<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="https://lhs.unb.br/atlas/skins/common/feed.css?303"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-br">
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Maneurendeiro</id>
		<title>Atlas Digital da América Lusa - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://lhs.unb.br/atlas/api.php?action=feedcontributions&amp;feedformat=atom&amp;user=Maneurendeiro"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Maneurendeiro"/>
		<updated>2026-04-30T16:13:20Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.19.0</generator>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_(Par%C3%A1)</id>
		<title>Pombal (Pará)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_(Par%C3%A1)"/>
				<updated>2016-05-12T14:49:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Pombal (Pará) para Pombal - Pará&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Pombal - Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Pombal - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-05-12T14:49:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Pombal (Pará) para Pombal - Pará&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pombal tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Pombal.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pombal_(Par%C3%A1)</id>
		<title>Vila de Pombal (Pará)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pombal_(Par%C3%A1)"/>
				<updated>2016-05-12T14:48:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Vila de Pombal (Pará) para Pombal (Pará)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Pombal (Pará)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Pombal - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-05-12T14:48:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Vila de Pombal (Pará) para Pombal (Pará)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pombal tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Pombal.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capitania_da_Bahia_de_Todos_os_Santos</id>
		<title>Capitania da Bahia de Todos os Santos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capitania_da_Bahia_de_Todos_os_Santos"/>
				<updated>2016-02-03T12:13:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Thiago|sobrenome=Krause|verbete=&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi uma capitania criada em 1534 e incorporada aos domínios da Coroa em 1548. Foi a capital do [[Estado do Brasil]] de 1549 até 1763. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Histórico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Capitania Hereditária===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A região que depois viria a ser a capitania da Bahia era visitada pelos navegadores portugueses desde os primeiros anos do século XVI, interessados em extrair [[pau-brasil]]. Em 1534, uma das primeiras capitanias doadas foi a da Bahia de Todos os Santos, sendo seu donatário [[Francisco Pereira Coutinho]], fidalgo português que já havia servido ao monarca na Ásia e na África. Ao chegar, em 1536, fundou o [[Arraial do Pereira]] (depois [[Vila Velha]]). Enfrentou diversos e intensos conflitos com os indígenas, acabando por ser, em 1547, capturado e devorado pelos indígenas na [[Ilha de Itaparica]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Capital do Estado do Brasil===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte do [[donatário]], D. João III comprou a [[capitania]] da viúva e nela instaurou o governo-geral, pois, de acordo com o regimento de [[Tomé de Souza]] (1548), &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{trecho|texto=a Bahia de todos os Santos é o lugar mais conveniente da costa do Brasil para se poder fazer a dita povoação e assento, assim pela disposição do porto e rios que nela entram, como pela bondade, abastança e saúde da terra''|fonte=Prólogo do “Regimento que levou Tomé de Souza governador do Brasil&amp;lt;ref&amp;gt;Prólogo do “Regimento que levou Tomé de Souza governador do Brasil”, Almerim, 17 de dezembro de 1548, várias edições. Para uma versão online, cf. http://lemad.fflch.usp.br/sites/lemad.fflch.usp.br/files/1.3._Regimento_que_levou_Tom__de_Souza_0.pdf (consultado em maio de 2015).&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chegada maciça de migrantes, artesãos, degredados e oficiais régios deu um significativo impulso ao crescimento da capitania, especialmente após o deslanche da indústria açucareira, entre 1560-1630. &amp;lt;ref&amp;gt; FRANÇA, Eduardo d’Oliveira. “Engenhos, Colonização e Cristãos-Novos na Bahia Colonial”. Anais do IV Simpósio Nacional dos Professores Universitários de História, 1969, p. 223&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
Sua capitalidade foi bem descrita por Fernão Cardim: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{trecho|texto=a Bahia é cidade d’El-Rei, e a corte do Brasil: residem os Srs. Bispo, Governador, Ouvidor-Geral, com outros oficiais e justiça de Sua Majestade''|fonte=CARDIM, Fernão. “Narrativa epistolar de uma viagem e missão jesuítica...&amp;lt;ref&amp;gt;CARDIM, Fernão. “Narrativa epistolar de uma viagem e missão jesuítica...” [1ª carta, 1585] in: id. Tratados da Terra e Gente do Brasil. Lisboa: CNCDP, 1997, p. 217.&amp;lt;/ref&amp;gt;}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preeminência baiana esteve ameaçada, porém, pela riqueza pernambucana, especialmente entre 1602-19, quando os governadores-gerais residiram oito desses 17 anos em [[Olinda]], até finalmente a Coroa, sob pressão do donatário de Pernambuco, proibir definitivamente essa prática.&amp;lt;ref&amp;gt; DUTRA, Francis. “Centralization x Donatorial Privilege: Pernambuco, 1602-1630” in: ALDEN, Dauril (ed.). Colonial Roots of Modern Brazil. Berkeley: University of California Press, 1973, pp. 19-60.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
