<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="https://lhs.unb.br/atlas/skins/common/feed.css?303"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-br">
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI</id>
		<title>Aldeias e aldeamentos no século XVI - Histórico de revisão</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI&amp;action=history"/>
		<updated>2026-05-01T02:43:31Z</updated>
		<subtitle>Histórico de revisões para esta página nesta wiki</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.19.0</generator>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI&amp;diff=8849&amp;oldid=prev</id>
		<title>Bernardopicado em 16h24min de 3 de julho de 2013</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI&amp;diff=8849&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2013-07-03T16:24:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table class='diff diff-contentalign-left'&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;tr valign='top'&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 16h24min de 3 de julho de 2013&lt;/td&gt;
			&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|nome=André Soares&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|nome=André Soares&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|sobrenome=&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Anzolin&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|sobrenome=&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ANZOLIN&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos. Na costa, preferiam áreas de mata tropical e subtropical e, no interior, suas ocupações concentravam-se nas margens dos rios.&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/ &lt;/del&gt;FAUSTO, Carlos. 2000. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. p.69./&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;. As aldeias (tabas) eram formadas por conjuntos de casas comuniais (malocas), que costumavam abrigar grandes parentelas. Estas habitações, geralmente circundadas por paliçadas (caiçara), eram dispostas de modo a criar um terreiro central, espaço cerimonial e de socialização entre as diferentes famílias &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/ &lt;/del&gt;FERNANDES, Florestan. A organização social dos tupinambá. Brasília: Hucitec, 1989. p. 61./&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos. Na costa, preferiam áreas de mata tropical e subtropical e, no interior, suas ocupações concentravam-se nas margens dos rios.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt; &lt;/ins&gt;FAUSTO, Carlos. 2000. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. p.69.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/ins&gt;/&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;. As aldeias (tabas) eram formadas por conjuntos de casas comuniais (malocas), que costumavam abrigar grandes parentelas. Estas habitações, geralmente circundadas por paliçadas (caiçara), eram dispostas de modo a criar um terreiro central, espaço cerimonial e de socialização entre as diferentes famílias &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt; &lt;/ins&gt;FERNANDES, Florestan. A organização social dos tupinambá. Brasília: Hucitec, 1989. p. 61.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/ins&gt;/&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Com a chegada dos europeus, em especial, dos religiosas da Companhia de Jesus (1549), novas formas de ocupação foram criadas, todas elas, contudo, foram designadas pelo termo aldeia nas fontes quinhentistas. Os jesuítas, com o intuito de catequizar e sedentarizar os diferentes grupos nativos,&amp;#160; incentivaram a criação de [[ermidas]] em aldeias que mantinham relações amistosas com os portugueses. Esta iniciativa, contudo, trouxe resultados pouco expressivos, uma vez que a escassez de missionários, somadas à dispersão e ao grande número de aldeias, prejudicava os intentos de instaurar uma pedagogia cristã entre os índios. A solução encontrada pelo inacianos – em conjunto com os governadores gerais- foi a criação, em 1558, dos Estatuto das aldeias. Esta nova política previa a união de distintos grupos indígenas em sítios definidos pelas autoridades coloniais, buscando, com isso, otimizar o projeto catequético entre os índios. Estes espaços, que seguiam o modelo das tabas indígenas, eram administrados pelos padres&amp;#160; da Companhia de Jesus e receberam, além de Igrejas, troncos e pelourinhos com vistas a reprimir os delitos leves cometidos no interior destas povoações. A tarefa de executar as punições ficava ao encargo dos meirinhos, escolhidos, em geral, entre os chefes locais. &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Com a chegada dos europeus, em especial, dos