category: Coleção Levy Pereira]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BQPPB_-_O-P</id>
		<title>BQPPB - O-P</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=BQPPB_-_O-P"/>
				<updated>2023-02-19T20:20:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Levypereira: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;====Lista de TOPÔNIMOS do mapa BRASILIA QUA PARTE PARET BELGIS grupados pelas letras iniciais O e P====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O CAMINHO DE CAMARÃO]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O CAMINHO DE CONDE]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O Salgado (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[O Salgado (região)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Oiebír (rio costeiro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Olandá (engenho de bois)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Olînda (cidade)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os ∫ete montes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os coqueiros (casas e olho d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os coqueiros (região)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os marcos (marco e linha limitrofes PARAIBA-ITAMARACA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os marcos (marco e linha limitrofes PARAIBA-RIO GRANDE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Os marcos (marco e linha limitrofes PARANAMBVCA-ITAMARACA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pacatĩba (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pacatijĩ (riacho costeiro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Padres de S.Bento (curral)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Papencurral (curral)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Para (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paragoaçu (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paragoaçu (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraiba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraiba (rio - PARAIBA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraĩgèra ou Algoa de Sal (lagoa fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paràĩgoéra  (1.) (braço de rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paraigoura (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paramiri (braço de rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paramiri (braço de rio - PARANAMBVCA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paràmirĭ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paranambúca (barreta)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paranamírí (campina)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parapĩtinga ou Rio de S.Francifco]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ (rio costeiro)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ guaçú (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ miri (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratijĩ Ou R doce (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paratiji (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parauna (braço de rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parçeda (arquipélago fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pardora (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paripoera (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Parĩpoera (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ParԐeda (arquipélago fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Passo da Barreta (casa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Passo (casa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paul (lagoas  (alagadiços))]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Payetinga (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Paβo (casa )]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Peaçabuçu  Groote pas (passo no rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pedra fuzada (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Penderáma (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PԐnԐ∂o (povoaçao)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piabĩ (local no litoral)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piacica (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaçica (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaçĩca (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩaçĩca (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaguaçu (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaguĩ (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piaguĩ (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piàguĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piâguĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩaguĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pindauna (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pindoba (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piquĩrĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piràcaba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩracaba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩracàba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piráçununga (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piráçunúnga (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piraçununga (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piranhĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pĩranhi (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piranupama (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirápáma (Engenho de roda d'água)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirápáma (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirari (aldeia de índios)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirari (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Píriguai (engenho de bois)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Píriguai (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pirĩpĩrĩ (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piripirĩ (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Piúĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pixaó (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pixaó (engenho de bois sem igreja)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poĩmimbaba (Engenho de bois com igreja)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poĩmimbaba (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ponhangiá (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pontael (forte)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Poteapua (serra)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiguaçu (rio - PARAIBA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potĩguaçú (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiguaçu (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiguaçutiba (riacho)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potĩguçu (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiiĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potiiĩpeba ou Rio de Vazarbarries]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potijĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potĩjĩ ou Rio grande]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potimirĩ (rio)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Potirobi (lagoa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pottebackers berg (monte)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pouid4enos (povoação)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURA DE CIRÎÎĬ, vel SEREGIPPE DEL REY cum Itâpuáma (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS BOREALIS, una cum PRÆFECTURA de ITÂMARACÂ (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[PRÆFECTURÆ PARANAMBUCÆ PARS MERIDIONALIS (mapa)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta ∂Ԑ ƒasjo (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta đ Macarera (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta Iaragea (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. ᵭ Paranambuca (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. d. S. Maria (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. da Lacha ou Pta. negra (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. das Paos (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. das Pedras (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Çaranambĩ (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Ioçara (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Luçena (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. de Pipa (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. des Mangues (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta. negra (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pta.đ Marĩopoço (pontal ou cabo)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto dos Francises (porto)]] PARAÍBA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto dos Franco∫es (porto)]] PARAÍBA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. Caluo (povoação)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. das Galinhas (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. das pedras (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. do Pao Amarello (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. dos busios  Pĩranhi (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. dos Pe∫cadores (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. dos toures (porto)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pto. France∫e (porto)]] PARANAMBUCA MERIDIONAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Purupiĩ (lagoa fluvial)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pyramideberg (serra)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Levypereira</name></author>	</entry>

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