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		<title>Atlas Digital da América Lusa - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Senhora Santa Ana do Bambuí</title>
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&lt;div&gt;Foi [[Capela]] entre 1768 até 1769 com o nome de [[Senhora Santa Ana do Bambuí]].&lt;br /&gt;
Foi [[Arraial]] entre por volta de 1769 até 1808 com o nome de [[Senhora Santa Ana do Bambuí]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia Jaguarapipó</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=Gustavo |sobrenome=GODOY |verbete=Aldeia do final do século 16. Para Teodoro Sampaio&amp;lt;ref&amp;gt;Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo cr...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
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|verbete=Aldeia do final do século 16. Para Teodoro Sampaio&amp;lt;ref&amp;gt;Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo critico para servir de contribuição á história e geographia do paiz) (Separata do 1º Congresso de Hist. Nacional, do IHGB). Rio, s/d., págs. 345 a 390; 2 mapas parcialmente coloridos, sendo 1 desdobrável. , de 1914 ou antes. &amp;lt;/ref&amp;gt; se localizaria, provavelmente, numa ilha do vale do rio Ariró, na parte posterior da baía de Angra dos Reis. Segundo os relatos de Anthony Knivet, os indígenas de lá se relacionavam com os portugueses da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em expedições e comércio de escravos. Sua denominação decorre do nome chefe da aldeia e é uma interrogação: -'''Îagûara-p'ipó?''' “seria esta onça (ou cachorro)?” - Onça, ou tigre. — '''Iaguara''';   “Por uentura, perguntando. — Pe. '''Pipo'''.”&amp;lt;ref&amp;gt;Vocabulário na Língua Brasílica, disponível em: http://vlb.wikispaces.com/ &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Sampaio.jpg|600px|center|Mapa de Teodoro Sampaio]]&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente chefiada por Abauçanga – inicialmente 40-50 pessoas – foi fugindo dos ataques, estabelecendo-se em cavernas, até chegarem na região onde se localizavam os goitacases [''Wataquazes''], com quem tinha relações conflituosas. Esse grupo tamoio instalou-se nas bordas da Serra de Macaé (designada então de “morada de Abauçanga”), numa aldeia próxima ao mar. A expedição de Gonçalo Correia de Sá contra os os goitacases, no ano de 1599, acabou por encontrá-la no meio do caminho. Nesta época a aldeia contava com aproximadamente 500 habitantes, e as informações disponíveis estão em Anthony Knivet&amp;lt;ref&amp;gt;''The admirable adventures and strange fortunes of Master Antonie Knivet''. - Glasgow: James McLehose and Sons, 1906. pp. 227-8 e 253-4. Cf. http://biblio.etnolinguistica.org/autor:anthony-knivet &amp;lt;/ref&amp;gt;, que era escravo da família Sá. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação, Teodoro Sampaio (1914: 386) flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa da edição de S.M. Hue &amp;lt;ref&amp;gt;Teodoro Sampaio, Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo critico para servir de contribuição á história e geographia do paiz) (Separata do 1º Congresso de Hist. Nacional, do IHGB). Rio, s/d., págs. 345 a 390&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mapaabaucanga.jpg|600px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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Zoom:&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Arquivo:mapaabaucangazoom.jpg|600px|center|]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente chefiada por Abauçanga – inicialmente 40-50 pessoas – foi fugindo dos ataques, estabelecendo-se em cavernas, até chegarem na região onde se localizavam os goitacases [''Wataquazes''], com quem tinha relações conflituosas. Esse grupo tamoio instalou-se nas bordas da Serra de Macaé (designada então de “morada de Abauçanga”), numa aldeia próxima ao mar. A expedição de Gonçalo Correia de Sá contra os os goitacases, no ano de 1599, acabou por encontrá-la no meio do caminho. Nesta época a aldeia contava com aproximadamente 500 habitantes, e as informações disponíveis estão em Anthony Knivet&amp;lt;ref&amp;gt;''The admirable adventures and strange fortunes of Master Antonie Knivet''. - Glasgow: James McLehose and Sons, 1906. pp. 227-8 e 253-4. Cf. http://biblio.etnolinguistica.org/autor:anthony-knivet &amp;lt;/ref&amp;gt;, que era escravo da família Sá. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação, Teodoro Sampaio (1914: 386) flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa da edição de S.M. Hue &amp;lt;ref&amp;gt;Teodoro Sampaio,Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo critico para servir de contribuição á história e geographia do paiz) (Separata do 1º Congresso de Hist. Nacional, do IHGB). Rio, s/d., págs. 345 a 390&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
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	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação, Teodoro Sampaio (1914: 386) flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa da edição de S.M. Hue &amp;lt;ref&amp;gt;Teodoro Sampaio,Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo critico para servir de contribuição á história e geographia do paiz) (Separata do 1º Congresso de Hist. Nacional, do IHGB). Rio, s/d., págs. 345 a 390&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Arquivo:mapaabaucangazoom.jpg|600px|center|]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente chefiada por Abauçanga – inicialmente 40-50 pessoas – foi fugindo dos ataques, estabelecendo-se em cavernas, até chegarem na região onde se localizavam os goitacases [''Wataquazes''], com quem tinha relações conflituosas. Esse grupo tamoio instalou-se nas bordas da Serra de Macaé (designada então de “morada de Abauçanga”), numa aldeia próxima ao mar. A expedição de Gonçalo Correia de Sá contra os os goitacases, no ano de 1599, acabou por encontrá-la no meio do caminho. Nesta época a aldeia contava com aproximadamente 500 habitantes, e as informações disponíveis estão em Anthony Knivet&amp;lt;ref&amp;gt;''The admirable adventures and strange fortunes of Master Antonie Knivet''. - Glasgow: James McLehose and Sons, 1906. pp. 227-8 e 253-4. Cf. http://biblio.etnolinguistica.org/autor:anthony-knivet &amp;lt;/ref&amp;gt;, que era escravo da família Sá. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação, Teodoro Sampaio (1914: 386) flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa de Teodoro Sampaio &amp;lt;ref&amp;gt;Teodoro Sampaio,Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo critico para servir de contribuição á história e geographia do paiz) (Separata do 1º Congresso de Hist. Nacional, do IHGB). Rio, s/d., págs. 345 a 390&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mapaabaucanga.jpg|900px|center]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia de Abauçanga</title>
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&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente chefiada por Abauçanga – inicialmente 40-50 pessoas – foi fugindo dos ataques, estabelecendo-se em cavernas, até chegarem na região onde se localizavam os goitacases [''Wataquazes''], com quem tinha relações conflituosas. Esse grupo tamoio instalou-se nas bordas da Serra de Macaé (designada então de “morada de Abauçanga”), numa aldeia próxima ao mar. A expedição de Gonçalo Correia de Sá contra os os goitacases, no ano de 1599, acabou por encontrá-la no meio do caminho. Nesta época a aldeia contava com aproximadamente 500 habitantes, e as informações disponíveis estão em Anthony Knivet&amp;lt;ref&amp;gt;''The admirable adventures and strange fortunes of Master Antonie Knivet''. - Glasgow: James McLehose and Sons, 1906. pp. 227-8 e 253-4. Cf. http://biblio.etnolinguistica.org/autor:anthony-knivet &amp;lt;/ref&amp;gt;, que era escravo da família Sá. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação, Teodoro Sampaio (1914: 386) flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa de Teodoro Sampaio &amp;lt;ref&amp;gt;Teodoro Sampaio,Peregrinações de Antonio Knivet no Brasil no século XVI (Estudo critico para servir de contribuição á história e geographia do paiz) (Separata do 1º Congresso de Hist. Nacional, do IHGB). Rio, s/d., págs. 345 a 390&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mapaabaucanga.jpg|700px|center]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente chefiada por Abauçanga – inicialmente 40-50 pessoas – foi fugindo dos ataques, estabelecendo-se em cavernas, até chegarem na região onde se localizavam os goitacases [''Wataquazes''], com quem tinha relações conflituosas. Esse grupo tamoio instalou-se nas bordas da Serra de Macaé (designada então de “morada de Abauçanga”), numa aldeia próxima ao mar. A expedição de Gonçalo Correia de Sá contra os os goitacases, no ano de 1599, acabou por encontrá-la no meio do caminho. Nesta época a aldeia contava com aproximadamente 500 habitantes, e as informações disponíveis estão em Anthony Knivet&amp;lt;ref&amp;gt;''The admirable adventures and strange fortunes of Master Antonie Knivet''. - Glasgow: James McLehose and Sons, 1906. pp. 227-8 e 253-4. Cf. http://biblio.etnolinguistica.org/autor:anthony-knivet &amp;lt;/ref&amp;gt;, que era escravo da família Sá. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação, Teodoro Sampaio (1914: 386) flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aljube</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=&lt;br /&gt;
Cárcere eclesiástico, lá foram punidos padres e alocados condenados do Santo Ofício &amp;lt;ref&amp;gt;  Como o índio Miguel Pestana: http://luiz-mott.blogspot.com.br/2006/08/um-tupinamb-feiticeiro-do-esprito-santo.html &amp;lt;/ref&amp;gt;. Localizava-se no sopé do Morro da Conceição nas proximidades do encontro da rua Prainha com rua da Vala &amp;lt;ref&amp;gt;Correspondem, respectivamente, às atuais Acre e Uruguaiana. cf. Thomas Holloway. “O calabouço e o Aljube do Rio de Janeiro no século XIX”. Em: ''História das Prisões no Brasil''. Volume 1. - Rio de Janeiro: Rocco, 2009. p.271. Disponível em: http://www.academia.edu/202170/O_Calabouco_e_o_Aljube_do_Rio_de_Janeiro_no_seculo_XIX  Antes de se chamar “da Prainha”, chamou-se “rua da Vallinha” e depois “do Aljube”. Cf. José Vieira fazenda. “Antiqualhas e memórias do Rio de Janeiro” &amp;quot;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro'', vol. Tomo 86 Volume 140. 1921. pp. 358-62. Disponível em: http://rememorator.info/?p=5382     &amp;lt;/ref&amp;gt;. Construído em 1732; em 1808 o edifício passa a cumprir a função da Cadeia da Relação, a cárcere de presos comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Thomas ender aljube.jpg|center|Ilustração de Thomas Ender, 1817]]&lt;br /&gt;