religiosas da Companhia de Jesus (1549), novas formas de ocupação foram criadas, todas elas, contudo, foram designadas pelo termo aldeia nas fontes quinhentistas. Os jesuítas, com o intuito de catequizar e sedentarizar os diferentes grupos nativos,&amp;#160; incentivaram a criação de [[ermidas]] em aldeias que mantinham relações amistosas com os portugueses. Esta iniciativa, contudo, trouxe resultados pouco expressivos, uma vez que a escassez de missionários, somadas à dispersão e ao grande número de aldeias, prejudicava os intentos de instaurar uma pedagogia cristã entre os índios. A solução encontrada pelo inacianos – em conjunto com os governadores gerais- foi a criação, em 1558, dos Estatuto das aldeias. Esta nova política previa a união de distintos grupos indígenas em sítios definidos pelas autoridades coloniais, buscando, com isso, otimizar o projeto catequético entre os índios. Estes espaços, que seguiam o modelo das tabas indígenas, eram administrados pelos padres&amp;#160; da Companhia de Jesus e receberam, além de Igrejas, troncos e pelourinhos com vistas a reprimir os delitos leves cometidos no interior destas povoações. A tarefa de executar as punições ficava ao encargo dos meirinhos, escolhidos, em geral, entre os chefes locais. &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em virtude destas diferenças, muitos pesquisadores - seguindo uma tradição historiográfica que remonta ao século XIX &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 119/&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;- optam por utilizar o termo aldeamento para referir-se às ocupações que mantinham relações com a missão jesuítica. Nesta perspectiva, estes autores resguardam o uso do vocábulo aldeia para referir-se às povoações exclusivamente indígenas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em virtude destas diferenças, muitos pesquisadores - seguindo uma tradição historiográfica que remonta ao século XIX &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 119&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/ins&gt;/&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;- optam por utilizar o termo aldeamento para referir-se às ocupações que mantinham relações com a missão jesuítica. Nesta perspectiva, estes autores resguardam o uso do vocábulo aldeia para referir-se às povoações exclusivamente indígenas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Com efeito, podem-se distinguir, nas fontes do Brasil quinhentista, pelo menos três formas de ocupação descritas pelo termo &amp;quot;aldeia&amp;quot;: &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Com efeito, podem-se distinguir, nas fontes do Brasil quinhentista, pelo menos três formas de ocupação descritas pelo termo &amp;quot;aldeia&amp;quot;: &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;1-Tabas. Aldeias Tupi “tradicionais”: &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;1-Tabas. Aldeias Tupi “tradicionais”: &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Ex:&amp;#160; “E comtudo, como pola fama que delle havia pola terra, nunca chegasse tão longe quão longe era desejado, lhe foi finalmente passar dâquelles aos seus contrários, com quem até li se comeram e é 10 léguas além de Santo André, onde por ser fronteira está a mais afamada aldeia de grande que ha nesta costa, cujo principal se chama Aracaen, mui estimado e de grandíssima fama, mas por ser mui velho, que dizem será de 120 annos e não ser já pera mandar nem fazer nada, tem um sobrinho que pôde ser de sessenta, que manda a aldeia e chama-se Capij(...)”.&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:&amp;#160; Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p. 375./&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/ &lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Ex:&amp;#160; “E comtudo, como pola fama que delle havia pola terra, nunca chegasse tão longe quão longe era desejado, lhe foi finalmente passar dâquelles aos seus contrários, com quem até li se comeram e é 10 léguas além de Santo André, onde por ser fronteira está a mais afamada aldeia de grande que ha nesta costa, cujo principal se chama Aracaen, mui estimado e de grandíssima fama, mas por ser mui velho, que dizem será de 120 annos e não ser já pera mandar nem fazer nada, tem um sobrinho que pôde ser de sessenta, que manda a aldeia e chama-se Capij(...)”.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:&amp;#160; Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p. 375.