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		<title>Antônio Teles de Menezes (1600- 1657) - Histórico de revisão</title>
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		<title>Tiagogil em 10h08min de 24 de novembro de 2014</title>
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil em 12h28min de 14 de novembro de 2014</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Entre 1619 e 1621 António Teles de Menezes teria retornado para Portugal, uma vez que neste período recebeu a mercê de Capitão-mor de uma esquadra de seis galeões, destinada a socorrer o Estado da Índia. Contudo, sua partida foi retardada pelo mal tempo e este embarcou para a Índia apenas ano seguinte, porém desta vez sem a patente de capitão-mor &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER,Charles. Op. cit. p. 3&amp;lt;/ref&amp;gt;. Ao retornar para o Estado da Índia recebeu capitania da fortaleza de Diu, por patente de 15 de Março de 1622 ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 3- f.136-136v – Diu é situada na Província do Norte do Estado da Índia, é “considerada como a mais importante realização arquitectónica portuguesa na área das fortificações da Índia. A gigantesca muralha virada para terra tinha cerca de 260 metros e estava reforçada por fortes baluartes” &amp;lt;ref&amp;gt;GARCIA, José Manuel. “Breve roteiro das fortificações portuguesas no Estado da Índia” Oceanos. n°. 28. CNCDP. Out./dez. 1996. p . 123)&amp;lt;/ref&amp;gt;, contudo não exerceu todo o tempo previsto em sua patente, passando a função para D. Miguel de Almeida Como consta na carta patente de 1633 &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 26 – f.119)&amp;lt;/ref&amp;gt;, António Teles de Menezes serviu durante quinze meses, e em 1633 recebia nova patente para completar o tempo concedido como Capitão da fortaleza..&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Entre 1619 e 1621 António Teles de Menezes teria retornado para Portugal, uma vez que neste período recebeu a mercê de Capitão-mor de uma esquadra de seis galeões, destinada a socorrer o Estado da Índia. Contudo, sua partida foi retardada pelo mal tempo e este embarcou para a Índia apenas ano seguinte, porém desta vez sem a patente de capitão-mor &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER,Charles. Op. cit. p. 3&amp;lt;/ref&amp;gt;. Ao retornar para o Estado da Índia recebeu capitania da fortaleza de Diu, por patente de 15 de Março de 1622 ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 3- f.136-136v – Diu é situada na Província do Norte do Estado da Índia, é “considerada como a mais importante realização arquitectónica portuguesa na área das fortificações da Índia. A gigantesca muralha virada para terra tinha cerca de 260 metros e estava reforçada por fortes baluartes” &amp;lt;ref&amp;gt;GARCIA, José Manuel. “Breve roteiro das fortificações portuguesas no Estado da Índia” Oceanos. n°. 28. CNCDP. Out./dez. 1996. p . 123)&amp;lt;/ref&amp;gt;, contudo não exerceu todo o tempo previsto em sua patente, passando a função para D. Miguel de Almeida Como consta na carta patente de 1633 &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 26 – f.119)&amp;lt;/ref&amp;gt;, António Teles de Menezes serviu durante quinze meses, e em 1633 recebia nova patente para completar o tempo concedido como Capitão da fortaleza..&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Entre 1624 e 1625 António Teles de Menezes capitaneou o galeão São Sebastião, como membro da armada de alto bordo que se destinava a combater a presença anglo-holandesa no Golfo Pérsico. Combateu as frotas inimigas nas proximidades da ilha de Ormuz Os portugueses se estabeleceram em Ormuz em 1507, contudo perderam o controle da ilha depois do rigoroso cerco imposto pelos persas em 1622. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: GARCIA, José Manuel. Op. cit. p. 123&amp;lt;/ref&amp;gt; em 1625, confronto do qual saiu ferido &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p. 4&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1626, António Teles de Menezes ascendeu a hierarquia militar tornando-se almirante na armada de Nuno Álvares Botelho, Capitão Geral das Armadas de alto-bordo do Estado da Índia, exercendo esse ofício entre 1626 e 1628, como sugeriu Charles Boxer.