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Olinda

De Atlas Digital da América Lusa

Olinda

Geometria Ponto

Histórico

Denominação Início Término
Olinda
1537 depois de 1640
Olinda
Populacao > Vila
12/03/1537 antes de 1676
Santa Casa de Misericórdia de Olinda
1539 1808
Jesuítas
1550 1808
Terceiras franciscanas (recolhimento)
1576 1808
Carmelitas
1583 1808
Carmelitas
1584 1808
Convento da orden franciscana
1585 depois de 1640
Franciscanos
1585 1808
Franciscanos
1585 1808
Beneditinos
1590 1808
Beneditinos
1592 1808
Capuchinhos Franceses
1642 1808
Restauração Pernambucana
1645 1808
Olinda
Governo > Cabeça de Comarca
1653 antes de 1808
Deposição do governador "Xumbergas"
1666 1808
Capucinhos Franceses
1670 1808
Olinda
Populacao > Cidade
1676 1808
Capuchinhos Italianos
1708 1808
Guerra dos Mascates
1710 1808
Recolhimento N. S. da Conceição
1722 1808
Motim de soldados dos Terços de Olinda e Recife
1726 1808
Levante de tropas de Recife e Olinda
1726 1808
Recolhimento do Sagrado Coração de Jesus
1730 1808
Recolhimento do Sagrado Coração de Jesus
1760 1808
Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos - Cidade de Olinda
1786 1808
Recolhimento da Glória
1794 1808

Olinda foi fundada pelo primeiro donatário de Pernambuco, Duarte Coelho Pereira. Sua chegada a localidade em 9 de março de 1535 é o princípio da povoação. Ao se instalarem na região entraram em conflito com os índios Caeté, porém receberam auxílio da tribo dos Tabajaras para defender suas posições e proporcionar a colonização de parte da Capitania de Pernambuco.[1]

A denominação da localidade também já foi conhecida como Marim, porém com o desenvolver do lugar foi se aderindo a nomeação de Olinda. Sendo que no ano de 1537, El-Rei D. João III eleva à categoria de vila e freguesia, por seguinte em 12 de março do mesmo ano foi firmado o foral da Câmara de Olinda.[2]

A Vila de Olinda sofreu diversas invasões neerlandesas durante o século XVII, além disso ocorreu a ocupação e domínio batavo sob a localidade entre 1630 e 1654. Porém junto a evacuação holandesa, a vila foi posta em chamas.[3]

Após a restauração de Olinda aos poderes da Coroa portuguesa, a vila alcançou a categoria de cidade em 1676, por nomeação honrosa de D. Pedro II.[4] A criação do bispado local remonta ao mesmo ano de elevação a cidade. E até o ano de 1710, Olinda viveu um período de opulência.[5]

O conflito entre as vilas de Olinda, os mazombos, e de Recife, os mascates, causou a decadência de Olinda como centro de influência e poder devido a mudança de todos os negócios públicos e reais para Recife.[6]


Referências

  1. GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol
  2. GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol
  3. HONORATO, Manoel da Costa. Dicionário topográfico, estatístico e histórico da província de pernambuco. 2. ed. Recife: Governo do Estado de Pernambuco, 1976. 150 p. : (Coleção Pernambucana)
  4. GALVÃO, Sebastião de Vasconcelos. Dicionário corográfico, histórico e estatístico de Pernambuco. Recife: Cepe, 2006. 3 vol
  5. HONORATO, Manoel da Costa. Dicionário topográfico, estatístico e histórico da província de pernambuco. 2. ed. Recife: Governo do Estado de Pernambuco, 1976. 150 p. : (Coleção Pernambucana)
  6. HONORATO, Manoel da Costa. Dicionário topográfico, estatístico e histórico da província de pernambuco. 2. ed. Recife: Governo do Estado de Pernambuco, 1976. 150 p. : (Coleção Pernambucana)



Citação deste verbete
Autor do verbete: Manoel Rendeiro
Como citar: RENDEIRO, Manoel. "Olinda". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/Olinda. Data de acesso: 15 de dezembro de 2018.



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