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/ins&gt;/&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ref&amp;gt; &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;2- Aldeias nas quais foram construídas pequenas ermidas, que eram visitadas regularmente pelos padres. Com o tempo, algumas delas tornaram-se local de residência fixa dos jesuítas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;2- Aldeias nas quais foram construídas pequenas ermidas, que eram visitadas regularmente pelos padres. Com o tempo, algumas delas tornaram-se local de residência fixa dos jesuítas.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Ex:&amp;#160; “As aldêas que então o Irmão visitava eram três: uma de um principal chamado Simão, que tanto que a esta terra chegaram os Padres fizeram christão; a outra chamava-se Tamandaré, que agora puzeram nome S. Lourenço; a outra era a do rio Vermelho. &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:&amp;#160; Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXII, P.196./&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Ex:&amp;#160; “As aldêas que então o Irmão visitava eram três: uma de um principal chamado Simão, que tanto que a esta terra chegaram os Padres fizeram christão; a outra chamava-se Tamandaré, que agora puzeram nome S. Lourenço; a outra era a do rio Vermelho. &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:&amp;#160; Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXII, P.196.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/ins&gt;/&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;3- Aldeias (ou aldeamentos) construídas em sítios definidos pelas autoridades coloniais. Congregavam índios de povoações distintas, e contavam com a presença fixa de missionários.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;3- Aldeias (ou aldeamentos) construídas em sítios definidos pelas autoridades coloniais. Congregavam índios de povoações distintas, e contavam com a presença fixa de missionários.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Ex: Neste tempo se fundou uma egreja, uma légua desta cidade, onde se ajuntaram quatro aldeias das que estavam mais perto da cidade, que já dantes doutrinávamos, que foi o primeiro ajuntamento que se começou a fazer e tem por nome a villa de S. Paulo, que mostra bem Nosso Senhor querer já abrir a porta que tanto tempo ha tem cerrada, porque além do Gentio estar mui sujeito e atemorisado, deixam também com isto de commetter alguns pecados que dantes antre elles eram mui usados. No fazer desta egreja e casas em que os Padres mestres da nova christandade se recolhem, que quasi se quer egualar com o collegio da cidade, mostrou Nosso Senhor quão servido é de seu nome se manifestar nestas partes, porque fazendo-se em inverno, em o qual chove muito nesta terra, se fez em obra de quatro mezes. Nessa egreja se disse a primeira missa dia de S. Pedro e S. Paulo, com a maior solemnidade que se poude (...).&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:&amp;#160; Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXV, p.226./&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Ex: Neste tempo se fundou uma egreja, uma légua desta cidade, onde se ajuntaram quatro aldeias das que estavam mais perto da cidade, que já dantes doutrinávamos, que foi o primeiro ajuntamento que se começou a fazer e tem por nome a villa de S. Paulo, que mostra bem Nosso Senhor querer já abrir a porta que tanto tempo ha tem cerrada, porque além do Gentio estar mui sujeito e atemorisado, deixam também com isto de commetter alguns pecados que dantes antre elles eram mui usados. No fazer desta egreja e casas em que os Padres mestres da nova christandade se recolhem, que quasi se quer egualar com o collegio da cidade, mostrou Nosso Senhor quão servido é de seu nome se manifestar nestas partes, porque fazendo-se em inverno, em o qual chove muito nesta terra, se fez em obra de quatro mezes. Nessa egreja se disse a primeira missa dia de S. Pedro e S. Paulo, com a maior solemnidade que se poude (...).&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:&amp;#160; Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXV, p.226.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;&lt;/ins&gt;/&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;ref&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI&amp;diff=8848&amp;oldid=prev</id>
		<title>Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos....'</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI&amp;diff=8848&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2013-07-03T16:23:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos....&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos. Na costa, preferiam áreas de mata tropical e subtropical e, no interior, suas ocupações concentravam-se nas margens dos rios./ FAUSTO, Carlos. 2000. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. p.69.//. As aldeias (tabas) eram formadas por conjuntos de casas comuniais (malocas), que costumavam abrigar grandes parentelas. Estas habitações, geralmente circundadas por paliçadas (caiçara), eram dispostas de modo a criar um terreiro central, espaço cerimonial e de socialização entre as diferentes famílias / FERNANDES, Florestan. A organização social dos tupinambá. Brasília: Hucitec, 1989. p. 61.//&lt;br /&gt;
