<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="https://lhs.unb.br/atlas/skins/common/feed.css?303"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-br">
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Registro_do_Rio_Jaguari</id>
		<title>Registro do Rio Jaguari - Histórico de revisão</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Registro_do_Rio_Jaguari"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;action=history"/>
		<updated>2026-04-30T23:42:05Z</updated>
		<subtitle>Histórico de revisões para esta página nesta wiki</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.19.0</generator>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22520&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tiagogil em 13h32min de 7 de março de 2018</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22520&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2018-03-07T13:32:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table class='diff diff-contentalign-left'&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;tr valign='top'&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 13h32min de 7 de março de 2018&lt;/td&gt;
			&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 3:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 3:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|sobrenome=Ferreira da Silva&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|sobrenome=Ferreira da Silva&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari. A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Carta &lt;/del&gt;de &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Luis Diogo Lobo da Silva, Governador &lt;/del&gt;de &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Minas Gerais, &lt;/del&gt;para &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Francisco Xavier &lt;/del&gt;de &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 &lt;/del&gt;de &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;março de 1765, Vila Rica&lt;/del&gt;. &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;(Projeto Resgate &lt;/del&gt;- &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa&lt;/del&gt;, &lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Portugal)&lt;/del&gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari.&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;ref&amp;gt;Carta de Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 de março de 1765, Vila Rica. (Projeto Resgate - Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa, Portugal)&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;/ins&gt;A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;AESP (Arquivo do Estado &lt;/ins&gt;de &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;São Paulo). Publicação Official &lt;/ins&gt;de &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Documentos Interessantes &lt;/ins&gt;para &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;a História e Costumes &lt;/ins&gt;de &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;São Paulo: Divisas &lt;/ins&gt;de &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;São Paulo e Minas Gerais&lt;/ins&gt;. &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;São Paulo: Typographia a Vapor&lt;/ins&gt;- &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Espíndola&lt;/ins&gt;, &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;Siqueira e Comp., 1896. v. 11&lt;/ins&gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22515&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tiagogil em 19h01min de 6 de março de 2018</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22515&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2018-03-06T19:01:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table class='diff diff-contentalign-left'&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;tr valign='top'&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 19h01min de 6 de março de 2018&lt;/td&gt;
			&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|nome=Rafaela&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|nome=Rafaela&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;−&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|sobrenome=Ferreira&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|sobrenome=Ferreira &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;da Silva&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari. A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;Carta de Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 de março de 1765, Vila Rica. (Projeto Resgate - Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa, Portugal)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari. A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;Carta de Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 de março de 1765, Vila Rica. (Projeto Resgate - Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa, Portugal)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22510&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tiagogil em 18h57min de 6 de março de 2018</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22510&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2018-03-06T18:57:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table class='diff diff-contentalign-left'&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
				&lt;col class='diff-marker' /&gt;
				&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;tr valign='top'&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
			&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição de 18h57min de 6 de março de 2018&lt;/td&gt;
			&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 4:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 4:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;|verbete=&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari. A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;Carta de Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 de março de 1765, Vila Rica. (Projeto Resgate - Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa, Portugal)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari. A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;Carta de Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 de março de 1765, Vila Rica. (Projeto Resgate - Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa, Portugal)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;color: red; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;}}&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22509&amp;oldid=prev</id>
		<title>Tiagogil: Criou página com '{{Verbete |nome=Rafaela |sobrenome=Ferreira |verbete= Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de...'</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Registro_do_Rio_Jaguari&amp;diff=22509&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2018-03-06T18:57:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;{{Verbete |nome=Rafaela |sobrenome=Ferreira |verbete= Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Rafaela&lt;br /&gt;
|sobrenome=Ferreira&lt;br /&gt;
|verbete=&lt;br /&gt;
Em carta endereçada a Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Secretário de Estado da Marinha e Ultramar, datada de 5 de março de 1765, Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, tratou das medidas que adotou durante uma viagem que realizou em fins de 1764 por localidades situadas na região que atualmente corresponde ao sul de Minas Gerais para regular novos descobertos e evitar os descaminhos de ouro e diamante. Grande parte da região percorrida por Luis Diogo era então uma zona contestada por autoridades de São Paulo, a despeito da Demarcação de Thomáz de Rubi de 1749. Entre os anexos que acompanham esta carta, encontra-se uma cópia do assento datado de 26 de novembro de 1764, no qual o governador determinou entre outros, que para cercar “de guardas a divisa” e controlar a arrecadação, o Registro do Rio Mandú (Pouso Alegre) deveria ser transferido para as margens do Rio Jaguari. A criação e transferência de registros, a formação de esquadras de infantaria e a publicação de avisos foram algumas estratégias então utilizadas por Luis Diogo para tentar submeter os habitantes da região à jurisdição de Minas. A partir do início da década de 1760, os moradores de Minas Gerais passaram a sentir a intensificação da crise verificada na mineração na região central da capitania. No mesmo período, a região oeste do Rio Sapucaí, onde paulistas haviam fundado diversos povoados e encontrado ouro, passou a atrair pessoas de diversas localidades da América Portuguesa. As iniciativas adotadas por Luis Diogo em 1764 visaram ampliar o território de Minas Gerais, cujos habitantes anualmente eram obrigados a enviar 100 arrobas de ouro a Lisboa. &amp;lt;ref&amp;gt;Carta de Luis Diogo Lobo da Silva, Governador de Minas Gerais, para Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre as medidas que tomou para se evitarem os descaminhos do ouro dos novos descobertos. 5 de março de 1765, Vila Rica. (Projeto Resgate - Fundação Biblioteca Nacional do Ministério da Cultura do Brasil – o original encontra-se no Arquivo Histórico Ultramarino – Lisboa, Portugal)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

	</feed>