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		<title>Ouvidoria do Espírito Santo - Histórico de revisão</title>
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		<title>Tiagogil em 18h41min de 21 de setembro de 2020</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A comarca era uma das portas de entrada para as minas auríferas. [[Bernardino Pereira Falcão]] demarcou as [[Minas do Castelo]], a partir de um intrincado de terras que ficava entre o Espírito Santo e a [[Bahia]], sob os protestos do governador desta [[capitania]]. O povoamento desordenado avançou durante toda a segunda metade do século XVIII, dando origem a Igreja Matriz de [[Nossa Senhora da Conceição das Minas do Castelo]] e a alguns povoados, [[Caxixe]], [[Arraial Velho]], [[Salgado]] e [[Ribeirão]].&amp;lt;ref&amp;gt;PENA, Misael Ferreira. História da província do Espírito Santo. Rio de Janeiro, 1878&amp;lt;/ref&amp;gt; Tal movimento promoveu um afastamento da população do litoral, incentivando o desbravamento dos sertões capixabas durante as últimas décadas do século XVIII.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A comarca era uma das portas de entrada para as minas auríferas. [[Bernardino Pereira Falcão]] demarcou as [[Minas do Castelo]], a partir de um intrincado de terras que ficava entre o Espírito Santo e a [[Bahia]], sob os protestos do governador desta [[capitania]]. O povoamento desordenado avançou durante toda a segunda metade do século XVIII, dando origem a Igreja Matriz de [[Nossa Senhora da Conceição das Minas do Castelo]] e a alguns povoados, [[Caxixe]], [[Arraial Velho]], [[Salgado]] e [[Ribeirão]].&amp;lt;ref&amp;gt;PENA, Misael Ferreira. História da província do Espírito Santo. Rio de Janeiro, 1878&amp;lt;/ref&amp;gt; Tal movimento promoveu um afastamento da população do litoral, incentivando o desbravamento dos sertões capixabas durante as últimas décadas do século XVIII.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil: Criou página com '{{Verbete|nome=Claudia C. Azeredo|sobrenome=Atallah|verbete=A ouvidoria do Espírito Santo foi criada pela Provisão Régia de quinze de janeiro de 1732, porém, a comarca...'</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;{{Verbete|nome=Claudia C. Azeredo|sobrenome=Atallah|verbete=A &lt;a href=&quot;/atlas/index.php?title=Ouvidoria&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Ouvidoria (página inexistente)&quot;&gt;ouvidoria&lt;/a&gt; do Espírito Santo foi criada pela Provisão Régia de quinze de janeiro de 1732, porém, a comarca...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Claudia C. Azeredo|sobrenome=Atallah|verbete=A [[ouvidoria]] do Espírito Santo foi criada pela Provisão Régia de quinze de janeiro de 1732, porém, a comarca de [[Vitória]] somente seria criada em 1741 a partir de um ato régio. Seu primeiro ouvidor foi o [[bacharel]] [[Pascoal Ferreira de Veras]], que assumiu o lugar aos três de outubro do mesmo ano. &amp;lt;ref&amp;gt;TEIXEIRA, J. de. História do Estado do Espírito Santo (2ª ed.). Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo, 1975.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sua jurisdição era bastante ampla, abrangendo as [[vilas]] de [[Vitória]] e [[Guarapari]], na [[Capitania do Espírito Santo]] e, na [[capitania]] donatária da [[Paraíba do Sul]] dos [[Campos dos Goytacazes]], as [[vilas]] de [[São Salvador]] e [[São João da Barra]]. Essa [[capitania]] pertencia ao 3º [[Visconde de Asseca]], [[Diogo Correia de Sá e Benevides Velasco]]. Os conflitos ali ocorridos durante a década de 1720 constituíram-se em forte motivo para a criação da referida [[comarca]], recomendada pelo [[ouvidor geral]] do [[Rio de Janeiro]] em 1731, [[Manuel da Costa Mimoso]], quando em [[correição]] por aquelas terras. &amp;lt;ref&amp;gt;ATALLAH, Claudia C. Azeredo. Administração da justiça nas terras dos Asseca: uma análise da carta de doação da Paraíba do Sul dos Campos dos Goytacazes (1674-1727). In: BICALHO, M. F.; ASSIS, V. M. Almoêdo e MELLO, I. De M. P. (orgs.) Justiça no Brasil Colonial agentes e práticas. SP: Alameda, 2017. 