Salvador foi invadida por uma numerosa frota da holandesa [[Companhia das Índias Ocidentais]] em 10 de maio de 1624 sem opor resistência quase alguma devido à fuga dos defensores. Entretanto, em 1º de maio do ano seguinte a cidade foi restaurada por uma maciça frota hispânica, após mais de um mês de conflitos com os neerlandeses. Após a conquista de Pernambuco em 1630, a capital do Estado do Brasil exerceu um importante papel na resistência contra a expansão do domínio holandês, inclusive resistindo por quarenta dias a um cerco que lhe foi imposto pelo Conde de Nassau em março e abril de 1638.&amp;lt;ref&amp;gt; LENK, Wolfgang. Guerra e Pacto Colonial: a Bahia contra o Brasil Holandês (1624-1654). São Paulo: Alameda, 2013&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na segunda metade do século XVII, a Bahia afirmou-se como a mais importante possessão portuguesa no ultramar, pois além de sua significativa produção açucareira, cresceu também a exportação do tabaco, fonte de grandes proventos para a Coroa e importante no tráfico de escravos com a [[Costa da Mina]].&amp;lt;ref&amp;gt; NARDI, Jean-Baptiste. O fumo brasileiro no período colonial. São Paulo: Brasiliense, 1996&amp;lt;/ref&amp;gt; Já a expansão da mineração de ouro no Centro-Sul gradualmente retirou a Bahia de sua posição predominante na América Portuguesa, numa situação que se consolidou por volta de 1740. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Capitania Régia===&lt;br /&gt;
A maior importância do Centro-Sul fez com que, em 11 de maio de 1763 a capital fosse transferida para o [[Rio de Janeiro]]. Entretanto, a continuidade da produção de açúcar, tabaco e cachaça e papel de Salvador como um importante entreposto comercial que conectava [[Lisboa]], [[Goa]] (capital do Estado da Índia) e [[Costa de Mina]] (África) garantiu a continuidade de sua relevância no contexto político e econômico da América Portuguesa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista de Vilas da Capitania da Bahia == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Cidade da Bahia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bartolomeu do Maragogipe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Valença (Capitania da Bahia)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Trancoso]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Mateus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Prado]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Maraú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora de Nazaré de Itapicuru de Cima]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Santo Antônio de Jacobina]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Inhambupe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova do Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Belmonte]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Francisco das Chagas da Barra do Rio Grande]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Espírito Santo de Nova Abrantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Alcobaça]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Camamú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Soure (Capitania da Bahia)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Cachoeira da Abadia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Olivença]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Santarém (Capitania da Bahia)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Verde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José de Porto Alegre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Viçosa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora da Pena de Porto Seguro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Urubú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila São Jorge de Ilhéus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Rosário do Cairú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nossa Senhora da Ajuda de Jaguaripe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Nossa Senhora da Purificação de Santo Amaro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[São Francisco da Barra de Sergipe do Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Barra do Rio de Contas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova de Nossa Senhora do Livramento e Minas de Rio de Contas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Pombal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Rainha]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Santo Antonio de Boipeba]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{biblioselecionada|codigozotero=39RSEDRP|capitania=Bahia}}&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bibliografia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[KRAUSE, Thiago. A Formação de uma Nobreza Ultramarina: Coroa e elites locais na Bahia seiscentista. Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: PPGHIS/UFRJ, 2015]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[SILVA, Maria Beatriz Nizza da Silva. Bahia, a corte da América. São Paulo: Editora Nacional, 2010]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território ]]&lt;br /&gt;
[[Category:Bahia]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitanias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pinhel</id>
		<title>Vila de Pinhel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pinhel"/>
				<updated>2016-02-02T12:18:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pinhel tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Pinhel.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Boim</id>
		<title>Boim</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Boim"/>
				<updated>2016-02-02T12:18:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Boim tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Boim.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Alter_do_Ch%C3%A3o</id>
		<title>Alter do Chão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Alter_do_Ch%C3%A3o"/>