Ilustração 1: Thomas Ender, 1817 &amp;lt;ref&amp;gt;http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AThomas_ender_aljube.jpg &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Aljube</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=Gustavo |sobrenome=GODOY |verbete= Cárcere eclesiástico, lá foram punidos padres e alocados condenados do Santo Ofício &amp;lt;ref&amp;gt;  Como o índio Miguel Pestana:...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
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Cárcere eclesiástico, lá foram punidos padres e alocados condenados do Santo Ofício &amp;lt;ref&amp;gt;  Como o índio Miguel Pestana: http://luiz-mott.blogspot.com.br/2006/08/um-tupinamb-feiticeiro-do-esprito-santo.html &amp;lt;/ref&amp;gt;. Localizava-se no sopé do Morro da Conceição nas proximidades do encontro da rua Prainha com rua da Vala &amp;lt;ref&amp;gt;Correspondem, respectivamente, às atuais Acre e Uruguaiana. cf. Thomas Holloway. “O calabouço e o Aljube do Rio de Janeiro no século XIX”. Em: ''História das Prisões no Brasil''. Volume 1. - Rio de Janeiro: Rocco, 2009. p.271. Disponível em: http://www.academia.edu/202170/O_Calabouco_e_o_Aljube_do_Rio_de_Janeiro_no_seculo_XIX  Antes de se chamar “da Prainha”, chamou-se “rua da Vallinha” e depois “do Aljube”. Cf. José Vieira fazenda. “Antiqualhas e memórias do Rio de Janeiro” &amp;quot;Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro'', vol. Tomo 86 Volume 140. 1921. pp. 358-62. Disponível em: http://rememorator.info/?p=5382     &amp;lt;/ref&amp;gt;. Construído em 1732; em 1808 o edifício passa a cumprir a função da Cadeia da Relação, a cárcere de presos comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Thomas ender aljube.jpg|Ilustração 1: Thomas Ender, 1817 &amp;lt;ref&amp;gt;http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AThomas_ender_aljube.jpg &amp;lt;/ref&amp;gt;]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Arquivo:Thomas_ender_aljube.jpg</id>
		<title>Arquivo:Thomas ender aljube.jpg</title>
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				<updated>2013-09-11T12:43:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_do_Sim%C3%A3o</id>
		<title>Aldeia do Simão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_do_Sim%C3%A3o"/>
				<updated>2013-08-01T13:40:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada em 1556, a aldeia de Simão ficou conhecida pelo nome de batismo de seu chefe indígena &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.50.&amp;lt;/ref&amp;gt;.Localizava-se nas proximidades da povoação de São Sebastião, às portas da cidade de Salvador. O sítio teve pouco tempo de ocupação, e a maioria de seus moradores abandonou a localidade já em 1557.   &lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Henriville</id>
		<title>Henriville</title>
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				<updated>2013-08-01T12:51:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Rodrigo Ramos Lopes de&lt;br /&gt;
|sobrenome=OLIVEIRA&lt;br /&gt;
|verbete=O projeto da França Antártica, empreendido pelo Almirante Nicolas Durand de Villegagnon, resultou na construção de estruturas como ponta de lança para uma possível ocupação colonial da América &amp;lt;ref&amp;gt;MARIZ,V. “Villegagnon: Herói Ou Vilão?”. &amp;lt;/ref&amp;gt;. Após uma viagem reconhecimento a Cabo Frio, o francês implantou,em 1555, um forte na ilha atualmente conhecida como Villegagnon, no interior da Baía da Guanabara, o Forte Coligny. O projeto da França Antártica contou com a imigração de 12 pastores Calvinistas. Villegagnon, apesar de Católico, pertencente à Ordem de Malta, os recebeu com relativa cordialidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do forte, Villegagnon determinou a construção, em 1556, de outro estabelecimento francês, localizado no continente, junto a foz do rio da Carioca, no que seria o atual cruzamento (após uma série de aterros posteriores) das Ruas Barão do Flamengo e Praia do Flamengo &amp;lt;ref&amp;gt; KNAUSS,P. “No Rascunho Do Novo Mundo: Os Espaços e Os Personagens Da França Antártica.”&amp;lt;/ref&amp;gt;. A localização era bastante estratégica, uma vez que não havia fontes de água potável na ilha, e uma posição no continente poderia ser um ponto de fornecimento de recursos para o forte Coligny.  Essa primeira aglomeração foi denominada Henriville. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a própria existência deste estabelecimento mostrou-se controversa, e as razões para tal provêm do conflito religioso que se instalou na França Antártica, que teve como uma de suas conseqüências tentativas de desconstrução da imagem de Villegagnon pelos protestantes. Jean Léry, em seu livro “L'Histoire d'un voyage fait en la terre du Brésil”, é um exemplo dessa tentativa de desconstrução da imagem de Villegagnon, negando a existência da aglomeração de Henriville e assim, empreendendo uma tentativa de minorar a empresa do Amirante. Importante salientar que essa obra foi escrita cerca de duas décadas após a expulsão dos franceses e foi redigida em um período de tensões religiosas entre Católicos e Protestantes, na qual Léry sofreu perseguições &amp;lt;ref&amp;gt;TAVARES. “Da Guanabara Ao Sena, Relatos e Cartas Sobre a França Antártica Nas Guerras De Religião.”&amp;lt;/ref&amp;gt;, inclusive tendo de refugiar-se durante o massacre da noite de São Bartolomeu &amp;lt;ref&amp;gt; Massacre de Protestantes promovidas por Católicos, com apoio da Casa Real Francesa, na cidade de Paris em 1572.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Desse modo, faz-se necessário analisar criticamente o documento, a negação da existência de Heriville poderia ser pensada como parte desta estratégia, além de a obra de Léry ter sido escrita décadas depois da expulsão dos franceses da Guanabara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir do mapa de André Thévet é possível localizar um estabelecimento junto à foz do rio Carioca, denominado Ville &amp;lt;ref&amp;gt;“Cidade”, em tradução livre do francês para o português.&amp;lt;/ref&amp;gt; Henry. Além disso, uma carta do próprio Villegagnon,de 1557 ao conde de Guise relata o estabelecimento de estruturas e habitantes franceses no continente: um fortim de madeira com cerca de 60 homens, que, inclusive, praticavam a agricultura &amp;lt;ref&amp;gt;KNAUSS,P. “No Rascunho Do Novo Mundo: Os Espaços e Os Personagens Da França Antártica.”&amp;lt;/ref&amp;gt;. A partir de vestígios como esses, o Historiador Vasco Maiz defende a tese de uma dupla fundação da cidade do Rio de Janeiro, a primeira sendo destruída pelos portugueses (e, portanto, sendo classificada como um evento de curta duração&amp;lt;ref&amp;gt; Ibid.&amp;lt;/ref&amp;gt;) e a segunda, a cidade fundada por Estácio de Sá, continuada. Para Maiz, Henriville teria sido a primeira aglomeração urbana européia no recôncavo da Guanabara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Henriville, segundo a carta de Villegagnon ao duque de guise, representaria um projeto de tomada colonial e territorial para a França. Knauss conclui que o próprio nome da aglomeração, em homenagem ao rei francês Henry II, representa um projeto de ocupação efetiva na América. A mão de obra escrava indígena seria a alternativa econômica para a consolidação da ocupação.&amp;lt;ref&amp;gt;Ibid.&amp;lt;/ref&amp;gt; Vasco Mariz, afirma que Henriville recebeu Calvinistas e que Villegagnon buscou um discurso religioso nebuloso a fim de evitar conflitos maiores com os mesmos. O Almirante acreditava ser possível conciliar as duas religiões em uma convivência mais harmoniosa que aquela observada na Europa, o ambiente Americano seria propício a uma religião mais ligada a natureza e livre das contendas teóricas profundas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em pouco tempo, as contendas relativas à presença figurada ou real do corpo e do sangue de Cristo na Eucaristia  levaram a divergência entre Protestantes e Católicos&amp;lt;ref&amp;gt; MARIZ,V.“Villegagnon: Herói Ou Vilão?”.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Os primeiros defendendo a figurada e os Católicos argumentando firmemente a presença efetiva.  A partir da contenda entre os religiosos protestantes e o Almirante, a França Antártica se divide. Segundo Vasco Mariz, os Calvinistas tentam retornam à França, em condições deploráveis, sendo que três deles ficam impossibilitados de voltar e acabam sendo condenados à morte pelos franceses de Villegagnon&amp;lt;ref&amp;gt;Ibid.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Com as guerras religiosas em plena efervescência na Europa, a transformação desses três calvinistas em mártires era bastante interessante para os escritores protestantes, bem como contribuiria para a difamação de Villegagnon. Exemplo dessa utilização pode ser encontrada nos escritos do suíço Jean Crespin, que escrevendo quarenta anos depois do ocorrido e a partir do cantão suíço de Genebra&amp;lt;ref&amp;gt;Local de origem do Calvinismo.&amp;lt;/ref&amp;gt;, busca um discurso de afirmação da autonomia genebrina e um anti-galicismo entrecruzado com uma identidade protestante. Portanto, para Vasco Mariz, o discurso posterior escrito pelos protestantes tenta apresentar uma iniquidade e intolerância de Villegagnon, destacando a condenação dos Calvinistas, associada a uma suposta incompetência do mesmo, negando a própria existência de Henriville.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo Knauss, apesar de divergir em relação a alguns pontos específicos, apresentados por Mariz, do desenrolar dos fatos ocorridos na França Antártica e ter uma crítica menos ácida aos protestantes ( Vasco Mariz, em seu artigo, reconhece-se como Católico e realça que isso pode enviesá-lo a tomar partido de um dos lados, embora afirme buscar evitar que isso ocorra.) converge em afirmar que a inexistência de Henriville relatada por Jean Léry é uma mentira. Defende veementemente a efetiva existência da aglomeração francesa no continente. Ele ressalta que, possivelmente, o tamanho de Henriville, conforme o relatado na carta de Villegagnon ao duque de Guise seja exagerado, porém, baseado em duas fontes ( a carta do Almirante e o mapa de Thévet), considerando o contexto de conflito religioso e das intenções dos protestantes que negam a existência de Henriville, historiadores como Paulo Knauss e o diplomata Vasco Mariz são categóricos em confirmar Henriville como a primeira aglomeração europeia na região da Guanabara, embasando, inclusive, uma ideia de dupla fundação do Rio de Janeiro, semelhante ao processo de Buenos Aires&amp;lt;ref&amp;gt; Buenos Aires foi fundada pela primeira vez pelos espanhóis em 1536, sendo atacada pelos indígenas, abandonada, simplesmente desaparecendo. Seria posteriormente refundada em 1580, também pelos espanhóis.&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Abau%C3%A7anga</id>
		<title>Aldeia de Abauçanga</title>