Com a chegada dos europeus, em especial, dos religiosas da Companhia de Jesus (1549), novas formas de ocupação foram criadas, todas elas, contudo, foram designadas pelo termo aldeia nas fontes quinhentistas. Os jesuítas, com o intuito de catequizar e sedentarizar os diferentes grupos nativos,  incentivaram a criação de [[ermidas]] em aldeias que mantinham relações amistosas com os portugueses. Esta iniciativa, contudo, trouxe resultados pouco expressivos, uma vez que a escassez de missionários, somadas à dispersão e ao grande número de aldeias, prejudicava os intentos de instaurar uma pedagogia cristã entre os índios. A solução encontrada pelo inacianos – em conjunto com os governadores gerais- foi a criação, em 1558, dos Estatuto das aldeias. Esta nova política previa a união de distintos grupos indígenas em sítios definidos pelas autoridades coloniais, buscando, com isso, otimizar o projeto catequético entre os índios. Estes espaços, que seguiam o modelo das tabas indígenas, eram administrados pelos padres  da Companhia de Jesus e receberam, além de Igrejas, troncos e pelourinhos com vistas a reprimir os delitos leves cometidos no interior destas povoações. A tarefa de executar as punições ficava ao encargo dos meirinhos, escolhidos, em geral, entre os chefes locais. &lt;br /&gt;
Em virtude destas diferenças, muitos pesquisadores - seguindo uma tradição historiográfica que remonta ao século XIX /ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 119//- optam por utilizar o termo aldeamento para referir-se às ocupações que mantinham relações com a missão jesuítica. Nesta perspectiva, estes autores resguardam o uso do vocábulo aldeia para referir-se às povoações exclusivamente indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com efeito, podem-se distinguir, nas fontes do Brasil quinhentista, pelo menos três formas de ocupação descritas pelo termo &amp;quot;aldeia&amp;quot;: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1-Tabas. Aldeias Tupi “tradicionais”: &lt;br /&gt;
Ex:  “E comtudo, como pola fama que delle havia pola terra, nunca chegasse tão longe quão longe era desejado, lhe foi finalmente passar dâquelles aos seus contrários, com quem até li se comeram e é 10 léguas além de Santo André, onde por ser fronteira está a mais afamada aldeia de grande que ha nesta costa, cujo principal se chama Aracaen, mui estimado e de grandíssima fama, mas por ser mui velho, que dizem será de 120 annos e não ser já pera mandar nem fazer nada, tem um sobrinho que pôde ser de sessenta, que manda a aldeia e chama-se Capij(...)”./AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p. 375.// &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Aldeias nas quais foram construídas pequenas ermidas, que eram visitadas regularmente pelos padres. Com o tempo, algumas delas tornaram-se local de residência fixa dos jesuítas.&lt;br /&gt;
Ex:  “As aldêas que então o Irmão visitava eram três: uma de um principal chamado Simão, que tanto que a esta terra chegaram os Padres fizeram christão; a outra chamava-se Tamandaré, que agora puzeram nome S. Lourenço; a outra era a do rio Vermelho. /AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXII, P.196.//&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Aldeias (ou aldeamentos) construídas em sítios definidos pelas autoridades coloniais. Congregavam índios de povoações distintas, e contavam com a presença fixa de missionários.&lt;br /&gt;
Ex: Neste tempo se fundou uma egreja, uma légua desta cidade, onde se ajuntaram quatro aldeias das que estavam mais perto da cidade, que já dantes doutrinávamos, que foi o primeiro ajuntamento que se começou a fazer e tem por nome a villa de S. Paulo, que mostra bem Nosso Senhor querer já abrir a porta que tanto tempo ha tem cerrada, porque além do Gentio estar mui sujeito e atemorisado, deixam também com isto de commetter alguns pecados que dantes antre elles eram mui usados. No fazer desta egreja e casas em que os Padres mestres da nova christandade se recolhem, que quasi se quer egualar com o collegio da cidade, mostrou Nosso Senhor quão servido é de seu nome se manifestar nestas partes, porque fazendo-se em inverno, em o qual chove muito nesta terra, se fez em obra de quatro mezes. Nessa egreja se disse a primeira missa dia de S. Pedro e S. Paulo, com a maior solemnidade que se poude (...)./AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXV, p.226.//&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	</feed>