				<updated>2016-02-02T12:12:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Alter do Chão tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Alter do Chão.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Franca_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Franca - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Franca_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-02T12:12:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Franca tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Franca.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Pombal - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-02T12:01:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pombal tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Pombal.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Conde</id>
		<title>Vila de Conde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Conde"/>
				<updated>2016-02-02T12:00:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Conde tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Veiros.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Beja</id>
		<title>Beja</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Beja"/>
				<updated>2016-02-02T12:00:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Beja tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Veiros.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Colares</id>
		<title>Colares</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Colares"/>
				<updated>2016-02-02T11:59:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Colares tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Colares.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monfort</id>
		<title>Monfort</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monfort"/>
				<updated>2016-02-02T11:59:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monfort tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Monfort.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra</id>
		<title>Vila de Salvaterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra"/>
				<updated>2016-02-02T11:59:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Salvaterra tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Salvaterra.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s</id>
		<title>Monsarás</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s"/>
				<updated>2016-02-02T11:58:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monsarás tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Monsarás.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s</id>
		<title>Monsarás</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s"/>
				<updated>2016-02-02T11:57:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monsarás tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Veiros.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Santar%C3%A9m_-_Capitania_do_Gr%C3%A3o-Par%C3%A1</id>
		<title>Santarém - Capitania do Grão-Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Santar%C3%A9m_-_Capitania_do_Gr%C3%A3o-Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-02T11:57:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Vinicius|sobrenome=Maluly|verbete= Santarém provém de uma aldeia povoada por índios [[Tapajós]]. &amp;lt;ref&amp;gt;FERREIRA, J. C. V. Cidades do Pará: origem e significado de seus nomes.Belém: Editora Buriti, 2003. p. 125.&amp;lt;/ref&amp;gt; Em 1661, o padre [[João Felipe Bettendorf]] estabeleceu uma missão na aldeia fundando-a &amp;lt;ref&amp;gt;COSTA, G. G; SUDÉRIO, M. O. Rede de cidades amazônicas: Belém, Santarém, Manaus e Rio Branco. In: ANAIS DO III SIMPÓSIO LUSO-BRASILEIRO DE CARTOGRAFIA HISTÓRICA, 2009, Ouro Preto. Anais... Ouro Preto, 2009.&amp;lt;/ref&amp;gt; e, em 1758, o Capitão-General [[Francisco Xavier de Mendonça Furtado]] elevou o povoado a Vila. &amp;lt;ref&amp;gt;LOUREIRO, A. J. S. Síntese da história do Amazonas. Manaus: Imprensa Oficial, 1978.&amp;lt;/ref&amp;gt; Há referência a Santarém no arquivo histórico do [[Conselho Ultramarino]] de 1619 fazendo alusão às terras do capitão-mor do Pará, [[Francisco Caldeira de Castelo Branco]]. &amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.13.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Santarém.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt;  }}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Santar%C3%A9m_-_Capitania_do_Gr%C3%A3o-Par%C3%A1</id>
		<title>Santarém - Capitania do Grão-Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Santar%C3%A9m_-_Capitania_do_Gr%C3%A3o-Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-02T11:56:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Vinicius|sobrenome=Maluly|verbete= Santarém provém de uma aldeia povoada por índios [[Tapajós]]. &amp;lt;ref&amp;gt;FERREIRA, J. C. V. Cidades do Pará: origem e significado de seus nomes.Belém: Editora Buriti, 2003. p. 125.&amp;lt;/ref&amp;gt; Em 1661, o padre [[João Felipe Bettendorf]] estabeleceu uma missão na aldeia fundando-a &amp;lt;ref&amp;gt;COSTA, G. G; SUDÉRIO, M. O. Rede de cidades amazônicas: Belém, Santarém, Manaus e Rio Branco. In: ANAIS DO III SIMPÓSIO LUSO-BRASILEIRO DE CARTOGRAFIA HISTÓRICA, 2009, Ouro Preto. Anais... Ouro Preto, 2009.&amp;lt;/ref&amp;gt; e, em 1758, o Capitão-General [[Francisco Xavier de Mendonça Furtado]] elevou o povoado a Vila. &amp;lt;ref&amp;gt;LOUREIRO, A. J. S. Síntese da história do Amazonas. Manaus: Imprensa Oficial, 1978.&amp;lt;/ref&amp;gt; Há referência a Santarém no arquivo histórico do [[Conselho Ultramarino]] de 1619 fazendo alusão às terras do capitão-mor do Pará, [[Francisco Caldeira de Castelo Branco]]. &amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.13.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Veiros.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt;  }}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Veiros</id>
		<title>Vila de Veiros</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Veiros"/>