257-279&amp;lt;/ref&amp;gt; Dois anos após a sua posse, Ferreira Veras anexou terras próximas ao [[Morro de Santana]], conhecida como [[Fazenda Macaé]], sob a guarda dos padres [[jesuítas]]. Essa região era distrito da Vila de São Salvador. &amp;lt;ref&amp;gt;TEIXEIRA, J. de. História do Estado do Espírito Santo (2ª ed.). Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo, 1975.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
O primeiro [[ouvidor]] enfrentou rusgas por terras entre os [[jesuítas]] e [[nativos]]. Sua antipatia pelos [[inacianos]] agravou ainda mais as relações entre as partes. Notícias sobre o incidente chegaram ao reino, que ordenou uma [[devassa]] para punir os nativos envolvidos em 1744. O conflito ficou conhecido como [[Revolta dos Índios de Iriritiba]]. &amp;lt;ref&amp;gt;TEIXEIRA, J. de. História do Estado do Espírito Santo (2ª ed.). Vitória: Fundação Cultural do Espírito Santo, 1975.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
O segundo ouvidor, [[Mateus Nunes José de Macedo]], assumiu o lugar em meados de 1745. Em carta de sete de março de 1746, escrita ao [[Conselho Ultramarino]], o magistrado informava não haver estrutura adequada para a aplicabilidade da justiça em nome do rei na comarca recém-criada. Faltavam-lhe [[Cadeia]] e Casa de [[Câmara]], “por terem caído de todo e não cuidarem os meus antecessores na sua reedificação”&amp;lt;ref&amp;gt;Carta de sete de março de 1746 dirigida pelo Dr. Mateus Nunes de Macedo a el-rei (LAMEGO, 1913-1943. P.324-5)&amp;lt;/ref&amp;gt;. O ouvidor enfrentaria alguns imbróglios durante seu triênio. O maior deles esteve relacionado à confirmação da carta de doação da [[Capitania da Paraíba do Sul]] dos [[Campos dos Goytacazes]], termo de sua comarca, em 1745. Com a morte do 3º [[Visconde de Asseca]]], as elites agrárias e políticas da região se organizaram para impedir que as terras continuassem nas mãos dos [[donatários]]. Em meio a uma contenda de grandes proporções, [[Mateus Nunes]] reprimiu os revoltosos e tirou devassa, em 1748. Ainda se envolveria em denúncias de favorecimento e propina, antes do fim de seu lugar como ouvidor. O acontecido ficou conhecido como [[Rebelião de 1748]].&amp;lt;ref&amp;gt;ATALLAH, Claudia Cristina A. Entre a cruz e a caldeirinha: um ouvidor a serviço da monarquia nas terras dos Asseca. Tempo Niterói, vol.24. nº.1, p. 161-179 jan./abr. 2018. Disponível em www.historia.uff.br/tempo acessado em 20 de junho de 2018.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
O terceiro ouvidor da comarca, [[Bernardino Pereira Falcão]], concluíra a devassa sobre a Rebelião de 1748. Em 1754, o processo de anexação da [[Paraíba do Sul]] às terras da coroa foi concluído. &lt;br /&gt;
A comarca era uma das portas de entrada para as minas auríferas. [[Bernardino Pereira Falcão]] demarcou as [[Minas do Castelo]], a partir de um intrincado de terras que ficava entre o Espírito Santo e a [[Bahia]], sob os protestos do governador desta [[capitania]]. O povoamento desordenado avançou durante toda a segunda metade do século XVIII, dando origem a Igreja Matriz de [[Nossa Senhora da Conceição das Minas do Castelo]] e a alguns povoados, [[Caxixe]], [[Arraial Velho]], [[Salgado]] e [[Ribeirão]].&amp;lt;ref&amp;gt;PENA, Misael Ferreira. História da província do Espírito Santo. Rio de Janeiro, 1878&amp;lt;/ref&amp;gt; Tal movimento promoveu um afastamento da população do litoral, incentivando o desbravamento dos sertões capixabas durante as últimas décadas do século XVIII.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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