Linha 2: | Linha 2: | ||
==Histórico== | ==Histórico== | ||
− | A [[Vila de Santos|Vila do Porto de Santos]] estava localizada na ilha de [[vila de São Vicente|São Vicente]], em uma região denominado pelos índios [[Guainazes]] de [[Enguaguaçu] <ref>Gaspar da Madre de Deus. Memórias para a história da Capitania de São Vicente. Brasília: Senado Fedreal, 2010. p.93</ref>. Essa região, devido a sua geografia favorável a navegação, era utilizada como lugar de desembarque para os marinheiros que estavam indo a [[vila de São Vicente]]. | + | A [[Vila de Santos|Vila do Porto de Santos]] estava localizada na ilha de [[vila de São Vicente|São Vicente]], em uma região denominado pelos índios [[Guainazes]] de [[Enguaguaçu]] <ref>Gaspar da Madre de Deus. Memórias para a história da Capitania de São Vicente. Brasília: Senado Fedreal, 2010. p.93</ref>. Essa região, devido a sua geografia favorável a navegação, era utilizada como lugar de desembarque para os marinheiros que estavam indo a [[vila de São Vicente]]. |
Nos primeiros anos de povoamento desta território, [[Pascoal Fernandes Genovês]] e [[Domingos Pires]] fizeram sociedade e situaram-se em [[Enguaguaçu]] na margem do canal, que [[Martim Afonso de Sousa]] nomeou como [[rio de São Francisco]] na sesmaria de [[Pedro de Góis]]. [[Pascoal Fernandes Genovês|Genovês]] e [[Domingos Pires|Pires] abriram o caminho da região de Santos a São Vicente <ref>Gaspar da Madre de Deus. Memórias para a história da Capitania de São Vicente. Brasília: Senado Fedreal, 2010. p.93</ref> . | Nos primeiros anos de povoamento desta território, [[Pascoal Fernandes Genovês]] e [[Domingos Pires]] fizeram sociedade e situaram-se em [[Enguaguaçu]] na margem do canal, que [[Martim Afonso de Sousa]] nomeou como [[rio de São Francisco]] na sesmaria de [[Pedro de Góis]]. [[Pascoal Fernandes Genovês|Genovês]] e [[Domingos Pires|Pires] abriram o caminho da região de Santos a São Vicente <ref>Gaspar da Madre de Deus. Memórias para a história da Capitania de São Vicente. Brasília: Senado Fedreal, 2010. p.93</ref> . |
{{Verbete|nome=|sobrenome=|verbete=A Vila de Santos foi fundada em 1546 por Brás Cubas, loco-tenente de Martim Afonso de Sousa.
A Vila do Porto de Santos estava localizada na ilha de São Vicente, em uma região denominado pelos índios Guainazes de Enguaguaçu [1]. Essa região, devido a sua geografia favorável a navegação, era utilizada como lugar de desembarque para os marinheiros que estavam indo a vila de São Vicente.
Nos primeiros anos de povoamento desta território, Pascoal Fernandes Genovês e Domingos Pires fizeram sociedade e situaram-se em Enguaguaçu na margem do canal, que Martim Afonso de Sousa nomeou como rio de São Francisco na sesmaria de Pedro de Góis. Genovês e [[Domingos Pires|Pires] abriram o caminho da região de Santos a São Vicente [2] .
Frei Gaspar da Madre de Deus, em sua obra Memórias para a História da Capitania de São Vicente, diz que essa nova povoação andou a passos largos e que moradores do rio da Bertioga, os da terra firme mais chegada a Enguaguaçu, muitos da ilha de Santo Amaro e vários da outra de São Vicente fizeram casas nesta região. Madre de Deus diz que [3]:
{{{fonte}}} |
Frei Gaspar da Madre de Deus indica que essa região só ficou conhecida como Porto de Santos depois que Brás Cubas edificou uma igreja com o título de Nossa Senhora da Misericórdia e junto a ela um hospital que tinha por apelido Santos. Desta forma, o título que era apenas do hospital popularizou-se na população e aquele território começou a ser chamado de Porto de Santos.
A povoação da Porto de Santos, em seus primeiros anos, era subordinada a vila de São Vicente. No dia 08 de junho de 1545, Brás Cubas começou a ser capitão-mor e uma de suas primeiras ações foi conceder foro de vila ao Porto de Santos em 1546. A vila de Santos ficou sob a jurisdição da Capitania de São Vicente e posteriormente da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Entre 1714 e 1721 esta vila ficou sob a jurisdição do governador do Rio de Janeiro e apenas com a nomeação de Rodrigo César de Meneses em 1721 como governador da Capitania de São Paulo a Vila de Santos voltou a pertencer a jurisdição de São Paulo.
}}
<ref>
, mas nenhuma marca <references/>
foi encontrada