				<updated>2016-02-02T11:55:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Veiros tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um Auto da Devassa, datado em 25/01/1762, que o Bispo do Pará, D. frei João de São José Queirós, mandou tirar contra o padre frei José de Lemos Coelho que era inquiridor da freguesia  da Vila de Veiros.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.4745.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também um ofício do tesoureiro geral do Comércio dos Índios para o secretário de Estado da Marinha e Ultramar, em 25/10/1768, sobre o envio dos mapas dos gêneros recolhidos na Tesouraria Geral do Comércio dos Índios e autos das suas contas entre os anos de 1762, 1763, 1765 e 1768 correspondente a diversas vilas e lugares do Estado do Pará, e dentre delas há menção a Vila de Veiros.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.5482.&amp;lt;/ref&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Soure</id>
		<title>Soure</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Soure"/>
				<updated>2016-02-02T11:42:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de [[Soure]] tem sua origem histórica ligada a presença dos padres capuchos de [[Santo Antônio]], que exerceram o ofício evangelizador sobre os indígenas da Aldeia [[Maruanazes]], tribo dos  [[Aruan]]. A localidade foi primeiramente reconhecida como [[Monte-Forte]], posteriormente a aldeia foi constituída na Freguesia de [[Menino Deus]].&amp;lt;ref&amp;gt;FERREIRA, João Carlos Vicente. Cidades do Pará: origem e significado de seus nomes. Belém. 2003.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ano de 1757 houve a elevação da freguesia em Vila, com o nome de [[Soure]], pelo governador e capitão-general [[Francisco Xavier de Mendonça Furtada]].&amp;lt;ref&amp;gt;FERREIRA, João Carlos Vicente. Cidades do Pará: origem e significado de seus nomes. Belém. 2003.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
[[Category:Grão-Pará]]&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s</id>
		<title>Monsarás</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s"/>
				<updated>2016-02-02T11:41:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monsarás tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monfort</id>
		<title>Monfort</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monfort"/>
				<updated>2016-02-02T11:41:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monfort tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra</id>
		<title>Vila de Salvaterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra"/>
				<updated>2016-02-02T11:40:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Salvaterra tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra</id>
		<title>Vila de Salvaterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra"/>
				<updated>2016-02-02T11:40:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Salvaterra tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na documentação do Arquivo Histórico Ultramarino há um ofício, datado em 27/03/1757, do ouvidor geral da Capitania do Grão-Pará para o secretário geral do Ultramar e Marinha a respeito de uma devassa que ocorreu na Ilha Grande de Joanes após a fundação das Vilas de Monsarás, Monfort, Salvaterra e Soure, contra as pessoas que caçavam gado bravo e matavam touros à espingarda, sendo que o documento indica o envolvimento de alguns religiosos Ordens das Mercês e do Carmo.&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará. D.3847.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capitania_do_Gr%C3%A3o-Par%C3%A1</id>
		<title>Capitania do Grão-Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Capitania_do_Gr%C3%A3o-Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-01T13:17:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel |sobrenome=Rendeiro|verbete= A Capitania do Grão-Pará, ou apenas Pará, tem sua origem no contexto de ''conquista do rio das Amazonas'', período de conflito com forças estrangeiras. Primeiramente a região foi denominada com a terminologia de Conquista do Pará&amp;lt;ref&amp;gt;AHU-Pará, D.2.&amp;lt;/ref&amp;gt;, porém também é utilizado o termo Rio das Amazonas&amp;lt;ref&amp;gt;[[Livro_5_-_DA_HIST%C3%93RIA_DO_BRASIL_DO_TEMPO_QUE_O_GOVERNOU_Gaspar_de_Souza_AT%C3%89_A_VINDA_DO_GOVERNADOR_DIOGO_LUIZ_DE_OLIVEIRA_-_Cap%C3%ADtulo_20|Frei Vicente Livro 5]]; AHU-Pará, D.1.&amp;lt;/ref&amp;gt;. O documento mais antigo&amp;lt;ref&amp;gt; AHU-Pará, D.17.&amp;lt;/ref&amp;gt; que faz menção ao termo capitania, para denominar a região da conquista, é posterior ao ano de 1620. Por seguinte a legitimação do território como Capitania só ocorre em paralelo a criação do Estado do Maranhão, no ano de 1621.&amp;lt;ref&amp;gt; Há quem diga que a separação da Capitania do Maranhão do Estado do Brasil poderia ter ocorrido no ano de 1617.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania do Pará|Conquista do Pará]] começou no ano de 1615, junto com a [[Capitania do Maranhão|Conquista do Maranhão]] e a de [[Capitania de cumã|Cumã]], por [[Alexandre de Moura]], no início da colonização da [[Amazônia]] &amp;lt;ref&amp;gt;Antônio José Souto Loureiro informa que estas capitanias não eram hereditárias, e sim verdadeiras regiões administrativas, com o objetivo de defesa da terra e o estabelecimento de colonos, para a ocupação definitiva.&amp;lt;/ref&amp;gt;.A subordinação da [[Capitania do Pará]] se dava ao [[Estado do Maranhão]], até o ano de 1652, quando este último passou a se chamar ''[[Estado do Maranhão e Grão-Pará]]''. As delimitações geográficas, em seu primeiro momento, estendiam-se da margem esquerda do [[rio Quatipuru]] até o [[rio Tocantins]] e este por cima, até o primeiro salto. Em outra fonte, a distribuição de Capitanias do [[Estado do Maranhão]] feita em 1639 pelo [[Rei Felipe III]] de [[Portugal]], ratifica a dimensão territorial da [[Capitania do Pará]] com 30 léguas, entre o [[rio Quatipuru]] e o primeiro salto do [[rio Tocantins]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro documento do ano de 1661, do missionário [[João Felipe Bettendorf]] &amp;lt;ref&amp;gt;Loureiro argumenta que os estudos sobre o assunto são falhos e controversos.&amp;lt;/ref&amp;gt;, reitera  o [[Estado do Maranhão]] e suas Capitanias, junto com informações sobre a hierarquia organizacional das capitanias. Portanto a [[Capitania do Pará]] era subordinada ao [[Estado do Maranhão]], ao mesmo tempo que certas Capitanias, listadas abaixo, eram subordinadas a [[Capitania do Pará]].&amp;lt;ref&amp;gt; [[(Loureiro, 1978)|LOUREIRO, Antônio José. Síntese da história do Amazonas. Manaus: Imprensa Oficial, 1978.]]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capitanias subordinadas à Capitania do Pará:'''&lt;br /&gt;