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				<updated>2013-07-25T16:57:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=Gustavo |sobrenome=GODOY |verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente che...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=Foi uma aldeia tamoia, surgida no contexto posterior à conquista da Guanabara pelos portugueses e temiminós. Essa gente chefiada por Abauçanga – inicialmente 40-50 pessoas – foi fugindo dos ataques, estabelecendo-se em cavernas, até chegarem na região onde se localizavam os goitacases [''Wataquazes''], com quem tinha relações conflituosas. Esse grupo tamoio instalou-se nas bordas da Serra de Macaé (designada então de “morada de Abauçanga”), numa aldeia próxima ao mar. A expedição de Gonçalo Correia de Sá contra os os goitacases, no ano de 1599, acabou por encontrá-la no meio do caminho. Nesta época a aldeia contava com aproximadamente 500 habitantes, e as informações disponíveis estão em Anthony Knivet&amp;lt;ref&amp;gt;''The admirable adventures and strange fortunes of Master Antonie Knivet''. - Glasgow: James McLehose and Sons, 1906. pp. 227-8 e 253-4. Cf. http://biblio.etnolinguistica.org/autor:anthony-knivet &amp;lt;/ref&amp;gt;, que era escravo da família Sá. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Knivet relata a chegada da expedição na grande montanha “Abausanga retam”. Tal palavra que é a composição do nome do principal da aldeia, o ancião '''Abausanga''' + a palavra '''etama (t-)''': “Natureza, onde hum mora. — Tetama.” (Vocabulário na Língua Brasílica). &amp;lt;ref&amp;gt;Segundo hipótese de Edelweiss (1969: http://biblio.etnolinguistica.org/edelweiss-1969-69-108 ), no dialeto tupinambá (os tamoios seriam uma subdivisão dos tupinambás) por vezes cai o ['''a'''] final, teríamos então ''etã''' ou '''etam'''.&amp;lt;/ref&amp;gt; A composição a palavra resultante é '''Abausanga retam''' - que significa: “a região/a morada de Abauçanga”. Esta seria uma montanha que Sheila Moura Hue identifica&amp;lt;ref&amp;gt;Em notas e mapa da edição obra de Knivet pela Zahar (2008). pp. 28 e p.30, n.30, que. Ver. O relato das pp.130-2 e 181-3. Sem explicação ela flexiona o nome da aldeia no passado ('''-mbûera''').&amp;lt;/ref&amp;gt; como sendo a Serra de Macaé, a aldeia ficava a beira mar, na base da montanha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
O ancião Abauçanga teria 120 anos, fato que Knivet teria entendido por meio de sinais. Ele e 60 jovens de sua região foram capturados pela “bandeira” contra os goiatacases que Knivet participava, no ano de 1599. O '''morubixaba''' e acabou morrendo flechado logo em seguida num confronto com goitacases, que eram outro alvo da expedição e que os tamoios ajudaram a alcançar. Devido ao fato de franceses já terem lhe contado sobre a existência de um deus que seria salvador, quis se batizar – recebendo o nome João - e acreditar em alguns ensinamentos cristãos ensinados por ocasião de sua futura morte.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Na edição da ''Duke University Press'' de 2008 do livro de H. Staden &amp;lt;ref&amp;gt; ''Hans Staden’s True History: An Account of Cannibal Captivity in Brazil''. Editado e traduzido por Neil L. Whitehead e Michael Harbsmeier. Parcialmente disponível em: http://books.google.com.br/books?id=WJljy1yQ6mUC&amp;amp;lpg=PA176&amp;amp;ots=RA_MnIpgP0&amp;amp;dq=abausanga&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA177#v=onepage&amp;amp;q=abbati&amp;amp;f=false &amp;lt;/ref&amp;gt;, alega-se que “Abausanga” seria o chefe '''Abati posanga''' que o arcabuzeiro de Hessen conhecera anos antes. Mas o nome do '''morubixaba''' que Knivet relata pode não coincidir com o outro chefe tamoios conhecido por Staden.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Jabebiracica</id>
		<title>Aldeia de Jabebiracica</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Jabebiracica"/>
				<updated>2013-07-15T18:37:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=No ''Auto de São Lourenço'' – representado em 10 de agosto de 1587 no adro da capela de São Lourenço – um anjo se dirige aos ouvintes e dizendo que São Sebastião, padroeiro da colonização do Rio de Janeiro, destruiu os tamoios ('''tamũîa''') e que “não existem mais absolutamente suas antigas terras” ('''n'i tyb-angá-î s-etã-mbûera''') &amp;lt;ref&amp;gt; negação [''n-'']-haver [''tyb'']-de modo algum [''angá'']-negação  deles [''s'']-terra [''etama'']-passado [''mbûera''])&amp;lt;/ref&amp;gt;. Então cita várias das antigas aldeias, e por último a seguinte:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Îabebyrasyka tap-era – 		(a tapera de Jabebiracica –)&lt;br /&gt;
akûeime  n'i por-etá-î.		(há tempo não contêm muita coisa.)&lt;br /&gt;
I aûîé mu'am-ar-ûera;		(Renderam-se os oponentes;)&lt;br /&gt;
oîo-ybyr-i s'e'õ-mbûera		(ao lado uns dos outros seus cadáveres)&lt;br /&gt;
paranã ybyr-i i kûá-î.		(ao longo do mar estavam.)&lt;br /&gt;
(Anchieta 2006: 54/55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O nome da aldeia, então destruída, significa em tupi “a chegada da(s) arraia(s)”, '''îabebyra''' (arraia, em geral) + '''syk-a''' (chegada)&amp;lt;ref&amp;gt; No ''Vocabulário na  Língua Brasílica'': “''Arraya.'' — Jabebîra. Suas especies: Jabebîgtinga, Narinari, Narinaripinima e Aiereba” e “''Chegar como a corda ao posso et simil.''— Acigc ” (cf. http://vlb.wikispaces.com/ )&amp;lt;/ref&amp;gt;. Três semanas depois que desembarcou na ilha de Villegagnon, Léry &amp;lt;ref&amp;gt;''Histoire d'un voyage faict en la terre du Bresil, autrement dite Amerique'' 1580 [1578]: pp. 278-80.&amp;lt;/ref&amp;gt; conta que visitou junto com um interprete esta aldeia – ''Yabouraci'', há duas léguas do forte francês – onde os tamoios chamaram-lhe ''Nian'', e depois '''Reri-gûasu''' (''Lery-ouʃʃou''), “Grande Ostra”. Esta aldeia era “chamada pelos franceses de ''Pepin'' por causa de um navio que ali carregara tempos antes e cujo mestre tinha esse nome”.&lt;br /&gt;
	Na ''Carta factícia''&amp;lt;ref&amp;gt;''La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.&amp;lt;/ref&amp;gt; está grafada como ''Yaboraci at. Pepin'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1557-8 A frança antártica o rio chamado de Janeiro - Cópia.jpg|La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Depois da expulsão dos tamoios, da instalação da cidade de São Sebastião e sua posterior transferência, os temiminós chefiados por '''Araryboîa''' (Martim Afonso de Sousa) que participaram da conquista da Guanabara, instalaram-se num primeiro momento “no sopé do outeiro em que se instalou a urbe [o morro do Castelo]”&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu, Maurício de Almeida. ''Geografia Histórica do Rio de Janeiro (1502-1700'' Volume 1. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial Ltda. &amp;amp; Prefeitura do Município do Rio de Janeiro, 2010: 168-9, n.425. cf. A Carta de sesmaria de chãos de de Manoel de Brito  (22/07/1568 http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5270), a de Aires Fernandes Vitória (12/05/1569: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5280) e a de Nuno Tavares (11/09/1573: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5290). &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1568, os temiminós se deslocam, então, para terras apropriadas pelos jesuítas e constroem uma grande aldeia, próxima foz do rio Comprido onde há uma enseada &amp;lt;ref&amp;gt; Tal enseada foi psoteriormente desfigurada e aterrada, mas corresponde aproximadamente a esta localização: http://goo.gl/maps/NvtfW , lá havia a entrada de um mangue (chamada posteriormente de saco ou mangal de São Diogo, devido a uma ermida dedicada ao santo), transformado num monótono canal.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  local chamado “Gebiracica” &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.:169, 214.&amp;lt;/ref&amp;gt;, nas proximidade de onde se localizava a aldeia tamoia de Jabebiracica. Ainda neste mesmo ano, os tamoios de cabo Frio persuadiram os franceses a entrarem com eles na baía para atacar '''Araryboîa''', nessa aldeia mas não tiveram sucesso &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''. 2010:169-70, citando S. de Vasconcelos &amp;lt;/ref&amp;gt;. Algum tempo depois na aldeia, foi erguida uma ermida dedicada a São Lourenço &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.: 170, n. 430.&amp;lt;/ref&amp;gt;. No mapa de Luiz Teixeira (ca. 1574) &amp;lt;ref&amp;gt;em ''Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães.&amp;lt;/ref&amp;gt;, observamos que ao noroeste da “cidade de S. Sebastiam,” na margem esquerda do “R. Iububuracica”, nas proximidades de terras identificadas com sendo de Manoel de Brito, está a “Aldeia do Martinho” – como indica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Peixoto9 - Cópia.jpg|Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No mapa de Vau de Claye (1579)&amp;lt;ref&amp;gt;''Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye''.&amp;lt;/ref&amp;gt; , há a legenda ''Araroue'', que designaria o chefe '''Araryboîa'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1579 Vau de Claye.jpg|500px|Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Tendo tomado posse judicial da sesmaria doada por Mem de Sá no final de novembro de 1573, os temiminós posteriormente foram para “as bandas d'além”, provavelmente em 1574, &amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010:170&amp;lt;/ref&amp;gt;, onde se estabeleceria a [[Aldeia de São Lourenço - Rio de Janeiro|aldeia que lavaria o nome do santo já celebrado em Jabebiracica]]. O topônimo ainda permaneceu, sendo relatado no mesmo ano em que se encenou o ato de São Lourenço, no aldeamento que tinha esse santo como padroeiro: assim Relata Gabriel Soares de Sousa em 1587 &amp;lt;ref&amp;gt;''Tratado descritivo do Brasil em 1587''. -São Paulo: Hedra, 2010: 97-8.&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Na ponta desta cidade o ancoradouro dos navios, que está detrás da cidade, está uma ilheta que se diz a da Madeira [atual ilha das Cobras], por se tirar dela muita, a qual serve aos navios que aqui se recolhem de consertar as velas. E desta ponta a uma légua está outra ponta, fazendo a terra em meio uma enseada, onde está o porto, que se diz de Martim Afonso, onde entra nesta baía um riacho, que se diz Jabiburaçiqua; defronte deste porto de Martim Afonso estão espalhados seis ilhéus de arvoredo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Dois mapas de João Albernaz &amp;lt;ref&amp;gt;''Demonstração do Rio de Janeiro'' (1645) e ''Aparência do Rio de Janeiro'' (1666)&amp;lt;/ref&amp;gt; também indicam a aldeia, ao norte de da Igreja de São Cristóvão e antes da enseada de Inhaúma – na várzea de São Cristóvão. Localizava-se a beira mar e tinha um porto num riacho que se chamou Jabebiracica. Os dois caminhos que eram logradouros públicos, no final do século 16, ligavam o outeiro de São Sebastião&amp;lt;ref&amp;gt;Depois chamado de Morro do Castelo.&amp;lt;/ref&amp;gt; com a aldeia&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010, vol.2: 240.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Programa_de_Mobilidade_-_%C3%BAltimas_visitas</id>
