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		<title>Prancheta circular moderna - Histórico de revisão</title>
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		<title>Tiagogil em 10h20min de 5 de dezembro de 2014</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Segundo Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722, pg. 101 e 102&amp;lt;/ref&amp;gt; ''As mais modernas se fazem de latão, e de figura circular com um circulo sobreposto a modo de orla, e graduado, que se ajusta a um rebaixo, que há na circunferência da Prancheta, para que o papel fique preso, e a graduação descoberta: as que não tem graduação, para estar fixo o papel, o aplicam, e pegam com uma pequena porção de cera branda. Este instrumento em lugar de pínulas tem um óculo de ver ao longe, aplicado a régua móvel, que é levadiça sobre o pião para se lhe por, e tirar o papel ; e as que tem orla graduada para poder servir de Circulo, tem um segundo óculo, cujo Focus são paralelos ao diâmetro da Prancheta, e este segundo óculo fica pela parte inferior, ou por baixo da Prancheta como mostra a Figura décima quinta, estampa quarta,&amp;#160; o óculo sobre a régua móvel é aplicado de sorte a ela, que não possa impedir lançar as linhas com lápis, ou pena sobre o papel da Prancheta.''[[Arquivo:14.png|left|thumb|Prancheta circular moderna|200px]] &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Segundo Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722, pg. 101 e 102&amp;lt;/ref&amp;gt; ''As mais modernas se fazem de latão, e de figura circular com um circulo sobreposto a modo de orla, e graduado, que se ajusta a um rebaixo, que há na circunferência da Prancheta, para que o papel fique preso, e a graduação descoberta: as que não tem graduação, para estar fixo o papel, o aplicam, e pegam com uma pequena porção de cera branda. Este instrumento em lugar de pínulas tem um óculo de ver ao longe, aplicado a régua móvel, que é levadiça sobre o pião para se lhe por, e tirar o papel ; e as que tem orla graduada para poder servir de Circulo, tem um segundo óculo, cujo Focus são paralelos ao diâmetro da Prancheta, e este segundo óculo fica pela parte inferior, ou por baixo da Prancheta como mostra a Figura décima quinta, estampa quarta,&amp;#160; o óculo sobre a régua móvel é aplicado de sorte a ela, que não possa impedir lançar as linhas com lápis, ou pena sobre o papel da Prancheta.''[[Arquivo:14.png|left|thumb|Prancheta circular moderna|200px]] &amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil em 18h15min de 1 de abril de 2013</title>
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil em 12h27min de 25 de março de 2013</title>
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Prancheta_circular_moderna&amp;diff=8189&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tiagogil em 12h26min de 25 de março de 2013</title>
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				<updated>2013-03-25T12:26:22Z</updated>
		
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A prancheta moderna se trata de um desenvolvimento técnico das pranchetas simples conhecidas até os dias de hoje. Como a prancheta simples, a prancheta moderna tem funcionalidade para a anotação de dados em campo e para a produção do esboço do mapa. Sua particularidade técnica está em conter os 360º de um círculo, não necessitando do uso de um semicírculo ou compasso para transferir ao papel os graus achados na bússola sobre a localização de um ponto. Dessa forma, potencializa a não ocorrência de erros na passagem dos graus a uma folha ou como chamado na época, Borrador.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A prancheta moderna se trata de um desenvolvimento técnico das pranchetas simples conhecidas até os dias de hoje. Como a prancheta simples, a prancheta moderna tem funcionalidade para a anotação de dados em campo e para a produção do esboço do mapa. Sua particularidade técnica está em conter os 360º de um círculo, não necessitando do uso de um semicírculo ou compasso para transferir ao papel os graus achados na bússola sobre a localização de um ponto. Dessa forma, potencializa a não ocorrência de erros na passagem dos graus a uma folha ou como chamado na época, Borrador.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Na obra Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer as cartas geográficas, onde Manuel de Azevedo Fortes desenvolve o modo de operar e produzir mapas através de estudos de geometria prática. Um dos problemas desenvolvidos pelo mesmo trata da produção de um mapa a partir do conhecimento da distância entre apenas dois pontos e com o uso da Bússola. Nesse problema, o uso da bússola sempre tem como referência os graus medidos de um ponto (x) em relação a outro (y), de modo que vão se fazendo linhas no borrador até se saber a localidade exata do ponto. Nesse sentido, Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722.