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Entre 1624 e 1625 António Teles de Menezes capitaneou o &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[&lt;/ins&gt;galeão São Sebastião&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;]]&lt;/ins&gt;, como membro da armada de alto bordo que se destinava a combater a presença anglo-holandesa no Golfo Pérsico. Combateu as frotas inimigas nas proximidades da ilha de Ormuz Os portugueses se estabeleceram em Ormuz em 1507, contudo perderam o controle da ilha depois do rigoroso cerco imposto pelos persas em 1622. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: GARCIA, José Manuel. Op. cit. p. 123&amp;lt;/ref&amp;gt; em 1625, confronto do qual saiu ferido &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p. 4&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1626, António Teles de Menezes ascendeu a hierarquia militar tornando-se almirante na armada de Nuno Álvares Botelho, Capitão Geral das Armadas de alto-bordo do Estado da Índia, exercendo esse ofício entre 1626 e 1628, como sugeriu Charles Boxer.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;António Teles de Menezes retornou ao reino em 1632, quando recebeu um alvará régio que lhe permitia vencer “soldo e moradia em quanto servir nas ditas partes posto que esteja despachado para seus serviços” &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 3 – f. 129v&amp;lt;/ref&amp;gt;. No ano seguinte recebeu outro alvará concedendo a licença para concluir o restante do tempo de serviço como Capitão da Fortaleza de Diu &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 26 – f. 119.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Com o término de seu serviço em Diu recebeu a patente de capitão mor das naus da Índia em 1635 A mercê foi concedida “na vagante dos providos”. &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 40 – f.28-28v.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;António Teles de Menezes retornou ao reino em 1632, quando recebeu um alvará régio que lhe permitia vencer “soldo e moradia em quanto servir nas ditas partes posto que esteja despachado para seus serviços” &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 3 – f. 129v&amp;lt;/ref&amp;gt;. No ano seguinte recebeu outro alvará concedendo a licença para concluir o restante do tempo de serviço como Capitão da Fortaleza de Diu &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 26 – f. 119.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Com o término de seu serviço em &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[&lt;/ins&gt;Diu&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;]] &lt;/ins&gt;recebeu a patente de capitão mor das naus da Índia em 1635 A mercê foi concedida “na vagante dos providos”. &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 40 – f.28-28v.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;António Teles de Menezes exerceu o ofício de Capitão Geral da Armada de alto bordo até 1639 Durante este período se consagrou como comandante militar nos confrontos navais contra os neerlandeses que bloqueavam a barra de um dos principais rios de Goa, o Mandovi. Charles Boxer detalha as três batalhas ocorridas entre 1637 e 1638 onde António Teles de Menezes comandava as forças marítimas portuguesas. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf:&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;António Teles de Menezes exerceu o ofício de Capitão Geral da Armada de alto bordo até 1639 Durante este período se consagrou como comandante militar nos confrontos navais contra os neerlandeses que bloqueavam a barra de um dos principais rios de Goa, o Mandovi. Charles Boxer detalha as três batalhas ocorridas entre 1637 e 1638 onde António Teles de Menezes comandava as forças marítimas portuguesas. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf:&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;António Teles de Menezes aderiu à nova dinastia quando retornou ao Reino vindo do Estado da Índia, como retratou o Conde da Ericeira: “e recebendo a nova do novo Principe de que era Vassallo, foy desembarcar ao Paço, e achou em ElRey tantas demonstrações de alegria da sua chegada, e tão executivo o favor, que se recolheo para sua casa com o título de General da Armada” &amp;lt;ref&amp;gt;MENEZES, Luís de (Conde da Ericeira). História de Portugal Restaurado. Vol. I. Porto: Civilização, 1945. p. 157-158&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua adesão ao novo regime também garantiu sua presença nos Conselhos de Estado e Guerra &amp;lt;ref&amp;gt;BNRJ-SM – 07,01, 031 – Doc. 16; BNRJ-SM – 1, 2, 5.