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Capitania de Xingu

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A Capitania no Xingu foi doada a [[Gaspar de Abreu Freitas]] em 1681<ref>Gadelha, Regina M. F. A conquista e ocupação da Amazônia: a fronteira norte do Brasil. Estudos Avançados vol. 16 no. 45, São Paulo Mai/Ago 2002.</ref> ou 1685<ref>[http://books.google.com.br/books?id=0ZqQuBChgowC&pg=PA62&lpg=PA62&dq=capitania+do+xingu&source=bl&ots=4AVR2UHHD2&sig=9FCJkVXhFDD5zWuG2yB5AKoLkkQ&hl=pt-BR&sa=X&ei=XNNxUK3GNIvU9ATPxoGQDg&redir_esc=y#v=onepage&q=capitania%20do%20xingu&f=false GoogleBooks] p. 40 (acessado em 07.10.2012) e Bethell, L. Historia da America Latina Vol. II, America Latina Colonial. 2004, p. 394.</ref>, e foi a última capitania criada pela coroa portuguesa, porém não se sabe a data do revestimento da mesma à coroa. Rosa A. Marin<ref>Marin, Rosa A. Visão histórica da Região do Xingu: economia e diversidade étnica. NAEA, Belém, 2010.</ref> cita um documento de 1779 sobre a capitania, e a partir deste documento monta tabelas de população, porém não tivemos acesso ao mesmo documento diretamente.
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A capitania do Xingu não foi ocupada e povoada pelo seu donatário, ficando abandonada por muito tempo. Porém os padres da Companhia de Jesus que ali já haviam se estabelecido em alguns pontos desde 1639 fundaram na margem direita do rio<ref>Porro, A. Uma crônica ignorada: Anselm Eckart e a Amazonia Setecentista. USP, 2011.</ref>, juntamente com índios, um aldeamento com o nome de Arucará ou Aricará. A missão se desenvolveu, e, com isso, em 1758 o Governador [[Francisco Xavier de Mendonça Furtado]] concedeu-lhe o título de Freguesia sob o padroado de [[São Francisco Xavier]]. Não se sabe ao certo quando recebeu o título de Vila com a denominação de Sousel.<ref>IBGE - @cidades - município de Senador José Porfírio, PA (com alterações)</ref>
 
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Autor do verbete: [[Luiza Moretti]]
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Edição atual tal como 11h40min de 13 de janeiro de 2016

por Luiza Moretti


A Capitania no Xingu foi doada a Gaspar de Abreu Freitas em 1681[1] ou 1685[2], e foi a última capitania criada pela coroa portuguesa, porém não se sabe a data do revestimento da mesma à coroa. Rosa A. Marin[3] cita um documento de 1779 sobre a capitania, e a partir deste documento monta tabelas de população, porém não tivemos acesso ao mesmo documento diretamente.

A capitania do Xingu não foi ocupada e povoada pelo seu donatário, ficando abandonada por muito tempo. Porém os padres da Companhia de Jesus que ali já haviam se estabelecido em alguns pontos desde 1639 fundaram na margem direita do rio[4], juntamente com índios, um aldeamento com o nome de Arucará ou Aricará. A missão se desenvolveu, e, com isso, em 1758 o Governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado concedeu-lhe o título de Freguesia sob o padroado de São Francisco Xavier. Não se sabe ao certo quando recebeu o título de Vila com a denominação de Sousel.[5]


[editar] Referências

  1. Gadelha, Regina M. F. A conquista e ocupação da Amazônia: a fronteira norte do Brasil. Estudos Avançados vol. 16 no. 45, São Paulo Mai/Ago 2002.
  2. GoogleBooks p. 40 (acessado em 07.10.2012) e Bethell, L. Historia da America Latina Vol. II, America Latina Colonial. 2004, p. 394.
  3. Marin, Rosa A. Visão histórica da Região do Xingu: economia e diversidade étnica. NAEA, Belém, 2010.
  4. Porro, A. Uma crônica ignorada: Anselm Eckart e a Amazonia Setecentista. USP, 2011.
  5. IBGE - @cidades - município de Senador José Porfírio, PA (com alterações)



Citação deste verbete
Autor do verbete: Luiza Moretti
Como citar: MORETTI, Luiza. "Capitania de Xingu". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/Capitania_de_Xingu. Data de acesso: 26 de outubro de 2020.



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