* [[Capitania de Gurupá|Gurupá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cabo Norte]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Xingu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Capitania da Ilha Grande de Joanes|Joanes]]/[[Capitania da Ilha Grande de Joanes|Marajó]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Capitania de Cametá|Camutá]]/[[Capitania de Cametá|Cametá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lista das Vilas da Capitania do Grão-Pará ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[São Miguel de Cintra]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Salvaterra]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Monfort]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Monsarás]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Colares]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Beja]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Porto de Mós]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Veiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pombal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Souzel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Franca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Alter do Chão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Boim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Pinhel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Bragança]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ourém]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Nova de El Rei]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vigia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Soure]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Oeiras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Portel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Melgaço]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Almeirim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Monte Alegre ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Alenquer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Óbidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Cidade de Belém]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Santarém]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Chaves]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gurupá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[São José de Macapá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vistosa de Madre de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Mazagão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Viçosa da Santa Cruz de Camutá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{biblioselecionada|codigozotero=83F4Q5CV|capitania=Grão-Pará}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
[[Category:Pará]]&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão]]&lt;br /&gt;
[[Category:Capitanias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Franca</id>
		<title>Vila de Franca</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Franca"/>
				<updated>2016-02-01T13:14:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Vila de Franca para Vila de Franca (Pará)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Franca (Pará)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Franca_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Franca - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Franca_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-01T13:14:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Vila de Franca para Vila de Franca (Pará)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Franca tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Franca_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Franca - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Franca_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-01T13:14:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Criou página com '{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Franca tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estad...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Franca tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Manoel_Rendeiro</id>
		<title>Manoel Rendeiro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Manoel_Rendeiro"/>
				<updated>2016-02-01T13:13:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Historiador&lt;br /&gt;
|nome={{PAGENAME}}&lt;br /&gt;
|areas=Política pombalina, casamentos mistos, povos indígenas.&lt;br /&gt;
|espacos=Norte da América Portuguesa, Amazônia Colonial.&lt;br /&gt;
|lattes=[http://lattes.cnpq.br link]&lt;br /&gt;
|desc=Estudante do curso de História da [[Universidade de Brasília]], onde faz parte da equipe do Atlas Digital da América Lusa.&lt;br /&gt;
|instituicao=UnB&lt;br /&gt;
|pubs=.&lt;br /&gt;
|verbetes=&lt;br /&gt;