		<title>Programa de Mobilidade - últimas visitas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Programa_de_Mobilidade_-_%C3%BAltimas_visitas"/>
				<updated>2013-07-15T18:23:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Ao longo do segundo semestre de 2012, o Programa de Mobilidade do Atlas Digital da América Lusa recebeu na UnB estudantes de várias partes do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos meses de outubro, novembro, dezembro e janeiro de 2013, recebemos diversos pesquisadores. Durante as visitas, eles apresentaram seus trabalhos e realizaram treinamentos e pesquisas com temas relacionados ao Atlas Digital da América Lusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC00138.JPG|left|300px|Carmem Marques e Manoel Bruno, trabalhando ao lado da equipe do Atlas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC00142.JPG|right|300px|Apresentação de Carmem Marques Rodrigues, sobre cartografia do Distrito Diamantino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC00152.JPG|left|300px|Apresentação de Manoel Bruno sobre a Inquisição]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC00171.JPG|right|300px|Apresentação de André Anzolin, sobre epidemias indígenas no XVI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC00177.JPG|left|300px|Apresentação de Fabiana Leo, sobre quilombos na Minas do XVIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:DSC00182.JPG|right|300px|Apresentação de Rafael Ricarte sobre sesmarias no Ceará colonial]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Jabebiracica</id>
		<title>Aldeia de Jabebiracica</title>
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				<updated>2013-07-12T16:53:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=No ''Auto de São Lourenço'' – representado em 10 de agosto de 1587 no adro da capela de São Lourenço – um anjo se dirige aos ouvintes e dizendo que São Sebastião, padroeiro da colonização do Rio de Janeiro, destruiu os tamoios ('''tamũîa''') e que “não existem mais absolutamente suas antigas terras” ('''n'i tyb-angá-î s-etã-mbûera''') &amp;lt;ref&amp;gt; negação [''n-'']-haver [''tyb'']-de modo algum [''angá'']-negação  deles [''s'']-terra [''etama'']-passado [''mbûera''])&amp;lt;/ref&amp;gt;. Então cita várias das antigas aldeias, e por último a seguinte:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Îabebyrasyka tap-era – 		(a tapera de Jabebiracica –)&lt;br /&gt;
akûeime  n'i por-etá-î.		(há tempo não contêm muita coisa.)&lt;br /&gt;
I aûîé mu'am-ar-ûera;		(Renderam-se os oponentes;)&lt;br /&gt;
oîo-ybyr-i s'e'õ-mbûera		(ao lado uns dos outros seus cadáveres)&lt;br /&gt;
paranã ybyr-i i kûá-î.		(ao longo do mar estavam.)&lt;br /&gt;
(Anchieta 2006: 54/55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O nome da aldeia, então destruída, significa em tupi “a chegada da(s) arraia(s)”, '''îabebyra''' (arraia, em geral) + '''syk-a''' (chegada)&amp;lt;ref&amp;gt; No ''Vocabulário na  Língua Brasílica'': “''Arraya.'' — Jabebîra. Suas especies: Jabebîgtinga, Narinari, Narinaripinima e Aiereba” e “''Chegar como a corda ao posso et simil.''— Acigc ” (cf. http://vlb.wikispaces.com/ )&amp;lt;/ref&amp;gt;. Três semanas depois que desembarcou na ilha de Villegagnon, Léry &amp;lt;ref&amp;gt;''Histoire d'un voyage faict en la terre du Bresil, autrement dite Amerique'' 1580 [1578]: pp. 278-80.&amp;lt;/ref&amp;gt; conta que visitou junto com um interprete esta aldeia – ''Yabouraci'', há duas léguas do forte francês – onde os tamoios chamaram-lhe ''Nian'', e depois '''Reri-gûasu''' (''Lery-ouʃʃou''), “Grande Ostra”. Esta aldeia era “chamada pelos franceses de ''Pepin'' por causa de um navio que ali carregara tempos antes e cujo mestre tinha esse nome”.&lt;br /&gt;
	Na ''Carta factícia''&amp;lt;ref&amp;gt;''La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.&amp;lt;/ref&amp;gt; está grafada como ''Yaboraci at. Pepin'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1557-8 A frança antártica o rio chamado de Janeiro - Cópia.jpg|La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Depois da expulsão dos tamoios, da instalação e da cidade de São Sebastião e sua posterior transferência, os temiminós chefiados por '''Araryboîa''' (Martim Afonso de Sousa) que participaram da conquista da Guanabara, instalaram-se num primeiro momento “no sopé do outeiro em que se instalou a urbe [o morro do Castelo]”&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu, Maurício de Almeida. ''Geografia Histórica do Rio de Janeiro (1502-1700'' Volume 1. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial Ltda. &amp;amp; Prefeitura do Município do Rio de Janeiro, 2010: 168-9, n.425. cf. A Carta de sesmaria de chãos de de Manoel de Brito  (22/07/1568 http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5270), a de Aires Fernandes Vitória (12/05/1569: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5280) e a de Nuno Tavares (11/09/1573: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5290). &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1568, os temiminós se deslocam, então, para terras apropriadas pelos jesuítas e constroem uma grande aldeia, próxima foz do rio Comprido onde há uma enseada &amp;lt;ref&amp;gt; Tal enseada foi psoteriormente desfigurada e aterrada, mas corresponde aproximadamente a esta localização: http://goo.gl/maps/NvtfW , lá havia a entrada de um mangue (chamada posteriormente de saco ou mangal de São Diogo, devido a uma ermida dedicada ao santo), transformado num monótono canal.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  local chamado “Gebiracica” &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.:169, 214.&amp;lt;/ref&amp;gt;, nas proximidade de onde se localizava a aldeia tamoia de Jabebiracica. Ainda neste mesmo ano, os tamoios de cabo Frio persuadiram os franceses a entrarem com eles na baía para atacar '''Araryboîa''', nessa aldeia mas não tiveram sucesso &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''. 2010:169-70, citando S. de Vasconcelos &amp;lt;/ref&amp;gt;. Algum tempo depois na aldeia, foi erguida uma ermida dedicada a São Lourenço &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.: 170, n. 430.&amp;lt;/ref&amp;gt;. No mapa de Luiz Teixeira (ca. 1574) &amp;lt;ref&amp;gt;em ''Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães.&amp;lt;/ref&amp;gt;, observamos que ao noroeste da “cidade de S. Sebastiam,” na margem esquerda do “R. Iububuracica”, nas proximidades de terras identificadas com sendo de Manoel de Brito, está a “Aldeia do Martinho” – como indica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Peixoto9 - Cópia.jpg|Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No mapa de Vau de Claye (1579)&amp;lt;ref&amp;gt;''Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye''.&amp;lt;/ref&amp;gt; , há a legenda ''Araroue'', que designaria o chefe '''Araryboîa'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1579 Vau de Claye.jpg|500px|Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Tendo tomado posse judicial da sesmaria doada por Mem de Sá no final de novembro de 1573, os temiminós posteriormente foram para “as bandas d'além”, provavelmente em 1574, &amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010:170&amp;lt;/ref&amp;gt;, onde se estabeleceria a [[Aldeia de São Lourenço - Rio de Janeiro|aldeia que lavaria o nome do santo já celebrado em Jabebiracica]]. O topônimo ainda permaneceu, sendo relatado no mesmo ano em que se encenou o ato de São Lourenço, no aldeamento que tinha esse santo como padroeiro: assim Relata Gabriel Soares de Sousa em 1587 &amp;lt;ref&amp;gt;''Tratado descritivo do Brasil em 1587''. -São Paulo: Hedra, 2010: 97-8.&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Na ponta desta cidade o ancoradouro dos navios, que está detrás da cidade, está uma ilheta que se diz a da Madeira [atual ilha das Cobras], por se tirar dela muita, a qual serve aos navios que aqui se recolhem de consertar as velas. E desta ponta a uma légua está outra ponta, fazendo a terra em meio uma enseada, onde está o porto, que se diz de Martim Afonso, onde entra nesta baía um riacho, que se diz Jabiburaçiqua; defronte deste porto de Martim Afonso estão espalhados seis ilhéus de arvoredo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Dois mapas de João Albernaz &amp;lt;ref&amp;gt;''Demonstração do Rio de Janeiro'' (1645) e ''Aparência do Rio de Janeiro'' (1666)&amp;lt;/ref&amp;gt; também indicam a aldeia, ao norte de da Igreja de São Cristóvão e antes da enseada de Inhaúma – na várzea de São Cristóvão. Localizava-se a beira mar e tinha um porto num riacho que se chamou Jabebiracica. Os dois caminhos que eram logradouros públicos, no final do século 16, ligavam o outeiro de São Sebastião&amp;lt;ref&amp;gt;Depois chamado de Morro do Castelo.&amp;lt;/ref&amp;gt; com a aldeia&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010, vol.2: 240.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Jabebiracica</id>
		<title>Aldeia de Jabebiracica</title>
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				<updated>2013-07-12T16:40:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=Gustavo&lt;br /&gt;
|sobrenome=GODOY&lt;br /&gt;
|verbete=No ''Auto de São Lourenço'' – representado em 10 de agosto de 1587 no adro da capela de São Lourenço – um anjo se dirige aos ouvintes e dizendo que São Sebastião, padroeiro da colonização do Rio de Janeiro, destruiu os tamoios ('''tamũîa''') e que “não existem mais absolutamente suas antigas terras” ('''n'i tyb-angá-î s-etã-mbûera''') &amp;lt;ref&amp;gt; negação [''n-'']-haver [''tyb'']-de modo algum [''angá'']-negação  deles [''s'']-terra [''etama'']-passado [''mbûera''])&amp;lt;/ref&amp;gt;. Então cita várias das antigas aldeias, e por último a seguinte:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Îabebyrasyka tap-era – 		(a tapera de Jabebiracica –)&lt;br /&gt;
akûeime  n'i por-etá-î.		(há tempo não contêm muita coisa.)&lt;br /&gt;
I aûîé mu'am-ar-ûera;		(Renderam-se os oponentes;)&lt;br /&gt;
oîo-ybyr-i s'e'õ-mbûera		(ao lado uns dos outros seus cadáveres)&lt;br /&gt;
paranã ybyr-i i kûá-î.		(ao longo do mar estavam.)&lt;br /&gt;
(Anchieta 2006: 54/55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O nome da aldeia, então destruída, significa em tupi “a chegada da(s) arraia(s)”, '''îabebyra''' (arraia, em geral) + '''syk-a''' (chegada)&amp;lt;ref&amp;gt; No ''Vocabulário na  Língua Brasílica'': “''Arraya.'' — Jabebîra. Suas especies: Jabebîgtinga, Narinari, Narinaripinima e Aiereba” e “''Chegar como a corda ao posso et simil.''— Acigc ” (cf. http://vlb.wikispaces.com/ )&amp;lt;/ref&amp;gt;. Três semanas depois que desembarcou na ilha de Villegagnon, Léry &amp;lt;ref&amp;gt;''Histoire d'un voyage faict en la terre du Bresil, autrement dite Amerique'' 1580 [1578]: pp. 278-80.&amp;lt;/ref&amp;gt; conta que visitou junto com um interprete esta aldeia – ''Yabouraci'', há duas léguas do forte francês – onde os tamoios chamaram-lhe ''Nian'', e depois '''Reri-gûasu''' (''Lery-ouʃʃou''), “Grande Ostra”. Esta aldeia era “chamada pelos franceses de ''Pepin'' por causa de um navio que ali carregara tempos antes e cujo mestre tinha esse nome”.&lt;br /&gt;