&amp;lt;/ref&amp;gt;, algumas comendas Em Fevereiro de 1642 recebeu as comendas de “de S.Vicente de Pereira, que foi do Duque de Ayala, e da de S. João de Beja, que foi Duque de Villa Formosa, ambas da Ordem de Christo, pelos seus serviços e pela renuncia de sua sogra D. Anna de Castro”. &amp;lt;ref&amp;gt;Inventário do Livro das portarias do Reino. Vol 1. Livro I. Lisboa: Imprensa Nacional, 1909. p. 39&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Dezembro de 1642 recebeu licença para o hábito de Santiago ou de Avis, com pensão de 12$000 réis, em função de alguns serviços de seu pai e de sua atuação na armada de Tristão de Mendonça Furtado. Inventário do Livro das portarias do Reino. Vol 1. Livro I. Lisboa: Imprensa Nacional, 1909. p. 51. e o título nobiliárquico de Conde de vila Pouca de Aguiar concedido em Agosto de 1647, antes da partida deste para o Estado do Brasil como governador geral &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT– Chancelaria de D. João IV – Livro 18 – f.268v&amp;lt;/ref&amp;gt; . &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;António Teles de Menezes aderiu à nova dinastia quando retornou ao Reino vindo do &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[&lt;/ins&gt;Estado da Índia&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;]]&lt;/ins&gt;, como retratou o &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[&lt;/ins&gt;Conde da Ericeira&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;]]&lt;/ins&gt;: “e recebendo a nova do novo Principe de que era Vassallo, foy desembarcar ao Paço, e achou em ElRey tantas demonstrações de alegria da sua chegada, e tão executivo o favor, que se recolheo para sua casa com o título de General da Armada” &amp;lt;ref&amp;gt;MENEZES, Luís de (Conde da Ericeira). História de Portugal Restaurado. Vol. I. Porto: Civilização, 1945. p. 157-158&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua adesão ao novo regime também garantiu sua presença nos Conselhos de Estado e Guerra &amp;lt;ref&amp;gt;BNRJ-SM – 07,01, 031 – Doc. 16; BNRJ-SM – 1, 2, 5.&amp;lt;/ref&amp;gt;, algumas comendas Em Fevereiro de 1642 recebeu as comendas de “de S.Vicente de Pereira, que foi do Duque de Ayala, e da de S. João de Beja, que foi Duque de Villa Formosa, ambas da Ordem de Christo, pelos seus serviços e pela renuncia de sua sogra D. Anna de Castro”. &amp;lt;ref&amp;gt;Inventário do Livro das portarias do Reino. Vol 1. Livro I. Lisboa: Imprensa Nacional, 1909. p. 39&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Dezembro de 1642 recebeu licença para o hábito de Santiago ou de Avis, com pensão de 12$000 réis, em função de alguns serviços de seu pai e de sua atuação na armada de Tristão de Mendonça Furtado. Inventário do Livro das portarias do Reino. Vol 1. Livro I. Lisboa: Imprensa Nacional, 1909. p. 51. e o título nobiliárquico de Conde de vila Pouca de Aguiar concedido em Agosto de 1647, antes da partida deste para o Estado do Brasil como governador geral &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT– Chancelaria de D. João IV – Livro 18 – f.268v&amp;lt;/ref&amp;gt; . &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O início do governo de Antonio Teles de Menezes é marcado pela prisão O capítulo 5° de seu regimento autorizava a prisão de Antonio Teles da Silva. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: BNRJ-SM. 08,01,016 n°002&amp;lt;/ref&amp;gt;. Contudo, vários indícios apontam para este evento como sendo uma dissimulação, uma vez que Antonio Teles da Silva foi liberto após os sucessos da primeira batalha de Guararapes. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf. ARAÚJO, Hugo André Flores Fernandes. Op. cit. p. 110&amp;lt;/ref&amp;gt; 122. de Antonio Teles da Silva, que até então exercia o oficio de governador geral. &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O início do governo de Antonio Teles de Menezes é marcado pela prisão O capítulo 5° de seu regimento autorizava a prisão de Antonio Teles da Silva. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: BNRJ-SM. 08,01,016 n°002&amp;lt;/ref&amp;gt;. Contudo, vários indícios apontam para este evento como sendo uma dissimulação, uma vez que Antonio Teles da Silva foi liberto após os sucessos da primeira batalha de Guararapes. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf. ARAÚJO, Hugo André Flores Fernandes. Op. cit. p. 110&amp;lt;/ref&amp;gt; 122. de Antonio Teles da Silva, que até então exercia o oficio de governador geral. &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;As preocupações iniciais de seu governo se voltam para os cuidados com o abastecimento da cidade de Salvador e seu presídio. Entretanto, seu governo foi marcado por diversas tensões com os luso-brasileiros e, em especial, com os oficiais do terço de Salvador. Seu período de governo se encerrou com a chegada do Conde de Castelo Melhor que assumiu o ofício em 10 de Março de 1650.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;As preocupações iniciais de seu governo se voltam para os cuidados com o abastecimento da &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[Cidade da Bahia|&lt;/ins&gt;cidade de Salvador&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;]] &lt;/ins&gt;e seu presídio. Entretanto, seu governo foi marcado por diversas tensões com os luso-brasileiros e, em especial, com os oficiais do terço de Salvador. Seu período de governo se encerrou com a chegada do &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;[[&lt;/ins&gt;Conde de Castelo Melhor&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;]] &lt;/ins&gt;que assumiu o ofício em 10 de Março de 1650.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Após retornar a Portugal foi Alferes-mor de D. Afonso VI, o que lhe logrou a concessão do ofício de Vice-Rei da Índia e a promessa do título de Marques, contudo estes ofícios não se verificaram por este ter falecido durante sua viagem para o Estado da Índia Segundo António Caetano de Sousa: “se achou o conde de Villa-Pouca no acto de levantamento del Rey D. Affonso VI, em que fez o officio de Alferes mor. A Rainha Regente o fez passar terceira vez à Índia com o posto de Vice-Rey daquele Estado, fazendo-lhe entre outras mercês a do Titulo de Márquez quando voltasse ao Reyno,&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Após retornar a Portugal foi Alferes-mor de D. Afonso VI, o que lhe logrou a concessão do ofício de Vice-Rei da Índia e a promessa do título de Marques, contudo estes ofícios não se verificaram por este ter falecido durante sua viagem para o Estado da Índia Segundo António Caetano de Sousa: “se achou o conde de Villa-Pouca no acto de levantamento del Rey D. Affonso VI, em que fez o officio de Alferes mor. A Rainha Regente o fez passar terceira vez à Índia com o posto de Vice-Rey daquele Estado, fazendo-lhe entre outras mercês a do Titulo de Márquez quando voltasse ao Reyno,&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil: Criou página com '{{Verbete |nome=Hugo André Flores Fernandes |sobrenome=ARAÚJO |verbete=Antônio Teles de Menezes (1600- 1657)  '''Antonio Teles de Menezes''' foi governador geral do Estado ...'</title>
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				<updated>2014-11-14T12:26:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;{{Verbete |nome=Hugo André Flores Fernandes |sobrenome=ARAÚJO |verbete=Antônio Teles de Menezes (1600- 1657)  &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Antonio Teles de Menezes&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi governador geral do Estado ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Hugo André Flores Fernandes&lt;br /&gt;
|sobrenome=ARAÚJO&lt;br /&gt;
|verbete=Antônio Teles de Menezes (1600- 1657)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Antonio Teles de Menezes''' foi governador geral do Estado do Brasil entre 1647 e 1650. Sua ''carta patente'' &amp;lt;ref&amp;gt;BNRJ- Seção de Manuscritos (SM). 1, 2, 5. e seu ''regimento'' BNRJ-SM. 08,01,016 n°002&amp;lt;/ref&amp;gt; são datados de 8 de Outubro de 1647, contudo este só tomou posse do governo no dia 26 de Dezembro de 1647. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: MIRALES, D. José de. “História Militar do Brazil: Desde o anno de mil quinhentos quarenta e nove, em que teve principio a fundaçam da Cidade de S. Salvador Bahia de todos de todos os Santos até o de 1762”. Annaes da Bibliotheca Nacional do Rio de Janeiro. Vol. XXII, Rio de Janeiro: Typographia Leuzinger, 1900, p.145-146.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origem Fidalga==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antonio Teles de Menezes era o quinto filho de Rui Teles de Menezes, 8º. Senhor de Unhão, e de D. Maria da Silveira, filha de Vasco da Silveira, comendador de Arguim, e de D. Inês de Noronha &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: GAIO, Felgueiras, (1750-1831). Nobiliário de famílias de Portugal. Tomo XXVII. Agostinho de Azevedo Meirelles, Domingos de Araújo Affonso (Eds.). Braga: Pax, 1938. p. 18&amp;lt;/ref&amp;gt; Charles Boxer sugere que Antonio Teles de Menezes pode ter nascido em Santarém, uma vez que sua família também teria se originado ali. &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER, Charles Ralph. “O General do Mar, António Teles, e o seu combate naval contra os Holandeses na barra de Goa, em 4 de Janeiro de 1638”. In: Boletim do Instituto Vasco da Gama. n.