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		<title>Ilha Grande de Joanes - Histórico de revisão</title>
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		<subtitle>Histórico de revisões para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<title>Tiagogil em 19h39min de 17 de outubro de 2012</title>
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil: Criou página com 'A Ilha Grande de Joanes, atual Ilha de Marajó, é uma Ilha fluvial na foz do Rio Amazonas. Território estratégico à época da colonização, foi constituída [[Capitania H...'</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;A Ilha Grande de Joanes, atual Ilha de Marajó, é uma Ilha fluvial na foz do Rio Amazonas. Território estratégico à época da colonização, foi constituída [[Capitania H...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;A Ilha Grande de Joanes, atual Ilha de Marajó, é uma Ilha fluvial na foz do Rio Amazonas. Território estratégico à época da colonização, foi constituída [[Capitania Hereditária]] pelo rei de Portugal, D. Afonso IV, através da Carta Régia de 23 de dezembro de 1665, sendo seu primeiro donatário [[António de Sousa de Macedo]], Secretário de Estado daquele Rei, que dela tomou posse, por seu procurador, em 2 de dezembro de 1667. Luís Gonçalo, filho único de Antônio Macedo, além de herdeiro, foi feito barão a 27 de Setembro de 1666.&amp;lt;ref&amp;gt;as informações acerca de nomes e datas foram retiradas do texto MACEDO, Pedro da Costa de Sousa de; MOTTA, Edilson Nazaré Dias. António de Sousa de Macedo, capitão geral e governador da ilha de Joanes. Actas do Congresso Internacional Atlântico de Antigo Regime: poderes e sociedades. Porém a fonte mais antiga que temos que comprovem a existência da capitania é de 1673 e está na coleção Projeto Resgate do Arquivo Ultramarino de Lisboa. Há documentos anteriores, desde 1647, que já indicam o conhecimento da região e a toponímia portuguesa.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A região que constituía a Capitania de Joanes era continuamente disputada entre Portugal e outras nações européias. O conflito de interesses com os franceses era um dos mais preocupantes na região, mas não foi o único; além da proximidade que os holandeses tinham com as nações indígenas da Ilha. Os portugueses também combatiam ingleses e irlandeses, que foram mortos ou presos a partir do pequeno forte de Belém, entre 1623 e 1632, com o apoio ou o confronto das populações indígenas&amp;lt;ref&amp;gt;Há documentos de 1645 que afirmam a amizade entre indígenas da Iha e holandeses. Tais nações indígenas aprisionavam sobreviventes portugueses de naufrágios e batalhas.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governador do [[Estado do Grão-Pará e Maranhão]], [[Luís Vasconcelos de Siqueira]], e o capitão-mor do mesmo, [[Aires de Souza Chichorro]], queriam a constituição de uma capitania da Ilha, pois era um local com muitos gentios, bons pastos naturais para criação de gado e que exigiria pouca despesa. Sugeriam também que, nos primeiros anos, se aproveitasse os bois para trabalhar nos engenhos e, depois, do respectivo couro, como se fazia na [[ilha de Santo Domingo]]; e que os indígenas da ilha fizessem parte das doações também, com o intuito de se criar vilas e ocupar melhor o território.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideravam a ilha como um local estratégico para a penetração através do [[Rio das Amazonas]]. Apontam ainda como vantagem da Ilha nela habitarem índios de várias nações, entre os quais destaca os Joanes, que já estavam ocupados no pesqueiro régio – o qual rendia anualmente cerca de 600 mil réis – e afirmavam que nalgumas das nações reconheciam o caráter belicoso “que as nossas Armas emsinarão pellas muitas vezes que lhe forão dar guerra, e sempre com menos ventagem da nosa parte”, pois a configuração geográfica favorecia os próprios habitantes pelo fato de os sertões serem cortados por muitos rios “e deffensaveis por natureza” &amp;lt;ref&amp;gt; MACEDO, Pedro da Costa de Sousa de; MOTTA, Edilson Nazaré Dias. António de Sousa de Macedo, capitão geral e governador da ilha de Joanes. Actas do Congresso Internacional Atlântico de Antigo Regime: poderes e sociedades. p. 05&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do pai, Luís Gonçalo fez uma doação de terras daquela Ilha aos [[Capuchos de Santo Antônio]], que tinham chegado ao Pará com a incumbência de catequizar os silvícolas dos sertões da Província. A doação foi efetuada a 6 de fevereiro de 1696 &amp;lt;ref&amp;gt; http://dariopedrosa.com/?p=2225 segundo a fonte, a data é 1896, porém acredita-se que houve erro de digitação, aqui ele foi arrumado&amp;lt;/ref&amp;gt;, compreendendo a [[Ilha de Santana]], na Foz do Rio Arari, sendo duas léguas de terras na margem esquerda deste rio, começando no igarapé Murucutú para cima, e três léguas na margem oposta. Há indícios de Luís Gonçalo ter feito uma segunda doação em 1726, porém não encontramos o que comprove essa doação. &amp;lt;ref&amp;gt; http://dariopedrosa.com/?p=2225 [acessado em 07-09-2012]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A capitania da Ilha Grande de Joanes seria posteriormente reunida aos limites da Coroa de Portugal. Há documentos do Projeto Resgate que falam sobre a venda da donataria para a Coroa, por Luis de Sousa Macedo, em 1754. Os documentos&amp;lt;ref&amp;gt;AHU_ACL_CU_013 cx. 36, D. 3416.&amp;lt;/ref&amp;gt; não estão em bom estado, sendo muito penosa a leitura, porém há partes nas quais conseguimos ler sobre valores de venda e juros, além da troca de títulos, de Barão da Ilha Grande de Joanes para Barão de Mesquitela e algumas outras mercês que foram feitas para compensar a reincorporação da Ilha Grande de Joanes à Coroa, ficando sob o governo da capitania e comarca do Grão Pará.&lt;br /&gt;
Luís Gonçalo foi autor do livro &amp;quot;Títulos das Famílias de Portugal&amp;quot;, em 6 volumes, cinco dos quais se acham na Biblioteca Nacional de Lisboa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Referências===&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autor do Verbete: [[Luiza Moretti]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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