	Na ''Carta factícia''&amp;lt;ref&amp;gt;''La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.&amp;lt;/ref&amp;gt; está grafada como ''Yaboraci at. Pepin'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1557-8 A frança antártica o rio chamado de Janeiro - Cópia.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Depois da expulsão dos tamoios, da instalação e da cidade de São Sebastião e sua posterior transferência, os temiminós chefiados por '''Araryboîa''' (Martim Afonso de Sousa) que participaram da conquista da Guanabara, instalaram-se num primeiro momento “no sopé do outeiro em que se instalou a urbe [o morro do Castelo]”&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu, Maurício de Almeida. ''Geografia Histórica do Rio de Janeiro (1502-1700'' Volume 1. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial Ltda. &amp;amp; Prefeitura do Município do Rio de Janeiro, 2010: 168-9, n.425. cf. A Carta de sesmaria de chãos de de Manoel de Brito  (22/07/1568 http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5270), a de Aires Fernandes Vitória (12/05/1569: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5280) e a de Nuno Tavares (11/09/1573: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5290). &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1568, os temiminós se deslocam, então, para terras apropriadas pelos jesuítas e constroem uma grande aldeia, próxima foz do rio Comprido onde há uma enseada &amp;lt;ref&amp;gt; Tal enseada foi psoteriormente desfigurada e aterrada, mas corresponde aproximadamente a esta localização: http://goo.gl/maps/NvtfW , lá havia a entrada de um mangue (chamada posteriormente de saco ou mangal de São Diogo, devido a uma ermida dedicada ao santo), transformado num monótono canal.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  local chamado “Gebiracica” &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.:169, 214.&amp;lt;/ref&amp;gt;, nas proximidade de onde se localizava a aldeia tamoia de Jabebiracica. Ainda neste mesmo ano, os tamoios de cabo Frio persuadiram os franceses a entrarem com eles na baía para atacar '''Araryboîa''', nessa aldeia mas não tiveram sucesso &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''. 2010:169-70, citando S. de Vasconcelos &amp;lt;/ref&amp;gt;. Algum tempo depois na aldeia, foi erguida uma ermida dedicada a São Lourenço &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.: 170, n. 430.&amp;lt;/ref&amp;gt;. No mapa de Luiz Teixeira (ca. 1574) &amp;lt;ref&amp;gt;em ''Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães.&amp;lt;/ref&amp;gt;, observamos que ao noroeste da “cidade de S. Sebastiam,” na margem esquerda do “R. Iububuracica”, nas proximidades de terras identificadas com sendo de Manoel de Brito, está a “Aldeia do Martinho” – como indica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Peixoto9 - Cópia.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No mapa de Vau de Claye (1579)&amp;lt;ref&amp;gt;''Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye''.&amp;lt;/ref&amp;gt; , há a legenda ''Araroue'', que designaria o chefe '''Araryboîa'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1579 Vau de Claye.jpg|500px|Mapa de Vau de Claye]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Tendo tomado posse judicial da sesmaria doada por Mem de Sá no final de novembro de 1573, os temiminós posteriormente foram para “as bandas d'além”, provavelmente em 1574, &amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010:170&amp;lt;/ref&amp;gt;, onde se estabeleceria a [[Aldeia de São Lourenço - Rio de Janeiro|aldeia que lavaria o nome do santo já celebrado em Jabebiracica]]. O topônimo ainda permaneceu, sendo relatado no mesmo ano em que se encenou o ato de São Lourenço, no aldeamento que tinha esse santo como padroeiro: assim Relata Gabriel Soares de Sousa em 1587 &amp;lt;ref&amp;gt;''Tratado descritivo do Brasil em 1587''. -São Paulo: Hedra, 2010: 97-8.&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Na ponta desta cidade o ancoradouro dos navios, que está detrás da cidade, está uma ilheta que se diz a da Madeira [atual ilha das Cobras], por se tirar dela muita, a qual serve aos navios que aqui se recolhem de consertar as velas. E desta ponta a uma légua está outra ponta, fazendo a terra em meio uma enseada, onde está o porto, que se diz de Martim Afonso, onde entra nesta baía um riacho, que se diz Jabiburaçiqua; defronte deste porto de Martim Afonso estão espalhados seis ilhéus de arvoredo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Dois mapas de João Albernaz &amp;lt;ref&amp;gt;''Demonstração do Rio de Janeiro'' (1645) e ''Aparência do Rio de Janeiro'' (1666)&amp;lt;/ref&amp;gt; também indicam a aldeia, ao norte de da Igreja de São Cristóvão e antes da enseada de Inhaúma – na várzea de São Cristóvão. Localizava-se a beira mar e tinha um porto num riacho que se chamou Jabebiracica. Os dois caminhos que eram logradouros públicos, no final do século 16, ligavam o outeiro de São Sebastião&amp;lt;ref&amp;gt;Depois chamado de Morro do Castelo.&amp;lt;/ref&amp;gt; com a aldeia&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010, vol.2: 240.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Jabebiracica</id>
		<title>Aldeia de Jabebiracica</title>
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				<updated>2013-07-12T16:40:03Z</updated>
		
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 &lt;br /&gt;
Îabebyrasyka tap-era – 		(a tapera de Jabebiracica –)&lt;br /&gt;
akûeime  n'i por-etá-î.		(há tempo não contêm muita coisa.)&lt;br /&gt;
I aûîé mu'am-ar-ûera;		(Renderam-se os oponentes;)&lt;br /&gt;
oîo-ybyr-i s'e'õ-mbûera		(ao lado uns dos outros seus cadáveres)&lt;br /&gt;
paranã ybyr-i i kûá-î.		(ao longo do mar estavam.)&lt;br /&gt;
(Anchieta 2006: 54/55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O nome da aldeia, então destruída, significa em tupi “a chegada da(s) arraia(s)”, '''îabebyra''' (arraia, em geral) + '''syk-a''' (chegada)&amp;lt;ref&amp;gt; No ''Vocabulário na  Língua Brasílica'': “''Arraya.'' — Jabebîra. Suas especies: Jabebîgtinga, Narinari, Narinaripinima e Aiereba” e “''Chegar como a corda ao posso et simil.''— Acigc ” (cf. http://vlb.wikispaces.com/ )&amp;lt;/ref&amp;gt;. Três semanas depois que desembarcou na ilha de Villegagnon, Léry &amp;lt;ref&amp;gt;''Histoire d'un voyage faict en la terre du Bresil, autrement dite Amerique'' 1580 [1578]: pp. 278-80.&amp;lt;/ref&amp;gt; conta que visitou junto com um interprete esta aldeia – ''Yabouraci'', há duas léguas do forte francês – onde os tamoios chamaram-lhe ''Nian'', e depois '''Reri-gûasu''' (''Lery-ouʃʃou''), “Grande Ostra”. Esta aldeia era “chamada pelos franceses de ''Pepin'' por causa de um navio que ali carregara tempos antes e cujo mestre tinha esse nome”.&lt;br /&gt;
	Na ''Carta factícia''&amp;lt;ref&amp;gt;''La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.&amp;lt;/ref&amp;gt; está grafada como ''Yaboraci at. Pepin'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1557-8 A frança antártica o rio chamado de Janeiro - Cópia.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Depois da expulsão dos tamoios, da instalação e da cidade de São Sebastião e sua posterior transferência, os temiminós chefiados por '''Araryboîa''' (Martim Afonso de Sousa) que participaram da conquista da Guanabara, instalaram-se num primeiro momento “no sopé do outeiro em que se instalou a urbe [o morro do Castelo]”&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu, Maurício de Almeida. ''Geografia Histórica do Rio de Janeiro (1502-1700'' Volume 1. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial Ltda. &amp;amp; Prefeitura do Município do Rio de Janeiro, 2010: 168-9, n.425. cf. A Carta de sesmaria de chãos de de Manoel de Brito  (22/07/1568 http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5270), a de Aires Fernandes Vitória (12/05/1569: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5280) e a de Nuno Tavares (11/09/1573: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5290). &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1568, os temiminós se deslocam, então, para terras apropriadas pelos jesuítas e constroem uma grande aldeia, próxima foz do rio Comprido onde há uma enseada &amp;lt;ref&amp;gt; Tal enseada foi psoteriormente desfigurada e aterrada, mas corresponde aproximadamente a esta localização: http://goo.gl/maps/NvtfW , lá havia a entrada de um mangue (chamada posteriormente de saco ou mangal de São Diogo, devido a uma ermida dedicada ao santo), transformado num monótono canal.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  local chamado “Gebiracica” &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.:169, 214.&amp;lt;/ref&amp;gt;, nas proximidade de onde se localizava a aldeia tamoia de Jabebiracica. Ainda neste mesmo ano, os tamoios de cabo Frio persuadiram os franceses a entrarem com eles na baía para atacar '''Araryboîa''', nessa aldeia mas não tiveram sucesso &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''. 2010:169-70, citando S. de Vasconcelos &amp;lt;/ref&amp;gt;. Algum tempo depois na aldeia, foi erguida uma ermida dedicada a São Lourenço &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.: 170, n. 430.&amp;lt;/ref&amp;gt;. No mapa de Luiz Teixeira (ca. 1574) &amp;lt;ref&amp;gt;em ''Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães.&amp;lt;/ref&amp;gt;, observamos que ao noroeste da “cidade de S. Sebastiam,” na margem esquerda do “R. Iububuracica”, nas proximidades de terras identificadas com sendo de Manoel de Brito, está a “Aldeia do Martinho” – como indica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Peixoto9 - Cópia.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No mapa de Vau de Claye (1579)&amp;lt;ref&amp;gt;''Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye''.&amp;lt;/ref&amp;gt; , há a legenda ''Araroue'', que designaria o chefe '''Araryboîa'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1579 Vau de Claye.jpg|500px|Mapa de Vau de Claye]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Tendo tomado posse judicial da sesmaria doada por Mem de Sá no final de novembro de 1573, os temiminós posteriormente foram para “as bandas d'além”, provavelmente em 1574, &amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010:170&amp;lt;/ref&amp;gt;, onde se estabeleceria a [[Aldeia de São Lourenço - Rio de Janeiro|aldeia que lavaria o nome do santo já celebrado em Jabebiracica]]. O topônimo ainda permaneceu, sendo relatado no mesmo ano em que se encenou o ato de São Lourenço, no aldeamento que tinha esse santo como padroeiro: assim Relata Gabriel Soares de Sousa em 1587 &amp;lt;ref&amp;gt;''Tratado descritivo do Brasil em 1587''. -São Paulo: Hedra, 2010: 97-8.&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Na ponta desta cidade o ancoradouro dos navios, que está detrás da cidade, está uma ilheta que se diz a da Madeira [atual ilha das Cobras], por se tirar dela muita, a qual serve aos navios que aqui se recolhem de consertar as velas. E desta ponta a uma légua está outra ponta, fazendo a terra em meio uma enseada, onde está o porto, que se diz de Martim Afonso, onde entra nesta baía um riacho, que se diz Jabiburaçiqua; defronte deste porto de Martim Afonso estão espalhados seis ilhéus de arvoredo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Dois mapas de João Albernaz &amp;lt;ref&amp;gt;''Demonstração do Rio de Janeiro'' (1645) e ''Aparência do Rio de Janeiro'' (1666)&amp;lt;/ref&amp;gt; também indicam a aldeia, ao norte de da Igreja de São Cristóvão e antes da enseada de Inhaúma – na várzea de São Cristóvão. Localizava-se a beira mar e tinha um porto num riacho que se chamou Jabebiracica. Os dois caminhos que eram logradouros públicos, no final do século 16, ligavam o outeiro de São Sebastião&amp;lt;ref&amp;gt;Depois chamado de Morro do Castelo.&amp;lt;/ref&amp;gt; com a aldeia&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010, vol.2: 240.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