° 37. Goa: Tipografia Rangel. Bastorá, 1938. p. 1-2 &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Trajetória de Serviços==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O declínio das possessões portuguesas na Ásia pode ser entendido em um contexto multidimensional, como atentou Sanjay Subrahmanyam, pois é preciso considerar a complexidade geopolítica existente no oriente índico. Os conflitos travados naquela região envolviam “não apenas os Portugueses e os Holandeses, mas também os Safavid Sha, os Nayaka governantes de Tanjavur e Madurai, os Sushuhunam de Mataram, e o Sultão de Makassar, para citar cinco exemplos do muitos que existiam.” &amp;lt;ref&amp;gt;SUBRAMANYAN, Sanjay. The portuguese Empire in Asia, 1500-1700: A Political na Economic History. Second Edition. West Sussex: Weley-Blackwell, 2012. p. 154. &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio a este contexto, António Teles de Menezes iniciou sua trajetória, partindo “para Índia na armada de 1613 que largou o Tejo sob o comando de D. Manuel de Menezes, indo com o foro de fidalgo cavaleiro Este era o mais alto foro de fidalguia do século XVII. De acordo com Felgueiras Gaio os foros das pessoas que serviam no Paço eram divididos em três ordens e doze tipos. Os fidalgos cavaleiros pertenciam à primeira ordem e seu foro era “o 1° em qualidade, mayoria, e Nobreza” &amp;lt;ref&amp;gt;GAIO, Felgueiras. Op. Cit. Tomo I, p. 13&amp;lt;/ref&amp;gt;. Como “moradores” da casa real estes fidalgos “serviam directamente o rei, podendo alguns deles ‘morar’ no próprio Paço, recebendo regularmente, ‘Moradias’, ou seja, uma certa quantidade de bens e de dinheiro, destinada à sua subsistência” &amp;lt;ref&amp;gt;CARDIM, Pedro. “A Casa Real e os Órgãos Centrais de Governo no Portugal da Segunda Metade de Seiscentos.” In: Tempo. Departamento de História da UFF. Rio de Janeiro: Sette Letras, n º. 13, 2002, p. 15&amp;lt;/ref&amp;gt;, no caso dos fidalgos cavaleiros essa quantia correspondia à “hum alqueire de cevada por dia, e 1600 réis de Moradia por Mes” &amp;lt;ref&amp;gt;GAIO, Felgueiras. Op. Cit. Tomo I, p. 13).&amp;lt;/ref&amp;gt; e com tença de 36.800 réis por mês” &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p. 2. &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atuação militar no Estado da Índia possibilitou a Antonio Teles de Menezes uma intensa ascensão hierárquica, uma vez que em 1614 participou da armada do Vicerei&lt;br /&gt;
D. Jerônimo de Azevedo Essa armada foi destinada a combater os ingleses que ameaçavam a feitoria de Surrate, ao norte de Goa. Em 1616 foi capitão de um navio na Armada de D. Bernardo de Noronha Esta era a armada responsável por patrulhar a costa do Malabar até o cabo de Comorin, uma importante rota de comércio das pimentas e de especiarias do Sudoeste Asiático. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: SUBRAHMANYAM, Sanjay. Op. cit. p. 65&amp;lt;/ref&amp;gt; em 1617 teve o mesmo posto na armada de Constantino de Sá &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p.2&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante este período inicial que António Teles de Menezes “se casou no Estado da Índia com sua primeira mulher D. Maria de Castelo-Branco, filha de D. Jorge de Castelo-Branco, ao que tudo indica uma fidalga inequívoca” &amp;lt;ref&amp;gt;ARAÚJO, Hugo André Flores Fernandes. Governação em tempo de guerra: Governo geral do Estado do Brasil e a gestão da defesa (1642-1654). Dissertação (Mestrado em História Social). Juiz de Fora, UFJF, 2014. p. 36&amp;lt;/ref&amp;gt;, contudo, essa união não produziu herdeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1619 e 1621 António Teles de Menezes teria retornado para Portugal, uma vez que neste período recebeu a mercê de Capitão-mor de uma esquadra de seis galeões, destinada a socorrer o Estado da Índia. Contudo, sua partida foi retardada pelo mal tempo e este embarcou para a Índia apenas ano seguinte, porém desta vez sem a patente de capitão-mor &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER,Charles. Op. cit. p. 3&amp;lt;/ref&amp;gt;. Ao retornar para o Estado da Índia recebeu capitania da fortaleza de Diu, por patente de 15 de Março de 1622 ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 3- f.136-136v – Diu é situada na Província do Norte do Estado da Índia, é “considerada como a mais importante realização arquitectónica portuguesa na área das fortificações da Índia. A gigantesca muralha virada para terra tinha cerca de 260 metros e estava reforçada por fortes baluartes” &amp;lt;ref&amp;gt;GARCIA, José Manuel. “Breve roteiro das fortificações portuguesas no Estado da Índia” Oceanos. n°. 