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Guajaĩ

De Atlas Digital da América Lusa

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Guajaĩ
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'''Natureza:''' riacho
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'''Natureza:''' rio.
  
  
  
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'''Capitania:''' RIO GRANDE
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'''Capitania:''' RIO GRANDE.
  
Rio afluente m.e. do 'Potîiĩ' (Rio Potengi).
 
  
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Vide: '[[Guaiaĩ]]'.
  
  
'''Nome atual:''' Córrego dos Guajirús, Riacho do Rego Moleiro ou Riacho Olho d'Água.
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[[Category: Coleção Levy Pereira]]
'''Nomes históricos:'''  Guajaĩ, Guajiru.
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'''Nota:''' o [[BQPPB]] coloca dois rios afluentes m.e. do 'Potĩjĩ ou Rio grande' com o topônimo 'Guajaĩ'. Ambos são ou foram denominados Guajiru e têm essa planta nativa nos seus vales e certamente caranguejos ...
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====Citações====
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►(Medeiros, 1989), "CAPÍTULO 4 - JACOB RABBI, O ALEMÃO-TAPUIA":
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@ pg. 48-49:
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"A casa de Muller ficava à margem direita do então chamado riacho Guajaí (Água dos Caranguejos), entre os distritos de Igapó e Santo Antônio do Potengi. Dista cerca de 10,5 km da matriz de Natal. Pelas referências holandesas, ficava a três léguas do Forte Keulen, seguindo-se por via fluvial. A pé, levava-se cinco horas de caminhada do Portinho àquele forte (6:169).
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Cremos que Dirck Muller fosse chamado pelos portugueses, de Rodrigo Moleiro (aliás, Muller significa Moleiro).".
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@ pg. 53, enterro de Jacob Rabbi, em 5/abril/1646. O local do seu enterro, presumivelmente ao lado do caminho para o Forte dos Reis Magos, é também o mesmo onde foi assasssinado na noite do dia 4:
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"Naquele dia 5, pela manhã, o negro de Muller veio comunicar ao seu amo que os animais já chafurdavam no sangue vertido do corpo de Rabbi. Então Muller mandou um dos seus negros ajudar o de Jacob, que já tinha começado a abrir uma cova para enterrar o cadáver, no próprio local onde caíra o alemão. Quando a cova atingiu a profundidade suficiente, Muller, acompanhado de Becke e de alguns homens e mulheres, foi assistir ao enterro, serviço de que se encarregaram os dois escravos. Na ocasião, estes retiraram as calças vestidas pelo cadáver, as quais lhes foram presenteadas como recompensa pelo trabalho executado. Mas, já sendo as mesmas bem gastas, e estando muito sujas de sangue, os negros as lançaram dentro do rio próximo — o Guajaí.".
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====Etimologia====
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guajaĩ é termo de origem tupi, combinação de guaja, um crustáceo, um caranguejo, e ĩ, rio.
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►(Margrave, 1648):
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@ pg. 182-183 descreve quatro espécies de guajás;
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@ pg. 77 descreve a planta Guajeru (Guaieru).
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►([[Câmara Cascudo]], 1968), pg. 89:
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"GUAJIRU: — ... Chrysobalanus iacco, Lin. De gua-iari, o que tem cachos ou frutos em penca. (TS). Ajiru, ariu, aberu, guajuru, fruta rústica e vulgar.".
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{{citacao1}} Levy Pereira{{citacao2}} PEREIRA, Levy {{citacao3}}
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Edição atual tal como 16h31min de 13 de janeiro de 2015

Coleção Levy Pereira


[editar] Guajaĩ

Natureza: rio.


Mapa: PRÆFECTURÆ DE PARAIBA, ET RIO GRANDE.


Capitania: RIO GRANDE.


Vide: 'Guaiaĩ'.






Citação deste verbete
Autor do verbete: Levy Pereira
Como citar: PEREIRA, Levy. "Guajaĩ". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/Guaja%C4%A9. Data de acesso: 14 de maio de 2024.


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