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		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
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 &lt;br /&gt;
Îabebyrasyka tap-era – 		(a tapera de Jabebiracica –)&lt;br /&gt;
akûeime  n'i por-etá-î.		(há tempo não contêm muita coisa.)&lt;br /&gt;
I aûîé mu'am-ar-ûera;		(Renderam-se os oponentes;)&lt;br /&gt;
oîo-ybyr-i s'e'õ-mbûera		(ao lado uns dos outros seus cadáveres)&lt;br /&gt;
paranã ybyr-i i kûá-î.		(ao longo do mar estavam.)&lt;br /&gt;
(Anchieta 2006: 54/55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	O nome da aldeia, então destruída, significa em tupi “a chegada da(s) arraia(s)”, '''îabebyra''' (arraia, em geral) + '''syk-a''' (chegada)&amp;lt;ref&amp;gt; No ''Vocabulário na  Língua Brasílica'': “''Arraya.'' — Jabebîra. Suas especies: Jabebîgtinga, Narinari, Narinaripinima e Aiereba” e “''Chegar como a corda ao posso et simil.''— Acigc ” (cf. http://vlb.wikispaces.com/ )&amp;lt;/ref&amp;gt;. Três semanas depois que desembarcou na ilha de Villegagnon, Léry &amp;lt;ref&amp;gt;''Histoire d'un voyage faict en la terre du Bresil, autrement dite Amerique'' 1580 [1578]: pp. 278-80.&amp;lt;/ref&amp;gt; conta que visitou junto com um interprete esta aldeia – ''Yabouraci'', há duas léguas do forte francês – onde os tamoios chamaram-lhe ''Nian'', e depois '''Reri-gûasu''' (''Lery-ouʃʃou''), “Grande Ostra”. Esta aldeia era “chamada pelos franceses de ''Pepin'' por causa de um navio que ali carregara tempos antes e cujo mestre tinha esse nome”.&lt;br /&gt;
	Na ''Carta factícia''&amp;lt;ref&amp;gt;''La France Antactique Autrement le Rio de Janeiro, Tirée des Voyages que Villegagnon et Jean de Leri ont faits au Bresil les Années 1557 et 1558.&amp;lt;/ref&amp;gt; está grafada como ''Yaboraci at. Pepin'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1557-8 A frança antártica o rio chamado de Janeiro - Cópia.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Depois da expulsão dos tamoios, da instalação e da cidade de São Sebastião e sua posterior transferência, os temiminós chefiados por '''Araryboîa''' (Martim Afonso de Sousa) que participaram da conquista da Guanabara, instalaram-se num primeiro momento “no sopé do outeiro em que se instalou a urbe [o morro do Castelo]”&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu, Maurício de Almeida. ''Geografia Histórica do Rio de Janeiro (1502-1700'' Volume 1. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio Editorial Ltda. &amp;amp; Prefeitura do Município do Rio de Janeiro, 2010: 168-9, n.425. cf. A Carta de sesmaria de chãos de de Manoel de Brito  (22/07/1568 http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5270), a de Aires Fernandes Vitória (12/05/1569: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5280) e a de Nuno Tavares (11/09/1573: http://mauricioabreu.com.br/escrituras/view.php?id=5290). &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em 1568, os temiminós se deslocam, então, para terras apropriadas pelos jesuítas e constroem uma grande aldeia, próxima foz do rio Comprido onde há uma enseada &amp;lt;ref&amp;gt; Tal enseada foi psoteriormente desfigurada e aterrada, mas corresponde aproximadamente a esta localização: http://goo.gl/maps/NvtfW , lá havia a entrada de um mangue (chamada posteriormente de saco ou mangal de São Diogo, devido a uma ermida dedicada ao santo), transformado num monótono canal.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  local chamado “Gebiracica” &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.:169, 214.&amp;lt;/ref&amp;gt;, nas proximidade de onde se localizava a aldeia tamoia de Jabebiracica. Ainda neste mesmo ano, os tamoios de cabo Frio persuadiram os franceses a entrarem com eles na baía para atacar '''Araryboîa''', nessa aldeia mas não tiveram sucesso &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''. 2010:169-70, citando S. de Vasconcelos &amp;lt;/ref&amp;gt;. Algum tempo depois na aldeia, foi erguida uma ermida dedicada a São Lourenço &amp;lt;ref&amp;gt;''ib''.: 170, n. 430.&amp;lt;/ref&amp;gt;. No mapa de Luiz Teixeira (ca. 1574) &amp;lt;ref&amp;gt;em ''Roteiros de todos os Sinais, Conhecimentos, Fundos, Baixos, Alturas e Derrotas que há na costa do Brasil, desd'o Cabo Santo Agostinho até o Estreito de Fernão de Magalhães.&amp;lt;/ref&amp;gt;, observamos que ao noroeste da “cidade de S. Sebastiam,” na margem esquerda do “R. Iububuracica”, nas proximidades de terras identificadas com sendo de Manoel de Brito, está a “Aldeia do Martinho” – como indica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Peixoto9 - Cópia.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	No mapa de Vau de Claye (1579)&amp;lt;ref&amp;gt;''Levrai pourtraict de Geneure et du Cap de Frie par Jacques de Vau de Claye''.&amp;lt;/ref&amp;gt; , há a legenda ''Araroue'', que designaria o chefe '''Araryboîa'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:1579 Vau de Claye.jpg]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Tendo tomado posse judicial da sesmaria doada por Mem de Sá no final de novembro de 1573, os temiminós posteriormente foram para “as bandas d'além”, provavelmente em 1574, &amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010:170&amp;lt;/ref&amp;gt;, onde se estabeleceria a [[Aldeia de São Lourenço - Rio de Janeiro|aldeia que lavaria o nome do santo já celebrado em Jabebiracica]]. O topônimo ainda permaneceu, sendo relatado no mesmo ano em que se encenou o ato de São Lourenço, no aldeamento que tinha esse santo como padroeiro: assim Relata Gabriel Soares de Sousa em 1587 &amp;lt;ref&amp;gt;''Tratado descritivo do Brasil em 1587''. -São Paulo: Hedra, 2010: 97-8.&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Na ponta desta cidade o ancoradouro dos navios, que está detrás da cidade, está uma ilheta que se diz a da Madeira [atual ilha das Cobras], por se tirar dela muita, a qual serve aos navios que aqui se recolhem de consertar as velas. E desta ponta a uma légua está outra ponta, fazendo a terra em meio uma enseada, onde está o porto, que se diz de Martim Afonso, onde entra nesta baía um riacho, que se diz Jabiburaçiqua; defronte deste porto de Martim Afonso estão espalhados seis ilhéus de arvoredo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	Dois mapas de João Albernaz &amp;lt;ref&amp;gt;''Demonstração do Rio de Janeiro'' (1645) e ''Aparência do Rio de Janeiro'' (1666)&amp;lt;/ref&amp;gt; também indicam a aldeia, ao norte de da Igreja de São Cristóvão e antes da enseada de Inhaúma – na várzea de São Cristóvão. Localizava-se a beira mar e tinha um porto num riacho que se chamou Jabebiracica. Os dois caminhos que eram logradouros públicos, no final do século 16, ligavam o outeiro de São Sebastião&amp;lt;ref&amp;gt;Depois chamado de Morro do Castelo.&amp;lt;/ref&amp;gt; com a aldeia&amp;lt;ref&amp;gt;Abreu 2010, vol.2: 240.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Arquivo:Peixoto9 - Cópia.jpg</title>
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		<title>Arquivo:1579 Vau de Claye.jpg</title>
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		<title>Arquivo:1557-8 A frança antártica o rio chamado de Janeiro - Cópia.jpg</title>
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		<title>Evento: Bancos de dados e geoprocessamento na análise histórica</title>
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		<title>Evento: História Digital: instrumentos de pesquisa e produção do conhecimento histórico</title>
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		<title>André Soares Anzolin</title>
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&lt;div&gt;{{Historiador&lt;br /&gt;
|nome={{PAGENAME}}&lt;br /&gt;
|areas=.&lt;br /&gt;
|espacos=.&lt;br /&gt;
|lattes=[http://lattes.cnpq.br link]&lt;br /&gt;
|desc=Mestrando no Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRGS. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Colônia, atuando principalmente nos temas: História Indígena, Catequese Jesuítica, Missão Jesuítica no Brasil (séc. XVI). Região de interesse: capitanias do Brasil quinhentista.&lt;br /&gt;
|instituicao=UFRGS&lt;br /&gt;
|pubs=.&lt;br /&gt;
|verbetes=.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia de Araçaen</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Localizada nas margens do Rio Itapicuru (10 léguas além da Aldeia de Santo André), esta aldeia tinha o ancião Ara...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Localizada nas margens do Rio Itapicuru (10 léguas além da Aldeia de Santo André), esta aldeia tinha o ancião Aracaen como chefe. Em virtude de sua idade avançada, durante a década de 1560, seu sobrinho Sabij liderava a povoação. Segundo descreve o Pe. Leonardo do Valle, tratava-se da &amp;quot;mais afamada aldeia de grande que ha nesta costa&amp;quot;.&amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. p.375.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI</id>
		<title>Aldeias e aldeamentos no século XVI</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=ANZOLIN&lt;br /&gt;
|verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos. Na costa, preferiam áreas de mata tropical e subtropical e, no interior, suas ocupações concentravam-se nas margens dos rios.&amp;lt;ref&amp;gt; FAUSTO, Carlos. 2000. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. p.69.&amp;lt;/ref&amp;gt;. As aldeias (tabas) eram formadas por conjuntos de casas comuniais (malocas), que costumavam abrigar grandes parentelas. Estas habitações, geralmente circundadas por paliçadas (caiçara), eram dispostas de modo a criar um terreiro central, espaço cerimonial e de socialização entre as diferentes famílias &amp;lt;ref&amp;gt; FERNANDES, Florestan. A organização social dos tupinambá. Brasília: Hucitec, 1989. p. 61.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com a chegada dos europeus, em especial, dos religiosas da Companhia de Jesus (1549), novas formas de ocupação foram criadas, todas elas, contudo, foram designadas pelo termo aldeia nas fontes quinhentistas. Os jesuítas, com o intuito de catequizar e sedentarizar os diferentes grupos nativos,  incentivaram a criação de [[ermidas]] em aldeias que mantinham relações amistosas com os portugueses. Esta iniciativa, contudo, trouxe resultados pouco expressivos, uma vez que a escassez de missionários, somadas à dispersão e ao grande número de aldeias, prejudicava os intentos de instaurar uma pedagogia cristã entre os índios. A solução encontrada pelo inacianos – em conjunto com os governadores gerais- foi a criação, em 1558, dos Estatuto das aldeias. Esta nova política previa a união de distintos grupos indígenas em sítios definidos pelas autoridades coloniais, buscando, com isso, otimizar o projeto catequético entre os índios. Estes espaços, que seguiam o modelo das tabas indígenas, eram administrados pelos padres  da Companhia de Jesus e receberam, além de Igrejas, troncos e pelourinhos com vistas a reprimir os delitos leves cometidos no interior destas povoações. A tarefa de executar as punições ficava ao encargo dos meirinhos, escolhidos, em geral, entre os chefes locais. &lt;br /&gt;
Em virtude destas diferenças, muitos pesquisadores - seguindo uma tradição historiográfica que remonta ao século XIX &amp;lt;ref&amp;gt;ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 119&amp;lt;/ref&amp;gt;- optam por utilizar o termo aldeamento para referir-se às ocupações que mantinham relações com a missão jesuítica. Nesta perspectiva, estes autores resguardam o uso do vocábulo aldeia para referir-se às povoações exclusivamente indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com efeito, podem-se distinguir, nas fontes do Brasil quinhentista, pelo menos três formas de ocupação descritas pelo termo &amp;quot;aldeia&amp;quot;: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1-Tabas. Aldeias Tupi “tradicionais”: &lt;br /&gt;
Ex:  “E comtudo, como pola fama que delle havia pola terra, nunca chegasse tão longe quão longe era desejado, lhe foi finalmente passar dâquelles aos seus contrários, com quem até li se comeram e é 10 léguas além de Santo André, onde por ser fronteira está a mais afamada aldeia de grande que ha nesta costa, cujo principal se chama Aracaen, mui estimado e de grandíssima fama, mas por ser mui velho, que dizem será de 120 annos e não ser já pera mandar nem fazer nada, tem um sobrinho que pôde ser de sessenta, que manda a aldeia e chama-se Capij(...)”.&amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p. 375.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Aldeias nas quais foram construídas pequenas ermidas, que eram visitadas regularmente pelos padres. Com o tempo, algumas delas tornaram-se local de residência fixa dos jesuítas.&lt;br /&gt;
Ex:  “As aldêas que então o Irmão visitava eram três: uma de um principal chamado Simão, que tanto que a esta terra chegaram os Padres fizeram christão; a outra chamava-se Tamandaré, que agora puzeram nome S. Lourenço; a outra era a do rio Vermelho. &amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXII, P.196.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Aldeias (ou aldeamentos) construídas em sítios definidos pelas autoridades coloniais. Congregavam índios de povoações distintas, e contavam com a presença fixa de missionários.&lt;br /&gt;
Ex: Neste tempo se fundou uma egreja, uma légua desta cidade, onde se ajuntaram quatro aldeias das que estavam mais perto da cidade, que já dantes doutrinávamos, que foi o primeiro ajuntamento que se começou a fazer e tem por nome a villa de S. Paulo, que mostra bem Nosso Senhor querer já abrir a porta que tanto tempo ha tem cerrada, porque além do Gentio estar mui sujeito e atemorisado, deixam também com isto de commetter alguns pecados que dantes antre elles eram mui usados. No fazer desta egreja e casas em que os Padres mestres da nova christandade se recolhem, que quasi se quer egualar com o collegio da cidade, mostrou Nosso Senhor quão servido é de seu nome se manifestar nestas partes, porque fazendo-se em inverno, em o qual chove muito nesta terra, se fez em obra de quatro mezes. Nessa egreja se disse a primeira missa dia de S. Pedro e S. Paulo, com a maior solemnidade que se poude (...).&amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXV, p.226.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeias_e_aldeamentos_no_s%C3%A9culo_XVI</id>
		<title>Aldeias e aldeamentos no século XVI</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos....'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Os Tupi da costa brasílica eram nômades e definiam seus locais de ocupação com base em ecossistemas específicos. Na costa, preferiam áreas de mata tropical e subtropical e, no interior, suas ocupações concentravam-se nas margens dos rios./ FAUSTO, Carlos. 2000. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. p.69.//. As aldeias (tabas) eram formadas por conjuntos de casas comuniais (malocas), que costumavam abrigar grandes parentelas. Estas habitações, geralmente circundadas por paliçadas (caiçara), eram dispostas de modo a criar um terreiro central, espaço cerimonial e de socialização entre as diferentes famílias / FERNANDES, Florestan. A organização social dos tupinambá. Brasília: Hucitec, 1989. p. 61.//&lt;br /&gt;
Com a chegada dos europeus, em especial, dos religiosas da Companhia de Jesus (1549), novas formas de ocupação foram criadas, todas elas, contudo, foram designadas pelo termo aldeia nas fontes quinhentistas. Os jesuítas, com o intuito de catequizar e sedentarizar os diferentes grupos nativos,  incentivaram a criação de [[ermidas]] em aldeias que mantinham relações amistosas com os portugueses. Esta iniciativa, contudo, trouxe resultados pouco expressivos, uma vez que a escassez de missionários, somadas à dispersão e ao grande número de aldeias, prejudicava os intentos de instaurar uma pedagogia cristã entre os índios. A solução encontrada pelo inacianos – em conjunto com os governadores gerais- foi a criação, em 1558, dos Estatuto das aldeias. Esta nova política previa a união de distintos grupos indígenas em sítios definidos pelas autoridades coloniais, buscando, com isso, otimizar o projeto catequético entre os índios. Estes espaços, que seguiam o modelo das tabas indígenas, eram administrados pelos padres  da Companhia de Jesus e receberam, além de Igrejas, troncos e pelourinhos com vistas a reprimir os delitos leves cometidos no interior destas povoações. A tarefa de executar as punições ficava ao encargo dos meirinhos, escolhidos, em geral, entre os chefes locais. &lt;br /&gt;
Em virtude destas diferenças, muitos pesquisadores - seguindo uma tradição historiográfica que remonta ao século XIX /ALENCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 119//- optam por utilizar o termo aldeamento para referir-se às ocupações que mantinham relações com a missão jesuítica. Nesta perspectiva, estes autores resguardam o uso do vocábulo aldeia para referir-se às povoações exclusivamente indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com efeito, podem-se distinguir, nas fontes do Brasil quinhentista, pelo menos três formas de ocupação descritas pelo termo &amp;quot;aldeia&amp;quot;: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1-Tabas. Aldeias Tupi “tradicionais”: &lt;br /&gt;
Ex:  “E comtudo, como pola fama que delle havia pola terra, nunca chegasse tão longe quão longe era desejado, lhe foi finalmente passar dâquelles aos seus contrários, com quem até li se comeram e é 10 léguas além de Santo André, onde por ser fronteira está a mais afamada aldeia de grande que ha nesta costa, cujo principal se chama Aracaen, mui estimado e de grandíssima fama, mas por ser mui velho, que dizem será de 120 annos e não ser já pera mandar nem fazer nada, tem um sobrinho que pôde ser de sessenta, que manda a aldeia e chama-se Capij(...)”./AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p. 375.// &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Aldeias nas quais foram construídas pequenas ermidas, que eram visitadas regularmente pelos padres. Com o tempo, algumas delas tornaram-se local de residência fixa dos jesuítas.&lt;br /&gt;
Ex:  “As aldêas que então o Irmão visitava eram três: uma de um principal chamado Simão, que tanto que a esta terra chegaram os Padres fizeram christão; a outra chamava-se Tamandaré, que agora puzeram nome S. Lourenço; a outra era a do rio Vermelho. /AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXII, P.196.//&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Aldeias (ou aldeamentos) construídas em sítios definidos pelas autoridades coloniais. Congregavam índios de povoações distintas, e contavam com a presença fixa de missionários.&lt;br /&gt;
Ex: Neste tempo se fundou uma egreja, uma légua desta cidade, onde se ajuntaram quatro aldeias das que estavam mais perto da cidade, que já dantes doutrinávamos, que foi o primeiro ajuntamento que se começou a fazer e tem por nome a villa de S. Paulo, que mostra bem Nosso Senhor querer já abrir a porta que tanto tempo ha tem cerrada, porque além do Gentio estar mui sujeito e atemorisado, deixam também com isto de commetter alguns pecados que dantes antre elles eram mui usados. No fazer desta egreja e casas em que os Padres mestres da nova christandade se recolhem, que quasi se quer egualar com o collegio da cidade, mostrou Nosso Senhor quão servido é de seu nome se manifestar nestas partes, porque fazendo-se em inverno, em o qual chove muito nesta terra, se fez em obra de quatro mezes. Nessa egreja se disse a primeira missa dia de S. Pedro e S. Paulo, com a maior solemnidade que se poude (...)./AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XXV, p.226.//&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Nossa_Senhora_da_Assun%C3%A7%C3%A3o_da_Tapepigtanga</id>
		<title>Aldeia de Nossa Senhora da Assunção da Tapepigtanga</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Nossa_Senhora_da_Assun%C3%A7%C3%A3o_da_Tapepigtanga"/>
				<updated>2013-07-03T16:20:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=ANZOLIN |verbete=Fundada em 1561, a aldeia de Nossa Senhora da Assunção de Tapepigtanga chegou a reunir aproximadamente 4 mil índio...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=ANZOLIN&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada em 1561, a aldeia de Nossa Senhora da Assunção de Tapepigtanga chegou a reunir aproximadamente 4 mil índios (em sua maioria Tupinambá) &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II,p.49,50&amp;lt;/ref&amp;gt;. Localizava-se na região do Camamu, próxima a aldeia de São Miguel. Em 1563, segundo estimativa do Pe. Leonardo do Valle, uma epidemia de varíola vitimou aproximadamente 1080 índios nesta povoação. &amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta L, p.384.&amp;lt;/ref&amp;gt; A aldeia foi abandonada em 1564.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia de São Miguel de Taperaguá</title>
