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		<title>Modelos conceituais, lógicos e físicos - Histórico de revisão</title>
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		<title>Tiago em 12h09min de 5 de maio de 2020</title>
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		<author><name>Tiago</name></author>	</entry>

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		<title>Tiago em 18h42min de 12 de novembro de 2019</title>
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		<author><name>Tiago</name></author>	</entry>

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		<title>Tiago em 18h41min de 12 de novembro de 2019</title>
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&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color:black; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color:black; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color:black; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;===Modelo físico===&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color:black; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color:black; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;O modelo físico representa a base de dados já montada, com todas as tabelas, campos e relacionamentos e funcionando dentro de um disco rígido de computador, fisicamente. É a base pronta para usar, seguindo tudo o que foi planejado. Não há muito que dizer, em termos de informática. Mas há muito para ser dito no que toca à História. Parece-me importante, tendo pronto o nosso modelo físico, gastar mais algumas horas em planejamento. Importa tomar um conjunto de fontes para testar o modelo. Não é preciso ter muitas, eu diria que uma amostra de 1% dos casos, se forem milhares e longos, já ajuda. Se forem milhares e curtos, eu recomendaria testar com 3% dos casos. Se forem centenas e longos, recomendaria 5%, se forem curtos, 10%. Mas não tome esses valores como receitas de bolo. Esses testes devem ajudar você a deixar sua base de dados flexível na medida certa e não para criar confusão.&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color:black; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Qual é a ideia? É de que, quando confrontamos nossa massa documental com a base criada, mesmo tendo pensando muito no assunto e conhecendo bem a documentação, esse “encontro” certamente vai apontar problemas e limites da nossa base. É certo que esses problemas podem surgir quando estamos no final do preenchimento. Esse é um problema crônico da pesquisa e do uso de bases de dados, segundo nos ensinou Adeline Daumard. Mas podemos evitar alguns incômodos, mais simples, antes de começar a preencher a base de modo sistemático. Feito esse teste, é recomendável descartar o que foi preenchido, salvo se nenhum erro foi detectado (o que seria muito estranho). A tarefa seguinte é criar um pequeno manual de preenchimento e um treinamento com os abastecedores, se forem muitos. Treinar as pessoas e só depois descobrir que a base precisará de mudanças seria uma grande perda de tempo e trabalho. Melhor fazer as coisas na ordem.&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Tiago</name></author>	</entry>

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				<updated>2019-11-12T18:32:55Z</updated>
		
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&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{Verbete|nome=Tiago|sobrenome=Gil|verbete=&lt;br /&gt;
Tudo começa com uma folha de papel onde vamos anotar uma “lista de desejos”. A base deve tratar de tal assunto, portanto, precisa ter informações sobre x, y e z, campos específicos para essas informações e, talvez, algum relacionamento. Tudo isso deve ser listado. O passo seguinte é, em outra folha de papel (essa é uma recomendação pessoal, dá mais liberdade) desenhar um quadrado (de bom tamanho) para cada tabela, cujo interior contenha uma lista dos campos que vão formar essa entidade. É como se fosse um ''croquis'' da futura base, feito por um arquiteto ou estilista. Nesse caso, nosso ''croquis'' será feio, quadrado e cheio de riscos. Mas será importante. &lt;br /&gt;
Bom mesmo seria fazer esse planejamento discutindo com outros colegas, mas nem sempre é o caso. Com todo o esquema diante de nossos olhos, convém pensar possibilidades e limites. Para isso, no caso do conhecimento histórico, é fundamental conhecer as fontes e seus limites e, como salientaram Genet e Luzzati, ter erudição histórica para fazer isso. Convém fazer um exercício mental para checar a viabilidade da base. O desenho abaixo ilustra esse esforço, sem querer propor um modelo para processos-crime, pois seria bem mais complexo. É apenas uma ilustração dessa etapa do desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Modeloconceitual.png|450px]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Tiago</name></author>	</entry>

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