28. CNCDP. Out./dez. 1996. p . 123)&amp;lt;/ref&amp;gt;, contudo não exerceu todo o tempo previsto em sua patente, passando a função para D. Miguel de Almeida Como consta na carta patente de 1633 &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 26 – f.119)&amp;lt;/ref&amp;gt;, António Teles de Menezes serviu durante quinze meses, e em 1633 recebia nova patente para completar o tempo concedido como Capitão da fortaleza..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 1624 e 1625 António Teles de Menezes capitaneou o galeão São Sebastião, como membro da armada de alto bordo que se destinava a combater a presença anglo-holandesa no Golfo Pérsico. Combateu as frotas inimigas nas proximidades da ilha de Ormuz Os portugueses se estabeleceram em Ormuz em 1507, contudo perderam o controle da ilha depois do rigoroso cerco imposto pelos persas em 1622. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: GARCIA, José Manuel. Op. cit. p. 123&amp;lt;/ref&amp;gt; em 1625, confronto do qual saiu ferido &amp;lt;ref&amp;gt;BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p. 4&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1626, António Teles de Menezes ascendeu a hierarquia militar tornando-se almirante na armada de Nuno Álvares Botelho, Capitão Geral das Armadas de alto-bordo do Estado da Índia, exercendo esse ofício entre 1626 e 1628, como sugeriu Charles Boxer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
António Teles de Menezes retornou ao reino em 1632, quando recebeu um alvará régio que lhe permitia vencer “soldo e moradia em quanto servir nas ditas partes posto que esteja despachado para seus serviços” &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 3 – f. 129v&amp;lt;/ref&amp;gt;. No ano seguinte recebeu outro alvará concedendo a licença para concluir o restante do tempo de serviço como Capitão da Fortaleza de Diu &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 26 – f. 119.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Com o término de seu serviço em Diu recebeu a patente de capitão mor das naus da Índia em 1635 A mercê foi concedida “na vagante dos providos”. &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT- Chancelaria de D. Felipe III – Livro 40 – f.28-28v.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
António Teles de Menezes exerceu o ofício de Capitão Geral da Armada de alto bordo até 1639 Durante este período se consagrou como comandante militar nos confrontos navais contra os neerlandeses que bloqueavam a barra de um dos principais rios de Goa, o Mandovi. Charles Boxer detalha as três batalhas ocorridas entre 1637 e 1638 onde António Teles de Menezes comandava as forças marítimas portuguesas. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf:&lt;br /&gt;
BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p. 6-12&amp;lt;/ref&amp;gt;, quando passou a ocupar o governo do Estado da Índia em caráter interino, por morte do vice-rei Pero da Silva. Seu período como governador interino terminou com a chegada de João da Silva Tello, Conde de Aveiras, vice-rei nomeado por Felipe IV e cunhado de António Teles de Menezes por seu segundo matrimônio &amp;lt;ref&amp;gt;ZÚQUETE, Afonso Eduardo Martins (Dir). Armorial lusitano: genealogia e heráldica; colaboração de Antonio Machado de Faria. 3.ed. Lisboa: Enciclopédia, 1987.p. 518; BOXER, Charles Ralph. Op. cit. p. 15-16)&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Adesão a dinastia de Bragança===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