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				<updated>2013-07-03T16:19:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Fundada em novembro de 1561, junto a Tinharém (na região do Camamu), a aldeia de São Miguel contava com aproximada...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada em novembro de 1561, junto a Tinharém (na região do Camamu), a aldeia de São Miguel contava com aproximadamente 2000 índios (maioria Tupinambá&amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.58.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Despovoou-se durante os anos de 1563 e 1564, em virtude dos contágios por varíola.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia de Santa Cruz de Itaparica</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Os índios da ilha de Itaparica estavam dispersos em diversas aldeias. Em 1561, parte deles foram reunidos em uma ún...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Os índios da ilha de Itaparica estavam dispersos em diversas aldeias. Em 1561, parte deles foram reunidos em uma única povoação pelos padres da Companhia de Jesus&amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.57,58.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Sua localização distava 5 léguas da cidade de Salvador. A aldeia foi despovoada devido à peste de varíola em 1563.&lt;br /&gt;
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		<title>Aldeia de Santo André do Anhembi</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada em novembro de 1561, a aldeia de Santo André do Anhembi distanciava-se oito léguas da aldeia de São Pedro Saboig &amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.57&amp;lt;/ref&amp;gt;. Como registrou o Pe. Leonardo do Valle, os índios de Santo André eram antigos rivais dos habitantes da aldeia do afamado líder Aracaen &amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p.375&amp;lt;/ref&amp;gt; Em virtude da epidemia de varíola, a aldeia foi despovoada em 1563. Os poucos índios que nela permaneceram, se transferiram para a Aldeia de Santo Antônio.&lt;br /&gt;
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		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=ANZOLIN |verbete=Fundada em novembro de 1561, a aldeia de Santo André do Anhembi distanciava-se oito léguas da aldeia de São Pedro ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=ANZOLIN&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada em novembro de 1561, a aldeia de Santo André do Anhembi distanciava-se oito léguas da aldeia de São Pedro Saboig &amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.57&amp;lt;/ref&amp;gt;. Como registrou o Pe. Leonardo do Valle, os índios de Santo André eram antigos rivais dos habitantes da aldeia do afamado líder Aracaen &amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLVIII, p.375&amp;lt;/ref&amp;gt; Em virtude da epidemia de varíola, a aldeia foi despovoada em 1563. Os poucos índios que nela permaneceram, se transferiram para a Aldeia de Santo Antônio.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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				<updated>2013-07-03T16:08:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=ANZOLIN |verbete=A aldeia de São Pedro de Saboig foi fundada em novembro de 1561&amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
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|verbete=A aldeia de São Pedro de Saboig foi fundada em novembro de 1561&amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.56.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Estava a uma distância de 22 léguas da cidade de Salvador, e a 10 da aldeia de Bom Jesus. Não durou mais que um ano. Os poucos índios que nela permaneceram, se transferiram para a Aldeia de Santo Antônio.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia do Bom Jesus de Tatuapara</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=A aldeia de Bom Jesus de Tatuapara foi fundada em agosto de 1561 &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II,p.56.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  distava onze léguas da cidade de Salvador. &amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLV.p.315&amp;lt;/ref&amp;gt;. A aldeia foi formada a partir da reunião de 15 povoações indígenas e, segundo o jesuíta Simão de Vasconcelos, os índios que a formaram eram do região do Paraguaçu. Em pouco tempo, em virtude da grande epidemia de varíola, fugiram a maioria dos seus residentes. Aqueles que permaneceram se transferiram para a Aldeia de Santo Antônio.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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		<title>Aldeia do Bom Jesus de Tatuapara</title>
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				<updated>2013-07-03T15:50:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=A aldeia de Bom Jesus de Tatuapara foi fundada em agosto de 1561 &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=A aldeia de Bom Jesus de Tatuapara foi fundada em agosto de 1561 &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II,p.56.&amp;lt;/ref&amp;gt;,  distava onze léguas da cidade de Salvador. /AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta XLV.p.315/. A aldeia foi formada a partir da reunião de 15 povoações indígenas e, segundo o jesuíta Simão de Vasconcelos, os índios que a formaram eram do região do Paraguaçu. Em pouco tempo, em virtude da grande epidemia de varíola, fugiram a maioria dos seus residentes. Aqueles que permaneceram se transferiram para a Aldeia de Santo Antônio.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Santo_Ant%C3%B4nio_-_Bahia</id>
		<title>Aldeia de Santo Antônio - Bahia</title>
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				<updated>2013-07-03T15:48:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=A aldeia de Santo Antônio foi criada em outubro de 1560 &amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.55,56&amp;lt;/ref&amp;gt;. No ano seguinte, contava com aproximadamente 2000 índios (a maior parte Tupinambá). Localizava-se na região de Erembé (Rembé), distante nove léguas ao norte de Salvador. Durou até, pelo menos, o ano de 1610.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_do_Divino_Esp%C3%ADrito_Santo</id>
		<title>Aldeia do Divino Espírito Santo</title>
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				<updated>2013-07-03T15:44:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Bernardopicado moveu página Aldeia do Divino Espírito Santo para Aldeia do Espírito Santo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Aldeia do Espírito Santo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Aldeia do Espírito Santo</title>
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				<updated>2013-07-03T15:44:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Bernardopicado moveu página Aldeia do Divino Espírito Santo para Aldeia do Espírito Santo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Também conhecida com Spirictus Santi, esta aldeia foi fundada no segundo semestre de 1558. &amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.53,54.&amp;lt;/ref&amp;gt;.  Encontrava-se nas margens do Rio Joannes, e era a maior aldeia administrada pelos jesuítas. Contava, em 1561, com aproximadamente 4 mil índios (a maior parte Tupinambá). A aldeia se manteve, e foi residência dos padres até a perseguição pombalina (3 de setembro de 1759).&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_Santiago</id>
		<title>Aldeia de Santiago</title>
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				<updated>2013-07-03T15:43:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=Anzolin |verbete=Fundada em fins de 1559, a povoação de Santiago foi a última das quatro grandes aldeias criadas pelo governador ge...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada em fins de 1559, a povoação de Santiago foi a última das quatro grandes aldeias criadas pelo governador geral Mem de Sá na Bahia.&amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.54,55.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Localizava-se junto ao Rio Pirajá, a três léguas de distancia da cidade de Salvador. Encontrava-se junto à aldeia de São João e possuía, em 1561, cerca de 4000 índios (a maior parte Tupinambá). Em virtude de uma epidemia de varíola, somente no mês de abril de 1563, os jesuítas realizaram 84 batismos &amp;quot;in extremis&amp;quot; nesta povoação &amp;lt;ref&amp;gt;AZPILCUETA NAVARRO, João de; e Outros. Cartas avulsas, 1550-1568. Belo Horizonte:  Itatiaia; São Paulo: Ed. da USP, 1988. Carta L, p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;. Com numerosas fugas, a aldeia foi abandonada no ano de 1564.&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_do_Esp%C3%ADrito_Santo</id>
		<title>Aldeia do Espírito Santo</title>
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				<updated>2013-07-03T15:41:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=Anzolin&lt;br /&gt;
|verbete=Também conhecida com Spirictus Santi, esta aldeia foi fundada no segundo semestre de 1558. &amp;lt;ref&amp;gt; LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II, p.53,54.&amp;lt;/ref&amp;gt;.  Encontrava-se nas margens do Rio Joannes, e era a maior aldeia administrada pelos jesuítas. Contava, em 1561, com aproximadamente 4 mil índios (a maior parte Tupinambá). A aldeia se manteve, e foi residência dos padres até a perseguição pombalina (3 de setembro de 1759).&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Aldeia_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_-_Bahia</id>
		<title>Aldeia de São João - Bahia</title>
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				<updated>2013-07-03T15:27:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Bernardopicado: Criou página com '{{Verbete |nome=André Soares |sobrenome=ANZOLIN |verbete=Fundada no ano de 1558, a aldeia de São João localizava-se na ribeira do rio Pirajá. &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. Históri...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete&lt;br /&gt;
|nome=André Soares&lt;br /&gt;
|sobrenome=ANZOLIN&lt;br /&gt;
|verbete=Fundada no ano de 1558, a aldeia de São João localizava-se na ribeira do rio Pirajá. &amp;lt;ref&amp;gt;LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro; Lisboa: Portugália, 1938-1950, v.II,p.51,52&amp;lt;/ref&amp;gt;.  Despovoou-se em 1560, a partir de uma fuga liderada pelo líder Mirangoaba. Em 15 de março de 1561, a aldeia foi “restaurada” em outra região, distante seis léguas da Bahia. Este segundo sítio localizava-se na margem direita do rio Pirajá, atual Plataforma. Em 1564, a aldeia possuía mais de 1000 índios (a maior parte Tupinambá).&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bernardopicado</name></author>	</entry>

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