[[Autos da devassa contra os índios Mura]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Gurupatuba]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Surubiú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania da Bahia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Bartolomeu do Maragogipe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Valença (Capitania da Bahia)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Trancoso]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Mateus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Prado]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Maraú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Santo Antônio de Jacobina]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Inhambupe]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova do Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Belmonte]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São Francisco das Chagas da Barra do Rio Grande]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila do Espírito Santo de Nova Abrantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Santo Antônio do Rio das Caravelas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Alcobaça]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Camamú]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Cachoeira da Abadia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Pau d'Alho]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Olinda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[São Miguel de Barreiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Formosa de Sirinháem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Monção]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Viçosa de Tutóia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Vinhais]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de São José de Guimarães]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Caxias da Altas Aldeias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Paço do Lumiar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova da Cerveira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Viana]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Vigia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila Nova d'El Rei]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Serpa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Soure (PA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila da Barra do Rio Negro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Silves]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Barcelos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Cintra]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Olivença]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Bragança]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Oeiras]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Portel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Melgaço]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Monte Alegre]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Alenquer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Óbidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Gurupá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Tomar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Almeirim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Monsarás]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Monfort]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Colares]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Beja]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Conde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Veiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Pombal (Pará)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Souzel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Alter do Chão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Boim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Pinhel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Salvaterra]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Vila de Porto de Moz]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania do Pará]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania do Maranhão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Forte de Pauxis]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Estado do Maranhão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania de Cametá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania da Ilha Grande de Joanes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania de Gurupá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania de Icatu]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania de Vigia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania do Mearim]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Capitania do Itapicuru]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Salvaterra</id>
		<title>Salvaterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Salvaterra"/>
				<updated>2016-02-01T13:10:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Salvaterra para Vila de Salvaterra&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Salvaterra]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra</id>
		<title>Vila de Salvaterra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Salvaterra"/>
				<updated>2016-02-01T13:10:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Salvaterra para Vila de Salvaterra&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Salvaterra tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pinhel</id>
		<title>Pinhel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pinhel"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Pinhel para Vila de Pinhel&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Pinhel]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pinhel</id>
		<title>Vila de Pinhel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pinhel"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Pinhel para Vila de Pinhel&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pinhel tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Boim</id>
		<title>Boim</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Boim"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Boim para Vila de Boim&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Boim tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Alter_do_Ch%C3%A3o</id>
