Histórico

De BiblioAtlas - Atlas Digital da América Lusa
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O projeto começou em outubro de 2009, com uma listagem preliminar de vilas feita a partir de uma lista de municípios publicada pelo IBGE. O objetivo inicial era mapear o universo de localidades existentes no Brasil colonial, na falta de uma lista de vilas e freguesias da época. Com este levantamento, pudemos estabelecer um número mínimo de vilas e freguesias existentes em 1808. Neste momento, a equipe era integrada pelo coordenador e por uma bolsista.

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Em março de 2010 o projeto foi incrementado com a inclusão de quatro novos bolsistas de iniciação científica, que dinamizaram o trabalho. Foi criado um grande banco de dados de mapas históricos, recolhidos em diferentes arquivos e bibliotecas. Neste momento, mais de 200 mapas foram analizados e indexados. Foi também desenvolvida uma base de dados para coletar informações de localidades coloniais, detalhadas e dotadas de informações geográficas. Foi neste momento também que o historiador e programador Leonardo Barleta entrou para a equipe, o que seria fundamental para o sucesso do projeto.

Em novembro de 2010 foi iniciada uma parceria com o geógrafo Edmar Moretti, que resultou na adaptação do I3geo, ferramenta de cartografia digital, para a publicação dos dados históricos da América Lusa. Lernardo Barleta criou um sistema de coleta online de informações com a publicação digital automatizada. Nascia o Atlas na sua forma atual.

Ao longo de 2011 foram acrescidas centenas de pontos, por uma equipe que agora contavam quase 20 pessoas. Também em 2011 o projeto foi amplamente divulgado pela imprensa, com aparições na "Folha de São Paulo", no "Estado de Minas", no "Correio Brasiliense", no "Ciência Hoje",na "Globo News", dentre outras.

O atlas foi lançado oficialmente no dia 22 de agosto de 2011, na Unicamp, durante o evento "História Digital: instrumentos de pesquisa e produção do conhecimento histórico" promovido pelo CECULT/Unicamp, pelo PPGHIS/Unicamp e pelo LHS/UnB.

Em outubro, foi lançada a versão 1.1.2, primeira alteração da página, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi durante o evento "Bancos de Dados e geoprocessamento na Análise Histórica", promovido pelo Grupo de Pesquisa CNPq "Antigo Regime nos Trópicos". Em novembro do mesmo ano, o Atlas foi apresentado também na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Em junho de 2012, apresentamos comunicações e conferências sobre o Atlas na Universidade de São Paulo (Jornada GIS aplicados às pesquisas históricas), na Universidade Federal do Paraná (Jornadas Setecentistas) e na Universidade Federal de Minas Gerais (I Seminário sobre o uso de geoprocessamento na História).

Em junho de 2012, foi criado o Programa de Mobilidade do Atlas Digital da América Lusa, com o objetivo de ampliar o número de usuários e incentivar sua construção coletiva.

No dia 31 de agosto de 2012, foi a vez da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Encontros Coloniais) e no início de setembro, no Encontro Internacional de História Colonial (EIHC), realizado na Universidade Federal do Pará, onde foi lançada a versão 2.0.

Em janeiro de 2013, o Atlas recebeu uma grande colaboração, feita pelo pesquisador Levy Pereira, com mais de 1200 verbetes e feições geográficas,que resultou na Coleção de mesmo nome.

Em 24 de julho de 2013, o Atlas foi também apresentado na Universidade Federal do Ceará no "I Simpósio de História, arquivos e mídias digitais".

No final de 2013, o Atlas foi apresentado em Portugal, na França e em Luxemburgo, marcando um processo de internacionalização do projeto. Em 2014, o Atlas foi apresentado na Holanda. No mesmo ano foi oferecido um curso do projeto na Universidade de Évora, em Portugal e foi lançada a versão 3.0 no 5º Encontro Internacional de História Colonial, em Maceió

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