&amp;lt;/ref&amp;gt; demonstra o uso e funcionalidade da prancheta moderna:&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Na obra Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer as cartas geográficas, onde Manuel de Azevedo Fortes desenvolve o modo de operar e produzir mapas através de estudos de geometria prática. Um dos problemas desenvolvidos pelo mesmo trata da produção de um mapa a partir do conhecimento da distância entre apenas dois pontos e com o uso da Bússola. Nesse problema, o uso da bússola sempre tem como referência os graus medidos de um ponto (x) em relação a outro (y), de modo que vão se fazendo linhas no borrador até se saber a localidade exata do ponto. Nesse sentido, Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722.&amp;lt;/ref&amp;gt; demonstra o uso e funcionalidade da prancheta moderna:&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil em 19h07min de 21 de março de 2013</title>
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			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 19h07min de 21 de março de 2013&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Bueno,&amp;lt;ref&amp;gt; BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. Entre teoria e&amp;#160; prática: A cartografia dos engenheiros militares em Portugal e no Brasil, séculos XVI-XVII. Terra Brasilis [online]: Revista da Rede Brasileira da História da Geografia e Geografia Histórica, 7-8-9, 2007. Disponível em: http://terrabrasilis.revues.org/271&amp;lt;/ref&amp;gt; em sua análise sobre as obras de Fortes concluiu que a prancheta circular moderna se iguala ao teodolito, entretanto o teodolito não permite a função de desenho num borrador (folha para esboço) como permite a prancheta moderna. Esse uso de desenho na prancheta é confirmado na seguinte passagem da obra de Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722, pg. 65&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Bueno,&amp;lt;ref&amp;gt; BUENO, Beatriz Piccolotto Siqueira. Entre teoria e&amp;#160; prática: A cartografia dos engenheiros militares em Portugal e no Brasil, séculos XVI-XVII. Terra Brasilis [online]: Revista da Rede Brasileira da História da Geografia e Geografia Histórica, 7-8-9, 2007. Disponível em: http://terrabrasilis.revues.org/271&amp;lt;/ref&amp;gt; em sua análise sobre as obras de Fortes concluiu que a prancheta circular moderna se iguala ao teodolito, entretanto o teodolito não permite a função de desenho num borrador (folha para esboço) como permite a prancheta moderna. Esse uso de desenho na prancheta é confirmado na seguinte passagem da obra de Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722, pg. 65&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil em 19h04min de 21 de março de 2013</title>
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<title>Tiagogil em 18h55min de 21 de março de 2013</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Na obra Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer as cartas geográficas, onde Manuel de Azevedo Fortes desenvolve o modo de operar e produzir mapas através de estudos de geometria prática. Um dos problemas desenvolvidos pelo mesmo trata da produção de um mapa a partir do conhecimento da distância entre apenas dois pontos e com o uso da Bússola. Nesse problema, o uso da bússola sempre tem como referência os graus medidos de um ponto (x) em relação a outro (y), de modo que vão se fazendo linhas no borrador até se saber a localidade exata do ponto. Nesse sentido, Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722.&amp;lt;/ref&amp;gt; demonstra o uso e funcionalidade da prancheta moderna:&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Na obra Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer as cartas geográficas, onde Manuel de Azevedo Fortes desenvolve o modo de operar e produzir mapas através de estudos de geometria prática. Um dos problemas desenvolvidos pelo mesmo trata da produção de um mapa a partir do conhecimento da distância entre apenas dois pontos e com o uso da Bússola. Nesse problema, o uso da bússola sempre tem como referência os graus medidos de um ponto (x) em relação a outro (y), de modo que vão se fazendo linhas no borrador até se saber a localidade exata do ponto. Nesse sentido, Fortes &amp;lt;ref&amp;gt;FORTES, Manoel de Azevedo. Tratado do modo o mais fácil, e o mais axacto de fazer&amp;#160; as cartas geográficas, assim da terra, como do mar, e tirar as palntas das Praças, Cidades, e edifícios com instrumentos e sem instrumentos, para servir de instruccam à frabrica das Cartas Geográficas da História Ecclesiastica, e Secular de Portugal. 