António Teles de Menezes aderiu à nova dinastia quando retornou ao Reino vindo do Estado da Índia, como retratou o Conde da Ericeira: “e recebendo a nova do novo Principe de que era Vassallo, foy desembarcar ao Paço, e achou em ElRey tantas demonstrações de alegria da sua chegada, e tão executivo o favor, que se recolheo para sua casa com o título de General da Armada” &amp;lt;ref&amp;gt;MENEZES, Luís de (Conde da Ericeira). História de Portugal Restaurado. Vol. I. Porto: Civilização, 1945. p. 157-158&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua adesão ao novo regime também garantiu sua presença nos Conselhos de Estado e Guerra &amp;lt;ref&amp;gt;BNRJ-SM – 07,01, 031 – Doc. 16; BNRJ-SM – 1, 2, 5.&amp;lt;/ref&amp;gt;, algumas comendas Em Fevereiro de 1642 recebeu as comendas de “de S.Vicente de Pereira, que foi do Duque de Ayala, e da de S. João de Beja, que foi Duque de Villa Formosa, ambas da Ordem de Christo, pelos seus serviços e pela renuncia de sua sogra D. Anna de Castro”. &amp;lt;ref&amp;gt;Inventário do Livro das portarias do Reino. Vol 1. Livro I. Lisboa: Imprensa Nacional, 1909. p. 39&amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Dezembro de 1642 recebeu licença para o hábito de Santiago ou de Avis, com pensão de 12$000 réis, em função de alguns serviços de seu pai e de sua atuação na armada de Tristão de Mendonça Furtado. Inventário do Livro das portarias do Reino. Vol 1. Livro I. Lisboa: Imprensa Nacional, 1909. p. 51. e o título nobiliárquico de Conde de vila Pouca de Aguiar concedido em Agosto de 1647, antes da partida deste para o Estado do Brasil como governador geral &amp;lt;ref&amp;gt;ANTT– Chancelaria de D. João IV – Livro 18 – f.268v&amp;lt;/ref&amp;gt; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Governo no Estado do Brasil (1647-1650)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
António Teles de Menezes detinha o ofício de General da Armada Real A designação general da armada de mar oceano se refere ao mesmo ofício. Em vários documentos encontramos o tratamento de “conde general”, utilizado por diversas autoridades para se referir a António Teles de Menezes, o Conde de Vila Pouca de Aguiar., mas recebera do monarca um alvará para exercer o governo no Estado do Brasil com os mesmos poderes e jurisdições que António Teles da Silva detinha Ver [[António Teles da Silva (1590-1650)]]. - &amp;lt;ref&amp;gt;“Alvara (...) para o senhor conde general do mar oceanno ser governador e capitam geral do Estado do Brasil”. BNRJ-SM- 1, 2, 5. &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O início do governo de Antonio Teles de Menezes é marcado pela prisão O capítulo 5° de seu regimento autorizava a prisão de Antonio Teles da Silva. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf: BNRJ-SM. 08,01,016 n°002&amp;lt;/ref&amp;gt;. Contudo, vários indícios apontam para este evento como sendo uma dissimulação, uma vez que Antonio Teles da Silva foi liberto após os sucessos da primeira batalha de Guararapes. &amp;lt;ref&amp;gt;Cf. ARAÚJO, Hugo André Flores Fernandes. Op. cit. p. 110&amp;lt;/ref&amp;gt; 122. de Antonio Teles da Silva, que até então exercia o oficio de governador geral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As preocupações iniciais de seu governo se voltam para os cuidados com o abastecimento da cidade de Salvador e seu presídio. Entretanto, seu governo foi marcado por diversas tensões com os luso-brasileiros e, em especial, com os oficiais do terço de Salvador. Seu período de governo se encerrou com a chegada do Conde de Castelo Melhor que assumiu o ofício em 10 de Março de 1650.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após retornar a Portugal foi Alferes-mor de D. Afonso VI, o que lhe logrou a concessão do ofício de Vice-Rei da Índia e a promessa do título de Marques, contudo estes ofícios não se verificaram por este ter falecido durante sua viagem para o Estado da Índia Segundo António Caetano de Sousa: “se achou o conde de Villa-Pouca no acto de levantamento del Rey D. Affonso VI, em que fez o officio de Alferes mor. A Rainha Regente o fez passar terceira vez à Índia com o posto de Vice-Rey daquele Estado, fazendo-lhe entre outras mercês a do Titulo de Márquez quando voltasse ao Reyno,&lt;br /&gt;
por Alvará de 2 de Março de 1657, e do Conde de Villa-Pouca para seu filho legitimado Ayres Telles de Menezes, por Alvará de 22 de Dezembro de 1656; e não lhe dando os males, que lhe sobrevierão, lugar para exercer este posto, morreo na viagem no dito anno de 1657” &amp;lt;ref&amp;gt;SOUSA, D. Antonio Caetano. Historia genealógica da casa real portuguesa. Livro VII. Lisboa: Academia Portuguesa de História/QuidNovi/Publico, 2007. p.121) &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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