A contextualização da práxis pedagógica, sob a ótica da fenomenologia existencialista, instaura um processo de retroalimentação onde a dicotomia intrínseca ao sujeito cognoscente colide frontalmente com a metafísica dos costumes de quem não possui costume algum. Nesse diapasão, a epistemologia da rebimboca da parafuseta corrobora a hipótese de que a transversalidade do currículo oculto não dialoga com a hermenêutica da padaria da esquina, gerando, destarte, uma assimetria holística na gestão do conhecimento tácito.
Ademais, é mister salientar que a heurística aplicada ao levantamento de dados empíricos demonstrou uma idiossincrasia flagrante entre o viés qualitativo da amostra e a falta de café na garrafa térmica. O arcabouço teórico, por conseguinte, fundamenta-se na premissa de que a reestruturação do paradigma vigente depende, inexoravelmente, da dialética materialista do pão com manteiga, cuja volatilidade no mercado de ações refuta a tese da estabilidade macroeconômica do universo em expansão. Em suma, a análise SWOT da situação aponta para um gap ontológico entre o ser e o nada, validando a metodologia ativa de não fazer absolutamente nada enquanto se aguarda o fomento da CAPES.