1722.&amp;lt;/ref&amp;gt; demonstra o uso e funcionalidade da prancheta moderna:&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;(...) &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;“Para &lt;/del&gt;que mais claramente se veja o uso da Prancheta : suponho que queremos fazer a Carta de um país, (Figura undecima, estampa segunda) e suponho medida a distancia AB, e pondo a Prancheta no ponto A, faço a primeira estação, e ponho a alidada de modo, que enfie o ponto B, e lanço com o lápis a linha sobre o papel, e virando a alidada para o lugar c, lanço a linha da mesma forma e o nome do lugar ; e o mesmo para o lugar F, e para o lugar C, e para o lugar H, e para o lugar l, e suponho que não descobria mais lugares daquele ponto, ou se os descobria, os não tomei, por me parecer sairiam os ângulos, ou muito obtusos&amp;#160; : e passando o instrumento para o lugar B posta&amp;#160; Alidada na direção da linha AB já lançada tomei o ponto, ou lugar F; e porque deste lugar descobria melhor os mais, e a linha, ou distancia AF é maior que a base primeira AB, mudando de base fiz nova base d distancia AF, e pondo em F a Prancheta com a alidada, na direção do lugar A ficando a Prancheta firme, viro a Alidada para os lugares, H, I, e G, e para a outra parte ao lugar C lançando as linhas pela régua móvel, e escrevendo ao longo delas os nomes dos lugares.&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;”&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;(...) &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''Para &lt;/ins&gt;que mais claramente se veja o uso da Prancheta : suponho que queremos fazer a Carta de um país, (Figura undecima, estampa segunda) e suponho medida a distancia AB, e pondo a Prancheta no ponto A, faço a primeira estação, e ponho a alidada de modo, que enfie o ponto B, e lanço com o lápis a linha sobre o papel, e virando a alidada para o lugar c, lanço a linha da mesma forma e o nome do lugar ; e o mesmo para o lugar F, e para o lugar C, e para o lugar H, e para o lugar l, e suponho que não descobria mais lugares daquele ponto, ou se os descobria, os não tomei, por me parecer sairiam os ângulos, ou muito obtusos&amp;#160; : e passando o instrumento para o lugar B posta&amp;#160; Alidada na direção da linha AB já lançada tomei o ponto, ou lugar F; e porque deste lugar descobria melhor os mais, e a linha, ou distancia AF é maior que a base primeira AB, mudando de base fiz nova base d distancia AF, e pondo em F a Prancheta com a alidada, na direção do lugar A ficando a Prancheta firme, viro a Alidada para os lugares, H, I, e G, e para a outra parte ao lugar C lançando as linhas pela régua móvel, e escrevendo ao longo delas os nomes dos lugares.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Prancheta_circular_moderna&amp;diff=8144&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tiagogil em 18h52min de 21 de março de 2013</title>
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				<updated>2013-03-21T18:52:38Z</updated>
		
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			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 18h52min de 21 de março de 2013&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A prancheta moderna se trata de um desenvolvimento técnico das pranchetas simples conhecidas até os dias de hoje. Como a prancheta simples, a prancheta moderna tem funcionalidade para a anotação de dados em campo e para a produção do esboço do mapa. Sua particularidade técnica está em conter os 360º de um círculo, não necessitando do uso de um semicírculo ou compasso para transferir ao papel os graus achados na bússola sobre a localização de um ponto. Dessa forma, potencializa a não ocorrência de erros na passagem dos graus a uma folha ou como chamado na época, Borrador.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A prancheta moderna se trata de um desenvolvimento técnico das pranchetas simples conhecidas até os dias de hoje. Como a prancheta simples, a prancheta moderna tem funcionalidade para a anotação de dados em campo e para a produção do esboço do mapa. Sua particularidade técnica está em conter os 360º de um círculo, não necessitando do uso de um semicírculo ou compasso para transferir ao papel os graus achados na bússola sobre a localização de um ponto. Dessa forma, potencializa a não ocorrência de erros na passagem dos graus a uma folha ou como chamado na época, Borrador.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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