		<title>Alter do Chão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Alter_do_Ch%C3%A3o"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Alter do Chão para Vila de Alter do Chão&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Alter do Chão tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Souzel</id>
		<title>Souzel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Souzel"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Souzel para Vila de Souzel&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Souzel]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal</id>
		<title>Pombal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Pombal para Vila de Pombal (Pará)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Pombal (Pará)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Pombal - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-01T13:09:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Pombal para Vila de Pombal (Pará)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pombal tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Veiros</id>
		<title>Veiros</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Veiros"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Veiros para Vila de Veiros&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Veiros]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Veiros</id>
		<title>Vila de Veiros</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Veiros"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Veiros para Vila de Veiros&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Veiros tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Conde_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Conde - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Conde_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Conde para Vila de Conde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Vila de Conde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Conde</id>
		<title>Vila de Conde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Conde"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Conde para Vila de Conde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Conde tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Beja</id>
		<title>Beja</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Beja"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Beja para Vila de Beja&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Beja tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Colares</id>
		<title>Colares</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Colares"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Colares para Vila de Colares&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Colares tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monfort</id>
		<title>Monfort</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monfort"/>
				<updated>2016-02-01T13:08:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Monfort para Vila de Monfort&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monfort tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s</id>
		<title>Monsarás</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Monsar%C3%A1s"/>
				<updated>2016-02-01T13:07:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Maneurendeiro moveu página Monsarás para Vila de Monsarás&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Monsarás tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pinhel</id>
		<title>Vila de Pinhel</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Vila_de_Pinhel"/>
				<updated>2016-02-01T13:07:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Criou página com '{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pinhel tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estad...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pinhel tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Boim</id>
		<title>Boim</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Boim"/>
				<updated>2016-02-01T13:06:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Criou página com '{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Boim tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Boim tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Alter_do_Ch%C3%A3o</id>
		<title>Alter do Chão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Alter_do_Ch%C3%A3o"/>
				<updated>2016-02-01T13:06:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Criou página com '{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Alter do Chão tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Alter do Chão tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1</id>
		<title>Pombal - Pará</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://lhs.unb.br/atlas/index.php?title=Pombal_-_Par%C3%A1"/>
				<updated>2016-02-01T13:06:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Maneurendeiro: Criou página com '{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pombal tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estad...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Manoel|sobrenome=Rendeiro|verbete=A Vila de Pombal tem seu registro histórico na obra do Padre José Monteiro de Noronha durante sua viagem ao sertão do Estado do Grão-Pará e Maranhão no ano de 1768.&amp;lt;ref&amp;gt;NORONHA, José Monteiro de. Roteiro de Viagem da Cidade do Pará até as Últimas Colônias do Sertão da Província (1786)/José Monteiro de Noronha; Introdução e Notas de Antonio Porro, - São Paulo : Editora Universidade de São Paulo, 2006.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:População e Território]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Estado do Maranhão e Grão-Pará]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Maneurendeiro</name></author>	</entry>

	</feed>