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		<title>Rio Branco - Histórico de revisão</title>
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		<updated>2026-05-06T23:19:44Z</updated>
		<subtitle>Histórico de revisões para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<title>Tiagogil: Criou página com 'Região do atual estado de Roraima, ainda no século XVII os portugueses sofriam muitos ataques de espanhóis e holandeses na região. O capitão Francisco Ferreira e o padre ...'</title>
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				<updated>2012-10-17T17:26:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;Região do atual estado de Roraima, ainda no século XVII os portugueses sofriam muitos ataques de espanhóis e holandeses na região. O capitão Francisco Ferreira e o padre ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Região do atual estado de Roraima, ainda no século XVII os portugueses sofriam muitos ataques de espanhóis e holandeses na região. O capitão Francisco Ferreira e o padre carmelita Jerônimo Coelho foram os primeiros colonizadores Portugueses a chegar ao rio Branco. Seus propósitos eram aprisionar índios e recolher ovos de tartaruga para a produção de manteiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após estes, vieram Cristóvão Aires Botelho e Lourenço Belfort, sendo os primeiros a ultrapassarem a Cachoeira do Bem-Querer. José Miguel Aires também subiu o rio Branco, com a meta de aprisionar indígenas e vendê-los para Belém do Pará e São Luís do Maranhão, onde seriam escravizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro comerciante escravista foi o holandês Nicolau Horstman que, saído de Paramaribo (capital da colônia holandesa sul-americana), atingiu o rio Branco em 1741 e fomentou o comércio de escravos pelos rios Jauaperí e Tacutu àquela colônia. Em 1752 já existia a fortaleza do Rio Branco&amp;lt;ref&amp;gt;AHU_ACL_CU_013, Cx. 33, D. 3148&amp;lt;/ref&amp;gt;, segundo documento do Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, sobre a criação e manutenção de Regimentos militares de infantaria para essa fortaleza. É o documento mais antigo citando a região que encontramos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os espanhóis, por sua vez, foram responsáveis por, entre os anos de 1771 e 1773, invadirem o rio Uraricoera vindos do rio Orinoco, após atravessarem a cordilheira de Pacaraima, ato histórico. Lá fundaram três povoações, mas não resistiram às forças portuguesas e acabaram também expulsos da região. Diante da cobiça internacional pela região do vale do rio Branco, decidiu-se que seria construída uma fortaleza, o [[Forte de São Joaquim do rio Branco]] (hoje desaparecido), um marco para a soberania portuguesa na região. Há registros no AHU sobre o estabelecimento de espanhóis na região no ano de 1775&amp;lt;ref&amp;gt;AHU_ACL_CU_013, Cx. 74, D. 6234&amp;lt;/ref&amp;gt;, e outros alguns anos depois. Há também um documento de 1778&amp;lt;ref&amp;gt;AHU_ACL_CU_020, Cx. 3, D. 192&amp;lt;/ref&amp;gt; , intitulado História do Rio Branco em 1778, por Francisco Xavier Ribeiro Sampaio, que faz descrição da região de forma pormenorizada, falando de invasões de espanhóis, da terra, de estabelecimentos, limites e indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A construção do forte trouxe uma ilusão de que haviam chegado tempos de prosperidade, com a construção de três povoados (onde os índios foram forçados a habitar): nas margens do rio Uraricoera estava o povoado de Nossa Senhora da Conceição e Santo Antônio, São Felipe (no rio Tacutu) e o povoado de Nossa Senhora do Carmo e Santa Bárbara, no rio Branco. Não houve progresso. Os índios não se sujeitaram às imposições portuguesas e rebelaram-se, abandonando os lugarejos que acabaram por desaparecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fim do século XVIII marca o início de uma economia baseada na criação de gado, cujo comandante lusitano Manuel da Gama Lobo D'Almada foi o pioneiro quando, em 1789, introduziu o gado bovino e eqüino na região&amp;lt;ref&amp;gt;um documento de 1787 do AHU cita a introdução de gado na região, de forma rápida&amp;lt;/ref&amp;gt; — dadas as vantajosas condições geográficas —, com o objetivo de manter o homem civilizado naquele lugar. Lobo D'Almada foi enviado pelo general João Pereira Caldas, então governador da província do Grão-Pará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As criações (que eram desorganizadas) iniciaram-se na fazenda São Bento, às margens do rio Uraricoera, para depois concentrarem-se na fazenda São José e posteriormente estabelecerem-se definitivamente na fazenda São Marcos (que atualmente está dentro dos limites de áreas indígenas estipuladas pela FUNAI), em 1799.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havia cercados, muros ou quaisquer outros meios de limitação territorial nas áreas de criação de carne de corte, permitindo, assim, uma dispersão dos animais pela região. Alguns comerciantes aproveitaram o gado perdido para roubá-los e iniciarem fazendas próprias. Os índios tornaram-se ótimos vaqueiros, fama que os Macuxis mantêm até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Referências===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte do texto (as partes divergentes ou de fora desta bibliografia estão citadas diretamente no texto): Barroso, J. Antonio de Vasconcelos. Diagnóstico ecológico-econômico da bacia do rio Cauamé no estado de Roraima, com a utilização de sistemas de informações geográficas para o desenvolvimento sustentável. Porto Alegre, 2009.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autor do verbete: [[Luiza Moretti]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tiagogil</name></author>	</entry>

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